Notas iniciais
Heeey pessoal, me desculpem a demora, a minha grande prova se aproxima, então eu estou um poço de nervos, eu já tenho os capítulos prontos, mas posta-los todos de uma vez só iria me atrasar mais ainda, no penúltimo capitulo (se não me engano) não respondi aos comentários, mas gostaria de agradecer, e pedir, quanto mais comentários, mais rápido eu posto, se tivermos recomendações ai eu posto a jato rsrsrs Espero que gostem meus divos, deixem suas opiniões no comentários, é muito importante para mim saber o que vocês pensam da fic. Beijos. Amaya

O tempo passa...

As semanas ao lado de Edward Cullen eram dolorosas, o monstro dentro de mim gritando o tempo todo para eu simplesmente desmembra-lo e esquecer-me do resto, mas havia uma parte mais nobre que dizia que ele de certa forma não era diferente de mim, lutava todos os dias contra algo que ele não havia escolhido por pura bondade.

Ele era um parceiro de laboratório aceitável, até mesmo para um vampiro, tinha que admitir que pelo seu vasto conhecimento eu me saia bem, mas sem falsas modéstias eu também tinha meu valor, e juntos éramos uma boa dupla de inimigos mortais.

Na matilha as coisas pareciam afundar cada vez mais, estava se tornando impossível para Leah conviver com a felicidade de Sam e Emily pela chegado do bebê, Jacob estava se tornando cada dia mais protetor, os novatos estavam cada dia mais agitados, Paul explodia dia sim e o outro também. E todos eles juntos escondiam algo de mim, haviam trocado meus turnos e me deixado cada vez mais dentro de Forks, nunca me deixavam nos limites da cidade e reduziam minha carga de vigia cada dia mais.

–Silencio! – Sam gritou pela decima vez naquela noite. Ele tinha que interromper os comentários ácidos de Leah, as crises de raiva de Paul e as brincadeiras dos novatos.

–Okay, eu estou farta disso aqui! Droga, o que vocês estão me escondendo? Porque mudam de assunto quando o assunto são os limites da cidade? Abram essas malditas bocas, antes que eu faça alguém falar, por bem ou por mal. –Todos conheciam meus métodos de conversa, e não agradava a ninguém.

–Deixa de paranoia Swan, não tem tomado seus remedinhos é? –Paul me insultou, Jacob começou a tremer, eu segurei o braço dele.

–Escute aqui Lahote, não importa a merda do seu temperamento, não me importa que você seja um bastardo filho da mãe, eu vou arrebentar todos esses dentes. –eu gritei, desta vez meu corpo tremia.

–Pois venha então queridinha! –ele gritou se transformado e eu o segui, nos engalfinhamos floresta adentro, enquanto Sam gemia e ia apartar nossa briga.

E essa foi à semana...

Brigávamos, fazíamos as pazes, brigávamos de novo, eu quebrava a perna de Paul e ele deslocava o meu ombro, gritávamos de dor por alguns instantes e logo já estávamos de pé de novo.

Charlie me arrastou para o psiquiatra mesmo eu tendo dito que não iria, ele apenas me deu conselhos bestas que eu não me dei o trabalho de fingir que estava escutando, minha vida era muito mais complicado do que o fato de não conseguir ministrar minha dor.

Naquela manhã acordei grogue e vi pela janela a rua coberta pela camada fina de gelo, gemi e quis simplesmente me jogar na minha cama e enrolar-me no meu coberto felpudo, mas eu tinha que cumprir com as minhas obrigações. Depois de estar devidamente vestida desci para preparar o café da manhã, Charlie ainda não havia levantado então me preocupei em fazer seu café (forte e sem açúcar algum).

Ele desceu devagar, mas logo foi desperto pelo cheiro do waffles, vi os olhos dele brilharem ao ver a calda de chocolate derramando na massa quente e dourada recém-saída do forno, eu sorri com aquilo e servi para ele uma porção caprichada com chocolate extra, era bom mimar Charlie de vez em quando.

–Eu devia me atrasar para o trabalho mais vezes, isso está muito bom Bells! –ele disse de boca cheia, era uma coisa que sempre fazíamos se já estávamos atrasados por que não aproveitar? Eu dei um sorriso envergonhado, desde que havia me mudado para cá eu ajudava bastante nas tarefas domesticas, mas quando completei dezesseis anos resolvi assumi-las de vez e deixa-lo longe dos produtos de limpeza.

–Porque o senhor acordou tarde hoje? –eu tentei puxar assunto.

–Na verdade eu acordei mais cedo do que de costume, mas fui ver umas coisas... –Ele disse bebendo a ultima golada de seu café, seu tom enigmático me fez sorrir. Em retribuição ele lavou a louça do café da manhã e saiu para o trabalho me desejando um bom dia, esperei até que fosse aceitável sair de casa, peguei meus livros e corri porta a fora tentando escapar do frio, porque eu simplesmente não podia ser como resto da matilha e simplesmente não sentir frio? Eu praguejei meus estranhos genes durante todo o caminho, observando os pros e os contras de ser diferente.

Estacionei na minha vaga habitual e desci da caminhonete, algo nas rodas traseiras me chamou a atenção. Andando segurando-me nas laterais da picape eu percebi que eram correntes de neve. Charlie as havia colocado de manhã para mim, havia acordado provavelmente às seis da manhã para arruma-las. Minha garganta se fechou o sentimento de cuidado que ele tinha por mim fez com que eu ficasse paralisada, Charlie era um pai que... Que diabo de som era aquele? Eu praguejei mentalmente e ergui meus olhos para o céu tentando ver um meteoro ou avião que estava caindo (N/Amaya: Foi mais engraçado escrever isso do que ler, acreditem), o céu estava absolutamente limpo, olhei para frente e vi o mar de rostos congelados numa mascara de horror em minha direção, o que mais se destacava era o de Edward Cullen, mas isso não era o mais importante, o que mais me alarmava era a van de freios travados que rodopiava no gelo em direção a traseira do meu carro e eu estava parada exatamente nesse ponto.

Antes que eu pudesse racionar, eu estava presa nos braços de Edward Cullen, ele “magicamente” havia se materializado ao meu lado e estava me tirando da frente da van, não me deixei acalmar por um segundo, minhas pernas ainda estavam exatamente entre os dois carros e Edward mantinha os braços em baixo de mim, seria impossível ele movimentar minhas pernas com seus braços sem quebrar minha coluna no processo, reuni momentaneamente toda a força de lobo que tinha e chutei a roda da van que ameaçava esmagar minha perna, o carro imediatamente parou e os vidros explodiram numa chuva em cima de nós, Edward me olhava apático.

–Como você... –ele começou a perguntar pasmo e eu o interrompi.

– Eu que deveria estar fazendo essa pergunta, que diabos você está fazendo aqui? –eu perguntei exaltada tentando me levantar, mas ele me impediu.

–Fique parada, você bateu a cabeça com muita força. –Merda, eu ainda não tinha me dado conta da dor na minha cabeça, eu gemi e ele riu aflito. –Seu pé? Você está bem? Como conseguiu parar a van–ele perguntou e eu apenas fechei a cara. Vampiro insuportavelmente enxerido.

–Me solta Cullen. –eu disse, nesse espaço pequeno que estávamos confinados era fácil demais sentir o lobo dentro de mim rosnando e ele tomou consciência dessa aproximação e me soltou parando de respirar, ao nosso redor professores e alunos gritavam desesperados.

–Temos que conversar. –ele disse friamente e eu apenas assenti, um vampiro e uma loba discutindo. O hospital estaria bem animado essa manhã.

Notas finais
N/Bia: Bella querida, estás um bocado enganada, é no Jacob que tu deves bater e não no Paul, se bem que podes usa-lo como saco de treino antes de passar para o saco de pancada mesmo. Edward herói em ação minha gente! Esperem só um bocadinho que eu vou aproveitar que está a chover para ver se tenho a mesma sorte...Não pera, se calhar é melhor esperar para estar num sitio mais certo se não acabo por receber um beijo do carro e não do Edboy. Conversa importante à vista minha gente, acho que as minhas unhas não vão aguentar esperar muito tempo por isso toca a comentar e a recomendar para a nossa autora trazer o novo capitulo em rapido. Beijinhos N/Amaya: Tenho que concordar com a Bia, com a minha sorte eu ganharia um beijo do carro. Então galera o que vocês acharam? Eu percebi (e agradeço) que vocês sempre colocam "gostei muito" "amei", e eu amo responder tudo isso =) Mas gostaria muito de ver o que vocês esperam da fic, o que estão achando, essas coisas me ajudam a fazer da fic cada vez melhor. Espero vocês nos próximos capítulos/comentários. Beijos. Amaya