What Are You To Me?
3 Capítulo 3
Notas iniciais
CAPÍTULO 3
Depois de duas horas, Evie voltou para o quarto encontrando Mal, que a encarou com uma cara nada boa. Mal não falou nada, simplesmente, pegou no braço da garota de cabelos azuis e a puxou até o quarto de Carlos e Jay. Entraram e viram Jay verificando os objetos que estavam em cima de sua cama. Já Carlos estava em cima de um móvel e jogava um jogo. Ambos pararam assim que perceberam a presença das duas garotas.
– O que vocês estão fazendo aqui? — Perguntou Jay.
– Eu não sei se você se lembra, mas nós temos uma missão a cumprir. — Respondeu Mal. — Evie, espelho. — Pediu.
Evie mostrou o espelho e pediu para que o mesmo mostrasse onde estava a varinha da Fada Madrinha. Ela estava no Museu de Historia de Auradon. Os quatro saíram do quarto, sem que ninguém percebesse e correram até o Museu. Entraram no Museu e viram um segurança olhando as camarás de segurança. Mal o fez dormir e abriu a porta. Evie perguntou ao seu espelho onde estava a varinha. Andaram até que se depararam com estátuas que eram iguais a seus próprios pais. Pararam e olharam para as réplicas, mas logo correram para a varinha da Fada Madrinha. Viram a varinha. Jay passou por de baixo da grade e tentou tirar a varinha. Não conseguiu. O alarme disparou.
– O que você fez?! — Grita Evie.
– Pelo menos eu tentei fazer alguma coisa. — Responde Jay.
– Vocês podem terminar a vossa conversa depois? Não tarda, o segurança chega. — Diz Mal. Os quatro correrem para fora do museu. Mas antes de sair, Carlos que desligou o alarme.
Voltaram ao colégio. Carlos e Jay foram para o quarto deles, já Mal e Evie foram para o delas. As duas falavam do que tinha acontecido mais cedo. Evie afirmava que a culpa do que aconteceu era de Jay. Mal não entendia. Por quê eles se odiavam tanto? Afinal, Mal só conhecia Evie porque Jay a apresentou quando os dois eram amigos. Ela não entendia o motivo de tudo ter mudado. Porém deixou quieto. Ela estava focada em conseguir a varinha para a sua mãe.
Na manhã seguinte, Mal acordou, não se lembrando onde estava, mas logo se lembrou que estava em Auradon.
– Eu tinha esquecido completamente. — Disse Mal, se levantando de sua cama e caminhando até o banheiro para se arrumar. Assim que saiu, vi que Evie ainda não tinha acordado então caminhando até a de Evie. — Evie, acorda.
– O que é? Me deixa dormir. — Respondi ela.
– Temos aula. — Evie não respondeu. — Você sabe que terá aulas com os príncipes, quem sabe não conhece um.
Evie se levantou rápido e foi até o banheiro. Levou meia hora para fazer sua maquilhagem e vinte cinco minutos para se vestir. Quando saiu do banheiro, percebeu que mais ninguém estava no quarto. Saiu do quarto e foi andando pelos corredores. Ela não sabia onde era sua aula. Olhou em volta e viu Doug.
– Doug. Pode me ajudar? — Ele assentiu. — Eu não faço ideia de onde é minha aula. Pode me ajudar a descobrir?
– Claro. Você tem aula comigo. Vem eu te levo a sala.
Os dois caminhavam pelos corredores até uma sala. Doug lhe explicou que seria a aula de química. Os dois entraram na sala e o professor lançou a Evie um olhar sarcástico. Ela se sentou do lado de Doug e a aula começou. Ao longo da aula, Evie percebeu um garoto a sua frente que não parava de a olhar.
– Quem é ele? — Perguntou Evie a Doug.
– É o Chad. Ele é filho da Cinderela e do Príncipe Encantado. — Evie se interessou rapidamente por Chad. Ele era um príncipe. E esse príncipe não parava de a olhar. — Ele tem a beleza, mas nem um pouco do resto.
Antes que Evie pudesse responder, o professor a mandou ao responder a uma pergunta sobre a massa atômica da prata. Evie deu a melhor resposta possível, impressionando não só o professor como toda a turma. O que eles não sabiam é que Evie tinha uma espelho mágico lhe dando todas as respostas. Quando regressava ao seu lugar, Chad estendeu um papel a Evie. A mesma o pegou e só o leu depois de se sentar. Chad tinha marcado um encontro entre ela e ele debaixo das arquibancadas depois das aulas. Doug também leu o papel e sentiu uma raiva enorme de Chad.
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No campo de treino, Jay e Carlos treinavam para um jogo que ocorreria no dia seguinte. Jay corria pelo campo, atropelando todos os seus colegas. Quando chegou a zona de morte, várias bolas eram disparadas contra ele, porém nenhuma lhe acertava, impressionando o treinador.
– Ei, você. Venha aqui. — Gritou o treinador, no fim do jogo, fazendo Jay correr até ele. — Pode me dizer o que foi aquilo? — Jay nada disse. — Aquilo é talento bruto. — Disse, sorrindo. Fazendo Jay sorrir. — Venha me ver depois, vou te mostrar algo que você numa viu: o livro de regras. — Disse, voltando a falar com seu assistente.
Jay se virou e viu Chad o encarando com um olhar mortal. Ele foi embora, batendo com seu ombro no ombro de Chad, que se queixou pela dor.
Depois de falar com o treinador sobre as regras, Jay viu Carlos, com um cachorro – Dude – sentado nas arquibancadas, olhando algo debaixo delas, e andou até o amigo. Carlos percebeu a presença do amigo e fez um sinal de silêncio para ele. Jay, fazendo o mínimo barulho, subiu as arquibancadas, olhou para o mesmo local que Carlos e sentiu seu sangue ferver de raiva.
– Você é muito linda, sabia? — Elogiou Chad, causando um sorriso a Evie. – Você surpreendeu todos hoje.
– É normal. Todos subestimam os vilões. Acham que ele não sabem fazer mais nada senão coisas más. — Disse Evie.
Chad nada disse. Ele, apenas, pegou no braço de beijo, o puxou e a beijou. Evie estava feliz. Finalmente tinha seu príncipe. O momento teria sido perfeito se um ser que fala não tivesse aparecido.
– Uau, Evie. Finalmente você conseguiu um príncipe. Primeiro o nerd, depois esse dai… Quem diria… — Evie olhou para o lado e viu Jay pendurado de cabeça para baixo. Em seu rosto estava um sorriso divertido, escondendo a sua enorme vontade de matar Chad e o quão enfurecido ele estava.
– Desculpa, Evie. Não consegui o impedir. — Se desculpou Carlos.
Chad foi embora, sem dizer uma palavra. Isso enfureceu Evie.
– Qual é o seu problema?! — Gritou Evie para Jay.
– Você conseguiu realizar o seu sonho, tinha que te dar os parabéns. — Respondeu Jay, com um sorriso sarcástico.
– Vocês têm algo para fazer hoje de tarde? — Perguntou Evie a Jay e Carlos.
– Não. Por quê? — Respondeu Carlos, confuso.
– Porque vocês vão precisar passar na enfermaria. — Antes que um dos dois falassem algo, Evie puxou Jay, que caiu de cabeça no chão. Depois foi embora, não se importando se ele se a via machucado.
Carlos correu até Jay e o ajudou a se levantar.
– Você tá bem, cara?
– Tou. — Respondeu Jay, irritado.
– Por quê você odia a Evie?
– Eu não a odeio. Ela me odeia.
– Então por quê você destruiu o encontro dela? — Perguntou Carlos.
– Não acha que tá fazendo perguntas a mais? — Retrucou Jay.
– Por quê a Evie te odeia assim tanto? Vocês eram os melhores amigos.
– Eu não faço ideia. Um dia ela estava bem comigo e no outro ela queria que eu morresse. Essa garota é maluca. — Gritou, e foi caminhando até o seu quarto.
No outro lado da escola, Evie ia entrar em seu quarto, quando se lembrou que tinha esquecido seu gloss preferido. Se lembrou que o usava no dia que foram ao museu e chegou a conclusão que o objeto estava no quarto de Carlos e Jay. Andou até lá e entrou nele. Viu o batom dela encima de uma mesa, correu até ele e o pegou. Quando ia sair, a porta se abriu, revelando Jay/
– O que você está fazendo aqui?
– Vim pegar meu gloss, mas já estou indo. Adeus. — Evie foi andando, mas quando passou por Jay, sentiu sua mão agarrando seu braço.
– Por quê você me odeia, Evie? O que eu fiz para você? — Perguntou Jay.
– Isso não interessa. Você não pode voltar no tempo. — Disse ela, triste, se lembrando do que tinha acontecido. – Tenho de ir. — Evie tenta ir embora mas não consegue, pois Jay segura seu braço. Ela o olha e ele fala:
– Você não sai daqui enquanto não me ser o que eu fiz para você me odiar.
– O que a senhorita faz aqui?! — Uma voz soa.
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