Welcome To Your New Nightmare
12 Troca de "informações"
Notas iniciais
“GRAÇAS” PENSOU KATE SOBRE A CHEGADA DE UM NOVO ANO. Havia passado alguns dias e 2013 estava vindo com um vento que castigava New York há dias. Tudo estava calmo (se não fosse pelo vento), pois a cidade estava tranquila pela primeira vez em cinquenta anos, segundo a senhora Elizabeth. Tudo estava tão tranquilo que nem Kate imaginara aquilo. E Freddy? Ela não queria lembrar-se dele, pois não conseguia tirar a imagem dele da cabeça e achava que dormir pensando nele seria uma porta ideal para um lindo e fofo pesadelo. Mas será que ele havia desistido? Será que havia se esquecido de Kate? Será que Freddy estava silencioso porque tinha ido embora ou porque ele queria vir com tudo para cima dela? Nem os músculos de Josh ou o rosto de Aidan a faziam parar de pensar naquele monstro. Ela estava com a cabeça quente, mas estava ansiosa. Alguns dias atrás, Kate combinou de se encontrar com alguém que poderia revelar de o porquê Freddy estar atrás dela. Sua mãe saberia responder o porquê de tudo, pois Freddy mesmo dizia. Mas ela não queria. Já o delegado era grande amigo de Freddy e já havia contado o que sabia. Na verdade contou do que sabia o que poderia contar. Então o segundo passo, era tirar algo a mais da boca do delegado e seu terceiro passo era convencer sua mãe a falar a verdade. Mas o primeiro passo era falar com o assassino de Freddy: senhor Thompson.
Thompson era o único homem que poderia revelar toda a verdade. Antes de assassinar Freddy, Thompson era amigo dele. Então, além do delegado, Freddy tinha um amigo, talvez pior que ele mesmo. Kate sentou-se no seu sofá e uma lágrima escorreu-lhe pelo rosto. Era muita emoção para apenas um ser vivo. Aidan tentando conquistá-la, Josh tentando reconquistá-la e óbvio, Freddy tentando assassiná-la. O pior de tudo era não saber o porquê de Freddy estar atrás dela. Sua mãe dizia não saber de nada e o delegado contou apenas uma parte de sua amizade com Freddy. Thompson poderia contar algo além do que o delegado disse afinal ambos eram amigos de Freddy Krueger. Havia de ter um jantar em um restaurante entre ela e Thompson. Uma pizzaria na verdade. Katharine era um recorde de comer em pizzarias. Sua maior glória foi ter comido 23 pedaços de pizzas em uma só noite. Então logo após ter marcado o jantar, Katharine se arrependeu de ter marcado em um lugar onde comeria muito e não deixaria ter uma conversa com o tenente. Katharine iria fazer de tudo para não ser egoísta com Thompson. Ela foi má com ele e Kate se arrependera do que havia falado. A filha do tenente foi abusada e logo Thompson matou Freddy que matou a filha de Thompson. E daí Katharine ficara brava com Thompson porque ele matara Freddy e agora ele estava a torturando. Porra, a filha do tenente foi estuprada e morta, Kate se preocupa apenas com ela.
Kate estava a assistir um programa de televisão bastante idiota, onde mulheres se masturbavam com bananas e depois a comiam. Tudo estava tão chato. Ela dormira tranquila e Freddy não a incomodara durante sua noite de sono. Aquilo era estranho. Freddy não atacava todos os dias, mas ele estava sumido. Ela agradecia óbvio, mas estava preocupada e com medo. Será que ele estava tramando algo grande? Será que ele planejava um pesadelo terrível? Ter televisão por assinatura era chato. Não tinha canais de filmes e sim de esportes. Sua mãe, dona Elizabeth, achava muito legal ver esportes. E ela obrigava Kate a ver. O pior de tudo era os canais pornográficos que o antigo padrasto de Kate assistia. E sua mãe não cancelara a assinatura. Ou seja, tinha pornô de todo o tipo.
O tempo passou e Katharine começou a se arrumar para seu encontro. Não gostava de chamar de encontro, pois parecia que ela e Thompson estavam um a fim do outro. E isto era nojento. Vestiu um vestido longo, verde cor de musgo e esperou sentada. O vestido era de sua mãe e era a única peça de roupa de Elizabeth que servia nela. Elizabeth usava ou saias ou vestidos ambos longos. E Kate não queria usar seus vestidos curtos, pois tenente Thompson era homem e todos os homens são tarados. Ela nem se deu o trabalho de se maquiar, pois não queria chamar atenção. Então nem brincos colocou. Esperava Thompson sentada no sofá e estava adorando ficar sozinha. Sua mãe tinha feito uma excursão com as velhas beatas da igreja e iria ficar dois dias fora. Aquilo foi como um presente de Deus para ela. Só não queria que sua mãe estivesse mentindo, pois haveria ouvido de sua mãe mesma que iria a uma excursão, mas na verdade foi ao encontro de um padre para exorcizá-la. Ria daquilo. Seu acompanhante não chegava nunca e quando ela pensara em ir até a cozinha servir uma taça de vinho, a desgraça bateu na porta.
– Olá Katharine. – falou Thompson quando Katharine abriu a porta para ele. – você está linda.
Ela desejou não ter ouvido aquilo. Não desejaria mesmo. Esperava que Thompson falasse aquilo por educação, mas não porque achava. Ela se vestiu toda simples com um vestido verde musgo que estava até desbotado.
– Obrigada. – disse ela com uma cara de bunda. – você não quer entrar para ir ao banheiro, não é?
– Obrigado. – falou ele dando um sorriso simpático. – mas não estou com vontade.
– Que bom. – disse ela dando um sorriso falso. – eu o limpei hoje e na queria que você entrasse mesmo.
Ele não se aguentou e deu uma gargalhada muito, muito alta. Kate sorriu para não mostrar que falara sério.
– Entre querida. Quer que eu abra a porta para você? – perguntou Thompson dando um sorriso pra ela.
– Não está vendo? – perguntou ela furiosa. – eu tenho duas mãos, não sou aleijada nem nada. E eu já andei de carro. Sei abrir uma porta, olha só. – e ela começou a abrir e fechar a porta até entrar e fechá-la violentamente.
– Depois as mulheres reclamam que não existem homens educados. Tem que mais tomarem no cú e apanharem bastante. Temos bons modos e elas reclamam. – falou ele aumentando a voz. – e se você está irritada, porque marcou o encontro? E precisa falar assim comigo? E precisa descontar no meu carro?
Ele não sabia que estava aumentando o tom de voz e quando acabou de falar ele já estava gritando. O silencio tomou conta da escuridão.
– Desculpe-me. – disse Kate murchando toda sua existência.
– Eu que tenho que me desculpar. Vamos. – disse ele dando um sorriso. Até que colocou suas mãos nas coxas de Katharine. Você ainda quer ir à pizzaria? Podemos ir a outro lugar.
– Você tem uma família. – disse Kate sabendo em que lugar ele queria ir com ela. – deixa de ser tarado. Eu estudo em uma escola e tem muitos garotos com quem posso dar uma trepada, então preste bem a atenção: eu não tenho o porquê de ir a um motel com um homem de quase cinquenta anos de idade.
– Ok Katharine. – disse o tenente com vergonha. – vamos ir à pizzaria.
Então o tenente ligou seu carro e os dois se dirigiram até a pizzaria. Kate só queria falar sobre um assunto: Freddy Krueger. E Thompson sabia que o assunto era sobre ele (mesmo Kate não contando o assunto a ele). A estrada toda Katharine permanecera em silencio. Thompson tentava falar algo, mas Kate sempre dava uma resposta de “sim”, “não” ou “talvez”. Até que uma hora ela dormiu e ouviu a voz de Freddy chamar por ela. “Kate, Kate” e ela gritou mais alto que tudo e acordou. Ela e Thompson estavam na estrada.
– Você não ouviu meu grito? – perguntou ela, mas Thompson não a respondia. – Thompson?
Ele olhou para ela e perguntou:
– O que foi?
Ele ficou olhando para ela. Então por um momento se descuidara do volante e Kate parou de encarar Thompson, pois aquilo era muito constrangedor. Então seus olhos foram direto ao encontro da estrada e olhando para frente, ela viu Freddy Krueger sendo iluminado pelo farol do carro naquela estrada escura. Então Thompson estava prestes a atropelar Freddy, mas Freddy deu um grito que ensurdeceria a todos que estariam presentes naquela estrada, Por fim, quando o carro chegará perto dele, deu para ver seu rosto demoníaco e Katharine gritou.
– Você está bem? – perguntou Thompson ao ver que Katharine acordara gritando.
– Estou, estou. Eu só tive um pesadelo, foi só isto. – falou Katharine ao perceber o que realmente havia acontecido. Ela sonhara que estava tendo um pesadelo com Freddy. Mas quando acordou do pesadelo que estava ocorrendo em seu sonho, logo viu Freddy, ou seja, tudo aquilo foi Freddy que fez para assustá-la. Os dois chegaram até a pizzaria e sentaram-se no lugar reservado. Eles chegaram um pouco tarde, pois já estavam servindo as pizzas, então eles decidiram pedir um refrigerante logo para acompanhar as fatias de pizzas que estavam por vir. Kate pediu uma Coca-Cola e Thompson pediu um suco natural de abacaxi com hortelã. Depois de comerem algumas fatias, foi quando Thompson tocou no assunto.
– Antes de falar sobre o que você quer, eu queria te perguntar sobre o seu pesadelo. – disse ele encarando ela que bebia seu refrigerante. – foi com Freddy?
– Sim, foi com Freddy Krueger. – disse ela dando um sorriso meigo e engolindo mais um pedaço da pizza de calabresa. Depois que engoliu, ela continuou o assunto. – e o que quero falar também é sobre ele.
– Eu já imaginava. – disse ele engolindo seu pedaço de pizza a seco, pois ficou com um pouco de medo, só de imaginar o que estava por vir.
– Tenente. – disse Kate pegando as mãos de Thompson e deixando elas firmes em cima da mesa. – Todos meus amigos estão morrendo. Eu preciso de sua ajuda. Você tem que me ajudar a descobrir como derrotá-lo. Quero que conte tudo que sabe sobre Freddy.
– Posso lhe dizer tudo, mas antes você terá de me prometer que me recompensara com o que eu quero de você.
Katharine sabia que Thompson queria levá-la a um motel, mas Katharine achava isto nojento por um lado, mas por outro, sentia um prazer imenso e achava que isto seria uma boa recompensa se ele a ajudasse.
– Como quiser tenente. – falou Kate passando seus dedos no braço dele como se fosse um carinho.
– Então o que você deseja é descobrir sobre Freddy? Não sei muito, pois não era amigo dele igual ao delegado, mas posso lhe dar algumas informações.
– Pois diga. Esta noite sou toda sua. E estou ao seu alcance. – disse ela dando um sorriso que cada vez mais, deixava Thompson excitado.
– Hoje você é toda minha. – ele riu. – gosto de garotas como você. Apesar de ser maior de idade, não deixa de pensar igual a garotinhas. E é bem gulosa. Devia dar desde o quatorze anos pelas minhas contas.
– Não. – ela riu mais do que Thompson naquela hora. – eu transei apenas duas vezes e foi com meu ex-namorado e um amigo, mas isto não importa e nem quero lembrar estes fatos. Vim para falar de Freddy.
– Freddy era jardineiro. Parecia ser respeitoso. Era um homem bastante confiável. Era amigo dos alunos e dos pais das crianças. Ganhou a amizade de todos os pais para fazer o que queria. – disse Thompson quase chorando e lembrando-se de sua filha. – ele abusou de quase todos na creche Katharine. Foi um terror para mim, morar naquele lugar depois daquilo. Não me arrependi do que fiz Katharine. Ele era um monstro Todos mataram Freddy, eu só tive a ideia. Eu odiava sua mãe naquela época. Ela acobertava Freddy em tudo que ele fazia. E acho que ela sabia o que ele fazia com as crianças.
– Você conhecia minha mãe naquela época? Ela conhecia Freddy? – Katharine estava assustada e ao mesmo tempo “boiando”. Não sabia do que Thompson estava falando.
– Era isto que tinha para lhe contar Katharine. A única pessoa que pode lhe ajudar é sua mãe. – disse o delegado olhando os seios dela. – ela trabalhava naquela creche. Ela conhecia Freddy. Eles eram amigos íntimos. E quando eu saí da cadeia, descobri que ela mudou-se para cá, a mesma ideia que tive. Antes de ter você Katharine, sua mãe vivia em Springwood.
Katharine estava chocada. Pegou sua bolsa e saiu pela pizzaria a fora. Thompson deixou o dinheiro em cima da mesa e acenou para o garçom ir buscar, Ele correu atrás dela, pois não queria perde-la de vista.
– Katharine. – disse ele pegando ela pelo braço. – você me deve algo.
– Vamos deixar para outro dia. – falou ela de mau jeito.
– Como você irá embora? Tem dinheiro suficiente para pegar um táxi ou algum ônibus?
– Não.
– Então venha comigo. Vou lhe dar prazer e você irá esquecer de tudo. Você precisa ignorar um pouco tudo isto até conversar com sua mãe. Se preocupar antes não é legal para ninguém.
– Está bem.
Então eles subiram no carro e estavam na estrada em busca de algum motel ou coisa do tipo. Katharine tentava pensar em outra coisa, mas não conseguia desviar-se do assunto que gerava em torno de sua mãe. A senhora Elizabeth conhecia Freddy perfeitamente então. Kate olhou para Thompson e viu o volume em suas calças. Apesar de o tenente ter quase cinquenta anos, ele era um homem bonito. Tinha um cabelo grisalho e nada de barriga. Claro que não tinha um perfeito tanquinho, mas ele estava em forma e era musculoso. Thompson era um homem alto. Tinha pernas grossas também. Kate estava cada vez mais a fim de fazer aquilo. Mesmo sabendo que Thompson era casado e tinha dois filhos. Aquilo não importava. Se ele não se preocupava com sua mulher, porque Kate que teria de se preocupar? Foda-se, traição é algo muito comum e quase todos levam. Então no caminho, Katharine colocou as mãos em cima das coxas de Thompson. O tenente olhou para ela na hora, mas depois, mesmo não querendo, foi obrigado a voltar a olhar para o volante. Ela foi até o zíper da calça dele e abriu. Era tão grande o volume que Katharine não precisou nem puxar para fora. A cueca branca estava quase toda para fora. Ela abriu o botão da calça e puxou para baixo, deixando ele apenas de cueca no banco do carro. Então puxou a cueca para baixo e viu como o membro dele era grande. Ela passou a mão por cima do pênis, nos pelos, e depois fez movimentos de vai e vem no membro. Ele estava dando uns gemidos fracos.
– Lambe. – disse ele dando um sorriso, mas Kate continuava a fazer os movimentos sem se mexer. Não estava lambendo nada. Então ela tirou seu cinto para poder se abaixar e se aproximou do membro dele. Ela o encarava e parecia que ele tinha vida, pois o encarava também. Então ela começou a lamber e logo depois, já estava o chupando. Aquilo era maravilhoso – pensou ela – nunca tinha visto nada igual. Um homem quase aos cinquenta anos e estava mais duro que Josh na primeira vez dela. Era duro por fora, mas ao mesmo tempo era macio. Depois da “chupação”, Kate o viu parar o carro e levantou-se. Ele havia estacionado no motel mais luxuoso de New York.
– Chegamos. – disse ele olhando para ela. – você estava gostando?
– Amei. – disse ela dando um beijo nele. – foi delicioso.
– Pois vamos entrar e continuar. – falou ele dando um beijo no pescoço dela e colocando o membro para dentro. – você trouxe a identidade? Talvez eles queiram ver para mostrar que você tem mais de dezoito anos.
– Eu trouxe. – disse ela saindo do carro.
Quando eles chegaram ao quarto, foram direto par a cama. O lugar era muito confortável e luxuoso. Tinha banheira de hidromassagem e um bar com bebidas e taças. Além disso, tinha uma gaveta ao lado com vários brinquedos eróticos. Mas o tenente não queria nada daquilo. Ele precisava apenas de sexo e nada mais. Então ele foi tirando a roupa e Kate tirou o longo vestido. Quando os dois estavam pelados em cima da cama, ele deixou de ficar de pé e ficou de joelhos, deixando Kate de quatro na cama. Ele a lambia toda pela região do ânus e também a vagina. E ela gemia como uma doida.
– Vou montar em você e te cavalgar. – disse ele rindo. – como se você fosse minha égua.
– Eu sou sua égua. Faça de mim o que quiser.
Ele cavalgou em Katharine e ele gemia, mas ela não. Seus pensamentos voltaram para sua mãe. Ela estava com raiva por Elizabeth não ter contado a verdade a ela. Depois de vinte minutos ele se jogou para o lado e Kate foi de encontro ao membro dele. Ela chupava como uma puta. Parecia que não via um pênis a uma eternidade, mas era quase isto.
– Então, esta é sua terceira vez? – perguntou o tenente gemendo de prazer.
– Sim. – falou Katharine parando de chupá-lo para responder. – primeiro foi com meu ex-namorado Josh e dois meses depois, eu tive a transa mais maluca de todas. Foi na areia de frente para o mar as quatro da manhã. Lembro-me como se fosse hoje. Eu e ele bebemos e fumamos cigarro e depois eu me entreguei. Ele parecia um cavalo. Não o tamanho do membro, mas o jeito que ele me possuía. Era muito rápido e muito delicioso. Foi com meu amigo, Gilbert.
Então ela voltou a fazer o sexo oral nele bem mais rápido do que o normal, como se fosse recuperar o tempo perdido.
†††
Quando Kate desceu em casa, Thompson deu um aceno para ela quando largou sua carona na frente de casa. Ela acendeu todas as luzes e a televisão. Estava com medo, pois estava sozinha. Queria ligar para Josh ou falar com seus amigos e dizer tudo que descobriu. Sua mãe o enganará e ela estava muito brava. Sua mãe chegaria dois dias depois daquela hora e Katharine esperava com angustia. Ela estava perto de descobrir o que Freddy realmente queria com ela.
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