Welcome To Your New Nightmare

40 O Antigo Casarão dos Thompson’s.


Notas iniciais
Como prometido, tiraria o link e postaria o capítulo 40 HOJE!!
Humm.. 10 capítulos para acabar, então começarei a revelar alguns segredos que guardaria apenas para mim.

1º segredo - Maxxi sempre foi e morreu apaixonado por Katharine.

Boa leitura!!

Ele não deveria ter se deitado tão cedo. Freddy estava a sua espera. Thompson estava em uma velha cabana em frente a uma lareira. O campo não estava florido e sim branco. O frio estava muito rígido. A neve estava com força e apenas a lareira para esquentar seu corpo. Thompson estava chorando, pois havia perdido toda sua família em um acidente num sonho que teve. Aquilo era algum sinal para ele. A porta do banheiro se abriu sozinha e Donald foi fechá-la.

- Quanto tempo Thompson! – exclamou Freddy Krueger saindo de dentro da lareira em chamas. Ele estava com fogo em volta do corpo e com olhos vermelhos e inchados.

- Então é assim que você vive? – Thompson deu uma gargalhada. – estou feliz por te reencontrar Freddy.

- Você quer se vingar de mim. – disse Freddy sorrindo. – eu estuprei sua filha e a assassinei no pesadelo dela. Óbvio que queira se vingar. Mas eu que tenho que me vingar de você, pois você ordenou minha morte. Foi você quem deu a ideia de me assassinar naquele galpão em chamas.

- Não quero me vingar de você Freddy. – disse Thompson sorrindo. – queria te ver para te pedir um favor.

- Sério? – Freddy estava espantado. – como assim, um favor?

- Quero reencontrar minha filha. A garota que eu sempre amei. Quero reencontrá-la no céu, Freddy. Mas se eu me matar, sei que para o céu eu não vou. Não tem ninguém no mundo real que iria querer me matar gratuitamente. Ninguém teria coragem. – Thompson estava olhando para baixo. O chão era para onde ele não iria querer ir.

- Você realmente acredita em céu? – Freddy sussurrou dando uma gargalhada no final da pergunta.

- Só você tem coragem de me assassinar, pois me odeia. – disse Thompson encarando ele. – Freddy Krueger, se vingue. Mate-me.

- Você quer reencontrar sua filha? E sua mulher gostosa? Suas duas filhas? Agora estou pensando, como fui burro. – Freddy falava pensativo. – para me vingar de você, poderia assassinar suas duas filhas.

- Mate-me Freddy. – falou Donald Thompson pensando em sua família. – minhas filhas tem uma mãe de ouro que irá cuidar delas por mim.

- Não gosto de você. Porque mataria se este é seu desejo? Eu poderia te deixar deformado e vivo. – disse Freddy sorrindo. – seria minha vingança perfeita.

- Freddy, por favor...

- Está bem. – falou Freddy se aproximando de Donald Thompson. – se é assim que deseja, dê um abraço em Nancy Thompson por mim.

Freddy enfiou as garras nos peitos de Thompson e o rasgou. Thompson gemia de dor e em questão de segundos fechava os olhos e mergulhava na morte.

†††

Peter largou Katharine no quarto do meio, o quarto onde não tinha janela. Ela deitou-se na cama e ele a chaveou lá dentro. Katharine reparou que tinha um bilhete em cima da cama e foi ler.

“Querida Katharine, eles me ameaçaram de morte. Lamento por estar fazendo isto com você. Colocaram algo em seu chá que era sonífero. Mas na hora de servir, eu bebi o que tinha sonífero. O código que você procura está escondido dentro do primeiro par de meias na segunda gaveta. Dentro de um livro com a capa vermelha puída, tem o que você precisa para derrotar Freddy, boa sorte”.

Katharine leu aquilo e foi direto a segunda gaveta. Pegou o primeiro par de meias e leu o que estava escrito no papel. Apesar de o velho ter traduzido o que estava escrito no papel, Katharine não havia entendido o recado. Sabia que era de Freddy, mas aquilo estava confuso.

Katharine colocou o papel no bolso e foi procurar o tal livro da capa vermelha que estava puída. Abriu todas as gavetas, mas só havia roupas. Abriu as portas do roupeiro e não encontrou nada. Vasculhou por baixo da cama e outros móveis, mas não encontrou. “Poderia ter dito onde estava a porra desse livro” pensou Katharine sobre o que o velho havia escrito no papel. Então ela olhou para trás e viu um quadro de uma mulher. A mulher era bela e parecia estar olhando fixamente para Katharine, o que deixou a garota arrepiada.

- Só pode estar ali. – afirmou Katharine caminhando em direção à obra de arte.

†††

- O que está acontecendo?- perguntou Cristiano que olhava fixamente para o velho, que estava caindo no chão.

- Ele deve ter bebido o chá com sonífero. – sussurrou Michelle nos ouvidos de Cristiano. – mate-o Cris. Ele merece.

- Michelle! – exclamou Jane. – venha cá filha. Saia de perto dele.

- O que irá fazer? – perguntou Laura aos berros.

- Já disse para calar a boca! – gritou Michelle dando um soco na cara de Laura, que estava sendo segurada por um homem. – sua vadia. Se eu ouvir sua voz mais uma vez, eu lhe mato.

- Sill. – pronunciou Cristiano. – me entregue a arma que está apontando para o desgraçado. Deixa-me fazer o trabalho.

- Talvez ele tenha bebido o chá errado. – argumentou Peter se aproximando de Cristiano que segurava a arma de Sill.

- Ou talvez ele tenha trocado de propósito para salvar a vagabunda que está lá em cima. – sussurrou Cristiano para Peter. — Prefiro acreditar na segunda opção. – falou Cristiano, mas em um tom não mais de sussurro e sim em um tom que todos os ouvissem. Deu dois tiros no velho.

- Perfeito. – falou Michelle gargalhando. – este não acorda mais.

- Sabe, — Cristiano pensava alto. – acho que este casarão pode ser utilizado pela AFK. Pode ser nosso esconderijo.

- Quando eu sair daqui eu irei dedurá-los vocês pra a policia e não terão esconderijo algum. – afirmou Josh.

- Não é para você falar nada. – correu Peter até Josh para dar um soco no rapaz.

- Se afaste dele. – falou Cristiano sorrindo. – deixa que eu vá cuidar disto.

Cristiano se aproximou de Josh, que estava nervoso. Os dois se encararam e ambos estavam com rostos vermelhos de raiva.

- Você não entende. – disse Cristiano para ele. – Katharine será a única que sobreviverá aqui e por pouco tempo, até quando acabarmos o ritual. E ela poderá morrer. Vocês três não sairão vivos daqui. Não mesmo. E isto... – ele fez uma pausa. Fechava as mãos. – é para você entender que não pode falar aqui dentro.

Cristiano deu um soco em Josh e escorria sangue de seu nariz. Voltou para o centro da sala e começou a rir sozinho.

- NINGUÉM IRÁ SOBREVIVER! – ele gritava dando gargalhadas, acompanhando de Michelle que ria depravadamente.

- Pare! – exclamou Laura deixando tudo silencioso. – vocês são pervertidos. Deixe-nos em paz.

Michelle gargalhava. Tirou uma arma de sua cintura e caminhou até Laura.

- O que disse que aconteceria se falasse mais uma vez? Iria morrer, não? Venha comigo. – Michelle puxou Laura e apontando a arma para ela, subia as escadas.

†††

Katharine tirou o quadro de sua frente e então viu um cofre onde tinha números. Teria de colocar alguns dígitos para ele abrir. “O velho deve ter deixado algo para eu abrir isto”, pensou ela, afinal não teria como descobrir. Kate pegou o código de seu bolso e abriu o papel. Virou o bilhete para ver se algo estava escrito atrás, ma não tinha nada. Então virou o código de cabeça para baixo e viu que quatro códigos invertidos, formavam cada um, um número.

- 4275 – Kate sussurrava para ela mesma. – 4275.

Kate digitou os números que ali estavam e então, o cofre foi aberto. Dentro dele não havia nada.

- Merda. – Kate deu um soco leve na parede. – merda, merda.

Kate ia desistindo, mas quando foi virar para procurar em outro lugar, avistou uma linha rapidamente dentro do cofre.

- Isso. – disse ela puxando o fundo do cofre para fora. – fundo falso.

Quando Katharine puxou o fundo falso, avistou um livro vermelho puído. “Olhos Infernais” leu Kate sobre o que estava escrito na capa. O livro falava sobre uma garota que foi estuprada e morta pelo o pai. Então depois de morta, em vez de virar um anjo bom, ela optou por virar um anjo negro e se tornou má. Começava a aparecer para as pessoas com um vestido negro e com os olhos pegando fogo. O que ela queria, a pessoa fazia. Se quisesse que se matassem, a pessoa iria se matar. Se quisesse que eles matassem alguém, eles iriam matar alguém.

“A história parece ser boa” pensou Katharine vasculhando o livro. Virou ele de “cabeça para baixo” e começou a sacudi-lo para ver se caía algum papel ou bilhete. Nada. Ela checou as capas e quando chegou à parte de dentro da contracapa, viu que tinha algo escrito e a letra era mesma da tradução do bilhete, ou seja, aquilo foi escrito pelo próprio velho. Leu aquilo com atenção e viu que fazer aquilo era quase impossível. Desejou não ser verdade.

“Traga-o para o mundo real e o mate-o. Com fogo”.

Katharine fechou os olhos. Não queria que aquilo fosse verdade. Seria só aquele o jeito de derrotar Freddy Krueger? Teria de levá-lo para o mundo real? E se ele fugisse antes dela matar? Seria pior, pois poderia assassiná-la quando estivesse acordada também.

- Não vim até aqui para morrer na praia. – sussurrou para ela mesma. – se for para acabar com isto, faço de tudo.

†††

Michelle levou Laura para um quarto pequeno e a amarrou na cama com cordas. Deixou-a esticada e foi para longe, apontando a arma.

- Faz tempo que eu não mato alguém. – sorriu Michelle. – mas irei matar você agora, então...

- Por favor. – falou Laura desesperada. – não me mate.

- Irei assassiná-la sim. Quando eu tirar Freddy do inferno, eu irei matar mais ainda, pois terei os poderes que ele tem nos pesadelos. – ela deu uma leve gargalhada.

- Tirar Freddy do inferno? Mas ele não está no...

- Cale a boca, vagabunda! – gritou ela sem prestar atenção no que Laura disse. Se Aliança Freddy Krueger, descobrisse que Freddy não estava morto, nada daquilo estaria acontecendo. E Kate estaria livre. Mas Laura não teve oportunidade de falar nada. – se falar algo MAIS UMA VEZ eu lhe darei um tiro. Agora prefiro lhe torturar.

Michelle colocou a arma na cintura e subiu pela cama, em cima de Laura. Foi até o braço direito dela e deu uma lambida de leve. Laura queria perguntar o que ela iria fazer, mas não podia falar nada. Então, Laura descobriu que aquela noite seria de muita dor. Michelle começou a mordê-la fortemente, deixando marcas e fazendo Laura gritar.

- Adoro gritos de desespero. – Michele gargalhava. O machucado de Laura já estava sangrando. – me dá forças e energia para fazer muito mais. Me deixa alegre.

- Por favor. – sussurrou Laura, ela estava sem forças. – por favor.

Michelle estava mordendo Laura, mas agora mais fraco. Já tinha rasgado a pele dela e agora só queria fazer pressão, deixando Laura sofrer. Estava lambendo o sangue de Laura e de vez em quando, mordia um pouco mais, para sair mais sangue.

- Daqui a pouco você morre e acaba com este sofrimento. – disse Michelle saindo pela porta do quarto e deixando Laura chorando com dor, amarrada na cama.

Michelle desceu as escadas e foi de encontro a os outros membros da AFK. Eles estavam matando tempo, calados, olhando um para a cara do outro.

- Me de o taco de baseball? – perguntou Michelle para outro membro que segurava o taco, quebrando o silêncio.

- Não irei emprestar. – falou ele bravo. – ele é meu, eu achei.

Michelle deu dois tiros no rosto do rapaz e ele caiu no chão.

- Então eu pego sem pedir. – riu ela pegando o taco na mão.

- Está maluca? – perguntou Jane brava. – está acabando com as pessoas de seu grupo.

- Não me de lição de moral. – falou ela dando as costas e subindo as escadas. – me jogue a chave do quarto, Sill!

- Dou sim, pois sou sua mãe. Você está ficando maluca minha filha, pare com isto...

- Cale a boca, sua vadia. – e Michelle mirou a arma no coração da mãe. Jane caiu morta no chão de olhos abertos.

- Se mais alguém vir falar comigo, eu mato. – disse ela revirando os olhos.

- O que vai fazer com esse taco? – perguntou Cristiano curioso. – apenas perguntei.

- E eu apenas responderei então. Vou tentar apagar Katharine. Já que o filho da puta desse velho não fez isto. – disse ela subindo as escadas.

- Não a mate. Precisamos dela viva. – disse Cristiano preocupado.

- Só vou fazê-la desmaiar. – disse Michelle virando o corredor para chegar ao “quarto do meio”.

- O que tanto essa garota tem raiva da vida? – perguntou Aidan para Cristiano. Ele estava curioso demais.

- Essa sala está lotada. Deixem apenas eu, Michelle, Peter e Sill aqui. Daremos conta. Vão para a grande cozinha e façam um lanche. Estou me sentindo incomodado com vocês. – avisou Cristiano olhando para Aidan, pois iria responder a pergunta que o garoto havia feito. – ela quer tirar o pai dela do inferno. Apenas isto.

- Pai? – Aidan estava assustado.

- Sim, Freddy teve um caso com Jane. Ele era safado. – sorriu Cristiano.

- Então, Katharine e a garota são meias irmãs? – perguntou Josh espantado.

- Sim. – disse Cristiano rindo do nada. – isto é estranho, não acham?

†††

Michelle estava caminhando silenciosamente pelo corredor, quando fez um ruído no chão de madeira. Estava atenta a qualquer coisa, pois Kate poderia estar a esperando atrás da porta. Colocou a chave na fechadura e destrancou a porta. Colocou o taco na posição que precisava para bater na cabeça de Kate, pois com certeza ela estava a esperando atrás da porta. Então Michelle abriu a porta e se deparou com uma cena que não esperava ver. Kate não estava a esperando atrás da porta e sim, desmaiada em cima do tapete.

- Ah, mataram o velho por nada. A garota está desmaiada também! – gritou Michelle saindo pelo quarto quando Kate levantou-se do tapete e a jogou no chão. Michelle deu um grito e Kate chaveou a porta do quarto.

- Caiu direitinho na minha estratégia. Vadia. – Katharine pegou o taco da mão de Michelle e bateu fortemente na cabeça dela. – o suficiente para calar a sua boca enquanto tento fazer algo para tirar eu e meus amigos daqui.

Michelle havia desmaiado e Katharine a trancou dentro do quarto sem janela. Quando saiu pelo corredor, ela viu Laura gemendo de dor no outro quarto que estava com a porta aberta. Precisava salvar sua amiga, mas o outro quarto era depois da escadaria e se passasse, iriam vê-la. Kate então foi para o outro quarto e saiu pela janela. Havia um telhado maior do que o segundo andar. E ela poderia caminhar por cima dele. Com cuidado para não fazer barulho, ela passou pelo que seria o quarto do meio, mas não podia ver, pois não tinha janela. Então, dando a volta pela casa, ela chegou até a outra parte do telhado, onde tinha a janela do quarto, onde Laura estava. Laura a olhou e pediu ajuda em silencio e Kate a entendeu apenas com as palavras sem som que saía de sua boca.

- Vou te ajudar. – falou Katharine tentando abrir a janela, mas ela estava trancada. – calma, darei um jeito.

Sill chegou ao quarto e Kate se escondeu do lado da janela para não ser vista.

- Ah, que triste. Michelle te mordeu. – disse Sill sorrindo. – calma que aqui ninguém é vampiro, meu amor.

- Calor. – sussurrou Laura. – calor.

- O que? – perguntou Sill sem entender.

- Abra a janela. Estou com calor. – falou Laura que gemia de dor em seguida.

- Você está amarrada mesmo. Não tem como sair. Eu irei abrir para você. – ele se dirigia até a janela.

Ele com certeza veria Kate, então ela tinha que ser rápida e acertar ele de primeira, pois senão, ele pediria ajuda.

- É agora. – sussurrou ela fechando os olhos e preparando o taco, o segurando firme. O homem abriu a janela e viu Kate.

- Mas o que...

Katharine deu com toda sua força na cabeça dele. O homem não conseguiu nem dar um grito. Caiu desmaiado no chão. Kate entrou e trancou a porta com a chave que estava pendurada nela.

- Tem força para sair daqui? – perguntou Katharine a desamarrando.

- Acho que sim. – sussurrou Laura branca de dor.

- Vamos sair pelo telhado e descer pelos fundos, pois tem uma escada de ferro para emergência grudada na sacada do outro quarto. – disse Kate depois de desamarrar Laura da cama. Puxou a amiga com cuidado e pediu para ela segurar o taco, pois iria levar Laura com as duas mãos. – cuidado com o telhado amiga. Não faça barulho.

As duas caminharam com cuidado e Kate estava com medo de cair, pois duas ao mesmo tempo poderia quebrar o telhado que era bem fraco.

- Aquela Michelle é sua irmã, Katharine. – falou Laura sussurrando. – ela é filha de Freddy. E você também.

- O que? – perguntou Kate espantada que deslizou do telhado. – socorro!

Kate havia se segurado no telhado e tinha certeza de que ele não iria a segurar por muito tempo.

- Laura me ajude! – exclamou Katharine quase chorando. Iria estragar tudo, pois deviam ter notado o grito que ela deu de desespero.

- Estou tentando te puxar. – falou Laura em um tom de voz baixo.

- O que foi isto? – Kate escutou a voz de Peter e ficou desesperada.

- Nada. Não se preocupe. Deve ser Michelle domando a fera da garota. – gargalhou Cristiano e Katharine ficou aliviada depois de descobrir que eles não iriam ver o que estava acontecendo e depois de Laura ter ajudado ela.

- Obrigada Laura. – falou Katharine observando que quebrou uma parte do telhado. Bem pequena, mas havia quebrado. – você quase sem força, conseguiu me ajudar, obrigada.

- De nada. – falou Laura tossindo. – vamos rápido.

As duas caminharam calmamente até a escada de ferro onde se descia em caso de emergências como incêndio. Elas desceram uma de cada vez, Katharine por primeiro e Laura logo atrás. Elas esconderam-se no jardim atrás de uma árvore e ficaram observando o que acontecia lá dentro.

- Acha que devemos chamar a policia? – perguntou Laura tentando ver o que acontecia dentro do casarão.

- Acho melhor tentarmos resolver isso sozinho. – falou Katharine pensativa. – a delegacia é muito longe, não estamos com celular e se demorarmos, eles poderão estar mortos ou morrerem se verem que a policia chegou.

- Verdade, é melhor assim.

- Vamos entrar Laura. Quer dizer, eu irei entrar. – falou Katharine olhando para ela.

- Eu irei ajudar. – Laura insistiu. Era uma garota muito prestativa.

- Vamos pelos fundos. Irei explodir esta casa. – falou Katharine seriamente. – é verdade que Freddy é meu pai?

- Eles falaram. – disse Laura colocando a mão no rosto dela. – por isso que te querem para o ritual.

- Então se é meu pai, porque ele quer me matar? – perguntou Kate, mas sabia que Laura não conseguiria responder. – acho que isto é mentira.

- Vamos. – falou Laura levantando-se de trás da árvore onde as duas estavam agachadas.

- Vamos ir pela porta de trás onde fica a cozinha. – disse Katharine levantando-se também.

- Como iremos sem ser vistas? – perguntou Laura sem entender nada.

- Não importa se formos vistas. – disse Katharine tirando uma arma da cintura. – peguei emprestado da minha irmãzinha. Venha.

Katharine ficou com a arma e Laura com o taco. As duas foram pelos fundos e Aidan viu que elas estavam no jardim pela janela.

- Hey, Josh! – sussurrou ele chamando o outro garoto.

- Que foi? – perguntou ele assustado.

- Katharine e Laura estão fora da casa. Elas estão indo em direção para os fundos. – falou Aidan olhando apavorado para Josh.

Os dois já estavam sozinhos na sala. Cristiano havia trancado as janelas da sala e a porta da frente, o que significava que não iriam poder sair.

- Me de algo. – falou Josh procurando algo pela estante vazia. — algo que quebre a janela.

- Aquela pedra de enfeite. – falou Aidan pegando a pedra na mão e dando para Josh.

- Agora. – falou Josh tocando a pedra na janela e dando o ouvido do vidro quebrando.

- Socorro! Socorro! – exclamou Josh fingindo estar apavorado e todos os homens que estavam reunidos na cozinha foram até eles.

- O que houve? – perguntou Cristiano desnorteado.

- Alguém lá da rua tocou algo aqui. – falou Aidan olhando para o lado de fora. – acho que vi Katharine fugindo pelo portão.

- Deixem apenas eu e Peter aqui. – falou Cristiano furioso. – todos vocês vão atrás dela e quando a alcançarem, leve ela para algum mato e a estuprem. Todos vocês. Se ela já achou ruim ser estuprada por mim naquela garagem, imagina sendo estuprada por quase duas dezenas de homens?

Josh e Aidan ficaram apavorados. Katharine foi estuprada e nem revelara nada. Os vinte homens destrancaram a porta e saíram pela lomba. Cristiano trancou a porta da frente para que Josh e Aidan não saíssem e ficou perturbado.

- Onde está Michelle se a garota fugiu? E cadê Sill? Peter vá procurá-los. Eu irei ao banheiro.

Os dois subiram as escadas rapidamente e enquanto Josh e Aidan ficaram sozinhos na sala, Katharine e Laura apareceram na cozinha.

- Esqueceu-se de chavear a porta dos fundos. – Laura riu. – tudo isto irá explodir. Katharine ligou o gás e fez o que tinha que fazer para pegar fogo e nesse exato momento está colocando gasolina pela casa como podem ver.

- Onde acharam gasolina? – perguntou Aidan.

- Na garage lá nos fundos. – avisou Katharine. – vamos logo.

- Que barulho foi este? – perguntou Laura olhando um vulto pela janela no lado de fora.

- Acho que alguém saiu daqui do pátio. – disse Kate tentando espiar. – foda-se, vamos embora.

- A porta estava trancada, ainda bem que tinha a chave. Sill está desmaiado e a outra garota não está lá. – falou Peter descendo as escadas e ficando parado quando viu todos na sala. – Cristiano! Corra logo! Eles estão na sala.

- Peguem eles! – gritou Cristiano saindo pelo banheiro.

- Vamos! – gritou Katharine desesperada.

Katharine tentou dar um tiro em Cristiano, mas errou e aquela era a única munição que tinha na arma. O taco foi deixado na porta da cozinha e não estava mais lá. Eles correram mais que podiam, mas Josh foi pego pelos dois e Cristiano começou a espancá-lo.

- Não vá atrás deles. Ajude-me aqui. – falou Cristiano sorrindo para Peter. – eles virão ao saber que o garotinho ficou.

Katharine, Laura e Aidan correram até a frente e ficaram lá espiando, para saber se eles iam morrer na explosão.

- Cadê Josh? – perguntou Katharine apavorada.

- Eles devem ter pegado ele. Precisamos voltar. – falou Aidan e Laura ficou aterrada.

- Vamos voltar agora. Não posso perder Josh e nem deixá-lo lá. Esta casa irá explodir! – exclamou Kate correndo até lá. – mas não temos mais munição para a arma. Peguei-a só com uma munição apenas.

- Azar. – falou Aidan. – eles têm apenas dois homens fortes. Eu e Josh somos fortes. Se eles tivessem armas com eles, teriam atirado. Estamos empatados.

Cristiano estava espancando Josh quando Peter perguntou algo.

- Que cheiro de gás é este?

- Vamos verificar. –falou Cristiano deixando Josh escapar de suas mãos e indo para o andar de cima.

- Ele escapou. – falou Peter perplexo.

- Azar. – disse Cristiano rindo. – ele não tem saída.

- Está cada vez mais forte este cheiro. – falou Peter olhando pela sala e vendo a garrafa de gasolina aberta e todo aquele liquido derrubado pelo chão.

- Merda. – foi a última palavra que Cristiano disse.

O casarão foi destruído com uma explosão magnífica. Ver tudo aquilo indo para os ares e bem de perto, era uma coisa única. Katharine, Laura e Aidan estavam apavorados. Cristiano e os outros principais membros haviam sido mortos, mas não só eles. Josh não havia saído do casarão.

- Josh! – exclamou Katharine aos prantos. – Não! Não! Josh, eu quero o Josh!

- Calma! – exclamou Aidan segurando Katharine. – calma Katharine! Você está grávida. Sabia que poderia ter arriscado a vida de seu bebê ao enfrentar eles?

- Eu quero Josh! – Katharine estava sofrendo e muito. – eu sempre amei Josh! Não queria que ele morresse.

- Ninguém queria Kate! – falou Laura abraçando ela. – mas infelizmente, Josh morreu.

††CINCO MINUTOS ANTES††

Michelle acordou tensa. Estava um pouco zonza, mas estava mais raivosa que nunca. Tentou abrir a porta, mas ela estava trancada.

- Droga! – exclamou ela furiosa. – o que é aquilo?

Michelle viu algo atrás do roupeiro. Havia uma porta que dava para um lugar que ela não sabia onde. Michelle puxou o roupeiro para frente e conseguiu abrir a porta. Era uma passagem secreta que dava para algum lugar que ela iria descobrir.

- Esqueceu-se de chavear a porta dos fundos. – Michelle ouviu a voz da garota que ela havia causado uma ferida. – tudo isto irá explodir. Katharine ligou o gás e fez o que tinha que fazer para pegar fogo e nesse exato momento está colocando gasolina pela casa como podem ver.

- Onde acharam gasolina? – perguntou Aidan. Michelle ficou apavorada, pois tudo iria explodir, então saiu correndo por aquele lugar e viu que aquilo era como um esconderijo, caso alguém invadisse a casa. Aquele esconderijo dava em outro quarto, atrás do roupeiro. A porta abria por trás e Michelle se deparou com um roupeiro novamente.

- Na garage lá nos fundos. – Michelle ouviu a voz de Katharine enquanto empurrava o roupeiro para sair. – vamos logo.

Michelle saiu correndo e foi até a janela da sacada do quarto que dava para o telhado. Caminhou lentamente até a escada de emergência, mas quando estava descendo, derrubou um vaso de planta. Pegou o taco que estava na porta da cozinha e saiu correndo, fugindo pelo pátio e saindo pela rua.

- Que barulho foi este? – perguntou Laura olhando um vulto pela janela no lado de fora.

- Acho que alguém saiu daqui do pátio. – disse Kate tentando espiar. – foda-se, vamos embora.

Notas finais
Gostou? Deixa review? Sem spoilers nos capítulos finais, beijos!!!