Welcome To The Family II

16 Capítulo 16 - Nightmare p.1


Notas iniciais
Hello o/
Agradeço a todas que deixaram reviews, se não fossem por vocês eu ia dar um tempo na fic.
Mas enfim. Esse capítulo, promete fortes emoções *-*
Vamos saber quem era a pessoa oculta com Rute. No proximo, quem teve a ideia do sequestro (to falando de mais já)
Galera, me segue no twitter @queelramalho sigo todo mundo de volta. Eu to sempre por lá, falando das att das fics *-*
Beijos.

A Segunda amanheceu fria, caía uma chuvinha fina e irritante. Anne levantou antes que a mãe fosse chama-la e se trancou no banheiro. Tomou um banho rápido deixando os cabelos secos e saiu enrolada em uma toalha a procura de uma roupa.

Catou uma calça jeans escura, uma regata preta e um blusa de xadrez rosa e preta jogando por cima da regata. Catou seu all star roxo meio cano e terminou de se vestir. Penteou os cabelos curtos, e colocou uma touca do Jack deixando a franja laranja caída de lado.

Look Anne

Desceu as escadas calmamente e logo encontrou Erica sentada no sofá com um olhar perdido.

-Erica — Chamou três vezes e nada da garota acordar. — ACORDA PORRA!

-Hã? Que? Johnny? — A garota despertou.

-Então estava pensando no nanico? — Anne arqueava a sobrancelha estilo Synyster Gates.

-Você anda muito nova pra beber hein, eu não estava pensando em ninguém. — Retrucou a outra indo pra cozinha. Anne sorriu, logo iria aprontar.

Pov Rebecca.

Eu não consegui dormir a noite toda, me revirava na cama e não dormia. Ainda bem que Brian não acordou, ou iria ficar preocupado comigo. Quando acordei senti um aperto tão estranho no peito, mas ignorei. Fui pra cozinha e fiz o café. Erica tinha acordado e estava no sofá, mas nada dizia.

Quando eu já estava terminando, Erica aparece na cozinha com a cara fechada. Nem vou perguntar tenho certeza que esse mal humor dela tem nome e sobrenome e apelido. Johnny Christ. Quando Anne apareceu sorrindo senti o mesmo aperto no peito. Que estranho.

[...]

Já era por volta de 12:30 quando Rute apareceu na porta.

-O que você quer? — Perguntei direta.

-Olha, eu sei que falou pra eu ficar afastada de Anne, mas hoje eu senti algo estranho e fui na escola dela pra ver se tinha acontecido algo e o porteiro de lá, disse que ela já havia saído.

-Como assim saído? Eu não recebi nenhum ligação pedindo pra deixar Anne sair — Falei estranhando. Dei espaço e minha mãe entrou.

-Eu fiz errado, eu sei. Mas eu tinha que saber se você pegou ela — Falava com a voz embargada.

-Não, hoje ela disse que ia ficar na escola até mais tarde pra fazer um trabalho. Vou ligar pra ela — Falei.

Catei o celular e disquei o número da minha pequena, chamava e ninguém atendia. Tentei mais duas vezes e na ultima deu desligado. Meu coração acelerou.

-Vou falar com o Brian — Disse e no mesmo momento ele desceu as escadas com cara de sono.

-Bom dia — Falou. Quando olhou e viu minha mãe fechou a cara. — O que ela faz aqui?

-Olá Brian — Falou minha mãe.

-Não é hora de você brigar com ela, Anne não esta na escola e nem atende o celular. — Falei, nem precisou de muito e ele notou minha preocupação.

Saímos de casa, Erica ficou com as crianças e com Kelly de companhia. Eu, minha mãe e Brian pegamos cada um, um carro procurando sinais da minha filha. Eu estava desesperada, nunca imaginei passar por isso de novo, mas eu sabia dessa vez seria pior por que eu nem mesmo tinha ideia de onde ela poderia estar ou com quem. E tinha certeza dessa vez minha mãe não estava envolvida.

---------------- Narrador.

Enquanto Brian e Rebecca dirigiam por toda a cidade procurando pistas de onde a filha poderia estar, Rute parou o carro em uma praça afastada e pouco frequentada, pegou o celular e discou o número que haviam lhe entregado. Depois de chamar duas vezes atenderam.

-E então? Já saiu do pais? — Perguntou direta.

-Daqui alguns minutos. A menina foi no banheiro e deixou a mochila estou com o celular dela. Diga a Rebecca que não achou pistas e de a dica de voltarem pra casa e esperar pra ver se o possível sequestrador vai ligar.

-Anne está bem? — Rute não pode evitar a pergunta.

-Por enquanto — Falou a outra pessoa desligando. Suspirando Rute discou o número da filha.

-Alguma notícia? — Rebecca disparou.

-Nada. E Brian? — Perguntou a mais velha.

-Nada também — Rebecca tinha a voz chorosa.

-Melhor voltarmos pra sua casa e esperar algum sinal, talvez o sequestrador ligue.

-NÃO PODE SER UM SEQUESTRO! NÃO PODE! — Rebecca se desesperava. Rute acalmou a filha e a convenceu de irem para casa.

[...]

Horas se passaram e nada, nenhum notícia. Rebecca não parava quieta.

-Se for sequestro eles vão querer algo em troca — Falou Jimmy, toda a banda estava reunida na casa da família.

-E se for um dos nossos fãs malucos? — Opinou Zacky.

-Acho que não, seria mais fácil eles tentarem algo com a gente — Falou Matt.

-Quem em sã consciência, iria tentar algo com você Matt? — Johnny perguntou Sério.

-Concordo com o Jimmy, eles vão querer algo em troca. Só nos resta esperar — Falou Brian depois de algum tempo em silêncio.

Dear God the only thing I ask of you is

to hold her when I'm not around,

when I'm much too far away

(Enquanto Isso)

-Minha mãe já esta lá? — Anne perguntava curiosa.

-Sim, ela me pediu pra buscar você. Não pode esperar, era algo de extrema urgência.

A menina nada entendia, por que sua mãe havia viajado pra Paris? Ela já não tinha fechado a agência de lá? Por mandar outra pessoa com ela?

Estava confusa, sua mente uma confusão só.

-Vou ir no banheiro — Avisou saindo da poltrona do avião. Quando voltou um copo de suco de morango lhe aguardava.

-Tomei a invasão de pedir um suco de morango pra você, deve estar com cede.

-Valeu — Agradeceu e tomou todo o conteúdo do copo de uma vez. Antes de apagar viu um sorriso.

-Durma Anne, logo vamos chegar — O que Mírian queria dizer com aquilo?

Notas finais
Já sabem o esquema néh? Proximo cap, só sai com reviews *-*
Beijos.