Notas iniciais
Olá, pessoas! Eu voltei. E ai, o que estão achando? O Natan veio me perguntar se não teria mais envolvência. Claro que tem! Esse povo é tão hot que não dá pra não ter :D E então ele e a Jess resolveram fazer campanha hahahahhaha Enfim, eu aqueci esse cap. No entanto, ele ficou estupidamente longo, então tive que dividir ao meio. E para a tristeza de vocês, a parte quente é a segunda HAHAHAHAHAHA Bom, nesse cap tem uma pista importante do que eu planejo fazer. Na verdade, o cap anterior teve também. Espero que estejam apreciando. Podem começar com as teorias :D Não deixem de comentar! Obrigada por virem :D Beijos!

O pesadelo tornou a assombrá-la como vinha fazendo com grande frequência ultimamente. Estavam outra vez em Neverland. Escutava o filho chamar por ela desesperadamente, pedindo ajuda, mas não conseguia encontra-lo. Tudo estava escuro e frio e ela não sabia em qual direção seguir. Até que finalmente conseguia se concentrar na voz do menino e corria em sua direção, tropeçando nas raízes das árvores e ferindo-se ao cair uma ou duas vezes no chão. Por fim o encontrava, tremendo de medo e frio, tão assustado que mal podia se mover. Seus braços o envolviam protetoramente. “Tudo ficará bem, querido. Eu estou aqui e ninguém ousará lhe fazer mal. Vamos embora.” — Sussurrava para o filho. Em seguida, tirava a capa dos ombros e a colocava sobre o garoto para aquecê-lo e tomando-o pela mão, corriam floresta adentro, fugindo só Deus sabe do que – Ou de quem.

Mais uma vez ouviu seu nome ser chamado em um tom claro e distante. O som ecoando em sua cabeça, tornando-se cada vez mais urgente. E por um segundo, foi como se todo o ar simplesmente fugisse de seus pulmões, fazendo com que se levantasse rapidamente em uma tentativa desesperada de continuar viva, forçando-o a entrar novamente. Hook estava ao seu lado, sentado na cama com uma expressão preocupada. A mão ainda pousada em seu ombro porquanto a houvera chamado. Regina respirou fundo mais uma vez, assustada. Levou ainda alguns instantes para compreender o que se passou ali.

– Regina! Você está bem?!

– Eu não... Não tenho certeza.

– Respire fundo e tente se acalmar. Você teve outro pesadelo. Estão ficando mais frequentes. O que foi dessa vez? Ande! Conta pra mim o que você sonha que é assim tão terrível! Parecia que você estava se afogando!

– Me desculpe! Eu... Estava sonhando com Henry. Ele estava correndo perigo. Desde que o meu filho se foi eu tenho esse mesmo sonho. Estamos em Neverland e tudo está escuro e frio. Escuto ele me chamar, mas não sei para onde ir. Não consigo encontra-lo. Por um instante é como se fosse o fim, e então ele chama novamente e eu consigo seguir o som de sua voz e alcança-lo. Ele treme de frio e medo e está tão assustado que mal consegue se mexer. Coloco minha capa sobre os ombros dele e digo que tudo ficará bem. Por fim, corremos. Não sei de quem e nem para onde, mas o fato é que somos perseguidos. E então o sonho acaba. Sempre neste ponto. Se você não tivesse me acordado, eu teria despertado sozinha.

– Vai ficar tudo bem. Estamos perto, eu sei disso. Logo você vai ver o garoto e atestar por si mesma que ele está bem. Swan está cuidando dele e você sabe que ela faz isso tão bem quanto você.

– Eu sei. Preciso superar isso. Saímos de Neverland e eu não pretendo voltar lá. Henry está seguro agora e quando ele chegar, eu mesma vou garantir que continue assim.

– Você está exausta, precisa relaxar. Pensa que eu não percebi que demorou uma eternidade para vir se deitar hoje?

– Rose estava inquieta.

– Ela é um bebê, está sempre inquieta. E eu poderia ter cuidado disso, sou o pai dela. Confesse majestade, isso está te afetando bem mais do que quer admitir. Eu entendo.

– Como pode entender, Killian? Ele não é o seu garoto.

– Não, mas você me deu uma menininha e só de pensar em perdê-la, soa tão cruel que até dói. Você precisa saber que ele está bem. Mais do que isso, você precisa ver com seus próprios olhos. Sei como é porque mesmo que você não veja, às vezes eu vou ao quarto dela no meio da noite só para ter certeza que ela está respirando e sei que você também faz isso.

– Eu fazia isso com ele também.

– Não tenho dúvidas. Logo poderá fazer novamente. Agora vamos, você precisa relaxar e eu conheço dois jeitos de fazer isso. Um deles é dormir, mas você só vai usar esse depois que eu te mostrar o outro. – Diz, passeando os dedos por baixo da blusa do pijama dela.

– Acho que gostei dessa ideia.

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Continua...

Notas finais
E ai, curtiu? Comenta ai!