Notas iniciais
Geente, to tentando postar todo dia porque to atrasadíssima para o Natal!! Me desculpem, to me esforçando, mas ta ficando legal.
6 DIAS PARA O NATAL

Santana acordou com Dexter lhe dando várias lambidas no rosto e sorriu, enquanto ele dava latidinhas de filhote e rolava pela cama.

— Bom dia, Dex. — falou a morena, sorrindo para o que tinha escrito na coleira dele, finalmente descobriram o que era uma coleira digital, era uma espécie de coleira futurista que elas podiam programar para aparecer o nome do cachorro, as horas, o dia ou um recado (n/a: eu vi um negócio desse no Animal Planet e achei legal), naquele momento, estava escrito uma mensagem de Brittany: "saí para o estúdio, volto pra te buscar pras aulas, te amo, Britt" — Mamãe ta te usando como mensageiro, é, Dex? — brincou a morena, acariciando o cachorrinho. — A gente tem que sair pra comprar o presente da mamãe, né? — continuou conversando com o pequeno.

Do outro lado da cidade, Brittany estava dispensando sua turma das sete, as próximas ela tinha dado para Mike cuidar porque tinha que ir ver o dinheiro da conta que tinha pego a senha com Puck, ela estava radiante com a idéia de construir uma casa naquele parque que era tão especial para as duas.

— Tenham boas férias, pessoal, amo vocês, estejam aqui em janeiro, ok? — ela perguntou, sorrindo, a sua classe de Jazz sempre era dispensada primeiro porque a maioria das pessoas que faziam áquela hora tinham que passar seus natais com a família ou viajar, seu telefone tocou naquele momento e ela atendeu, era Ella, que tinha se casado com o irmão da bailarina há pouco tempo só no civil, não quiseram uma grande festa.

— Maninha! Como você está? — perguntou a morena do outro lado da linha.

— Bem, Els, e você? — perguntou Britt, Ella estava lhe ajudando muito aqueles dias com os preparativos do casamento e tinha praticamente virado melhor amiga de Kurt.

— To ótima, a Amy me falou que você pegou sua parte da herança do papai hoje de manhã, aquele parque! — ela lembrou a dançarina, que sorriu, indo até a recepção e gesticulando para que a recepcionista lhe desse a ficha onde ela anotava as classes que já tinham sido dispensadas.

— Ah, é que eu e Santana queríamos fazer uma casa lá, por que? — perguntou a bailarina.

— Mas isso é ótimo! Na verdade, eu não te liguei pra falar disso, é que eu queria saber se não dá pra você me encontrar no StarBucks aqui perto do estúdio? — pediu a morena, Brittany olhou o relógio, ainda faltavam meia hora antes da hora que tinha marcado com os construtores.

— Claro, você já está lá? — perguntou a loira, saindo do estúdio e indo até a rua para pegar um taxi.

— Estou aqui te esperando. — Ella avisou, Brittany pegou um taxi e quando chegou na cafeteria, fez seu pedido e se sentou com a cunhada. — Hey, Brits, então, como ta indo o casamento? — ela perguntou, bebendo um pouco de seu capuccino.

— Muito bem, o Kurt não me deixa fazer nada, mas não to nem aí, quero mais é estar casada com a Santana em janeiro, não importa a festa, mas, sobre o que você queria conversar? — perguntou a bailarina, mexendo o canudo de seu chocolate gelado.

— Britt, você sabe que eu perdi o bebê na última vez que eu engravidei, né? — perguntou a morena, e Brittany assentiu, tinha sido horrível, Jordan ficou péssimo, e ia ser provavelmente um dos últimos netos de Amy sem ser por parte de Brittany, pois Emily e Logan não queriam mais nenhum além de Rose, que já tinha quatro anos, Marilyn e Dominic só queriam Cole de seis anos e Anna, que tinha acabado de fazer um ano, Agatha tinha parado em seus dois mais talvez quisesse mais um já que Lindsay e George eram muito bem comportados, mas a mulher tinha acabado de se divorciar de Roger, que tinha a traído com uma de suas amigas, Joshua e Alyssa ainda não tinham nenhuma previsão de nada, mas eram dois loucos por praia e queriam mais é curtir, então, filhos estava no fim da lista, e bem, Kathelyn tinha acabado de fazer quinze anos e estava de rolo com um garoto chamado Percy, mas Jordan era o mais velho e ainda não tinha nenhum bebê, ficaram radiantes quando Ella engravidou, mas ela perdeu com poucos meses.

— Lembro, o que tem isso, Els? — perguntou, mordendo a ponta do canudo.

— Eu fui num médico, ginecologista, ele disse que eu tenho um útero defeituoso e isso diminui muito as chances de engravidar normalmente, então, ele recomendou FIV, eu procurei sobre o assunto na internet e conversei com o Jordan, ele disse que nós devíamos tentar, então, eu quero que você e Santana me acompanhem no processo, ficaria felicíssima. — ela pediu, e Britt sorriu em resposta.

— Seria maravilhoso, Ella, quando é sua primeira consulta?

— Amanhã, tudo bem, né? — ela perguntou, um pouco nervosa.

— Claro que sim, eu falo com a Santana e a gente deixa o Dexter com a Quinn. — falou a loira, pois o filhote já tinha virado parte da família e o primeiro filho das duas, então não gostava da idéia de deixá-lo sozinho.

— Quem é Dexter? — perguntou a morena, fazendo uma careta.

— Nosso cachorrinho, eu comprei ele ontem. — explicou a loira, olhando o relógio. — Já está na hora da minha entrevista com os construtores! Você me liga pra gente ver tudo isso da FIV? — perguntou a loira.

— Claro, nos vemos mais tarde. — se despediu a morena, enquanto Brittany jogava o dinheiro da conta na mesa.

Enquanto isso, Santana saía do apartamento com Dex pela coleira e percorria as calçadas de Nova York sem ter idéia do que comprar para Brittany, já que a loira tinha lhe dado um presente tão especial como Dex, mas não tinha idéia do que dar, então decidiu ligar pra única pessoa que sabia exatamente o que dar pra qualquer pessoa.

— Kurt? Preciso da sua ajuda! Agora! — gritou, voltando para o apartamento, na hora que Kurt chegou lá, ela levantou de uma vez. — A gente tem que comprar um presente pra Brittany! Eu não sei o que dar, queria uma coisa especial, ela me deu o Dex, mas eu simplesmente to sem idéia.

— Então vamos ás compras, latina caliente! — ele disse, animado, puxando a amiga e o cachorro pelo braço.

Brittany tinha acabado de chegar na construtora e estava conversando com os gerentes com a planta do parque que era bem grande e tinha um lago, ela pediu uma casa grande e futurista, com grama boa pro Dexter poder brincar, um deck e uma piscina, a casa ia ficar perfeita.

Quando saiu já eram nove horas, ela tinha uma aula de balé para crianças antes da de Santana, que era ás onze, ela teria que levar as garotas de ônibus para a academia real de balé, Santana tinha prometido para a noiva que não ia descontar sua raiva no meio da aula. Depois da aula com as crianças, ela voltou para casa e Santana estava conversando com Kurt na sala, só que se calaram na hora que ela entrou.

— Oi, meu amor, cadê o Dexter? — perguntou a loira, dando um selinho na morena.

— Bom dia, eu já to pronta pra aula, só tava conversando com o Kurt um pouquinho, o Dex ta dormindo lá no quarto, ele tomou de conta da cama, só vendo. — disse a latina, rindo ao se lembrar do cachorro dormindo de barriga pra cima no meio da cama de casal.

— E sobre o que vocês tão conversando? — perguntou a bailarina se sentando no colo de Santana e enlaçando o pescoço da noiva com os braços.

— O Kurt e o Blaine estão pensando em ter um bebê. — desconversou Santana. — eu acho uma ótima idéia, eles já são casados há dois anos e o Kurt ta indo muito bem com a revista de moda.

— Sério mesmo? Que legal, Kurt, assim nossos filhos vão ter quase a mesma idade! — falou a loira, animada.

— Como? — perguntou Kurt, sem entender.

— Eu e a Santana estávamos conversando e decidimos ter nosso bebê depois do casamento. — explicou a loira, olhando para a noiva.

— Decidimos, foi? — perguntou Santana, com uma expressão divertida. — Eu não lembro.

— E quando você quer então, Latina? — perguntou a loira, sorrindo.

— Não, depois do casamento ta ótimo, só não sabia que a loirinha tava tomando decisões como essa. — falou a médica, com a expressão divertida, ela estava só brincando com Britt, já que sua idéia de quando ter seus filhos era a mesma.

— Tá certo, vocês duas são umas chatas, voltando ao meu assunto do nosso filho, o Blaine ta cuidando de um caso de um casal que morreu e deixou a filhinha de seis meses sem ninguém, ela tinha a avó, mas a mulher era alcoólatra, e... Bem, a menininha tem síndrome de Down e eles nunca dariam pra uma mulher que não sabe cuidar nem dela mesma, mas a menininha é muito linda e eu e Blaine estávamos pensando em adotá-la. Casais que adotam não querem bebês com Down e eu realmente fiquei encantado com ela! — ele falou, sorrindo, as meninas sorriram uma para a outra e voltaram a olhá-lo.

— Isso é maravilhoso, Kurt, mas você sabe que crianças com Down precisam de mais atenção, né? Quer dizer, quando você for trabalhar... Não pode deixá-la com qualquer pessoa e tudo mais, além de precisar de educação especial, não to dizendo pra você desistir nem nada, na verdade eu adoro a idéia, só to te lembrando que não é qualquer coisa. — lembrou Santana, que já tinha trabalhado com crianças com Down e autismo e sabia como era difícil se você não se entregasse totalmente á criação da criança.

— Claro que sei, Latina Caliente, eu e Blaine já conversamos sobre isso, eu contratei uma assistente para me ajudar com as coisas da revista e eu não ter que passar tanto tempo lá, Blaine está cuidando com o pessoal do tribunal pra diminuir a carga horária e no tempo que vamos trabalhar, a irmã do Blaine, Gaby se ofereceu para cuidar dela, a Gaby tem um filho de um ano, é dona de casa e formada em educação especial. — ele falou.

— Então ta perfeito, Kurt, é uma ótima idéia! — falou Brittany. — Agora eu e a San temos aula! Depois você liga pra gente, ok?

— Ok, tchau, meninas.