Warrior Soul

38 Troca Equivalente


Notas iniciais
Capitulo 38! Mais dois e chegamos ao fim!
Nesse capitulo conheceremos a história de Tapion e mais alguns personagens aparecerão!
Boa leitura!
A ideia do titulo do capitulo veio do Fullmetal Alchemist :)

Depois de chegarem ao local de destino, Tapion seguiu na frente até sua casa sendo acompanhado por Bulma, Nappa e Dendê.

A casa não parecia muito grande olhando por fora, mas por dentro ela era bem espaçosa e acomodaria várias pessoas morando ali.

A arquitetura do planeta lembrava um pouco a terra, e ao entrar na casa, se depararam com uma sala grande, com poltronas e uma decoração exótica.

Tapion fez sinal para que todos sentassem em algum lugar para que ele pudesse lhes contar toda a história, desde o começo.

Bulma e Dendê sentaram-se em um sofá de dois lugares, Nappa sentou ao lado em outro e Tapion sentou-se a frente de todos em uma poltrona.

_ Bem, realmente deve estar tudo meio confuso pra vocês, não é? Você deve estar se perguntando como eu conhecia você e como eu sabia que você chegaria aqui, não é mesmo Bulma?... – ele comentou sorrindo calmamente. – Há alguns anos atrás, mais especificamente, há 20 anos, aqui no meu planeta, sete feiticeiros criaram um enorme demônio para dominarem o universo, começando por aqui... Os nossos Deuses nos ajudaram entregando duas armas para que pudéssemos derrotar o demônio, mas algumas coisas se complicaram e eu tive que absorver o demônio pra dentro de mim, mesmo tendo apenas dez anos na época. Selaram-me em uma caixa e me mandaram para o planeta Terra, um planeta muito distante, assim eu ficaria longe desses feiticeiros, para que eles não me encontrassem nunca mais e não libertassem o demônio novamente. Mas as coisas não aconteceram bem assim, eles me localizaram e foram atrás de mim. De alguma forma conseguiram me liberar, e eu não sabia mais o que fazer. Conheci seu pai, Dr. Briefs, que me ajudou construindo uma caixa pra selar o monstro novamente, e eu consegui selar apenas o monstro na caixa, e em seguida eu a destruí junto com o demônio. Esse foi o fim, e eu não teria conseguido se não fosse pelo seu pai. Ele construiu uma nave para que eu pudesse voltar para meu planeta, e assim, eu vivo até hoje aqui apenas com meu irmão mais novo que nasceu cinco anos depois de eu ter voltado e um hospede que é um pouco mais novo que meu irmão.

Tapion deu uma pausa e olhou novamente para Bulma.

_ Quando seu pai descobriu sobre Freeza querer você trabalhando para ele, ele apenas pensou em mim, pra que você pudesse vir viver aqui em paz! Foi uma troca equivalente, ele me ajudou no passado, e agora eu o ajudo cuidando de você! Estou feliz que você tenha chegado! Por um momento eu pensei que algo pudesse ter acontecido de errado. Mas vejo que você encontrou amigos! É bom que tudo deu certo!

Bulma parecia muito surpresa com a história toda, assim como Nappa e Dendê. Nappa percebeu que não precisava se preocupar tanto, com certeza Tapion por ser um velho amigo do pai de Bulma não faria mal a garota.

_ Bem, meu pai nunca falou sobre essa história para mim, estou um pouco surpresa. – Bulma confessou. – Agora consigo entender melhor do porque esse planeta já estava programado nas coordenadas da nave!

_ Exatamente! – disse calmamente e foi quase interrompido por dois seres que entraram correndo pra dentro da casa. – Ei! Minoshia! Tarble! Temos novos hospedes! – Tapion falou fazendo os dois meninos pararem e olhar para os novos hóspedes.

Nappa não pode deixar de arregalar os olhos em surpresa, olhando para um menino de cabelos pretos, pele morena e uma cauda.

_ T-tarble? Príncipe Tarble? – ele exclamou atônito.

Tarble franziu a testa e deu um passo pra trás. Já Tapion levantou-se olhando para Nappa, desconfiado.

_ Você o conhece? – perguntou a Nappa que não deixou de olhar para o menino.

_ Claro que sim! Ele é o príncipe mais novo de minha raça! Ele é o irmão de Vegeta que nasceu com baixo poder de luta e teve que ser enviado a outro planeta!! – disse.

Bulma também não pode deixar de se levantar surpresa com aquela revelação.

_ O quê? Irmão do Vegeta?! – ela exclamou se aproximando de Tarble. – Eu não me lembro do Vegeta ter comentado algo sobre ter um irmão mais novo...

_ Mas quem é você? – perguntou Tarble olhando confuso para Bulma.

_ Ah, claro, como não?! Eu me chamo Bulma! – ela falou estendendo a mão para ele. – Sou uma conhecida do seu irmão, Vegeta!

_ Muito prazer, Bulma. – ela falou educadamente apertando a mão dela, retribuindo o sorriso que ela lhe lançava.

Tapion se aproximou de Nappa o encarando seriamente.

_ Então você é um Saiyajin? Como isso é possível? O planeta dos saiyajins foi destruído há anos! Tarble nunca pode voltar, sempre que eu tentava entrar em contato com o planeta para que Tarble voltasse, eu nunca conseguia, até que descobri que o planeta foi destruído e que não houve nenhum sobrevivente!

_ Na verdade houve três sobreviventes, Vegeta, o irmão mais velho de Tarble, eu e Raditz, um guerreiro de terceira classe! Nós trabalhamos para Freeza duran...

_ Freeza? Você é um de seus soldados?! Bulma! – Tapion exclamou nervoso olhando para ela, achando que Nappa pudesse ser alguma ameaça.

_ Calma, Tapion! Está tudo bem! Isso já faz algum tempo, Nappa, Vegeta e Raditz não são mais soldados de Freeza, eles querem vingança agora!

_ Vingança? Freeza é absurdamente forte, ninguém tem chances contra ele! – Tapion falou. – E onde estão esses outros dois saiyajins?

_ Vegeta e Raditz tomaram um rumo diferente agora... Eles estão indo matar Freeza! – Nappa respondeu.

_ Eu ainda acho que isso é loucura! Mas eu não me importo, pelo menos enquanto Bulma estiver aqui ela não passará por perigo! Estamos longe da zona de Freeza, e é só ela que me importa!

Nappa suspirou mais aliado.

_ É bom ouvir isso! Assim Vegeta não vai me matar por algo ter acontecido com Bulma quando ele decidir vir procura-la! – comentou mais pra si mesmo do que para os outros.

_ Bem, eu acho que agora é a vez de vocês me explicarem o que está acontecendo e contar tudo o que aconteceu até chegarem aqui! Bulma você demorou meses! Uma Viagem direta da Terra até aqui dura no máximo um mês e meio! – disse Tapion.

Bulma concordou com a cabeça.

_ Na verdade, quando eu saí da Terra, eu não estava vindo pra cá... Eu nem sabia sobre nave alguma e nem sobre esse planeta! – ela começou a explicar.

_ Como assim? Seu pai não lhe explicou sobre a nave?

_ As coisas aconteceram um pouco diferentes do previsto. – falou e deu uma pausa respirando fundo antes de começar a contar. – O que aconteceu na verdade, é que... – disse, e começou a contar tudo o que aconteceu na Terra e como ela saiu do planeta. Contou sobre os saiyajins, sobre as viagens que fizeram, sobre Zarbon, Sauzer, e o planeta Namek onde encontraram Dendê e onde tudo aconteceu. Explicou como descobriu a nave do seu pai, sobre como foi pega por Sauzer e sobre como conseguiu fugir e parar ali.

Tapion, Minoshia e Tarble ouviam atentamente. Ora ou outra Nappa também explicava algumas coisas, assim como Dendê. E por fim, Tapion não conseguia acreditar que tudo aquilo havia realmente acontecido.

_ Nossa... Eu nunca imaginaria! – ele comentou assim que Bulma terminou sua explicação. – Foi um milagre você parar por aqui então depois de tudo isso o que aconteceu!

_ Eu não tive muitas escolhas.

_ Mas e agora? – Tapion perguntou.

_ Hm... Preciso dar tempo ao tempo!

_ Certo. – disse Tapion e levantou-se. – Bem, está ficando tarde, vou mostrar seus quartos para que possam descansar, logo mais vou preparar algo pra comer! – comunicou e mostrou os quartos para Bulma, Nappa e Tarble.

Enquanto isso na galáxia norte, uma nave vagava pelo universo.

_ Veja, consegui detectar mais uma das naves que foi roubada do planeta Alpha onde a nave de Zarbon foi abandonada! Com certeza devem ser eles! – uma voz rouca e aguda anunciou aos outros tripulantes daquela nave.

Um alienígena de pele vermelha se aproximou, sentando-se em um dos assentos em frente ao painel de controle.

_ Ótimo, Guldo! – o alienígena de pele vermelha comentou esboçando um sorriso maligno. – Você ouviu isso, Capitão Ginyu? – ele falou em um tom de voz mais alto, para que o seu capitão que estava mais afastado ouvisse.

_ Ouvi sim, Jeice! E isso me parece muito interessante!

_ Podemos tentar entrar em contato, se eles fugirem nós iremos atrás, matamos Sauzer e pegamos a garota! Nossa Nave é muito melhor, alcançaríamos eles por onde forem nesse universo! – disse Ginyu se aproximando.

_ Certo. – confirmou Guldo e iniciou uma chamada com a nave.

Sauzer ficou em duvida se atendia ou não, mas ele não tinha nada a perder mesmo, estava tentando entrar em contato com Freeza há dias e não estava conseguindo, talvez fosse Freeza retornando suas chamadas com uma proposta?

E com esses pensamentos atendeu, mas ficou surpreso quando viu que não se tratava de Freeza, e sim do Capitão das Forças especiais Ginyu.

Ginyu olhou para Sauzer e riu baixinho.

_ Ora, ora... Sauzer! – ele falou.

_ Capitão Ginyu. Eu não esperava que fosse você. – disse Sauzer tentando parecer sério, mas ficou um tanto nervoso ao ver ele.

_ Esperava que fosse quem? Alguém pra lhe salvar da morte? – zombou.

_ Não seja idiota, Ginyu! Estava esperando contato de Freeza. Estou tentando falar com ele há dias.

_ Provavelmente ele não quer mais perder o tempo dele com você! Mas... Estamos aqui pra isso!

Sauzer engoliu em seco encarando Ginyu.

_ O que vocês querem? – ele perguntou desconfiado.

_ Hm... Já que não houve um acordo entre você e Freeza, viemos pessoalmente cuidar do assunto e pegar a Terráquea! – ele jogou na cara de Sauzer a verdade que ficou pálido.

_ Espere aí, qual é?! Não é assim que funciona!

_ Você tem duas opções: Ou entrega a Terráquea, ou nos enfrente! – disse friamente, fazendo Jeice que estava ao seu lado rir da situação.

_ Não terá opção nenhuma! Vocês precisam me ouvir antes de qualquer coisa!

_ Ouvir você? Espero que não me faça perder meu tempo, então seja rápido!

_ Ok... – concordou Sauzer. – Escute... A garota conseguiu fugir, mas...

_ O QUÊ? Como assim ela conseguiu fugir? Não acredito que você seja tão idiota a ponto de deixar uma garota estupida fugir de você!! – Ginyu esbravejou.

_ Ei, ei! Calma! Ela fugiu, mas eu consegui captar o código de rastreio da nave dela! Eu só não consegui segui-la, pois a nave em que ela estava era muito mais rápida que a minha, por isso eu não consegui seguir por muito tempo!

Ginyu franziu a testa com raiva, esteve tão perto de conseguir terminar aquela missão e voltar logo para Freeza, mas agora percebera que não era como ele imaginava, a garota poderia estar muito mais longe do que ele pensava.

_ Você é um idiota por completo! – ele disse com raiva de Sauzer, se ele estivesse ali na sua frente naquele exato momento o mataria por ter sido tão estupido permitindo que algo desse tipo acontecesse. – Quero que me passe as o código de rastreio da garota agora mesmo e suma da minha frente!!

_ Eu não vou dizer! Não vou ganhar nada em troca!

_ Ora essa! Você ainda pretende ganhar algo em troca? Você é um mercenário filho da mãe! A única coisa que receberá em troca é a morte se você não calar essa boca e aceitar minhas condições!

_ Você sabe que se me matar nunca receberá o código de rastreio da garota!

_ Capitão Ginyu! – Burter, um soldado das forças especiais Ginyu de pele azul que estava em uma sala separada chamou o capitão entrando na sala de comandos.

_ Sim, Burter?

_ Recebemos uma mensagem privada e é muito importante! – informou.

_ Mensagem? De quem?

Burter sacudiu os ombros sem uma resposta.

Ginyu pareceu ponderar sobre aquilo, e em seguida olhou novamente para Sauzer que aguardava na tela à sua frente.

_ Sauzer, não pense em sair daí, eu volto logo! – Ginyu disse serio e em seguida, seguiu Burter até a sala ao lado para ver a tal mensagem.

Não demorou mais que cinco minutos e Ginyu voltou para a sala de comandos e parou novamente em frente a Sauzer.

_ Sauzer. Pare no planeta Metamor! Nos encontraremos lá. Você virá com a gente!

_ O quê? Eu não vou obedecer você!

_ É isso ou a morte! Se você me obedecer pode ter certeza que eu não perderei meu tempo te pulverizando!

Sauzer franziu a testa, mas teve que concordar com Ginyu.

_ Certo. Mas por que isso? Nós vamos juntos pegar a garota para Freeza?

_ No momento não. Mudanças de planos! – anunciou.

_ C-como assim? Mudanças de planos? O que tudo isso significa? Freeza queria aquela garota mais que tudo nessa vida! Ainda mais depois que descobriu quem ela é!

_ Eu sei. Mas vamos com calma, Sauzer! Tudo terá sua hora! No momento temos algo mais importante pra fazer! Recebi algumas noticias de ultima hora!

_ Noticias de ultima hora? Foi Freeza quem mandou essa tal mensagem?

_ Não tenha certeza disso! – disse Ginyu som um meio sorriso.

_ Como não é ele? Quem mais seria pra você mudar seu rumo tão de repente?

_ Calma, eu explico tudo a você quando nos encontrarmos!

_ Tudo bem, eu vou confiar em você, mas eu espero não me arrepender por isso depois!

_ Não se preocupe, tenho certeza que não se arrependerá! – Ginyu concluiu. – Até breve. – e dizendo isso ele desligou a chamada.

Ginyu andou pela nave com as mãos nas costas enquanto pensava, em seguida falou para Guldo:

_ Guldo, mude nossas coordenadas, estamos indo agora para o planeta Brench!

_ Brench? O planeta Coola No. 98?? – exclamou Jeice surpreso.

_ Exatamente, Jeice. – confirmou Ginyu fechando os olhos e esboçando um sorriso perverso.

Enquanto isso próximo de um planeta distante:

Alguns dias a mais haviam se passado lentamente, enquanto isso Vegeta treinava arduamente como todos os dias, ele sentia que já havia ficado muito mais forte usando a gravidade nos treinos, e do outro lado da sala se encontrava Piccolo, meditando.

_ Há, eu juro que não entendo. Você deve estar de palhaçada quando diz que essa é sua forma de treinar! Sinceramente eu não sei como isso iria te deixar mais forte. – Vegeta zombou.

_ Apenas cale-se e deixe-me em paz, assim eu não vou conseguir me concentrar nunca! – Piccolo reclamou.

_ Hunf! Idiota! – Vegeta resmungou voltando para o seu treino e deixando Piccolo em paz.

Mas não por muito tempo, já que algo os tirou de sua concentração.

_ Vegeta! Piccolo!! – Raditz chamou batendo na porta. – Desliguem a gravidade! – ele pediu, e depois de muito rosnar, Vegeta finalmente desligou a gravidade e viu Raditz entrar na sala.

_ O que foi agora? Espero que seja algo realmente útil pra ter vindo aqui nos perturbar! – Vegeta reclamou de braços cruzados e semblante fechado.

_ Olhem pela janela, o planeta Freeza #79 está se aproximando! Provavelmente dentro de algumas horas estaremos pousando nele! – comunicou.

Vegeta e Piccolo olharam pela janela do painel de controle o planeta que se aproximava. Vegeta pode sentir um misto de ansiedade e nervosismo crescer dentro dele.

Sua vingança se aproximava cada vez mais!

Vegeta deu um meio sorriso, e desceu até seu quarto para se preparar para o seu reencontro com Freeza.

Esperou por esse momento por anos e anos, e agora, finalmente ele estava ali para se vingar. Não demorou muito para a nave anunciar o pouso em poucos minutos.

E esses poucos minutos foram os minutos mais demorados de toda a sua vida.

Raditz estava um pouco nervoso e com medo do que pudesse acontecer. Ele sabia que ele não teria chances contra Freeza e alguns poucos soldados pessoais de Freeza, como Dodoria. Temia que algo fosse acontecer. Se pelo menos Nappa estivesse ali com ele.

Já Piccolo estava indiferente, não sentia medo, nem ansiedade. Apenas queria descer daquela nave e acabar com tudo de uma vez só.

E assim, a nave pousou em um campo de plataforma de naves.

Assim que a porta da nave se abriu Vegeta saiu imponente sendo seguido por Piccolo e Raditz.

Ele logo percebeu que tinha algo de errado ali naquele lugar. Ninguém veio abordá-lo para impedir que ele entrasse ali, ninguém veio ver quem era e ficar surpreso com sua presença ali. E isso deixou Vegeta muito desconfiado.

Ele então deu de ombros e continuou seu caminho até a sala de Freeza.

Os corredores estavam vazios, silenciosos. Vegeta e Raditz se entreolharam estranhando ver aquele lugar daquela forma calma, silenciosa, vazia.

Era fato: Alguma coisa estava acontecendo de errado.

Vegeta virou em um corredor para o lado direito, e ao final daquele corredor estava as portas que levavam até a sala de Freeza.

Normalmente aquele corredor era composto por vários guardas. Mas naquele momento, não havia nada, ninguém.

Vegeta apenas respirou fundo e continuou seguindo seu caminho até a sala. Abriu as portas com violência, anunciando sua chegada, mas a única coisa que ele viu foi a silhueta de um homem parado, sentado no trono de Freeza.

Vegeta, Raditz e Piccolo pararam.

Depois de alguns segundos tentando raciocinar sobre quem era e o que estava acontecendo, Vegeta deu dois passos a frente, no mesmo momento em que aquele homem levantou-se e se aproximou deles também saindo da penumbra.

_ B-bardock? – Vegeta falou confuso olhando para o homem parado na sua frente.

Notas finais
A história de Tapion é baseada do filme em que ele aparece, mas modifiquei algumas coisas pra se encaixar na fic!
Alguém tem ideia do que havia na mensagem que Capitão Ginyu recebeu fazendo ele mudar o rumo? Dica: Tem haver com o fato de não ter ninguém no planeta Freeza #79!
No próximo e penúltimo capitulo Vegeta vai fazer coisas estupidas, e pode ser que ele comece a perceber e a entender certas coisas dentro dele :) Aguardem!!