Wanted
11 Capítulo 9
Notas iniciais
SLFC
:(
Pov Angie
Eu acordei de um sono mortal. Sentei-me confusa por alguns minutos. Onde diabos eu estava? Meu coração começou a bater rapidamente. Olhei em volta e percebi que estava no quarto de Jefferson. Eu olhei para minha mão. Fiquei surpresa que não doía tanto como ontem. Empurrei as cobertas e sai para a cozinha. Ouvi alguém e meu coração começou a se agitar. Seria German?
— Olá querida! Dormiu bem? — Jefferson disse, de um jeito muito animado.
— Você deve ter tido uma ótima noite ontem para estar tão feliz pela manhã. — Respondi de volta com um bocejo. Não era uma pessoa da manhã. Sentei-me no banco do bar na ilha. Jefferson soltou uma risada.
— Você nunca foi uma pessoa matutina Angie. E não, a minha noite foi um saco! Mal podia esperar para chegar em casa. Você teve mais pesadelos?
— Não, dormi como um bebê. o que aconteceu com seu encontro na noite passada? Porque foi um saco? — Perguntei quando Jefferson entregou-me um prato de ovos mexidos e um suco de laranja. Ele começou mexer mais ovos e olhou para mim como se realmente não quisesse ter essa conversa.
— Foi um saco porque a garota que eu saí é uma líder de torcida que não pode aceitar um não como resposta. Cansei de dar desculpas, então eu pensei que seria mais fácil simplesmente acabar logo com isso e sair com ela.
— Hmmm, então não há nenhuma menina especial em seu coração Jefferson? — Perguntei e dei uma mordida nos ovos. Deus eu até esqueci os ovos! Que loucura foi essa?
Jefferson soltou uma pequena risada. Ele quase parecia meio triste.
— Angie a única menina especial que eu tenho no meu coração é você, querida. Sempre foi, sempre será. — Sorri para ele e meu coração derreteu.
Estava começando a somar dois e dois. Eu realmente estava começando a pensar que Jefferson só podia ter sentimentos por Fran. Talvez estivesse por fora disso, mas algo não estava certo.
Falando de coisas que não estão certas...
— Hum, onde está German? Ele ainda está dormindo? — Perguntei, tentando não parecer muito interessada aonde ele estava.
— Não me diga que acredita que um cowboy ainda esteja dormindo! Mesmo que ele se divirta até às três horas da manhã, seis horas sai para a academia e vai se exercitar. — Jefferson disse, pegando seu prato e uma garrafa de suco de laranja da geladeira. — Ele corre até o ginásio, malha e corre de volta quase todos os dias. Ele coloca meus treinamentos para foder.
— Oh, UAU. Não admira que ele parece... — Fechei minha boca antes que as próximas palavras saíssem. Bom Deus, precisava parar com esse exagero. Era apenas insano como esse menino, não, não, menino HOMEM... Era insano como esse homem me afetava. Estava começando a balançar minha perna para cima e para baixo, esperando que não sentisse falta dele. Eu tinha que sair.
— Você tem que trabalhar hoje Jefferson? Quero dizer, se você for posso chamar Fran para vir e me pegar. Eu ainda tenho que ir limpar o meu armário já que eu não fiz isso ontem. Eu acho que preciso ir para casa hoje também. Não se preocupe com a mamãe, não deve ter notado que não voltei para casa ontem à noite. — Eu disse quando me levantei para limpar meu prato.
— Sim, querida, eu sinto muito. O último dia de German foi na semana passada e hoje é o meu. Este estágio tem sido uma grande experiência. Estou tipo chateado que acabou. German está animado, porque tudo o que ele quer fazer é ir para o rancho dos avós. — Jefferson disse com um sorriso.
Pelo que Jefferson disse sobre German, ele absolutamente adorava seus avós. Qualquer tempo livre que tinha, se dirigia para a sua fazenda. Deus, eu quero ir para o campo!
— Tudo bem. Eu posso apenas dar um alô para Fran e ver se ela pode vir me pegar. Sei que ela estava pensando em trabalhar em seu discurso de amanhã. — Só a menção do nome de Fran deixava Jefferson tenso. É... Havia algo lá, ele querendo admitir ou não.
Ouvi a porta da frente abrir e olhei para cima. Santo inferno, porra eu acho que vou desmaiar. German veio andando para a cozinha, sem camisa, suando... Realmente suando... Parecia... Realmente QUENTE, eu tinha que me lembrar de respirar.
Porra! Esse cara era bom de olhar, para o seu próprio bem. Oh Deus, sua tatuagem era tão fodidamente sexy... Inferno santo... Ele tinha duas! Meus olhos viajaram de cima a baixo de seu corpo perfeito. Jefferson se aproximou e usou o dedo para fechar a minha boca.
— Respire querida... Respire. — Jefferson sussurrou em meu ouvido. E me tirou do meu momento de insanidade temporária. Quero dizer realmente... Ninguém merece ter um corpo incrível desse, porra!
— Ei, Angie bom dia. Como você dormiu? Se precisar de algo, como analgésicos ou qualquer outra coisa é só falar. — German perguntou quando entrou na cozinha e pegou uma água na geladeira.
— Você vai para o trabalho Jeff?
— Sim, saindo em alguns minutos, nem posso acreditar que este é o meu último dia. Ei German, Angie precisa de uma carona de volta a escola para limpar seu armário e depois precisa ir para casa. Está ocupado? Se importaria de dar uma carona? — Jefferson perguntou quando ele olhou para mim com um sorriso de gato que comeu um passarinho foi um empate. Uau... Eu tinha que sorrir inocente vendo meu irmão me sacaneando. Ele simplesmente me agarrou e me virou!
— Tenha um bom dia hoje ok mana?! Eu vou falar com você hoje à noite e convide quem quiser para a festa amanhã à noite. Falo com você depois querida? — Ele se inclinou e beijou-me na bochecha.
Só então ouvi meu celular tocando, então corri para o quarto para agarrá-lo.
— Olá.
— EEEiiii vadia... Me diga como foi a noite passada! Eu só posso imaginar tudo que aconteceu já que Jeff estava lá o tempo todo. — Fran não desperdiçou um minuto pulou direto para o assunto.
Eu apenas ri. Se existe alguém que vai direto ao ponto é minha melhor amiga... Francesca.
— Bem, na verdade Jefferson saiu ontem à noite. German e eu acabamos assistindo a um filme. — Silêncio... — Fran ainda está aí?
— Ah sim... desculpe por isso ainda estou aqui. Eu acho que eu estava chocada ao ouvir que Jeff teria saído e te deixado sozinha com German. Uau. Ele deve mesmo confiar nesse cara para deixá-lo sozinho com a irmã. — Eu nunca tinha ouvido tanta decepção na voz de Fran. Partiu meu coração que ela estava tão ligada em Jefferson e ele não ia lhe dar bola.
Eu comecei a falar de novo, quando vi German sair de seu quarto com uma toalha enrolada na cintura... Ele entrou no banheiro de Jefferson e veio de volta com algo na mão. Então ouvi a porta do quarto fechar. A próxima coisa que eu percebi foi um estrondo no chão. Olhei rápido para a porta e olhei no chão.
Oh merda eu deixei cair meu celular!
— Fran??
— Jesus Cristo, que porra foi essa Angie? Quer dizer, eu estava falando e em seguida à próxima coisa que eu sei é que ouvi um barulho alto. — Fran estava gritando no meu ouvido.
— Você pode me dar apenas um segundo Fran... — Eu disse, levantei e fechei a porta do quarto. — Puta merda... Fran! German acabou de sair de seu quarto vestindo apenas uma toalha! Quer dizer, eu pensei que a visão dele andando sem camisa e suado já era suficiente para me fazer entrar em choque... Isso superou tudo, porra! Esse cara está me matando! Eu nunca tive esses sentimentos antes Fran e estou começando a ficar assustada. Tive um sonho com ele na noite passada. — Sussurrei quando voltei e comecei a olhar dentro do meu saco. MERDA! O que ia vestir? Só então vi uma saia jeans curta e uma blusa azul claro.
— Fran você colocou sua roupa na minha mala?
Fran começou a rir.
— Eu fiz certo, porra! Tinha algumas ao lado de sua bolsa e joguei lá ontem... Você nunca sabe quando você vai precisar de uma roupa bonitinha.
— Oh meu Deus, você me salvou! German está me levando para a escola para limpar meu armário e depois também para tomar um café. Eu não tinha nada para vestir. Você é minha heroína! — Eu disse e tirei a camiseta.
— Claro que eu sou... O único agradecimento que eu quero são todos os detalhes suculentos... Encontro no café é?!... Você está se dando bem com o sexy German. Um cara quente como ele como pereceu por fora de sua camiseta, porque ontem ele parecia poderoso vestido e se meus ouvidos ouviram direito, já o viu duas vezes, sem camisa... Uma vez quando estava todo suado de fazer apenas, o que?! — Fran disse e riu de se acabar.
— Primeiro, não é um encontro, ele está apenas me fazendo um favor de me levar para a escola e depois para casa. Segundo, oh inferno! ele parecia mais quente do que quente com a camisa! Ele tem uma tatuagem tribal como Jefferson, mas ele começa do lado direito do seu enorme peito, vai por cima do ombro e um pouco no braço. Ele também tem uma tatuagem em seu abdômen... Eu acho que é a marca da fazenda de seu avô. Era um M dentro de um triângulo. — Eu disse enquanto lentamente abria a porta e corria para o banheiro de Jefferson.
— Oh Putz... Ok, merda se isso não soa super sexy! Falando de sexy, Jeff está namorando alguém agora? — Fran perguntou tentando parecer casual, mas eu sabia muito bem que no momento que mencionei Jefferson e encontro na mesma frase seu mundo parou de girar.
— Não, eu acho que foi alguma líder de torcida que não iria deixá-lo em paz, até que saísse com ele. Escute, eu realmente tenho que saltar no chuveiro muito rápido. Ligo para você quando chegar em casa! Vou com o discurso escrito menina. Oh, Jefferson disse que poderia convidar alguns amigos para amanhã se há alguém que deseja convidar. Certifique-se de que Camila e Maxi saibam sobre ele. Camila vai se divertir em uma festa cheia de caras de faculdade! Basta apresentá-la a alguns amigos próximos dos nossos ok? — Comecei a abrir o chuveiro e tirei minha camiseta, sutiã e calcinha.
— Garota ok, vou ficar na mesma. Tenhaaaaaaa juííízoooo! Não faça nada que eu não faria! HA! — Fran disse e começou a rir.
— Tchau Fran...
Assim que me preparei para entrar no chuveiro percebi que tinha esquecido meu gilete... Se eu estava usando uma saia precisava e rápido depilar minhas pernas. Peguei a toalha fora do box e enrolei em volta do meu corpo. Abri a porta apenas um pouco. A porta de German estava fechada e parecia que estava no telefone. Devia ser seguro fazer uma corrida rápida e agarrar o meu gilete. Pulei da porta no quarto de Jefferson. Peguei meu gilete da bolsa e voltei a correr de volta para o banheiro. A porta do quarto de German era literalmente em frente do banheiro de Jefferson. Assim que cheguei fora da porta, German veio andando pela sua porta, ainda no telefone e ainda em sua toalha, porra! Eu bati direto nele. Não sei quem estava mais surpreso ou mais envergonhado, porque ele ficou como a sombra da toalha vermelha que usava, graças a Deus, ainda enrolada em mim e tenho muita certeza de que meu rosto estava tão vermelho, se não mais.
German deixou cair o telefone e eu o gilete. Infelizmente nós dois nos curvamos ao mesmo tempo para pegar nossas coisas.
— Porra! — Nós dois gritamos enquanto batíamos nossas cabeças.
— SANTO... Angie... Porra... Eu pensei que você estava no chuveiro! — German disse enquanto seus olhos fizeram uma varredura de cima a baixo do meu corpo. Eu tinha certeza que ele gostou do que viu, porque ele começou a lamber os lábios e lá se foi a mão maldita por seu cabelo! Oh merda... Agora seu cabelo estava molhado e era ainda mais sexy.
Oh senhor... Eu acho que minhas pernas estão prestes a falhar debaixo de mim. Comecei a balançar um pouco. German estendeu a mão e agarrou-me.
— Angie, você está bem querida? Sua cabeça dói? Você precisa se sentar? Caramba eu feri a sua mão? — Seus olhos estavam cheios de tanta preocupação e amor...? Não... Ele só estava preocupado se havia me machucado era tudo. Quero dizer, meu Deus olhe para ele. O que ele poderia ver em mim?
— Hum... Oh Merda! Merda! Merda!... German Eu sinto muito. Pensei que seria seguro correr para fora e pegar algo eu não sou assim tão desastrada. Hum, não minha cabeça e minha mão... Estão bem de verdade. — Eu disse e olhei para baixo para onde suas mãos ainda estavam segurando meus dois braços. Ele seguiu os meus olhos e imediatamente baixou as mãos.
— Bom, bom, eu hum, eu estou feliz que você não se machucou. — Ele disse e sorriu para mim. Foda-se.
Sorri e comecei a caminhar para o banheiro. Quando estava fechando a porta German ainda estava lá... Congelado. Uma vez que a porta do banheiro foi fechada tive de inclinar-me contra ela me apoiar. Porra... Se apenas a sua toalha caísse. Eu tive que rir do que pensei. Ei, eu era humana, afinal. A dor aguda entre as minhas pernas estava começando a se tornar uma coisa familiar, quando estava por perto desse cara.
Pulei no chuveiro e tentei ir tão rápido quanto podia. Apenas o pensamento de passar mais tempo a sós com German me dava borboletas no estômago. Tive que lembrar, porém, que não podíamos ser nada mais do que amigos. Um cara que tinha boa aparência e um corpo definido, sim, ele nunca iria perder seu tempo com alguém como eu. Eu preciso apenas ficar me dizendo isso. Agora, se meu corpo quisesse ouvir..
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