Notas iniciais
Espero que gostem e obrigado pelos comentarios depois posto mais um. Sandy Lili ;D

Pov German

No momento em que ele entrou na sala do diretor ar ficou frio. Se o olhar que atirou em mim era alguma indicação de como estava chateado, eu levaria um sermão, por um bom tempo. Ele sempre começou com "O que você precisa é servir as forças armadas ou talvez eu devesse apenas enviar o seu traseiro para uma escola militar, fazer algo fora do inútil pedaço de merda que você é." Eu adoraria ser capaz de dizer a ele para não usar essa merda de instrutor comigo, mas provavelmente me ignoraria e eu iria acabar na escola militar de qualquer maneira.

Meu pai entrou para a vida militar direto do ensino médio. Não queria nada mais do que ficar longe do rancho de seu pai em Mason, Texas. Tenho certeza de que, quando morrer, ainda vai estar no Exército. Ele é bom no que faz, poderia apenas deixar tudo na porta da frente quando chegasse em casa. Trabalhava longas horas e chegava muitas vezes com um humor horrível.

Olhei para cima quando ouvi a porta do escritório de Sr. Deets ser aberta. Meu pai saiu vestido com seu uniforme de Classe A e carregando sua jaqueta de campanha na mão. Merda. Ele parecia ainda mais irritado, do que quando entrou.

— Sr. Mathews, se German, hum, German entrar em mais uma briga, temo que vamos ter de suspendê-lo do time de futebol. E essa é a última coisa que queremos fazer. Nós precisamos de você German para ganhar o Estadual. — Disse o Sr. Deets. Apertando a mão de meu pai e piscando para mim. Meu pai respondeu com um "humph" e se virou para ir embora.

Meu pai odeia a ideia de que eu jogue futebol. Meu avô e minha mãe quase tiveram que pedir-lhe para me deixar jogar, quando eu tinha sete anos. Uma vez que pisei em um campo, sabia que descobrira aonde eu pertencia. O futebol é tudo o que tenho. Importo-me mais sobre futebol do que com garotas... Ou exército.

Levantei-me para sair e apertei a mão do Sr. Deets, antes de virar para acompanhar o meu pai para fora da porta. Sabia que ele iria permanecer em silêncio até chegarmos ao seu caminhão. Merda! Eu não sei por que bati em Brad Jennings. Ok, bem, eu sei por que.

Eu vi o filho da puta atrás da escola empurrar sua namorada contra uma parede parecendo estar prestes a socá-la. De maneira nenhuma eu iria deixar algum babaca idiota bater em uma menina. Então, me envolvi.

Não havia realmente nenhuma utilidade em tentar explicar isso a ele. Não iria entender. Mesmo que entendesse, ainda estaria chateado. Foi a terceira luta que tinha estado desde que iniciaram as aulas, há dois meses. Esta última luta foi a última gota para o Sr. Deets, dizendo que poderia ser cortado do time. Ser cortado do time? O futebol era tudo que eu tinha. Tinha que juntar minhas coisas e colocar minha cabeça no lugar. Foi a primeira vez na minha vida que me senti aceito e necessário. O sentimento foi muito foda. O outro único lugar que senti ser necessário era no rancho do Vovô. Desde que o meu pai foi transferido para Fort Sill, quando estava entrando na oitava série, tinha vindo a depender do futebol como fuga do meu pai instrutor. O homem vivia para me dizer que precisava me concentrar em minhas notas e ir para o Exército como ele fez. Não há nenhuma maneira, nem morto, de me fazer entrar no Exército.

Meu plano era usar a bolsa de futebol que me foi oferecida na Universidade do Texas e voltar para o meu avô e o rancho. Algumas das minhas melhores memórias da infância são de sua fazenda. Cara, eu amo aquele lugar! Eu praticamente podia sentir o cheiro das galinhas, dos bolinhos e da grama. Eu disse ao meu avô que o meu sonho era o futebol e entrar em engenharia arquitetônica. Ele dá, naturalmente, cem por cento de apoio, o que faz meu pai desprezar ainda mais.

O minuto em que fechou a porta de seu caminhão F150 preto, sabia que a merda estava prestes a bater no ventilador.

— O que diabos você pensa que está fazendo entrando em outra luta Diego? Sua mãe vai ficar devastada por isso!

Claro, trazer minha mãe para a conversa, seu babaca.

— É German, eu gosto de ser chamado German. — Respondi um pouco chateado. Ficava louco por ele esta tentando trazer minha mãe para isso e culpando-me mais uma vez.

— A última vez que olhei em sua certidão de nascimento, claramente o seu nome era Diego Castilho Mathews. Não uma porra de German. De onde diabos você tirou esse nome? — Meu pai sibilou para mim com os dentes cerrados.

— O treinador estava acertando as posições do restante da equipe. Disse que fiz uma demonstração de como ser rápido em campo e disse mais, que eu era um exemplo do jogador certo na posição de artilheiro (German). O apelido pegou. E começou a me chamar de German e assim também fizeram os caras.

— É isso mesmo? Pensa que por causa de um minuto de fama, você é uma estrela do futebol escolar? Porcaria nenhuma! Você nunca vai ter nada na sua vida jogando esse maldito futebol! Nada! Onde você poderia chegar em sua vida? Você acha que o futebol vai te levar a algum lugar? — Meu pai disse com tanto ódio que me encolhi. Eu ainda tinha que dizer a ele sobre a minha bolsa, porém havia feito uma promessa a minha mãe e avô de não dizer a ele. Ia esperar até depois da temporada de futebol, mas foda-se.

— Senhor, fui aceito na Universidade do Texas. Recebi minha carta neste verão. E pretendo ir.

Meu pai soltou uma gargalhada que me deu um frio no estômago.

— Como diabos você pensa que irá pagar a faculdade? Eu não ajudarei e posso te dizer isso agora.

— Eu tenho a bola e uma bolsa de futebol senhor, e vovô disse que iria ajudar com um lugar para ficar em Austin. — Disse com toda firmeza que eu poderia reunir em minha voz. Ele não precisava saber que vovô já havia dito que cobriria quaisquer outras despesas, que não fossem incluídas na bolsa.

— É isso mesmo? Bem, só para que você saiba. Não me chame quando falhar. E você vai, eu garanto. Não me chame quando precisar de ajuda. Não me chame quando seu pequeno plano de futebol não funcionar. A partir de agora, terminei com você.

4 Anos mais tarde...

— Cara eu não acredito que só tem mais um ano de faculdade! — Meu melhor amigo, Jeff, gritou por cima canção Tim McGraw “Truck Yeah”. Porra, se ele colocasse a música mais uma vez eu poderia dar uma surra nele.

— Sem dúvida! Estou apenas feliz pela escola ter terminado. Cara este ano foi um chute na bunda! — Eu gritei de volta sobre a maldita música. Só então Jeff percebeu que o telefone vibrou e a tela ficou iluminada. Nós estávamos em um semáforo, mas ele pegou para ler.

— Recebi um texto de Angie, isso é estranho. — Jeff disse e desligou a música.

Conhecia um pouco de Angie, irmã do Jeff, era uma veterana na escola e estava prestes a se formar em dois dias. Eu nunca a tinha visto pessoalmente, cara a cara, mas com certeza sabia o suficiente sobre ela para sentir como se fosse minha irmã também. Ele estava preparando-lhe uma festa de formatura para a noite de sábado. Ela completou 18 anos em novembro, e tinha sido posta de fora de nossas festas, até que ela tivesse terminado a escola.

Ninguém na equipe a encontrou até então, pois mesmo sendo muito bonita, estava fora dos limites. Ele era muito protetor com sua irmã mais nova. Fui filho único, então eu não tive intimidade com toda essa coisa de irmãos. Mas sabia que Jefferson e sua irmã eram muito próximos. Cresceram com uma bêbada como mãe e Jeff praticamente criou a irmã.

— Merda Ahhh, precisamos correr e pegar minha irmã. Algo deve estar errado, se quer sair da escola mais cedo. — Jeff disse e fez uma rápida curva.

— Puta merda, você vai realmente me permitir conhecer sua irmãzinha?! Puta merda. Deixe-me postar esta merda! Eu vou conhecer a irmã querida do sempre esquivo Jefferson Cararra! — Eu disse e soltei uma risada.

— Cale a boca babaca! — E me deu um soco no braço esquerdo. — Ei, eu sinto muito, eu sei que você queria passar por McBride e ver aquela arma.

— Eu posso dar uma olhada mais tarde hoje ou amanhã. Não se preocupe.

— Estava de olho em um modelo Remmington 870 ação de bomba, calibre 12, há alguns meses. Eu sempre poderia dirigir até a loja de McBride outra vez.

Jeff e eu estávamos pensando em ir para fazenda do meu avô em Mason, em algumas semanas, para recuperar o atraso com o velho e ajudar com algumas coisas que ele precisava que fossem feitas em torno do lugar. Nada me fazia mais feliz do que sair com meu avô e ajudar no rancho. A maioria das memórias felizes da minha infância são graças ao meu avô e minha avó. Não há nada que eu não faria por eles. Nada.

— O que você acha que está acontecendo? Quero dizer, já que ela nunca lhe pede para buscá-la mais cedo. — Olhei o relógio. Sua irmã tinha que ter pelo menos mais uma hora de aula.

— Merda, eu não sei. Eu sei que ela estava feliz no outro dia sabendo que havia recebido sua bolsa de estudos para UT. Ela já esquentou sua bunda na escola. O dinheiro da nossa avó deve ajudar a cobrir os custos adicionais que sua bolsa não vai. Eu investi e fiz muito bem. — Jeff disse e correu para a escola de Angie.

Pelo que tinha ouvido Jeff falar, sobre sua irmã, ela era bem inteligente. Foi à terceira na sua classe. Trabalhou pra cacete na escola fazendo todas as aulas Pré-AP2 que ela pudesse entrar e ainda teve algumas aulas de ACC3 para conseguir se adiantar em suas aulas da faculdade. Ela já tinha créditos suficientes para entrar em UT no segundo ano. Jefferson estava muito orgulhoso dela e se gabava o tempo todo.

— Ei, cara, me faça um favor, manda um texto do meu telefone dando a nossa chegada em cinco minutos, ok? — Jeff pediu e acelerou ainda mais rápido para a escola. Era só mais um exemplo de como era protetor com sua irmãzinha e estava levemente tocado.

Por alguma razão, as minhas mãos começaram a tremer quando eu estava teclando a mensagem para Angie. Mas que diabos? Quer dizer, estou um pouco animado com a ideia de finalmente chegar a encontrá-la cara a cara, mas era só a Angie certo? Talvez fosse apenas meu ombro reclamando. Havia machucado durante o treinamento de primavera e agora eu levava uma garrafa de Advil em meu bolso onde quer que eu fosse.

Sim, com certeza foi isso! Quero dizer, vamos lá, é só Angie, a irmã de Jeff, pelo amor de Cristo. Ela tinha ido no nosso cafofo algumas vezes, mas Jeff sempre fazia com que eu nunca estivesse em casa quando ela chegava. Pelo que eu me lembro parecia ser bonita e poderia dizer que ela tinha um corpo sexy. Eu a vi de longe, muitas vezes. Estava praticando yoga e até mesmo Jeff ficou viciado nisso por um tempo. Bastardo, continuou tentando me convencer a ir para qualquer lugar, menos no centro de Yoga. Foda-se. A porcaria da Yoga, não é suficiente para mim, muito obrigado.

Nós ficamos sentados no estacionamento por alguns minutos e nada de Angie. Jeff mandou outra mensagem, mas nada.

— MERDA! Eu tenho um mau pressentimento. — Jeff disse enquanto esticava o pescoço para enxergar se sua irmã saia por uma entrada lateral.

— Vamos, vamos entrar e ver o que está levando tanto tempo. — Disse e saltou da caminhonete.

— Cara, você acha que isso é uma boa ideia? Entrar na escola? Quero dizer não seria melhor checar toda a, suposta, merda antes que você assuste as pessoas? — Falei praticamente correndo para acompanhá-lo.

— Não, eu sei onde é seu armário. Eles deixam esta porta lateral bloqueada. Às vezes trago coisas para Angie comer durante o seu período de intervalo.

Devia ser intervalo porque aquelas crianças de merda estavam por toda parte. Cacete! Não voltaria para a escola nem por um milhão de dólares. Bastava caminhar pelo corredor e vinham memórias que eu preferiria apenas esquecer, bem longe, longe e esquecido. Notei Jeff tenso ao meu lado e olhei o corredor para ver o que ele estava olhando.

— Que porra é essa? — Jeff sussurrou. Segui seus olhos. Mas que diabos? Meu estômago deu um mergulho total quando eu olhei e vi uma menina que estava de lado voltada para nós. Soube no mesmo instante:

Esta era Angie.

— Recebi sua mensagem de texto, querida. O que está acontecendo? — Eu mal ouvi Jeff. Angie virou para olhar Jeff e minha respiração ficou presa na garganta quando a vi. Era a coisa mais linda que eu já tinha colocado meus olhos. Seus belos olhos verdes estavam vermelhos e injetados de sangue e ela tinha um olhar atordoado e confuso no rosto. Olhei para baixo e a vi segurando a mão que parecia estar ferida. Eu imediatamente fechei as mãos em punhos. A raiva cresceu dentro de mim, saber que alguém a tinha machucado, merda! Estava chocado, fora de mim.

— Que merda que você fez com a minha irmã seu idiota? Eu vou te matar se você machucá-la! — É tudo que ouvi antes de tirar meus olhos de Angie. Jeff pegou algum garoto babaca e pressionou contra os armários. Eu já havia visto Jeff louco, mas nunca o vi perder a cabeça assim.

Só então Angie se aproximou e tentou puxar Jeff de cima do garoto, mas ela pulou para trás e soltou um grito, pois estava com dor. De jeito nenhum a deixaria ficar mais ferida. Fui para frente e coloquei as mãos no ombro dela para tirá-la do caminho. No momento que minhas mãos fizeram contato com o seu corpo, senti um tremor ir da cabeça aos pés. Que diabos foi isso?

— Afaste-se daqui, Angie, para não se machucar querida. — Eu disse e a trouxe a poucos metros de distância de onde Jeff estava enlouquecendo com um garoto do ensino médio. Angie se virou e olhou para mim. Seus olhos se arregalaram de surpresa. Meu Deus! Ela tinha os olhos verdes mais bonitos que já vira. Seu cabelo era de um belo loiro, ondulado e passava um pouco dos ombros. Tudo o que eu queria fazer era correr minhas mãos por seu cabelo. E não conseguia nem formar as próximas palavras na cabeça.

Pelo jeito que ela estava olhando para mim, ela se sentia da mesma maneira. Estava olhando para mim como se eu estivesse tentando tomar sua alma. Senti-a estremecer sob o meu toque e deixei escapar uma pequena risada. Ela estreitou os olhos para mim e olhou por cima do ombro para a comoção acontecendo atrás de mim.

Havia um cara agora gritando com Jefferson. Eu precisava tirá-lo daqui antes que nós dois tivéssemos nossas bundas presas. Dei um aperto tranquilizador em Angie, sorri para ela e depois voltei minha atenção para Jeff.

— Jeff relaxa. Acalme-se, não leve tão a sério, cara! Não vale a pena ir para a cadeia por ele. — Eu disse para Jeff em uma voz calma. Eu sabia que ele estava chateado e que precisava acalmá-lo.

— Eu vou matar esse filho da puta, se ele a machucou de qualquer maneira Gemanr, Eu-vou-matar-ele! — Jeff gritou olhando para o babaca.

Só então eu ouvi outra menina gritar;

— Oh porra, Angie! Jeff! Precisamos levar Angie para o hospital agora!

Eu olhei e vi a mão de Angie inchando muito rapidamente. A raiva que começou a crescer dentro de mim mais uma vez me assustou. Eu não tinha tanta raiva desde meu último ano do colégio onde derrubei alguns caras em uma briga. Este filho da puta fez alguma coisa para machucar Angie e tudo que eu queria fazer era quebrar sua cabeça no chão.

— Cara, me ouve, sua irmã está ferida. Precisamos levá-la ao médico. Não se preocupe com essa porra do Leonardo. Podemos cuidar dele mais tarde. — Eu disse e olhei para o filho da puta que machucou Angie. Eu queria matá-lo ali mesmo.

— Eu voltarei seu desgraçado. — Jeff assobiou entre os dentes. Puxei o braço de Jeff para tirá-lo de lá, — Vamos Jeff.

Jeff, Angie e a outra menina começaram a fazer o caminho para fora da escola e para a caminhonete de Jeff. Eu já tinha visto que passamos por uma cafeteria no caminho, então eu corri e rapidamente comprei uma garrafa de água e pedi à senhora um pequeno saco de gelo para Angie. Logo depois estava correndo de volta a caminhonete de Jeff. Ouvi Jeff discutir com a outra menina sobre algo. Pensei ter ouvido Jeff chamá-la de Francesca.

Uma vez que Angie estava no banco de trás, cheguei e dei-lhe o gelo.

— Obrigado ah, hum, German. — Mal saíram suas palavras. Droga, ela devia estar com um monte de dor. Pobre menina, mal conseguia falar.

— Angie, Não tem problema. Tente manter sua mão acima do seu coração querida, tome este Advil. — Entreguei-lhe a água e um pouco de Advil do esconderijo de meu bolso e tentei dar-lhe um sorriso tranquilizador. Meu Deus, ela era linda! Sua amiga inclinou-se e disse-lhe para respirar.

— Vamos levá-la ao médico, o que você acha? — Eu disse enquanto me inclinava perto de seu ouvido. Sei que não deveria ter feito isso, mas caramba! Eu tinha que saber como ela cheirava. Margaridas... Ela cheirava como as margaridas que crescem no jardim de vovó. Era um cheiro doce, puro e inocente. Ela estremeceu com a sensação de minha respiração quente contra seu rosto.

Eu. Estava. Fodido.

— Ahh, sim tudo bem, médico soa bem, sim, vamos lá, vamos nessa, vamos fazer isso, — Angie disse, na voz mais doce que eu já tinha ouvido. Deus, era bonita como um botão quando gaguejou em suas palavras.

Fechei a porta, rapidamente ajustando meu problema na minha calça e saltei no banco da frente. Jeff começou a tirar seu caminhão e sim. Com certeza.

Ele ainda estava ouvindo Truck Yeah. Eu juro que vou apagar essa música de seu iPod a primeira chance que tiver.

— Fran está completamente errada sobre o que Angie? — Jeff perguntou, saindo fora do estacionamento. Eu simplesmente não podia esperar para dar o fora de lá. Ainda estava preocupado se chamariam a polícia. Quanto mais cedo saísse de lá, melhor.

— Nada Jefferson, ela está apenas delirando, é tudo. Ela está vendo coisas que claramente não estão lá.

— Bem, seja que merda Fran está aprontando, não me importo. Eu quero saber agora o que diabos aconteceu entre você e o Leonardo!

Eu tinha certeza que tinha ouvido Fran apenas chamar Jeff de imbecil. O que estava acontecendo? Ele nunca foi tão rude com alguém. Nos últimos cinco minutos eu o ouvi mandar esta pobre menina calar a boca, brigou com ela como um casal e praticamente a chamou de louca. Hein? Queria saber o que estava acontecendo. Vou ter que perguntar a ele sobre essa garota, Fran, mais tarde.

— Bem, tudo começou quando recebi um texto de Leonardo para encontrá-lo no auditório.

Notas finais
Comentem!!