Wall Street: Amor X Poder
10 Upside
Notas iniciais
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Alertando que tudo que aparecer sublinhado significa que é verídico, que existe e pode ser pesquisado se você leitor assim preferir.
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Vamos a mais um capítulo...
Upside – Termo utilizado quando uma ação está sendo valorizada.
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– Música sugerida (I was here – Beyoncé) –
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Isabella se viu em choque diante da cena a sua frente, a garota nua em cima da cama de seu namorado... A moça provavelmente muito mais jovem do que ela estava assim como o Volture suada e não apresentava nenhum pingo de vergonha ao ser analisada.
– Isabella... Soltou o rapaz atrás dela, ela respirou fundo e se virando para ele... Olhou profundamente em seus olhos, James permanecia sem ação... E num átimo, sem demonstrar antecipação desferiu-lhe um tapa com toda a força...
– Eu... Não... Quero... Ouvir a sua voz! Afirmou intensa se virando em seguida em direção a porta por onde acabara de entrar, James com a mão no local agredido, aturdido, permaneceu parado apenas vendo-a se retirar. – Nunca mais apareça na minha frente... Nunca mais! Afirmou sem esperar por respostas e James permaneceu ali parado sem expressar nada... Isabella retornou a frente do elevador, ela não esperava que ele viesse atrás, não esperava desculpas, tinha a certeza naquele momento de que o rapaz não a amava e tão pouco se importava com ela... A decepção era visível em Isabella não por ter descoberto que estava sendo traída... No fundo Isabella sabia que James não era uma pessoa apaixonada ao extremo por ela e nem ela por ele... E não era por amor que sua alma nesse momento sangrava... Era na verdade pelo sentimento de derrota em ter mais uma vez perdido, em ter mais uma vez se decepcionado, mais uma vez Isabella atestava que a sua volta pouco sobrara de caráter, fidelidade, integridade, mas acima de tudo constatava que tudo que vivera até agora fora sua escolha... Nada fazia sentido naquele momento e pior do que no dia em que seu pai se revelou a ela, naquele instante Isabella se via realmente desamparada... De forma letárgica entrou em um taxi pedindo mecanicamente ao motorista que a levasse de volta ao aeroporto... Ali parada no meio do aeroporto de Indianapolis a Swan pensou em momentos de sua vida, momentos em que ela achou que era feliz... Momentos em que ela se sentiu podada, oprimida mesmo se mostrando realizada, satisfeita... Em toda a sua vida ela havia feito o que, plantado o que, suas escolhas a tinham levado para onde? Qual o seu legado até agora, ou o que ela havia construído? Nada, afirmou... Não tenho nada constatou, a cena há minutos presenciada a deixou ainda mais certa daquilo, sua ausência como ser humano, sua falta de escolha por escolha “própria”, este é um sentimento com o qual ela não queria nunca mais conviver... — Se eu sumisse agora ninguém daria falta soltou... Sentindo-se na mais completa solidão, vazia... No mesmo instante sua mente lembrou-se de Bah e seu carinho sem igual e de Alice e sua amizade incondicional...
– Achei que estivesse em Indianapolis... Soltou a Cullen ao atender a ligação da amiga.
– Alice... Me ajuda! Pediu chorosa deixando do outro lado da linha a amiga perplexa e preocupada... Isabella chorou ao telefone ouvindo palavras de apoio e pedidos para que se acalmasse, a amiga a orientou a pegar o próximo voo para NYC garantindo que ela mesma estaria esperando-a no desembarque do Laguardia... Isabella seguiu viagem no modo automático... Sentia-se transpassada pela decepção com a vida, decepção consigo mesma por ter se permitido viver naquele mundo de mentiras e falsidade por tanto tempo... Com os pais a mais de três meses sem dar noticias e um namorado mentiroso ao lado... Derrota era o sentimento que imperava em seu coração naquele momento... Ao descer em NYC Isabella foi amparada por Alice que a levou para sua casa... A moça nada dizia, permanecia em silêncio e a amiga vendo a necessidade dela em se manter calada respeitou seu momento dando-lhe colo e carinhos durante horas em seu quarto de hospedes após avisar ao marido que iria passar um tempo com a amiga e Jasper prontamente entendeu.
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– Por que não me ligou antes? Perguntou Edward parado no meio da sala da irmã tendo Daniel sentado no sofá da tia assistindo ao jogo de baseball que era televisionado, Alice ligara para o irmão meia hora antes...
– Na verdade eu só liguei pra deixa-lo ciente da situação e porque sei o que sente por ela... Se quer agir esse é o momento... Ela está frágil e precisa de carinho então...
– Não vou me aproveitar disso... Inferno eu falei... Soltou uma oitava acima se controlando em seguida. — Disse que aquele safado não a merecia... Eu falei Alice... Dizia.
– Todos sabíamos Edward... A questão é que contar se tornava complicado e perigoso... O rapaz é liso e poderia facilmente engana-la, mas dessa vez ela mesma viu... Confirmou sozinha... Só nos resta agora dar apoio. Afirmou o cunhado sentado ao seu lado na sala de jantar.
– Eu dei a ela um calmante... Ela vai dormir até amanhã... Então vamos esperar... Jass tem razão nos resta agora apenas estar por perto, dar carinho, ajudar no que ela precisar... E sim... Essa é a sua oportunidade... Não a perca meu irmão... Eu tenho a certeza ela vale a pena...
– Vou leva-la pra casa... Pras... Pras coisas dela... E...
– Não acho uma boa ideia! Disse Jasper cortando o amigo.
– Eu acho uma ótima ideia e apoio... Leve-a e amanhã bem cedo eu estarei lá para ajuda-la! Afirmou Alice vendo o marido revirar os olhos em reprovação... Edward estava decidido a tomar as rédeas da situação, agigantava-se nele a necessidade de se posicionar... “Já não era sem tempo” uma voz discretamente bem humorada dizia em seu interior, enquanto que outra voz também discreta, mas séria, dizia... “Vá com calma, não se precipite”... Edward entrou no quarto de hospedes da irmã e se deparou com a cena de Isabella em posição fetal, totalmente desprotegida e ali se intensificou a certeza de que por ela faria qualquer coisa... Alice ao seu lado...
– Vai mesmo leva-la? Perguntou.
– Ela pode não gostar não é? Questionou inseguro.
– Sinceramente... Gostar ou deixar de gostar são coisas que não passam pela cabeça dela nesse momento... Ela recebeu mais um baque, na verdade acho que o maior deles...
– Ela o ama não é? Perguntou dando um passo a frente.
– Eu acho que não... Na verdade acho que o fato de saber que estava sendo traída é o que pesou e não quem traia... James nunca fez Bella suspirar ou sonhar alto se quer saber... Na verdade ninguém até hoje causou isso em minha amiga e essa constatação é triste sabe? Maninho... Eu desejo tanto que ela saiba o que é ser amada de verdade... Pelo que ela é e não pelo nome que tem ou a posição que ocupa... Eu não sei mais acho que você pode mudar isso na vida dela...
– Alli... Ela não me vê assim... Na verdade ela não me vê... Disse derrotado.
– Não podemos ver o que está escondido! Afirmou. – Leve-a... Tenho a certeza que o impacto dessa sua ação vai fazer bem a ela... Pode parecer que não no inicio, mas eu ainda aposto que vai mesmo que seja apenas no futuro. Disse sorrindo para Edward... O rapaz respirou fundo e se aproximando do pé da cama pegou com delicadeza a moça em seu colo... O efeito do calmante, medicação com a qual Isabella não estava acostumada, fazia com que ela se encontrasse totalmente ausente... Alice ajudou o irmão... O rosto da garota apoiado no tórax do Cullen intensificava a inalação do perfume da Swan em suas narinas... O rosto da moça levemente inchado e avermelhado pelo choro de horas causava revolta e dor no coração de Edward...
– Ela tá dodói? Perguntou Daniel ao ver o amigo trazendo Isabella nos braços.
– Apenas um pouco cansada meu amor! Afirmou Alice tocando no ombro do garoto.
– Cadê o namoiado dela? Perguntou inocentemente e Edward travou o maxilar com a menção...
– Nós não sabemos Dani, mas na verdade isso não importa... Porque a Bella tem a nós para cuidar dela não é mesmo? Questionou Alice trazendo em sua mão a bolsa da amiga que estava no sofá de sua sala de estar.
– É... A gente cuida dela sim! Afirmou o garoto convicto... Edward indo em direção a porta despediu-se da irmã e cunhado rapidamente e sendo seguido pela pequenino encaminhou-se para o carro... Ao chegarem em casa Edward ainda carregava Isabella e Daniel em seu encalço o seguia carregando a bolsa da moça com certa dificuldade...
– Pode deixar ai na poltrona carinha. Disse se referindo a bolsa e sem olhar para trás seguiu em direção aos quartos... Logo Daniel estava mais uma vez atrás deles e se antecipando entrou na frente no quarto que Isabella estava ocupando... Indo até a cama puxou com toda a sua força a ponta do edredom creme que cobria a mesma... Edward vendo seu esforço sorriu orgulhoso pensando... Meu garoto é esperto! Aquela constatação mesmo que silenciosa fez o Cullen perceber que sim Daniel era agora seu garoto, partilhava de sua vida há pouco tempo era fato, mas iria em um futuro próximo ser definitivamente seu e essa fé o mantinha firme no propósito de lutar por ele... O rapaz depositou a Swan adormecida na cama retirando em seguida suas sandálias e cobrindo-a com a ajuda de seu companheirinho.
– Ela vai demoia pa acoida? Perguntou Daniel com a testa franzida ao perceber que a nova amiga estava realmente inconsciente.
– Sim amigão, só amanhã na verdade e nós vamos ajuda-la no que ela precisar certo? Disse sorrindo para o pequeno que assentiu sério... Deixa-la ali sozinha não era uma vontade de Edward, mas ele sabia que nada poderia fazer além do que fizera... Restava apenas esperar que ela acordasse e ajuda-la no que ela precisasse a partir daí.
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– Flores? Alguém está sendo cortejada? Perguntou Malory com um sorriso debochado.
– Algum problema nisso? Devolveu Rosalie ainda com o cartão que havia vindo junto com as flores em mãos...
– Problema nenhum, significa na verdade que você está tendo vida fora daqui e isso é bom, muito bom! Afirmou Malory... Sim Rosalie estava feliz em receber flores do engraçado e galanteador Emmett Cullen... O rapaz deixara a delegada encantada e já até marcara um jantar com a moça... Sim o Cullen havia se impressionado com a policial e estava investindo pesado na possibilidade coisa com a qual não era familiarizado... Emmett Cullen era sinônimo de diversidade em companhias femininas se é que entendem...
– Vamos ao que interessa... O garotinho Daniel realmente não acrescentou nada além do que já sabíamos... Alec eu preciso de novidades... Essa história toda fede e algo me diz que Charlie Swan tem muito a contar o que me deixa revoltada por saber que o individuo está sumido...
– Talvez a filha dele possa nos dizer algo. Disse Malory.
– Duvido muito, se até agora o FBI não conseguiu nada dela... Nós menos ainda. Disse Rosalie ainda intrigada com as peças desconexas que tinha em mãos.
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Edward passou praticamente toda a noite em claro avaliando o ocorrido no dia anterior... O domingo ensolarado aparecia nas janelas da grande sala e o rapaz se perguntava... O que fazer? Como ajuda-la? Em contra partida os documentos que encontrara na pequena e surrada mochila de Daniel o deixavam ainda mais preocupado... Resolveu dar uma olhada em Isabella, verificar se já havia acordado, se precisava de algo... Entrou no quarto devagar... A moça já acordada há tempos não se preocupou em reagir, levantar... Mesmo percebendo que o quarto onde estava não era o quarto de hospedes da casa da amiga ela simplesmente manteve-se ali quieta... Edward parou próximo a cama e a Swan virou o rosto em sua direção de forma lenta... Sem expressão alguma fitou o rapaz...
– Bom dia! Disse Edward... Isabella piscou lentamente e no processo uma lagrima solitária se mostrou saindo de seu olho esquerdo... Aquela imagem quebrou o coração do rapaz... Edward sem se importar com nada se ajoelhou ao lado dela. – Precisa de algo? Qualquer coisa... Perguntou passando o polegar pela face da moça limpando a lagrima que escorria por ali.
– Sumir seria uma boa alternativa! Afirmou quase que pra si mesma fechando os olhos com força, mas o rapaz ouviu.
– Eu tomei a liberdade de trazê-la pra cá... Suas coisas estão aqui e... Bem...
– Obrigado Edward... De verdade. Disse baixinho... A vontade do Cullen era ter o Volture na sua frente para poder espanca-lo, faze-lo sofrer, tortura-lo... Enfim esses pensamentos rondavam a mente do rapaz ao passo que via a mulher que amava sofrendo.
– Estou aqui para o que precisar... Minha... Alice... Ela virá daqui a pouco... E... Bem...
– Não precisa se preocupar comigo... Eu agradeço de verdade sua preocupação, cuidado, mas não precisa...
– Você acoido... Que bom! Disse o pequenino entrando no quarto e chamando a atenção de ambos... Edward se levantou no momento em que Daniel sem cerimonia alguma escalou a cama com grande esforço e se colocou ao lado de Isabella que ainda se encontrava deitada. – A gente touxe você pa casa e você tava doimindo assim... Dizia tentando encenar a situação em que a moça se encontrava. – Aí o Edwad touxe você no colo e colou aqui e eu ajudei... Explicava tirando um discreto sorriso da moça sob o olhar atendo de Edward.
– Obrigado querido, muito obrigado! Disse Isabella levando a mão até o rosto do garoto... Daniel se deitou ao lado dela se mantendo muito confortável naquele cenário... Incrível como para ele aquela atmosfera era natural, a impressão que dava é que aquela convivência sempre existira, a interação entre aqueles três sempre fora algo natural... Essa era a impressão que Daniel passava e deixava tanto Isabella quanto Edward sem ação.
– Qué assisti desenho cum eu? Pode num pode Edwad... Assisti desenho aqui? Perguntou de um para o outro.
– Se ela quiser... Sem problemas amigão... Mas eu acho que talvez ela queira ir ao banheiro antes, tomar um café reforçado... E você também não é mesmo? Perguntou e Daniel olhou do amigo para Isabella.
– Se importa de me esperar por um momento? Perguntou a moça para o pequeno cavalheiro a sua frente.
– Tudo bem... Eu vou no banheio tamém! Disse o pequeno pulando da cama.
– Bem... Me desculpe... Ele não faz por querer... É que...
– Ele é um fofo... E eu gosto de tê-lo por perto... Dizia se levantando e Edward não sabia se saia ou ficava. – Obrigado. Disse mais uma vez e Edward entendo a deixa se retirou aliviado por vê-la reagir com a ajuda extra de seu pequeno companheiro... Após um banho e troca de roupas Isabella foi surpreendida por um garotinho sentado na poltrona do seu quarto balançando as perninhas impaciente a sua espera. – Não sabia que estava aqui gatinho. Disse fitando-o e ele sorriu se levantando.
– O Edwad ta espeiando a gente po café. Disse pegando na mão dela... Edward saia da cozinha com uma jarra de suco em mãos e ao vê-los também sorriu... Isabella precisava admitir que aqueles dois espécimes da classe masculina estavam fazendo de tudo para acolhera e embora ela se sentisse uma derrotada, perdedora profissional, naquele instante os carinhos e atenções que recebia lhe faziam um bem enorme e lhe obrigavam a reagir... É bem verdade que comera muito pouco... O nó em sua garganta ainda permanecia... Pediu licença um tempo depois e retornou ao quarto... Aquele domingo ensolarado não combinava com seu humor... Mas tendo Daniel por perto ficar deprimida não era uma opção...
– Vamo assisti desenho? Perguntou entrando no quarto dela novamente... Isabella sorriu e sem coragem de manda-lo sair aceitou sua companhia... Dani logo se ajeitou ao seu lado na cama e a Swan ligando a TV permaneceu em silêncio... O garoto ainda causou um pouco mais ao encostar-se a ela colocando sua cabeça entre seu ombro e tronco... Isabella se ajeitou melhor na cama e o recebeu em seus braços... Aquilo era bom, confortável... Fazia bem ao seu coração machucado pensava a moça...
– Desculpe atrapalhar... Disse uma sorridente Alice entrando no quarto... Isabella tentou expor um sorriso, mas fracassou na tentativa.
– Vem assisti com a gente tia Alice. Disse Daniel chamando-a com a mãozinha levantada... Alice se sentou na beira da cama ao lado deles... A forma como o garoto a chamou surpreendeu a Cullen que emocionada sorriu para o pequeno.
– Tudo bem? Perguntou Alice tocando na mão da amiga que descansava na cama... Isabella assentiu. – Não fique chateada por ter permitido que Edward trouxesse você para cá... Eu...
– Tudo bem Alli... Não estou em condições de reclamar de nada, ou pensar em algo... Eu... Apenas quero... Ficar quieta... Disse respirando fundo... O pequeno se mexeu ajeitando-se melhor nos braços da Swan que o apertou mais... Se ele queria ser carinhoso ela estava gratuitamente disposta a receber o carinho.
– Quer conversar? Ele não vai se importar... Dizia Alice apontando para o pequenino. – Na verdade nem vai prestar atenção! Afirmou recebendo um olhar interrogativo de Daniel fazendo Isabella rir. — Desculpe! Disse para o pequeno que voltou sua atenção para a TV a sua frente...
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– Criou coragem então... Atestou Jasper e Edward arqueou a sobrancelha em resposta.
– O atual momento não me permite agir, investir ou qualquer outro termo que queira usar. Declarou Edward.
– Eu devo admitir que sua irmã tem razão... Esse momento é perfeito! Insistiu o cunhado.
– Eu não sei se perceberam... Mas muito mais do que agir... Deixar as coisas acontecerem mostra ser no momento a melhor escolha... Ela está aqui comigo e só vai sair daqui se quiser e se depender de mim ela não vai querer. Declarou decidido.
– Daniel parece saber o que fazer muito mais do que você. Soltou debochando.
– Qual é Jasper... Está curtindo com a minha cara? Perguntou incomodado e o cunhado deu de ombros... Edward estava decidido a cuidar dela, ampara-la no que precisasse, dar-lhe seu amor se ela quisesse recebe-lo, mas ainda sim permanecia sendo o sujeito sem jeito e tímido em relação as coisas do coração... O que talvez fosse um fator positivo e na verdade era é que no meio disso existia um serzinho esperto que atendia pelo nome de Daniel e este estava ensinando Edward a ser diferente... Estava ensinando Edward a se abrir, se permitir e deixar que outros o conhecessem e mesmo que esse processo fosse lento, talvez até lento demais... Estava claro que o Cullen tinha jeito e mais claro ainda que seu professor não iria desistir em momento algum.
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– Ele alugou você não é mesmo? Perguntou Edward ao ver Daniel adormecido em seu colo de forma confortável...
– A presença dele só me faz bem... Disse Isabella passando a mão nos cabelos revoltos do pequenino em seu colo... Haviam passado o restando do domingo na companhia de Alice e Jasper... Edward providenciara um almoço vindo do Cesca diretamente para sua casa, a cozinha italiana era agradável ao paladar da maioria então a refeição fora bem aceita por todos... Daniel é claro foi a atração dos adultos presentes durante todo o dia e mesmo estando fechados em quatro paredes, nenhum deles reclamaram muito pelo contrário... – Parabéns pela escolha de lutar por ele Edward... Não havia dito até agora... Você é corajoso e... E está fazendo a coisa certa... Ele é tão lindo e... Jass me contou em um almoço no trabalho o que ele sofreu sem falar do trauma que deve ter sido ver seus únicos parentes morrerem daquela forma... Dizia e Edward sentando-se na poltrona ao lado do sofá respirou fundo.
– Às vezes acho que estou maluco... Disse sorrindo sem graça. – Nunca pensei em ser pai... Quer dizer até pensei, mas foi um pensamento longínquo... Não sei... Tê-lo em meus braços... Toda a situação em que isso aconteceu... Sabe uma coisa que não me sai da cabeça... E não importa onde eu esteja... O que esteja fazendo, se estou longe dele então... Os seus olhos... Dessa cor única... Ficam ali estampados me chamando... É louco eu sei... Não tem cabimento não é? Dizia e Riu sem graça... Isabella se via encantada conhecendo um pouco daquele homem, daquele Edward enigmático e agora apaixonante...
– Não acho loucura... É amor... Soltou quase em sussurro. – Embora esse sentimento esteja meio perdido em minha concepção com relação às coisas... Ele existe e você... Você está o demonstrando em sua forma mais pura... Declarou deixando o Cullen maravilhado e ao mesmo tempo chateado ao perceber que a mulher que ama está machucada, muito machucada e ele nem ao menos consegue se aproximar.
– Ele apanhava do pai... Em todo esse tempo que estou com ele... Nunca, nunca em nenhum momento ele me deu motivos para ficar irritado, demonstrando que fosso rebelde, irreverente e precisasse ser disciplinado e aí eu me pergunto... Como alguém poderia bater nele? Soltou franzindo a testa... Sorrindo... – Eu e Emmett éramos o que se pode dizer de pequenas pestes quando criança... Declarou fazendo a moça sorrir. – Mas Emmett do que eu, contudo me lembro de levar um ou dois tapas no bumbum em repreensão e isso aconteceu em momentos em que realmente extrapolamos... Uma vez queimamos uma Barbie de Alice... Soltou rindo gostoso e Isabella o acompanhou, o pequenino em seu colo se mexeu fazendo a moça colocar a mão nos lábios contendo o riso e Edward achou ainda mais graça.
– Realmente alguém batendo nele é algo incompreensível e revoltante eu diria... Soltou Isabella permanecendo com os carinhos na cabeça do garoto que se aconchegava mais e mais a ela.
– Sinto muito... Por tudo que está passando! Declarou Edward e a garota levantou o olhar se conectando ao dele. – Você não merece nada disso... Afirmou e Isabella balançou a cabeça em negativa. – Você merece ser feliz, cuidada com esmero, protegida e amparada... Disse firme sem perder a suavidade na voz. – Merece ser amada, muito amada! Afirmou e Isabella mais uma vez se voltou para o seu rosto e naquele olhar sentiu paz.
– Acho que algumas pessoas discordam de você Edward. Disse com um triste sorriso nos lábios... A vontade do rapaz era de abraça-lo apertado transmitindo todo o sentimento que tinha por ela... Eu a faria feliz Isabella a faria muito feliz! Dizia para si sem tirar os olhos da garota... Isabella desconcertada se voltou para o pequeno em seu colo.
– As pessoas que discordam não merecem atenção! Afirmou. – Isabella... Eu...
– Me chame de Bella... Isabella me lembra formalidade e uma seriedade estranha... Soltou fazendo o Cullen sorrir, ela estava dando a ele permissão de chama-la pelo apelido... Ponto para mim! Pensou o rapaz.
– Bella... Eu quero que se sinta acolhida aqui, que se sinta realmente em casa... Olha... Disse fazendo ela mais uma vez levantar os olhos encontrando os seus, Isabella se via constrangida e não sabia por que... – A casa é sua, para fazer o que quiser, mexer onde quiser, das as ordens que achar necessárias... Dizia o Cullen e a moça estranhou tais palavras... Esses atributos são de uma esposa, da dona real da casa... E ela... Ela era apenas uma hospede intrusa... – É sério... A casa é sua e digo isso do fundo do coração, por favor, não se sinta uma intrusa aqui, ou até mesmo indesejada... Por favor... Falou quase em suplica como se adivinhasse os pensamentos da garota e Isabella sentiu seu coração pular sem explicação... Edward percebeu que falara demais... – Bem... Eu vou coloca-lo na cama... Já é tarde e... E amanhã... Dizia se aproximando de ambos e puxando o menino para si... – Amanhã é... Continuava e no processo em tira-lo do colo de Isabella seus rostos se colocaram a milímetros de distancia... E como na noite do baile tanto Edward quanto Isabella se sentiram atingidos pela proximidade... O rapaz por impulso quase tocou seus lábios, se restringindo segundos antes... Que lábios delicados, convidativos pensava ele... O perfume arrebatador do rapaz acertou em cheio as narinas da moça e ela ofegou descaradamente. – Segunda. Terminou respirando profundamente em seguida no instante em que levantava Daniel... O pequeno se acomodou nos braços do rapaz buscando com a mãozinha um contato maior e como de costume agarrou a camisa do Cullen... Edward se retirou da sala a passos rápidos indo em direção ao quarto do pequenino... – Estou encrencado amigão... Muito encrencado! Dizia enquanto colocava o pequeno na cama.
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– Estou de volta! Disse uma loira sorridente entrando na sala de reuniões da Cullen’s despertando a atenção de todos... Tanya Denalli era uma das corretaras mais promissoras do local dentro do grupo feminino ali representado, possuía um fã clube de rapazes mais do que interessados e havia até um grupo de mulheres que trabalhavam na Cullen’s que a odiavam por sua postura exageradamente altiva... Mas o alvo da loira era Edward Cullen... Sim seu objetivo era ele, e desse alvo ela até hoje não desistira... Trabalhava na Cullen’s a mais de três anos e a pedido do próprio Carlisle ficara responsável pelo posto que a empresa mantinha dentro da Bolsa de Valores em Wall Street, mas com a contratação de Seth Clearwater suas funções passariam a ser realizadas a partir daquele dia na própria Cullen’s deixando a cargo de Clearwater a administração do posto dentro da Bolsa de Valores.
– Seja bem vinda de volta Tanya! Disse Emmett sorrindo para o irmão... Edward sabia que sua paz havia acabado... Isabella analisava a moça em detalhes e a mesma o fazia com relação a ela.
– Sentiu minha falta querido? Perguntou Tanya dando um beijo na bochecha de Edward constrangendo o rapaz.
– Como vai Tanya? Perguntou se afastando ao passo que passava a mão no cabelo demonstrando estar constrangido.
– Agora estou ótima! Afirmou. – Temos gente nova na equipe? Perguntou voltando seu olhar para Isabella.
– Isabella essa é Tanya Denalli... Tanya, Isabella Swan! Apresentou Jasper.
– Eu sei de quem se trata... Só não sabia que ela estava trabalhando aqui... Na verdade achei que não trabalhasse... Disse a ultima parte com certo deboche... Naquele instante a Swan teve a nítida certeza de que não se daria bem com a moça e também não gostara nenhum pouco de sua aproximação com o Cullen e embora percebesse que o rapaz se mostrava constrangido com sua presença via em seus olhos, ou melhor, imaginava ver em seus olhos o olhar de cobiça no corpo da mulher ao seu lado e aquilo não lhe agradou... Ora Isabella o que você tem com isso? Se perguntou voltando a sua atenção para os papeis em suas mãos.
– Não se engane Denalli a moça é boa no jogo! Afirmou Erik York outro corretor da Cullen’s e Isabella levantando o olhar em direção ao oriental abaixou em seguida demonstrando interesse nos papeis...
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– Isabella? Soltou a voz do outro lado da linha deixando a Swan perturbada ao atender o celular.
– Mamãe? Devolveu intrigada, falando baixinho, insegura.
– Oi bebê... Como vai? Perguntou suave.
– Tudo bem! Disse adotando uma postura fria e em seguida se rendeu a tristeza e decepção mais uma vez.
– Estamos bem... Seu pai pediu que não dissesse onde estamos, algo relacionado à impressa ficar no pé dele... Sabe que sempre odiou exposição... Explicava já mais descontraída... Renée ainda não entendia a dimensão das coisas... E Isabella revirou os olhos em constatação. – Não que você vá contar a alguém querida, mas sabe como seu pai é... Estou sentindo sua falta... Comprei um vestido que é a sua cara... Afirmou animada e a garota respirou fundo.
– Mamãe estou um pouco ocupada no momento. Afirmou e a senhora do outro lado da linha ficou muda.
– Ele anda meio entristecido por sua ausência... Eu percebo, ele insiste em dizer que não, mas eu percebo... Já falei para voltarmos, mas ele diz que ainda é cedo... Explicava e aquilo deu nos nervos da moça que suspirando alto fechou os olhos com força.
– Eu definitivamente preciso desligar... Soltou se controlando em seguida. – Se cuidem vocês dois... Eu... Amo vocês! Afirmou se vendo obrigada a verbalizar o sentimento que mesmo sendo algo que não queria sentia e talvez nunca mudasse... Pais são pais eternamente! Pensou ao se despedir da mãe... Levantou os olhos encontrando Edward parado ali a observando... Isabella sabia que ele tinha percebido de quem se tratava. – Ela permanece em um mundo paralelo... Meu pai insiste em dopa-la com compras e luxos! Afirmou derrotada.
– Talvez seja melhor... Disse dando um passo a frente no instante em que alisava a gravata azul marinho da Hermes entrando em sua sala. – Ela talvez não tenha a sua força para encarar a realidade... Falou.
– Eu e força são palavras que não combinam Edward! Afirmou ainda chateada... O Cullen iria retrucar quando um pequenino furacão adentrou a sala de Isabella puxando uma mochila de rodinhas de forma desajeitada.
– Cheguei pimeio... Cheguei! Dizia vitorioso trajando o uniforme da Trinity School e logo atrás vinha um Emmett fingindo cansaço. – Você é faquinho tio Emm... Muito faquinho! Afirmou com desdém e Emmett fingiu estar bravo... Daniel agora havia denominado todos a sua volta... Emmett e Jasper eram os tios, Alice a tia e Carlisle e Esme seus avós... Coisa que fez a matriarca Cullen quase chorar em um fim de tarde nos jardins de sua casa... Isabella olhava extasiada a alegria do pequeno... Os únicos que ainda eram chamados pelos nomes eram Edward e Isabella... Na cabecinha de Daniel ambos haviam se tornado em questão de segundos as pessoas mais importantes de sua vida... No instante em que seus olhos acinzentados chocaram-se com os olhos do rapaz e depois da moça ele sabia... Sabia em sua sabedoria infantil, mas muito sensitiva, que o rapaz e a moça seriam mais do que simples conhecidos, mais do que amigos... Mas expressar em um nome... Isso o pequenino ainda não sabia fazer, ou se sentia amedrontado em fazê-lo...
– Essa correria toda não combina com o lugar não acham? Perguntou Edward tentando impor respeito.
– Os corredores estão praticamente vazios por conta do horário... E isso me lembra que preciso encontrar minha ursinha... Vou aproveitar a calmaria de hoje e...
– Ursinha? Soltou Isabella com as sobrancelhas arqueadas olhando do amigo para Edward e Emmett percebeu que falara demais.
– Bem... Disse limpando a garganta em seguida. – Eu vou indo... Até projeto de gente! Disse dando um tapa sem força na cabeça de Daniel.
– Tchau tio faquinho! Disse o garoto ainda dando uma de vitorioso.
– Bom carinha... Você vai me esperar na minha sala ok? A reunião não vai ser demorada... Depois dela vamos embora... Disse para o pequeno e se voltando à moça. – Me desculpe eu preciso atender esse investidor e...
– Na verdade tenho uma ideia melhor... Eu e Daniel vamos para sua casa de taxi... Dizia e Edward arqueou as sobrancelhas em repreensão. – Ok... Vamos pra casa e você fica tranquilo para atender esse investidor. Concluiu e o pequenino sorriu com a ideia.
– Pode levar o meu carro... Depois eu pego um taxi... Afirmou já concordando com a ideia deles irem antes.
– Não... Acho o taxi mais pratico, não sou muito fã de dirigir! Declarou, mas na verdade pegar o carro dele era abuso demais pensava ela ao mesmo tempo que pensava que talvez não existisse investidor nenhum e o Cullen iria se aproveitar da volta da Denalli e... Não Isabella e o menino? Ele não iria fazer essas coisas com o garoto por perto... Sua mente entrava em conflito...
– Se acha... Vou para a reunião então... Daniel já sabe... Comporte-se...
– Eu sou um cavaleio! Disse o garoto sério e Isabella riu se contendo em seguida.
– Vamos então cavalheiro! Afirmou se levantando da cadeira com a bolsa em mãos... Despediram-se e Edward os viu sair pelo corredor... Ambos de costas de mãos dadas... A moça, com uma saia envelope Yves Saint Laurent preta acompanhada de uma camisa de seda branca com botões de madrepérola Chanel e fechando o look um peep toe Manolo Blahnik preto envernizado sem esquecer da bolsa quadrada em couro mole da Prada que carregava no antebraço, a visão só deixava ainda mais evidente suas curvas e segredos fazendo o Cullen delirar com a mesma a sua frente expondo aquele rebolado discretamente sexy...
– Deus tem piedade de mim! Disse baixo passando a mão no rosto ao caminhar em direção à sala de reuniões onde o tal investidor o aguardava.
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– Dani você nunca viu nenhuma... Amiga do Edward? Perguntou assim que chegaram em casa e o garoto levantou os olhos fitando-a sem entender a pergunta. – Uma quase namorada talvez? Perguntou envergonhada... Não era possível, pensava a moça, que tudo aquilo de homem cheiroso e charmoso não tinha ninguém... Se ele tivesse um pouquinho que fosse do irmão ou até mesmo da irmã era para Isabella impossível que ele estivesse sozinho, que não desse suas escapadelas... Tanya Denalli já deveria ter passado por sua cama... Aqueles pensamentos incomodavam a moça ainda mais a ultima parte...
– Não... Disse o pequeno pensativo. – O que é uma quase namoiada? Perguntou e a moça se viu embaraçada.
– Alguém que pode vir a ser uma namorada... Quando começamos a conhecer alguém, alguém que gostamos e ficamos interessados... Essa pessoa passa a ser seu quase namorado ou namorada até que se torne realmente um namorado, namorada ou não... Entendeu? Perguntou depois de tirar os sapatos dos pés.
– Edwad não tem uma quase namoiada! Afirmou e a informação não ajudou Isabella em nada... Provavelmente o Cullen estivesse dando suas escapadas escondido do garoto.
– O que acha de retirar esse uniforme e tomar um banho? Perguntou Isabella e no instante seguinte pensou estar entrando num espaço que pertencia somente a Edward. – Bem é melhor você esperar por Edward não é? Questionou ao final.
– Ele dá banho em eu... Você sabe da banho em eu? Perguntou e Isabella teve vontade de morde-lo todo olhando para aquela boquinha vermelha harmonizada por aqueles olhos vivos acinzentados.
– Uhm... Eu nunca dei banho em ninguém querido, mas posso tentar te ajudar o que acha? Perguntou puxando a camisa de dentro da saia e ficando mais a vontade... O pequeno sorriu assentindo... Então Isabella o acompanhou até seu quarto e o ajudou a se despir... De forma um pouco mais ajeitada se comparada ao Cullen Isabella auxiliou o garoto em seu banho se molhando um pouco no processo.
– Você sabe da banho em eu sim. Afirmou Daniel satisfeito. – O Edwad não sabia... Mas agoia tá apendendo... Mas você sabe mais... Explicava fazendo Isabella sorrir satisfeita.
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– Bah como faz mesmo aquele risoto com salmão? Perguntava Isabella ao telefone com Mercedes... Daniel estava na sala de TV todo esparramado no sofá... A velha senhora explicou detalhadamente a Swan o modo de preparo e a moça anotava os ingredientes necessários para depois pedir os mesmos por telefone... Assim que desligou percebeu uma movimentação diferente vinda da sala de estar... Edward logo apareceu na porta com os olhos arregalados deixando Isabella confusa.
– É... Oi... Disse e Isabella se voltou totalmente para ele.
– Oi! Devolveu intrigada... Logo apareceu ao lado de Edward uma moça morena de óculos de grau com uma pasta em mãos... Edward disse um desculpe muda deixando a Swan desperta.
– Onde está Daniel? Questionou o Cullen.
– Na sala de TV! Declarou Isabella.
– Essa é a assistente social Angela Weber. Apresentou Edward. – Essa é Isabella Swan... Soltou o Cullen.
– Muito prazer. Declarou Angela. – Você é? Questionou... A moça a sua frente não poderia ser uma empregada pensou Angela tendo em vista que os trajes que usava nunca seriam de uma empregada... Isabella após ajudar Daniel com o banho pôs-se a fazer o jantar antes de tomar seu próprio banho por esse motivo ainda trajava as roupas com as quais passara o dia no trabalho, contudo estava descalça. – O senhor não me disse que outra pessoa morava aqui... Senhor Cullen! Soltou com um que de reprovação pela falta de informação... Aquela visita era importante e de surpresa como o habitual... Antes daquele uma outra visita havia acontecido e fora tranquila... Angela Weber era uma moça séria e com ela enrolação não funcionava... Ter uma mulher dentro da casa de um homem solteiro que estava pleiteando adotar uma criança não era visto com bons olhos pela moça se a mulher em questão não fosse sua mãe ou irmã, mas dizer que era uma amiga que passava uma temporada em sua casa poderia resolver a questão... Mas a Swan achando que sua presença poderia atrapalhar o processo de adoção de Daniel se viu tensa, preocupada, quase em desespero e pensando rápido...
– Amor você não falou de mim para a assistente social? Questionou fazendo Edward abrir a boca em surpresa por sua atitude...
Spoiler -
– Você encha a banheira com água natural... Disse apontando para Isabella. — E você vá buscar as coisas que pedi... Disse Mercedes apontando para Edward minutos depois de entrar no apartamento do Cullen. – Vamos, vamos... Declarou e tanto Edward quando Isabella se mexeram feito baratas tontas...
– Tá coçando muito! Resmungou Daniel, sua voz sendo abafada pelo pescoço de Isabella que o mantinha no colo.
– Mas Bah... Água natural? Está frio coitadinho... Soltou com o pequeno incomodado pela coceira e febre que o atingia.
– Me chamou não me chamou? Agora faça o que estou dizendo! Declarou e o Cullen arregalando os olhos foi em direção à porta de saída...
Notas finais
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Então... É isso... Bjos e até terça com mais Wall Street!
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