Wall Street: Amor X Poder
13 Topo Histórico
Notas iniciais
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Alertando que tudo que aparecer sublinhado significa que é verídico, que existe e pode ser pesquisado se você leitor assim preferir.
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Vamos a mais um capítulo...
Topo Histórico – Termo usado para denominar a maior cotação de um ativo em todo seu histórico dentro do mercado financeiro.
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– Música sugerida (Don’t know why – Norah Jones) -
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O momento havia chegado... Anos a espera de saber como seria, que gosto teriam aqueles lábios tão perfeitamente delineados, delicados, convidativos... Naquele instante Edward se viu diante do tão sonhado momento... Finalmente se aproximaram e sem pressa, aproveitando o inicio de cada sensação, o sentimento em cada toque... Os lábios iniciaram juntos a tão famosa dança, uma coreografia intima e pessoal... Isabella deu passagem à língua de Edward que buscando a sua formou uma só... As grandes mãos alisavam, conhecendo, descobrindo caminhos, curvas delicadas... Os delicados dedos da moça tateavam o tórax definido, os ombros largos... O beijo se tornando mais a mais intenso, passando para afoito em segundos, era palpável a necessidade de ambos e só agora Isabella percebia que não era apenas atração ou uma confusão mental entre gratidão e sentimento... Era desejo, anseio por mais... Aquele homem a fascinava, instigava e despertava sentimentos novos... Ok... Ela ainda estava confusa... O que ele sentia, o que ela realmente sentia, o que se passava na cabeça de Edward naquele momento? O ar faltou a ambos e o Cullen não querendo perder o contato... Distribuiu beijos no perfumado pescoço, mandíbula... Sem deixar as mãos fazerem sua expedição mais do que ansiada...
– Ser sedutoramente gostoso é um de seus segredos? Perguntou a moça com o rosto quase enterrado no ombro do rapaz... Edward sorriu efusivamente para aquelas palavras fazendo um engraçado barulho.
– Eu acho que a palavra gostoso cabe mais a você e por isso deve ser usada no feminino... Porque céus... Como consegue ter lábios tão doces e curvas tão gostosas? Questionava brincalhão ao passar as mãos pela lateral do corpo da moça deixando Isabella em um misto de sem graça e lisonjeada.
– Eu não retiro o que eu disse, você é gostoso e ponto! Afirmou e Edward de forma um pouco mais intensa alisou a região da cintura de Isabella despertando cócegas nela que tentando contra atacar levou a ambos para o felpudo tapete que descansava no chão. – Ah! Soltou uma oitava acima no momento em que seus quadris se chocaram com o solo.
– Machucou? Perguntou o preocupado Cullen recebendo um sorriso como resposta da moça levando-o a rir e logo tudo se tornou uma grande brincadeira... As risadas passaram a sorrisos e os sorrisos passaram a um constrangimento bem vindo... Edward mesmo receoso se aproximou um pouco mais quase deitando em cima de Isabella retomando o beijo mais do que agradável... Carinho de um lado, avanços do outro... Tapinhas de divertida reprimenda da parte dela... Sim a Swan se fazia de difícil e no mesmo instante avançava em direção ao gostoso a sua frente segundo sua concepção... E ali permaneceram, se conhecendo, se encantando... As almofadas trazidas para o tapete, a manta que cobria o sofá sendo usada por eles nesse momento... Edward alisava os delicados traços do rosto da moça que há tempos povoava seus sonhos, deslumbrado pela oportunidade tão sonhada se tornar realidade... Isabella permanecia em um carinho discreto no tórax do rapaz... – Eu quis tanto isso. Soltou despreocupado.
– Se eu soubesse... Se tivesse realmente te conhecido antes... Você era sempre tão distante, sério demais...
– Tímido... Esse sou eu...
– Bobo... Declarou fazendo Edward franzir a testa. – Sim bobo, me fez perder tempo, não me permitiu te enxergar...
– É complicado... A linda Isabella Swan não daria bola para um tímido corretor como eu...
– Edward... Você é tão absurdo... Não se dá conta da beleza física que possui não é mesmo? Não sabe que apenas uma piscada sua desperta suspiros e mais suspiros sem mencionar as outras qualidades e não são apenas os olhares femininos que são despertados... Ou acha que Bob Ocean suspira atoa? Dizia fazendo um lindo biquinho ao final.
– Bob Ocean do setor de contabilidade da corretora? Perguntou duvidoso e Isabella assentiu revirando os olhos.
– Céus vai me dizer que não sabe que ele é gay? Perguntou deixando Edward assustado. – Definitivamente você tem problemas e não se resume apenas a timidez. Soltou sem deixar o contato de sua mão com o tórax do rapaz se perder.
– Mas ele... Nossa... Ele é discreto e...
– E você é cego! Afirmou buscando os lábios dele que a atendeu prontamente... Aquela dinâmica agradava a moça, a proximidade era mais do que confortável para ambos, como se aquilo fosse rotina em suas vidas e o Cullen se via maravilhado com a naturalidade instalada naquele momento... A conversa foi se tornando sonolenta... Sim conversa... Edward sendo um cavalheiro não forçou mais do que o momento permitia e ali acomodados um no outro, juntinhos, adormeceram mesmo no chão em cima do felpudo tapete tendo na lua, que refletia nos grandes vitrais da sala, a testemunha mais do que romântica daquele inicio de intimidade conquistada...
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Os olhinhos assustados observavam o quarto desconhecido na alta hora da madrugada, acordar naquele horário era algo que vira e mexe acontecia, olhar ao redor e ter a certeza de onde estava sempre o acalmava... De tempos pra cá a confiança de que onde morava, com quem estava, era sinônimo de paz, segurança, acolhimento, cuidado que se tornara natural, coisa esta que não se encontrava aflorada nesse momento... A vontade de chorar veio forte fazendo o pequenino, agora sentado na cama, respirar fundo.
– Papai... Disse num volume normal, mas carregado de angustia. – Mamãe Bella... Verbalizou pela primeira vez algo que há dias seu coraçãozinho gritava, mas a sabedoria infantil, característica exacerbada em Daniel, ainda não o tinha permitido chamar Isabella assim... Não ouviu resposta e tão pouco movimentação próxima a ele... Descendo com dificuldade da alta cama pôs-se a sair daquele cômodo em busca de seus, novos, queridos e seguros pais... O andar de cima estava silencioso, apenas Daniel estava ali... Corajosamente o garoto resolveu descer a escada... A essa altura as lagrimas já banhavam seu rosto, contudo o choro era silencioso... A luz âmbar da luminária na sala serviu de guia ao assustado pequenino que chegando no ambiente requintadamente mobiliado vislumbrou no centro da sala as pessoas que tanto procurava, dormindo... Um alivio preencheu seu coração... O sono ainda presente teve permissão de se pronunciar... Daniel sem cerimonia alguma se aconchegou no corpo de Isabella... A moça logo sentiu a atmosfera mudar e abrindo os olhos viu os cabelinhos revoltos de seu fofinho... Confusa percebeu onde estava e o braço que carinhosamente a mantinha grudada àquele corpo masculino não lhe passaram despercebido... Daniel virando-se encontrando seus olhos...
– Oi meu amor! Disse baixinho tirando de Edward um suspiro.
– Eu tava cum medo... Num achei vocês... Disse o pequenino e Isabella prontamente entendeu sua colocação.
– Desculpe-nos ok? Pediu a moça passando os dedos pelo rosto do garoto e percebendo ali um resto de umidade por conta do choro, aconchegando-o ao seu corpo resolveu voltar a dormir sem se preocupar com mais nada.
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Os dias em Hamptons foram do acanhamento a naturalidade, da intimidade crescente a momentos introspectivos de dois jovens se descobrindo em meio aos sentimentos que agora não conseguiam mais esconder... A presença de Daniel facilidade e atrapalhava, colaborava e ao mesmo tempo causava o distanciamento natural entre um casal que tem em sua rotina a presença de uma criança...
– Ei? Espera... O mar não vai fugir sabia? Dizia Isabella ao limpar o rosto do pequenino a sua frente após o café da manhã.
– Ele vai sim... Tem peininhas! Disse o menino sorrindo na tentativa bem sucedida de causar graça e a moça sorriu sem querer.
– Engraçadinho! Devolveu bagunçando seu cabelo com a mão... Após o almoço o sono se abatei nos pequeninos e inquietos olhinhos de Daniel. – Acho que devemos voltar... Disse Isabella fitando seu garotinho dormindo no sofá ao receber os braços do Cullen em sua cintura acrescidos de beijos em seu pescoço.
– Não está feliz aqui? Perguntou.
– É claro que estou! Como não estaria? A questão é que o motivo que nos trouxe aqui não é nobre... A minha falta de coragem de enfrentar as coisas não deve atrapalhar os seus negócios nem as aulas de Dani... Ele está ainda se adaptando e retira-lo daquele ambiente não é certo e muito menos justo. Dizia se virando em direção ao corpo másculo que a acolhia beijando o rapaz em seguida... O namoro ainda não oficial, mesmo sendo notório, era algo novo para ambos e aos poucos os vínculos iam se fortalecendo.
– Ok... Se é assim que pensa... Vamos voltar! Disse o rapaz ainda grudado aos lábios que o viciavam a cada dia.
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– Feliz a hora em que efetivamos o projeto da Bella em nosso portifólio... O crescimento de investidores para essa proposta tem sido absurdo... Sem contar na matéria dedicada a esse mercado que o The Wall Street Journal publicou... Dizia Jasper animado com os gráficos do ultimo trimestre a sua frente que comprovavam o crescimento de investidores da Cullen’s que aderiram a ideia de lucros a longo prazo com a certeza de sucesso que o projeto de Isabella proporcionava... A Cullen’s naquele momento no cenário financeiro se colocava no topo das mais cotadas entre os empresários e investidores do ramo... Sem deixar de frisar a mudança quase que instantânea no mercado financeiro favorecendo as empresas que a Swan oferecia como forma segura de lucratividade trazendo ao cenário uma estabilidade totalmente bem vinda...
– Minha garota é muito boa! Disse Edward com o sorriso escancarado.
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– Senhorita Swan a escola de Daniel está na linha buscando falar com o senhor Cullen, mas como o mesmo não se encontra aqui na corretora... Dizia Lucy uma das recepcionistas da corretora.
– Pode passar pra mim Lucy! Afirmou a Swan cortando a moça e recebendo em seguida a noticia de que Daniel se acidentara no intervalo brincando com outras crianças, o coração da moça acelerou de imediato tamanha a angustia que ali se instalou ao ouvir que ainda por conta do acidente levaram o garoto para o hospital... Mais do que depressa Isabella tentou localizar Edward e o mesmo encontrava-se incomunicável no momento, decidiu ela ir sozinha até o hospital indicado...
Ao passar pela recepção do hospital Isabella, depois de se identificar, foi encaminhada para enfermaria e se aproximando dali começou a ouvir gritos misturados a choro e qual não foi o choque ao descobrir que os gritos eram de seu fofinho... Isabella entrando no reservado em que ele se encontrava presenciou dois enfermeiros tentando conter o garoto que apresentava um corte na testa parcialmente limpo.
– Dani... Soltou sufocada e o pequeno ao ouvir sua voz buscou de onde vinha o som... Os olhinhos repletos de lagrimas causaram um efeito devastador na moça que se aproximando ainda mais passou entre os enfermeiros...
– Ma... Mamãe Bella! Disse ainda chorando e agora levantando os bracinhos em direção a Swan que ao ouvir tais palavras encontrou-se na linha tênue do emocionada ao chocada diante da cena... Sem importar-se com nada agarrou o pequeno em seus braços.
– Estou aqui meu amor... Estou aqui... Dizia tentando acalma-lo.
– A senhora é a mãe? Questionou o médico que atendia Daniel e sem receio...
– Sim... Sou eu! Afirmou convicta... O médico solicitou que ajudasse a acalmar o pequeno e depois de alguns minutos a sutura foi feita e Daniel levou três pontos no lado direito de sua testa... Ainda choroso o garoto passou por uma tomografia e ao final do exame... Edward, sendo informado por Isabella que conseguiu contata-lo um tempo depois, chegou ao hospital descobrindo ao final que tudo fora apenas um grande susto que deixaria uma minuscula marca no futuro... O final daquele dia foi regado a cuidados e carinhos recebidos por Daniel de seus pais.
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– Fique com o papai um pouquinho enquanto eu faço um leite pra você tomar meu amor. Disse Isabella e Daniel ao invés de solta-la se agarrou ainda mais em seu pescoço.
– Num pecisa de leite... Eu só queio colinho mamãe! Falou ainda choroso dando a Edward a constatação de que seu garoto agora também havia adotado em definitivo a Swan em sua vida.
– O papai faz o leite, pode ser? Perguntou passando a mão na cabeça do garoto... Os dias a seguir foram de ainda mais intimidade entre aqueles três que a cada instante deixavam claro um para o outro que o sentimento crescente entre eles era sólido e verdadeiro.
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No interior de uma bela casa em Avignon, cidade ao sul da França, o homem prestava atenção ao que lia no Ipad em sua mão, o qual mostrava a capa do The Wall Street Journal trazendo uma matéria interessante...
A Cullen’s está no topo se destacando das demais corretoras por seu empreendorismo enxuto e arrojado trazendo ao mercado uma visão mais segura.
Dizia a matéria despertando a curiosidade da velha raposa... Quem estaria injetando novas ideias aquela corretora? Perguntava-se... Mal sabia o homem que a responsável possuía o seu DNA... A matéria se encerrava dizendo que a Cullen’s era uma das indicadas ao premio Wall Street de melhor do ano e aquilo deixou o homem descontente para dizer o mínimo tendo em vista que aquele premio havia por muitas vezes lhe sido entregue.
– Querido o chá irá esfriar... Disse a esposa chamando a atenção do marido que contrariado ao ler tal noticia recusou-se a tomar o liquido oferecido preferindo ao invés disso caminhar pela campina que servia de paisagem para o casarão em que estavam hospedados dando visão para o rio Ródano.
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– Edward... Aqui... Não! Dizia Isabella em meio ao beijo roubado que recebia de um animado Cullen ao seu lado no escritório... O rapaz se via frustrado por estar a dias investindo pesado nos avanços em relação à intimidade recém criada sem obter grande sucesso.
– Baby... Assim não dá! Disse grudado ao pescoço da moça que o empurrava sem grandes esforço.
– Uhm... Eu sou sua baby então? Questionou brincalhona.
– Ah... Eu não vou aguentar essa tortura! Disse deixando transparecer o ar mimado em sua voz fazendo Isabella rir alto.
– Vamos lá deixe de manha... Mais tarde lhe darei mais carinho... Agora me deixe terminar esses balancetes... Disse encerrando o beijo que mal começara retirando de Edward um muxoxo em reprovação.
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– Qual é o problema? Questionava Alice no telefone com a amiga em relação à demora da moça em assumir o relacionamento com seu irmão... Alice via de forma nítida o interesse da amiga no irmão.
– Eu não quero confundir as coisas... Não quero errar entende? Tem o Dani e seu irmão tem sido um fofo sempre e...
– Você acha que não está apaixonada é isso? Soltou a Cullen.
– Eu não sei... Tenho medo de estar confundindo amor com gratidão, cumplicidade e companheirismo e acima de tudo tenho medo de confundir a cabecinha de meu pequenino sem falar que talvez Edward possa também estar confundindo as coisas...
– Ok! Disse Alice revirando os olhos. — Eu entendo, mas afirmo que está errada principalmente quanto aos sentimentos dele, Bella ele te enxerga percebe? Te enxerga como você é, pelo que você é e não pelo que representa ou já representou... Ah amiga... Só não deixa a sua insegurança se tornar uma barreira entre vocês... Aceita o que ele te oferece e seja feliz! Dizia e Isabella concordou, de forma insegura, que deveria também se dar aquela chance ... Depois da conversa Isabella ficou refletindo sobre o assunto, aproveitando a deixa resolveu ir ao encontro de seu chefe...
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– Não vejo problema em acrescentar essas ações ao montante... Dizia Edward atento à tela do computador sem se dar conta da insinuante postura de Tanya que de forma exagerada se curvava próxima ao rapaz dando a desculpa de estar compartilhando de sua atenção diante dos prognósticos de mercado.
– Que bom receber sua aprovação... Vou então integra-las ao resto! Dizia com voz doce passando a mão nos cabelos e o rapaz permanecia atento à tela... Isabella chegando à porta do escritório do Cullen presenciou a cena e sem mais demora reagiu.
– Espero não estar atrapalhando. Disse alto e Edward levantando os olhos a fitou com o principio de um sorriso nos lábios.
– Na verdade estamos no meio de uma reunião! Afirmou Tanya.
– É claro que não atrapalha! Deixou claro o Cullen olhando feio para Tanya, mas Isabella trazia na face o semblante sério demais.
– Que eu saiba reuniões são sempre feitas na sala de reuniões e não no escritório. Retrucou Isabella sem prestar atenção ao Cullen.
– Depende não é? No caso como eu e Edward já possuímos certa intimidade, os assuntos podem ser tratados de maneira informal e...
– E na verdade o assunto já se encerrou... Tanya, faça como combinamos e depois veremos o feedback disto! Afirmou também sério se levantando da cadeira e a Denalli sem graça percebeu que suas palavras não agradaram o rapaz.
– Certamente querido, eu farei isso! Afirmou pegando os papeis que trouxera e deixara em cima da mesa. – Precisando mais uma vez é só me chamar! Disse ao passar por Isabella que quase bufou de ódio... Edward se afastando da mesa foi em direção à moça.
– O que posso fazer por você baby? Disse já se apossando da cintura dela que em resposta se distanciou do rapaz.
– Por que chamou ela aqui? Não poderia ter chamado... Eu ou qualquer outro? Questionou contrariada.
– Eu não a chamei aqui... Tanya veio me mostrar uma companhia que tem apresentado bons resultados e gostaria de agregar as demais em que apostamos...
– Ela disse que você chamou. Soltou ainda irritada.
– E você prefere acreditar nela a mim? Questionou arqueando as sobrancelhas.
– Sujeitinha insuportável! Vociferou e Edward sorriu.
– Você está com ciúmes! Soltou ainda sorrindo.
– Ciúmes? Eu? Não se iluda Cullen! Devolveu.
– Está sim... Disse se aproximando mais uma vez. – Não precisa ter ciúmes baby... Eu sou todo seu... É você quem me rejeita! Disse fazendo um biquinho ao final e Isabella revirou os olhos sorrindo de volta.
– Ela é abusada Edward e não gosto da proximidade que ela insiste em ter com você! Afirmou espalmando as mãos no tórax definido do rapaz que buscando seus lábios foi correspondido.
– Lhe garanto que a presença dela é igual à de qualquer outro funcionário. Disse em meio ao beijo.
– Certo! Devolveu contrariada. – Vim só avisa-lo que vou buscar Daniel e depois irei para casa com ele já que mais tarde teremos o jantar na casa dos seus pais... Eu preciso arruma-lo e... Explicava sendo interrompida por outro beijo...
– Ok... Nos vemos em casa então. Disse aceitando e em seguida se despediram.
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– Eu num queio esse tênis mamãe... Apeita! Disse Daniel sentado em sua cama enquanto Isabella terminava de arruma-lo... Após a reclamação Isabella notou que o calçado estava pequeno para os pés de seu garoto.
– Uhm você está crescendo meu amor! Disse feliz com a constatação verdadeira e acrescida do fato de que sua saúde e desenvolvimento estavam sendo notórios... Pegando outro calçado terminou de arruma-lo. – Agora desenho ok? Disse beijando a testa dele. – Quando seu pai chegar vamos jantar na vovó! Afirmou.
– Eba... Hoje tem bincadeia com tio Emm! Dizia pulando ao sair do quarto arrancando risos de Isabella.
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As mãos insistentes alisavam os quadris curvilíneos da moça e a mesma não conseguia se manter ausente diante das sensações que vinham junto com as caricias... O corredor que levava aos quartos já havia se tornado testemunha constante daquelas cenas.
– Edward... Daniel... Dizia ao receber beijos e mordiscadas em seu pescoço.
– Ele já está dormindo... Por favor, seja boazinha comigo... Dizia baixinho e Isabella o empurrou... O rapaz soltou um suspiro frustrado.
– Eu... Desculpa... Eu quero de verdade... Você é um lindo e... Tentava se explicar e ao perceber que as reações do rapaz diante das explicações não eram favoráveis se via ainda mais confusa.
– Ok! Declarou se distanciando, mas diferente das outras vezes seu semblante demonstrava resignação misturada a tristeza... O Cullen estava começando a achar que a moça não o queria de verdade, que não o desejava... Que em Hamptons apenas se deixara levar e que agora estava arrependida tendo em vista que até agora não o tinha permitido oficializar o relacionamento, assim como não permitia que os beijos e abraços passassem para algo mais sério e naquele momento se deu conta de que o melhor seria deixa-la em paz...
– Edward...
– Tudo bem... Eu entendo! Disse dando mais um passo atrás e a moça percebeu que estava deixando-o chateado e desapontado.
– Não... Não está tudo bem... Disse pesarosa. – Edward... Eu sei que você deve estar pensando que no fundo eu não estou interessada, mas a verdade é que não quero que as coisas aconteçam aos atropelos... Existe uma criança aqui no meio e... E eu... Daniel merece o melhor de nós... Por favor, não veja a minha resistência como uma recusa, rejeição... Não é isso... Nos dê um tempo... Eu não quero magoar você, eu quero construir com você algo sólido, porque confio em você, acho que podemos juntos nos tornarmos a família que ele merece... Explicava se aproximando dele e enlaçando seu pescoço ao passo que buscava seus olhos... Isabella buscava ganhar tempo para ter certeza do que sentia, ela estava demorando em se decidir? Talvez, mas o medo de cometer um erro, se precipitar, falava mais alto toda vez que se via em situações como aquela.. No fundo a moça ainda se via traumatizada e não queria passar por problemas semelhantes ao que vivera e menos ainda queria fazer Edward e Daniel sofrer... – Sim... Eu estou dizendo que quero você e ele... Se você me quiser, se permitir que eu faça parte dessa família que você resolveu criar com ele...
– É claro que quero, é o que mais quero... E quanto a você escolher ou não fazer parte da vida de Daniel, bem acho que já está mais do que clara qual é a sua escolha e principalmente a dele... E eu vejo isso como algo completamente positivo e bem vindo...
– Que bom, porque eu... Eu o amo... E é engraçado como isso se tornou parte de mim, ele entrou se apossando de tudo por aqui... Dizia apontando para o seu coração.— E eu quero que aqui... Declarava ainda apontando seu coração. – Se solidifique também o nosso relacionamento... Entende? Entende que não quero viver só o momento, entende que quero algo permanente? Olha eu não quero te assustar... Mas naquele dia em que você me trouxe pra cá você deu inicio a isso e agora precisa entender que caminhar a passos lentos é o certo quando se tem uma pessoa problemática como eu e uma criança no meio de tudo ... Não me pergunte por que ou como eu sei esse lance de saber cuidar dele... Na verdade eu não deveria saber, não fui instruída para saber isso... A instrução que recebi em nada me preparou para ser... Ser... Mãe... É mãe, é como eu me sinto... É o que meu coração grita... Dizia ruborizada por admitir.
– Ok mamãe... Eu já entendi... O pequeno ganhou você primeiro e eu preciso esperar que a minha vez chegue...
– Edward... Disse reprovando-o e ele riu.
– Brincadeira... Eu sei que a mãe do meu garoto é apaixonada por ele e fico feliz em saber que ela se preocupa com ele a esse ponto... Está bem, vamos com calma... Eu só peço... Se for possível... Não demore muito ok? É que... Bem... Estou sofrendo entende? Disse abraçando-a mais intensamente e Isabella percebendo o grau de excitação do rapaz entendeu a mensagem beijando-o em seguida... A mente de ambos refletia a respeito daquela conversa, do que os dois teriam dito, os sentimento de Isabella eram mais do que seguros com relação a Daniel e isso ficara claro para Edward e aquilo lhe trazia um medo de constatar que no fundo por ele a moça nunca sentiria algo semelhante ou próximo do que ele sentia por ela... No fundo garota estava realmente empenhada em fazer as coisas da melhor forma possível e assim solidificar a família que ambos estavam formando, é fato que os sentimentos da moça com relação ao Cullen ainda eram prematuros e isso a deixava insegura e não a permitia ceder a ele tendo o medo de se precipitar como desculpa.
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Na saída do Trump Tower, onde acabavam de comprar na loja da Nike um novo calçado ao pequenino que crescia a olhos vistos, Edward e Bella se depararam com James Volture acompanhado de John Jenks e aquilo deixou a moça desconcertada e intrigada.
– Isabella. Soltou o rapaz com um sorriso nos lábios e o Cullen se viu enciumado com sua presença. – Cullen. Declarou e em seguida olhou para o pequeno de mãos dados com Edward.
– Doutor Jenks. Disse Isabella e o homem se mostrou desconfortável aumentando ainda mais suas desconfianças da moça tendo em vista que o advogado trabalhava para seu pai a mais de dez anos... Ok... John Jenks não deveria ter apenas o Swan de cliente pensava Isabella, mas o que diabos James estaria fazendo com ele a tira colo sendo que era filho de Aro Volture que bem ou mal também era um conhecido advogado.
– Senhorita Swan... Que... Que prazer revê-la! Disse disfarçando.
– Acredito que ainda precisamos conversar não é? Sei que cometi um grave erro, mas veja princesa... Errar é humano não é mesmo? Disse o Volture estampando um sorriso sacana fazendo Edward se contorcer no lugar.
– O carro nos espera. Declarou Edward assim que avistou seu carro e incomodado começou a guiar Daniel para o veiculo.
– Até logo doutor Jenks! Disse Isabella sem ao menos dar confiança a James... Ao entrar no carro a moça percebeu a feição de desagrado de Edward.
– Se quiser conversar com ele sem pressa não se prenda por nós. Disse firme e Isabella lhe fitando...
– Eu não tenho nada a falar com ele e vamos logo para não atrasar o jantar de Daniel! Declarou, mas para Edward aquilo não foi visto como uma escolha segura da parte da moça e sim como um momento de insegurança aliado ao fato de que a presença do ex-namorado mexia com a moça e por esse motivo Edward resolveu não se pronunciar mais e se manter distante...
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O tempo passa e a decoração em tons prata e dourado enobrecendo o ambiente já tão requintado do anfiteatro do New York Sotck Exchange trazia a todos o Premio Wall Street, a noite de gala anual que há anos ocorria tinha como intuito premiar as corretoras que se destacavam durante o ano e a Cullen’s estava sendo a melhor aposta da vez, o burburinho no saguão e a movimentação de carros luxuosos na entrada da casa evidenciavam a ansiedade de todos em saber quem seria a principal homenageada da noite... Os Cullen estavam em peso para a ocasião e Isabella aparecia no cenário com um Valentino preto e longo com detalhes em renda espanhola que empregavam um tom ainda mais sexy as curvas da morena deixando o rapaz em seu smoking Gucci ainda mais encantado por ter o prazer de conduzi-la pelo tapete vermelho até o anfiteatro... O que não passou despercebido foi um pequenino que igual ao pai também vestia um mini smoking exclusivo para aquela noite, obra de sua tia Alice que fez questão de vestir o sobrinho...
– Você está linda baby! Fez questão de frisar o Cullen próximo ao ouvido da moça, que sorriu em resposta, assim que passaram pelas portas principais daquela casa... O distanciamento que vira e mexe se colocava entre ambos depois daquele fim de tarde na saída do Trump Tower era hora ou outra desfeito por momentos como aquele em que Edward fazia questão dizer o quanto a admirava e ela também sempre que possível fazia o mesmo... Sim estava caminhando a passos mais do que lentos esses dois...
– Achei injusto não traze-lo... Disse Isabella ao cumprimentar Esme comentando sobre a presença de Daniel no evento, sim aquele não era o local adequado para uma criança, já que muito possivelmente ele iria se entediar com facilidade, mas em contra partida ver o garotinho todo comportado era com certeza uma deliciosa e encantadora visão e todos sem exceção reparavam no pequeno sentado ao lado de Emmett... Logo o evento iniciou... Após as premiações secundarias serem anunciadas e devidamente entregues chegava à vez da grande premiação da noite, a mais esperada e todos os concorrentes aguardavam ansiosos pelo desfecho... O anfitrião do evento chamou a personalidade que anunciaria e entregaria o premio principal e a mesma vindo ao palco descreveu os indicados e em seguida...
– O premio vai para Cullen’s Corporation por seu empreendorismo modificando a visão global do mercado financeiro no ultimo ano! Dizia a atriz Kristen Stewart chamada especialmente para entregar o premio mais esperado da noite... Todos os Cullen e agregados, bem como amigos e funcionários da corretora se mostraram eufóricos com a noticia, tirando Tanya que se via desconfortável ao ver que o premio fazia referencia ao projeto criado por Isabella Swan.
– Eu quero agradecer a esta casa e seus incentivadores pelo reconhecimento a árdua insistência e dedicação da pessoa responsável pela concepção dessa mudança... Isabella Swan, este premio é seu! Afirmou e sem mais nada dizer desceu do palco indo de encontro à moça que emocionada recebeu o premio das mãos do Cullen... Isabella sem perder tempo beijou o namorado tirando suspiros de alguns e recriminação de outros... O descontentamento de Tanya foi mais do que notório causando em Emmett uma contida crise de risos que era repreendida por Rosalie ao seu lado... A Denalli estava revoltada, se sentia preterida e injustiçada, definitivamente a moça achava que estava no páreo, pensava ter chances em ainda conquistar Edward e ao ver o mesmo dedicando um importante premio a Swan sua ira se acendeu sobremaneira...
– É um pesente lindão! Disse o pequeno ao lado da mãe observando a pequena arte que Isabella carregava nas mãos. – Paiabens mamãe! Disse Daniel deixando Isabella ainda mais emocionada e não só ela se via assim, Alice e Esme se debulharam em lagrimas e o motivo tinha mais a ver com a cena da família agora formada a sua frente adicionado a forma como aquela linda família se relacionava.
– Obrigado gatinho! Disse Isabella se abaixando e dando um beijo na testa de seu garotinho.
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– Onde você vai deixa-lo? Perguntou Isabella admirando a peça que representava o grande premio que descansava em cima da mesa de jantar no duplex do Cullen que retornava naquele instante do quarto de seu garotinho.
– Bem o premio é literalmente seu por merecimento então... Quem deve dizer onde coloca-lo é você! Afirmou Edward passando os braços em volta da cintura da moça e descansando seu queixo no ombro da mesma.
– O premio é da Cullen’s e eu já me dou por satisfeita em participar disso como mais uma funcionaria satisfeita com os resultados que estamos presenciando... Mas se quer minha opinião... Acho que o lugar mais adequado para esta peça é em um local de destaque dentro da Cullen’s para que todos os funcionários se lembrem do quanto estamos sendo bem sucedidos e todos os clientes possam constatar o quanto estamos sendo bem vistos no mercado. Disse e em seguida se virou para o rapaz beijando-o na sequencia... Desde o momento em que Edward citou o nome de Isabella com total devoção na premiação se intensificou na moça a certeza de que aquele homem a amava pelo que era, a admirava por ter sido insistente, perseverante... A amava não porque ela era uma pessoa conhecida, filha de alguém influente... Isabella constava que era amada por Edward Cullen pelo que era de verdade e isso a deixava tão segura de suas decisão que sem mais esperar resolveu fazer algo que há tempos seu coração, corpo e alma pediam... Entregar-se ao homem a sua frente... O beijo suave deixava a moça leve e homem ainda mais elétrico... Pequenas mãos no tórax arranhando de forma delicada... Grandes mãos na cintura alisando e provocando... Os finos dedos indo de encontro ao cós da calça do rapaz... Mãos masculinas subindo em direção aos perfeitos montes... A proximidade dos corpos não deixava duvidas do tamanho da ansiedade e calor que ambos emanavam...
– Bella me deixa te amar... Pediu depois chupar o lábio inferior da moça.
– Sou sua! Declarou e a frase ligou todas as terminações nervosas do corpo do Cullen de forma libertadora e em resposta guiou a ambos para o seu quarto sem perder tempo...
Edward abraçou a moça por trás levantando seu cabelo e beijando a nuca desnuda ao mesmo tempo em que alisava seu abdômen de forma delicada. Em resposta ela encostou sua cabeça no peito másculo e deixou-se levar pelos carinhos. Edward puxando o zíper lateral do vestido fez com que o mesmo caisse de imediato no chão deixando-a apenas de calcinha, no ombro desnudo o Cullen começou a depositar beijos molhados enquanto alisava seus braços. Isabella virando-se de frente pra ele de imediato levei as mãos até sua camisa e começou a desabotoa-la com a ajuda do rapaz, quando a mesma foi retirada ela teve total visão do tórax bem definido que subia e descia de forma intensa por conta da respiração acelerada coberto parcialmente pelos poucos pelos no lugar certo... Ela depositava beijos por toda a extensão enquanto as mãos dele iam de encontro ao pescoço e cabelo e logo descendo em direção aos seios que nesse momento recebiam total atenção.
– Linda baby, perfeita! Dizia acariciando seus seios. O beijo agora apaixonado, sofrego,, sinônimo de entrega dava a certeza de que a partir daquele momento eles seriam um e isso era algo que não teria volta. Afastando-se a moça posicionou-se no meio da cama o convidando-o com as mãos a se aproximar.
– Me faz sua! Disse deixando de lado qualquer puder, vergonha ou dúvida. Edward se aproximou posicionando-se sobre ela entre suas pernas, que neste momento estavam abertas de forma convidativa, ele colocou seus cotovelos apoiados no colchão e com suas mãos livres acariciava o delicado rosto enquanto retomavam o beijo que agora se tornava ainda mais urgente. Com sua língua Edward simulava uma penetração deixando Isabella ainda mais excitada a ponto de descer as mãos indo de encontro ao meio das pernas do rapaz e tocando seu membro que se encontrava extremamente duro. Ambos ofegaram constatando o quanto estavam ansiosos...
– Bella! Disse intenso entre o beijo e as caricias que fazia nos turgidos e rosados montes, descendo beijos entre os seios e abdômen constatava a maciez da pele da morena, e ao percorrer o caminho de volta passou a mais uma vez dar atenção aos convidativos pares... Sugando o mamilo direito que se encontrava assim como o esquerdo completamente excitado enquanto que com a mão acariciava a barriga descendo de encontro à renda preta da calcinha. As mãos pequenas que massageavam o membro neste momento foram de encontro ao zíper de sua calça, rapidamente abrindo empurrou a calça e a sua cueca boxer ao mesmo tempo libertando o órgão que pedia por socorro. Edward parou suas caricias e retirou de vez a calça e a cueca e logo em seguida retirou a calcinha da moça deixando-a completamente exposta.
– Camisinha! Disse Isabella com a voz entre cortada olhando para ele que estava em pé ao lado da cama, sua beleza a deixava maravilhada. Edward buscou o preservativo no criado mudo... Sentando-se na cama ela pediu camisinha, abriu a embalagem e cobriu o membro ao mesmo tempo em que o acariciava ouvindo gemidos e suspiros de Edward... Deitando-se novamente coberta agora pelo corpo ansioso por prova-la Isabella deu liberdade a Edward que posicionou-se entre as pernas da moça mais uma vez... Seu cotovelo esquerdo apoiado no colchão enquanto que sua mão direita foi de encontro ao delicado clitóris totalmente inchado e pulsante pedindo por alivio. Enquanto beijavam-se Edward devastava-a com os longos dedos, o liquido já em excesso... O ritmo dos toques foi aumentando e enlouquecendo a moça. – Edward! Eu disse já sem fôlego. — Eu preciso de você...
– Eu estou aqui baby! Respondeu preparando-se...
– Eu... Preciso de... Você... Dentro de mim! Disse já em êxtase. E foi prontamente atendida. Edward posicionou seu membro na pequena entrada e delicadamente a penetrou... Ela impulsionando o quadril de encontro ao dele trouxe a aprovação que ele precisava pra continuar e foi o que fez começou a se mover lentamente indo e vindo tirando gemidos e suspiros de ambos...
– Deliciosamente molhada e fodidamente apertada! Disse aumentando as estocadas com firmeza sem perder a delicadeza deixando a moça cada vez mais excitada ao ponto de pomponar seu membro... Não suportando mais viram-se em meio a um furacão de sensações quando ele com sua mão tocou seu botão inchado acelerando assim o processo...
– Uhm... Assim gostoso... Dizia entre manhosa e estasiada em meio ao processo que se acelerando... — Ahh... Edward... Gritou.
– Isso baby, vem comigo! Disse o Cullen levando a moça a um violento orgasmo seguido por seu próprio gozo quente despejando na camisinha sua semente... Edward ainda continuou com o vai e vem por mais alguns instantes até parar em um beijo suave e molhado. – Você é real... É real! Afirmou ele acariciando o delicado rosto a sua frente.
– Edward! Pronunciou baixinho enquanto sentia todo o corpo formigar e amolecer como se sua pressão sanguínea sofresse uma queda. Edward saindo de dentro de dela retirou a camisinha e jogando ao lado da cama em seguida trouxe seu corpo, inerte e suado como o dele, de encontro ao seu encostando a cabeça da moça em seu peito...
Spoiler –
– A gente escolheu junto... Dizia o pequenino deixando a moça ainda mais emocionada diante de seus dois amores... Daniel voltou seus olhos para o pai que assentindo prosseguiu.
– Você aceita se casar comigo e ser oficialmente mãe dessa figurinha aqui? Perguntou o Cullen e o coração de Isabella descompassado refletia a emoção que a moça sentiu diante do pedido mais do que original.
Notas finais
O que acharam? Podem me dizer? Estou exageradamente ansiosa para saber.
-;-
Fico por aqui prometendo que sexta estaremos de volta com mais um pouco de Wall Street.
Bjos e até
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