Wall Street: Amor X Poder
3 Posicionado
Notas iniciais
DEA, Carolpass, Sisters_love, jamillesmoura, LahFernandes e
Vibella, bjos.
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Alertando que tudo que aparecer sublinhado significa que é veridico, que existe e pode ser pesquisado se você leitor assim preferir.
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Vamos a mais um capítulo!
Posicionado– Condição do investidor que mantém sua aplicação em algum ativo financeiro. Se aplicou em ações do setor de consumo, por exemplo, então está posicionado nesses papéis.
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Estão todos em suas posições!
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– Música sugerida (Have I Told You Lately – Van Morrison) -
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O jantar em família na casa dos Cullen era uma tradição criada pela matriarca para reunir os filhos a sua volta... Esme Cullen como mãe apaixonada queria suas crias sempre por perto e seu marido aprovava a ideia... Tiveram três filhos sendo o ultimo uma menina... Hoje casada Alice Cullen ostentava uma grife com o seu nome e tinha diante do mercado da moda um nome respeitado... Já os filhos seguiram a carreira do pai e se mostravam a cada momento mais e mais habilidosos orgulhando o patriarca e sua esposa.
– Você está mais magro! Disse Esme ao olhar para Edward que acabara de chegar e o rapaz revirou os olhos em negativa ao comentário.
– Estou muito bem dona Esme... Garanto que minha alimentação tem sido a melhor possível... Deveria estar orgulhosa de ter um filho assim saradão! Disse piscando sedutoramente para mãe que sorriu ao ver o charme de seu filho em ação...
– Quer dizer então que os jornais estão aclamando Charlie como o melhor de Wall Street... Comentava Carlisle de forma descontraída.
– Isso só o fez inchar ainda mais! Soltou Edward brincando com as pedras de gelo em seu copo.
– Se fosse um peru estaria pronto para o abate de tão inchado! Afirmou Jasper e todos riram.
– Mas como diz Edward o homem é uma raposa com olhos de águia como diz papai...
– Estou me sentindo em um zoológico! Declarou Carlisle descontraindo ainda mais o ambiente...
– Não doeu ter vindo não é mesmo? Questionou Alice e Esme sorriu discretamente.
– Não vim antes porque não pude! Afirmou o Edward.
– Sentimos sua falta querido, principalmente de seu sorriso...
– O que é difícil de se ver não é mamãe? Despejou a irmã de forma brincalhona e Edward fez careta.
– Pare de provocar seu irmão... Disse Esme repreendendo a filha... Essa dinâmica entre eles era permanente, e eles gostavam disso... Sentiam-se mais próximos, até mesmo Edward que insistia em manter o ar sério, até um pouco carrancudo às vezes, se descontraia entre eles e sim se sentia em casa...
– Você devia ampliar seu faturamento abrindo capital, sem deixar de ter o controle é claro... Dizia Isabella de forma descontraída avaliando um delicado tecido em cima da mesa da amiga... Os olhos de Alice brilharam ao ouvir a naturalidade com que a estimada amiga falava sobre o assunto... Alice era como as outras pessoas que conheciam Bella intimamente inconformada com tamanho talento enterrado.
– Me ajuda a fazer isso? Soltou empolgada e Isabella levantando o olhar em direção à amiga...
– Não! Declarou taxativa. – Peça a Jasper... Ele com certeza irá saber te ajudar e de forma brilhante. Disse tentado afastar a ideia dada pela amiga.
– Você também poderia e da mesma forma brilhante ou até mais...
– Alice não! Soltou contrariada.
– Bah me contou que vai conhecer Paris nas próximas férias... Parece-me que está tendo lucros milagrosos e...
– Aquela linguaruda... Soltou irritada e Alice sorriu.
– Um dia você vai ter que se mostrar e o seu pai vai ter que engolir! Declarou mostrando a língua no final e Isabella sem conter-se riu de sua atitude... – Por que Bella? Soltou um tempo depois.
– Eu não seria feliz! Afirmou de forma automática, parecia ser um texto decorado.
– Isso é mentira. Rebateu Alice. – Eu não consigo entender... Era pra ele se orgulhar... Ver que a filha tem tanto talento e visão, mas...
– Mas não, ele não se orgulha... E como acha que seria a minha vida se eu fosse enfrentar o poderoso Swan? O que papai tem de bom tem de vingativo Alice, ele nunca me daria uma oportunidade... E não iria permitir que eu trabalhasse com um concorrente seu é claro... Jamais a filha bem criada iria lhe trazer essa vergonha sem sofrer uma retaliação... As poucas vezes em minha vida que tentei esboçar minha opinião a esse respeito fui terminantemente calada de forma ríspida quase gélida...
Flash Back On
– Me desculpe princesa não teve como encarrar a reunião antes... Dizia Charlie ao entrar em seu escritório onde sua filha Isabella o aguardava... – Iremos sair já ok? Soltou o pai após beijar a testa da filha... A garota não se importava em esperar, na verdade gostava daquele ambiente e do que aquele lugar representava... Enquanto seu pai estava em uma reunião Isabella ficara em seu escritório observando as noticias sobre o mercado financeiro apresentadas pelo The Wall Street Journal.
– Não tem problema papai! Soltou satisfeita ainda com o jornal em mãos... Charlie fez uma ultima ligação e saiu com a filha logo em seguida para o almoço... Isabella pedira por aquele almoço para contar ao pai uma novidade que estava deixando a garota radiante...
– O que tanto quer me contar? Questionou o homem quando o almoço estava em seu termino.
– Fui aceita em Yale para cursar Economia! Disse uma Isabella orgulhosa e sorridente... Seu pai que estava a segundos atrás muito descontraído se mostrou sério de imediato... Reação completamente imprevista pela filha que achava que o pai iria se sentir orgulhoso e feliz por ver a filha querer seguir seus passos de alguma forma.
– Economia? Soltou. – Bem podemos ver a mudança disso com alguém da reitoria da universidade... Um curso de História da Arte talvez... Disse como se planejasse a mudança e Isabella ficou sem entender.
– Não papai... Economia é o que eu quero... Sempre quis! Afirmou categórica.
– E posso saber para que faria Economia? Isso lhe seria útil onde em seu futuro? Questionava.
– Como onde me seria útil? Papai eu quero trabalhar com isso... O mercado financeiro sempre me fascinou e eu cresci vendo o senhor fazer isso e...
– E isso não é pra você! História da Arte definitivamente seria a melhor opção... Sim porque estudar é bom, lhe permite aprimorar o intelecto... O que é o suficiente para você! Aquelas palavras pronunciadas com tamanha força, ditas de forma literalmente enérgica machucaram e chocaram Isabella. – Princesa o mercado financeiro não é e nunca seria um lugar para você... Charlie definitivamente não via na filha sua sucessora... Ele jamais enxergara a possibilidade de sua princesa se tornar uma corretora como ele... Isabella viu naquele momento que deveria ser majestoso uma grande decepção... – Não Isabella, essa não é uma boa opção! Afirmou sério.
Flash Back Of
Relembrar aquela conversa machucou ainda mais a moça. Mesmo com o pai contra ela insistira em estudar Economia e assim foi para Yale... Mas Charlie Swan não deu confiança e nem tão pouco se mostrava satisfeito com a realidade... No período em que Isabella permaneceu em Yale pai e filha só se viam ou se falavam quando Isabella retornava a NYC... A frieza com que seu pai lhe tratava maltratou a moça e Isabella mesmo insistindo em se manter no curso se via entristecida pela reação do homem que tanto admirou...
– Alice... Papai não foi a minha colação em Yale... Tem noção do que é isso? Soltou exasperada e as lagrimas se acumulavam em seus olhos.
– Papai lhe daria uma chance, tenho certeza! Afirmou a Cullen.
– Jamais colocaria seu pai em uma situação dessas. Disse tentando se recompor. – Vamos, por favor, mudar de assunto? Pediu limpando os olhos de forma discreta. – Me fale sobre a nova coleção... Vamos quero saber dos detalhes...
– Se as ações da Federer subirem mais irão explodir... Comentava Jasper analisando as planilhas.
– Subiu mais de trinta por cento hoje, realmente está em elevação gigantesca! Afirmou Edward. – Mas eu não depositaria muitas fichas nisso... Ainda mais no passo em que andamos... Seria arriscar-se mais do que o permitido e o risco de se tropeçar é muito grande...
– Sim... E tropeçar numa altura dessas pode causar uma queda irreparável! Concluiu Jasper...
– Não chore querido, ele não vai mais te bater... Dizia Carmen limpando as lagrimas de Daniel que soluçava em seu colo.
– Esse moleque tem que me respeitar! Esbravejou Eleazar.
– Ele não fez nada hombre (homem), sossegue. Devolveu Carmen.
– Não se meta nisso, o filho é meu e o melhor é se calar do contrario irá sobra para você! Declarou saindo da casa.
– Seu filho... Enche a boca para dizer que é seu filho, mas nem ao menos permite que o garoto o chame de pai... Resmungava Carmen embalando o garoto em seu colo que de tão sentido ainda soluçava... Eleazar era um homem de caráter duvidoso e completamente imprevisível... Já havia feito de tudo na vida, de segurança a assaltante... Sim vivia entre a linha tênue da marginalidade a ser um cidadão de bem... Conhecia pessoas influentes e até se beneficiava disso, mas normalmente a proximidade entre o subúrbio e o high society não eram gratuitas e nem tão pouco amistosas... – Veja Dani trouxe mais quebra-cabeças pra você! Dizia Carmen tentando animar o pequenino...
– Você já deveria ter casado com essa menina... Está como sempre lento e ainda se diz um corredor profissional... Reclamava Aro Volture com o filho a sua frente no escritório elegantemente decorado no 36º andar do 787, 7th Ave.
– Papai Isabella não está interessada nisso no momento e eu...
– E você é um palerma James... A garota é uma mina de ouro... Além do que qualquer mulher quer se casar... Deixe de ser idiota e aproveite a oportunidade e ao menos uma vez na vida beneficie seu velho pai! Declarou.
– Se pensa em se beneficiar com um casamento entre eu e a filha do Swan está perdendo seu tempo papai... Aquele velho jamais me ajudaria em algo...
– Você é realmente um inútil... Um inútil garoto! Esbravejou completamente insatisfeito... James não queria se amarrar, não queria ter Bella em seu pé a vida toda... A garota era legal, bonita, delicadamente elegante, o sexo era bom... Mas não era a única garota no mundo e até agora namora-la não havia lhe trazido nenhum beneficio como o pai tanto dizia e por isso insistira para que ele continuasse com a Swan... Charlie nunca se interessou em patrocina-lo ou ajuda a conseguir patrocínios... Definitivamente casar-se com Isabella não estava nos planos do rapaz...
– Está alta demais! Dizia Bella analisando os gráficos da NASDAQ... A alta abusiva da Federer Company lhe assustava. – Será que os controladores não estão vendo isso? Perguntava ao passo que ajeitava os óculos de grau no rosto.
– Isabella? ... Disse Mercedes um pouco alto demais pela terceira vez... A garota levantou os olhos por baixo da lente fitando a senhora. – Desculpe atrapalhar seu divertimento... Dizia e Bella estreitou o olhar para a velha que como sempre a provocava, era obvio que Mercedes sabia o que a garota estava fazendo e provocava com o intuito de motiva-la a se posicionar... – Quer um lanche da tarde antes de começar a se preparar para o jantar beneficente? Questionou ao final e Bella parou para pensar... Comer uma refeição feita por Bah não seria má ideia já que no jantar muito provavelmente perderia o apetite por ter que enfrentar seu pai, mãe, pai de seu namorado entre outras pessoas que lhe incomodavam...
– Ainda tem Crème Brûlée? Perguntou com um salivar infantil em sua boca... A senhora revirou os olhos. – De sobremesa Bah... Antes pode me trazer o que quiser... Disse e Mercedes sorriu.
– Sobrou uma pequena porção... Vou preparar uma leve refeição e depois da refeição você come seu querido creme! Soltou já se virando para sair do escritório deixando Bella voltar à tela a sua frente...
O vestido com detalhes pregueados bem interessantes que vinham desde o busto até a saia na cor azul meia-noite feito pela amiga dava a Isabella um ar de estrela no rol da fama... E por que não dizer que ela merecia essa reverencia... O jovem Cullen com certeza aprovaria o titulo... Bella estava deslumbrante aquela noite, maquiagem perfeita, poucas joias, não tinha a intenção de ostentar partindo do principio de que aquele momento era para se fazer caridade e não para aparecer, o cabelo preso e o andar discreto como sempre chamavam a atenção e o namorado sabia disso, James estava elegantemente trajado em um costume Hugo Boss preto fazendo seu papel de acompanhante mesmo estando entediado, o que ele ganharia estando ali? Nenhum daqueles milionários estariam interessados em patrocina-lo... Pura perda de tempo pensava o rapaz... Os carros paravam aos montes em frente ao espaço cuidadosamente decorado para o evento que anualmente arrecadava fundos em pró de enfermos carentes do hospital Mount Sinai ... É claro que um dos maiores patrocinadores era Charlie Swan e por isso ele e sua família eram os mais requisitados por ali...
– Princesa... Está linda! Disse seu pai ao cumprimenta-la.
– Como vai papai? Perguntou ao beija-lo no rosto.
– Feliz em poder ajudar um pouco mais a quem precisa. Soltou tentando parecer modesto, coisa que Isabella sabia que o pai não era. – Como vai James? Perguntou estendendo a mão ao rapaz.
– Muito bem senhor Swan... E o senhor? Dizia apertando a mão do velho...
– Foi muito fotografada? Questionou Alice tentando não demonstrar tanto interesse, mas no fundo sua curiosidade sobre a aceitação de sua criação a deixava em cólicas.
– Fique tranquila costureira... Todos estão babando pela sua criação! Soltou Bella de forma brincalhona levando um leve empurrão da amiga.
– O que é isso? Luta? Existem homens que amam ver mulheres se digladiando sabia? Soltou Jasper provocando.
– E você é um deles não é? Devolveu Bella sorrindo... Ao menos estar com seus amigos por perto deixava o ambiente mais light... O jantar dançante estava realmente movimentado... James há tempos havia sumido e Isabella o buscava com o olhar e nesse meio tempo viu seu pai e Edward Cullen conversando... A expressão no olhar do rapaz não era boa, logo Carlisle se aproximou colocando a mão no ombro do filho... Tudo que Isabella não queria era um desentendimento entre seu pai e os Cullen, uma família que ela tanto amava e admirava... Se aproximou discretamente...
– Seu filho quer discutir a formula com o criador Carlisle... Dizia Charlie.
– Sair no jornal parece ter realmente lhe afetado Charlie! Soltou Edward e o velho se mostrou insatisfeito com o comentário.
– Edward... Chamou Carlisle e Isabella chegou ainda mais próxima.
– Edward está me devendo uma dança! Disse a garota chamando atenção do Cullen que a olhou com confusão... Ela jamais lhe pediria uma dança... Nem se quer notava sua presença. – Vai me fazer esperar? Questionou corajosamente, por mais que Isabella tivesse medo das reações do rapaz sério demais era para ela mais fácil lidar com ele do que com Charlie... Edward prontamente pegou na mão da moça a conduzindo para o centro da pista levemente tomada por alguns casais... O som era clássico, típico de eventos como aquele...
O cheiro de canela com baunilha misturados a açafrão traziam paz a Isabella e ela se sentiu estranha entre os braços do rapaz...
Trajando um smoking Giorgio Armani, Edward estava elegantemente sedutor... A letra da música de Van Morrison despertava nele a intensa vontade de se pronunciar... Era a primeira vez que a tinha em seus braços, a mulher que despertava seus sonhos, sim... Edward era apaixonado por ela... Mas que inferno, por que não conseguia se aproximar... Por que diabos aquela garota despertava tantos sentimentos nele? Os pensamentos controversos tomavam a mente do Cullen...
– Não precisa me agradecer... Disse Isabella um tempo depois, buscando não se afetar ainda mais pelos sentimentos novos e incompreendidos que a despertava.
– Como? Questionou Edward confuso.
– Te livrei da ira do senhor Swan! Afirmou olhando para os lados em busca de algo que desfizesse a sensação de bem estar que a assustava.
– Ah... Quer dizer que me defendeu? Perguntou, e Isabella identificou aquela reação como deboche e voltou seus olhos para o rapaz e nesse instante o verde dos seus olhos se chocou com o exótico verde azulado do moço. – Não era necessário ter se sacrificado para me livrar do seu pai! Soltou e Isabella se sentiu irritada, mas aqueles olhos diziam algo mais... Suplicavam por algo que ela não entendia... Edward Cullen era em definitivo um enigma para a garota.
– Deveria ter deixado então que a situação virasse uma briga de galos não é? Soltou tentando controlar a revolta... O rapaz apertou um pouco mais a cintura da moça trazendo-a mais junto dele e Isabella percebeu a diferença... Seu rosto quase batendo no peito do moço a fez controlar-se para não ofegar.
– Me desculpe... Seu pai foi abusivo e eu estava realmente perdendo o controle... Disse respirando calmamente ao passo que Isabella não sabia como agir... Isabella viu o namorado olhando de forma seria para ela e resolveu encerrar a dança.
– Preciso ir... Disse empurrando discretamente o peito de Edward que a soltou no instante seguinte... Isabella se retirou indo em direção ao namorado deixando para trás um Edward apático por conta da quebra do contato...
Daniel montava o seu quebra-cabeça improvisado com as tiras de papel que Carmen trazia, já havia vários montados, o garotinho era esperto e mesmo ainda não sabendo ler com desenvoltura conhecia as letras...
– O que é isso? Perguntou Eleazar puxando um dos papeis remendados com durex.
– É meu queba cabeça! Disse Daniel compenetrado em sua atividade... Eleazar começou a ler o papel e o mesmo trazia informações misturadas a altos dígitos, havia em torno de quatro papeis já remendados e em todos um nome aparecia, Swan’s Broker and Investment... Eleazar olhava para aquilo curioso ao passo que tentava se recordar onde havia ouvido o nome.
– Onde arrumou isso garoto? Questionou.
– A Camen touxe pa eu! Disse Daniel... E no mesmo instante os olhos de Eleazar brilharam...
Spoiler —
– Ok... Então o que em sua opinião pode tanto me interessar Eleazar? Questionou o Volture em cima de sua empáfia.
– Papéis que incriminem alguém muito poderoso e que por isso talvez valham uma boa quantia... Disse Eleazar tentando passar um ar despretensioso ao levar até as mãos do homem a sua frente cópias xerocadas dos documentos que encontrou na mão do filho... O Volture se viu diante de uma mina de ouro, seus olhos brilharam visualizando as cifras que dali poderiam surgir...
Notas finais
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Bem é isso nos vemos na próxima sexta-feira!
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Bjos e fuiiiii
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