Wall Street: Amor X Poder
33 Colocar o boi na sombra ou Opening Bell
Notas iniciais
jamillesmoura pelos reviews. Bjão a todas!
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Alertando que tudo que aparecer sublinhado significa que é verídico, que existe e pode ser pesquisado se você leitor assim preferir.
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AMO VOCÊS... De verdade, amo a disposição de vocês em estar aqui, em compartilhar de minhas loucuras... Algumas estão desde a primeira Fic ou primeira loucura...rsrssr... É sério obrigada... Por isso dedico esse capítulo a vocês, cada uma que com palavras longas ou curtas, mas sempre sinceras estão aqui, me apoiando, acompanhando, caminhando comigo... Valeuuuuu mesmo!
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Vamos ao último capítulo...
Colocar o boi na sombra– Quando o investidor ganha muito dinheiro em uma operação no mercado financeiro, ao ponto de não precisar mais trabalhar. Administra o que ganhou e vai descansar.
Opening Bell– Quando a negociação começa na New York Stock Exchange e Nasdaq a cada dia, um sino é tocado para sinalizar o evento, ou também para anunciar um grande acontecimento relacionado ao mercado financeiro.
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Os sinos tocam anunciando que paz agora reina!
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– Música sugerida (Try – Pink) –
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Ali para em frente ao grande espelho do closet, apenas de lingerie... A mente de Isabella foi assaltada por lembranças...
Flash Back On
– Sua covardia me assusta... Disse a senhora e Isabella nada respondeu. – Ora faça-me o favor filha... Você precisa se impor... Um dia vai ter que agir e...
– Bah... Disse Isabella ficando a sua frente. – Estou com fome! Afirmou a garota e Mercedes entendeu que continuar não era uma opção e resignada se retirou deixando sozinha a menina que tinha como uma filha...
– A minha covardia também me assusta! Declarou ao se virar para o grande e imponente espelho de seu banheiro.
...
– Você não vê o que está acontecendo? Questionou quase em desespero.
– Sim vejo... Estou vendo meu marido tentar me jogar contra meu pai... Estou vendo meu marido tentando me afastar do homem que apesar de ter errado me ama e me quer bem... Sabe o que é pior Edward? Ele ainda defende você! Disse com a voz embargada.
– Eu não acredito nisso... Dizia sorrindo revoltado balançando a cabeça em negativa.
...
– Daniel me questionou quase em afirmativa dizendo que seu pai não gosta dele! Afirmou e aquilo foi semelhante a uma punhalada no coração da moça que ofegou com a noticia. — Juro por Deus que se ele mais uma vez se dirigir a Daniel dessa mesma forma... Irei perder por completo a educação. Declarou seguro.
Flash Back Of
As lagrimas cobriam o rosto da moça... Não... Não eram lagrimas de insegurança ou arrependimento... As lembranças ainda se evidenciavam... Sua infância passou como um vulto ultrapassando os acontecimentos recentes, o pai que tanto amava transformou-se em sua frente como em um filme com efeitos especiais revelando um monstro sem coração e em contra partida dois rostos em 3D se amplificavam fazendo a imagem de Charlie Swan se desfazer... Isabella enxugou o rosto... Tudo pelo que passara, a perda de seu luxos, sua vida futil... O começo na Cullen’s... A chegada de Daniel a sua vida... A descoberta do amor por Edward... Voltou-se para suas roupas... Pegando um vestido Dior preto com detalhes em renda... A peça lhe caia perfeitamente deixando a barriga discretamente camuflada lembrando-a de como descobriu estar gravida... De como deu a noticia ao marido, mesmo ainda brava com ele... De como se comportou imaturamente... Do sofrimento dos últimos dias pela guarda de Daniel... As lagrimas quiseram impor-se mais uma vez, mas o pequenino em seu ventre se mexeu trazendo-lhe um sorriso aos lábios...
– Tudo vai ficar bem Noah! Soltou baixinho alisando sua barriga... Ele estava ali lhe dando apoio, sim Edward concordara com a ideia de seu primogênito e o pequenino que logo chegaria teria o nome Noah como seu... Maquiou-se levemente apenas escondendo ligeiras imperfeições... Sim ela estava com esmero se preparando... Talvez aquela atitude fosse a mais radical de sua vida e não... Ela não sentia-se chateada pela decisão tomada ou com medo de arrepender-se... Aquilo era o certo, o justo e acima de tudo seria libertador... Saltos em verniz preto da Prada em seus pés... Apertou com força a aliança de casamento, olhou-se mais uma vez no espelho percebendo que sim estava pronta... E foi voltando-se para o grande espelho que notou no canto, na entrada do closet a presença de um pequenino vendo a mãe distraída em pensamentos, os pés descalços... A calça de moletom azul marinho junto com a camiseta vermelha trazendo o Pica-Pau em destaque... Seu fofinho observava em silencio, sério, com um biquinho formado nos lábios...
– O que foi meu amor? Perguntou voltando-se para ele.
– A senhoRa vai sai mamãe? Questionou dando um passinho a frente... Isabella sentou-se na poltrona ao seu lado chamando-o com a mão e ele veio rapidamente.
– Sim... Eu vou, mas não demoro... Tudo bem você ficar com Bah? Perguntou penteando a franja do pequeno... Daniel assentiu, contudo demonstrando insatisfação. – O que foi? Perguntou puxando-o um pouco mais para si.
– É que eu... Tavo espeiando a senhoRa... Pa sisti desenho cum eu... Disse com a mãozinha na coxa da mãe, de cabeça baixa...
– Eu não vou demorar de verdade e quando voltar vou “assistir” desenho com você, pode me esperar? Perguntou e Daniel fitando-a assentiu esboçando um ligeiro sorriso... Aquela manha toda tinha nome... O soninho do final da tarde e esse ele gostava de curtir com a mamãe pertinho... Isabella levantou-se da poltrona tendo ele ainda por perto, pegou a bolsa e a pasta de couro onde havia colocado o envelope que retirara do cofre, caminhando elegantemente pelo corredor de acesso aos quartos tinha Daniel ao seu lado segurando em seu quadril... — Bah... Disse entrando na sala onde a senhora lia um livro... Levantando o olhar observou a filha com seu fofinho ao lado...
– Vai sair? Perguntou o obvio.
– Sim... Não irei demorar, pode olha-lo pra mim? Questionou.
– Claro que sim... Pelo que vejo não precisarei de grande esforço... Tem alguém com bastante sono por aqui. Declarou sorrindo para um Daniel que bocejava... Isabella despediu-se de seu filhote encaminhando-se para a porta... O transito naquele horário não lhe favorecia... A 7th Avenue completamente parada dava ainda mais tempo para Isabella refletir... Seu celular tocou despertando-a... Olhando no visor...
– Oi amor... Disse tranquila.
– Eu liguei em casa... Tudo bem? Perguntou inseguro.
– Sim... Tudo bem... Dei uma rápida saída... Mas já, já estou de volta... Vai demorar? Perguntou.
– Não hoje saio no horário... O pregão fechou a pouco, equilibrado, e não tenho reunião nenhuma agendada...
– Nos encontramos logo então... Estou aqui na 7th completamente parada e...
– Bella... Onde está indo? Questionou e a esposa sorriu diante de sua preocupação.
– Ei seu curioso... Declarou divertida... — Ah... Finalmente acho que vou sair do lugar... Nos vemos daqui a pouco ok? Soltou tranquila. – Amo você gostoso! Afirmou.
– Não me dê trabalho mulher... Disse divertido e Isabella riu desligando em seguida... Sim o transito normalmente caótico resolveu colaborar e a moça pegando algumas vias alternativas, parava seu carro em uma vaga depois de meia hora dentro do veiculo... O Departamento de Policia estava tranquilo... Apenas um rapaz parecia impaciente no balcão frente a um policial explicando sobre um roubo... A Cullen aproximou-se para pedir pela delegada... Mas foi interceptada por Alec Malory...
– Senhora Cullen... Disse o rapaz simpático reconhecendo a moça.
– Como vai policial? Questionou. — Pode me ajudar, preciso falar com a delegada Hale? Solicitou Isabella formalmente e o rapaz assentindo pediu-lhe um minuto...
– Quando disse que viria fiquei intrigada imaginando milhões de coisas... Soltou Rosalie ao cumprimenta-la com um sorriso.
– Espero não estar atrapalhando. Disse Isabella.
– Não... Claro que não... Hoje estou solteira... Emm vai a um jogo de basquete com clientes da corretora... Puxa saco... Declarou revirando os olhos e Isabella sorriu... – Vamos me diga... Em que eu posso lhe ajudar? Perguntou arrumando-se na cadeira e Isabella de forma relaxada levantou a pasta de couro em direção à nova amiga...
– Acho que isso será mais útil aqui do que no cofre onde estava guardado... E eu espero não ser considerada uma criminosa por ter guardado isso até agora. Afirmou tomando um ar de seriedade... Rosalie pegou a pasta abrindo-a na sequencia... Os documentos, vários, saltavam em seus olhos... Aqueles eram os originais, grudados com fita adesiva... Um trabalho feito pelo pequenino Daniel em uma época não muito distante... Rosalie manteve silencio, se atendo as provas a sua frente e Isabella aguardou pacientemente... Respirando fundo, depois de ter analisado calmamente o que lhe fora ofertado... Fitou a amiga...
– Bella...
– Posso lhe explicar como isso veio parar em minhas mãos, lhe dou o depoimento formal, assino onde me pedir...
– Bella...
– Só peço que não mencione, se é que isso é possível, quem foi o autor dessa arte... Declarou apontando para um dos papeis que encontravam-se na mão da Hale...
– Isso é suficiente para incrimina-lo sem chance alguma de contestação... Sabe disso não sabe? Questionou direta referindo-se a Charlie Swan.
– Sim... Tenho consciência e por isso estou lhe entregando. Afirmou segura a Cullen.
– Ok... Quer me contar como isso foi parar em suas mãos? Perguntou pausadamente... Isabella mantendo-se em paz, com a mão na barriga ora alisando e ora apenas descansando a mesma ali começou a lhe contar... Tudo... Desde o dia que descobriu os documentos na velha mochila de Daniel, até como o mesmos foram parar nas mãos do pequeno... História contada a ela por Edward... – Então este tempo todo... As provas estavam com uma criança de cinco anos? Perguntou sorrindo.
– Seis anos... E sim, as provas estavam com ele... Quer dizer, não mais... Há bastante tempo na verdade... Ele nem se lembra mais disso... É claro que se perguntarmos ele irá contar como a tal Carmem lhe deu as tiras... Como ele diz são os seus quebra-cabeças...
– Bella preciso dizer, que o trabalho que ele fez aqui... Olha muitos marmanjos jamais conseguiriam faze-lo... Dizia a delegada surpresa.
– Sim, eu tenho consciência disso... Rosalie... Eu não quero expor meu filho, na verdade não posso... Isso envolve uma situação acima de nós e... Sinceramente... Não sei o que Charlie Swan é capaz de fazer, ou com quem ele pode contar e o que poderia fazer contra... Eu nem quero pensar nisso, mas... Enfim... Eu estou aqui... Tomei essa decisão, por causa dele... Daniel...
– Irônico não é? Soltou Rosalie. – É impressionante como Daniel se tornou pivô de tantas coisas e agora se mostra mais uma vez peça chave em tudo isso... Eu...
– Meu pedido... Mantê-lo protegido...
– É claro Bella... Jamais será mencionado seu nome, Daniel estará seguro... Fique tranquila... Eu apenas acho que... Bem agora não tem mais volta e... Eu entendo a demora em entregar isso... É seu pai e...
– Isso não me abala... De verdade não me abala... Estou segura da decisão... E se você me diz que Daniel estará protegido, longe disso tudo, eu acredito... Onde assino? Disse firme e a delegada satisfeita chamou o escrivão para oficializar a denuncia...
– Agora se torna oficial... Seu pai provavelmente será preso muito em breve e...
– Rose fique tranquila... Falou relaxada cortando a loira. – Acho que minha parte se encerra aqui... Não é? Questionou fazendo menção de levantar-se.
– Sim encerra... Agora é conosco. Afirmou Rosalie e Isabella despedindo-se da amiga encaminhou-se para o seu carro... A caminho de casa, em meio ao transito novamente... A moça lembrou-se de algo que a fez sorrir...
Flash Back On
– Os seus pobemas... Você deve esquece... Cantava Daniel e Isabella que séria e introspectiva finalizava o jantar parou e saindo da cozinha viu Daniel na sala de TV dançando e cantando. — Isso é vive... É apende... Hakuna Matata...
Flash Back Of
– Os seus problemas você deve esquecer... Isso é viver... É aprender... Hakuna Matata... Começou a cantarolar sorrindo... Alivio... Aquela palavra definia o momento com total certeza... Na garagem Isabella notou a presença do Evoque de seu marido ali estacionado...
– Você demorou filha. Disse Mercedes ao notar Isabella entrando na cozinha... A idosa senhora preparava o jantar.
– Peguei transito pra variar...
– Edward está no banho e Daniel dormindo na sala de TV... Detalhou.
– Certo...
– O jantar está quase pronto... Quer que acorde Daniel para...
– Não, deixa que eu faço isso já, já... Declarou a Cullen e logo saiu da cozinha... O barulho da ducha era evidente ao entrar na suíte... A porta apenas encostada, a moça fechou a porta do quarto... Depois de descalçar as sandálias seguiu para o banheiro... Ver aquele monumento todo molhado despertou a libido da moça que sorrindo abriu o vestido em seu zíper lateral de forma discretamente silenciosa, o mesmo caiu ao seus pés... Edward de costas nem percebia a presença da esposa por estar de olhos fechados retirando o shampoo dos cabelos... O vidro deslizante deu passagem à moça, agora nua e nesse instante o rapaz virou-se percebendo a movimentação... Com um sorriso nos lábios observou a esposa ali a sua frente...
– Olá senhora Cullen. Disse divertido e Isabella na ponta dos pés deu-lhe um beijo recebendo no processo os braços do marido em torno de seu quadril...
– Oi... Devolveu sorrindo ainda próxima aos lábios dele.
– Alguém está muito misteriosa hoje. Disse sem perder tempo em apalpar e alisar as zonas que mais despertavam a sensibilidade da esposa... A Cullen não se fez de rogada e passou a se esfregar no marido colocando-se de costas para ele... – Isso é jogo baixo...
– Isso sou eu amando você! Afirmou puxando-o com o braço para grudar-se mais a ela... O banho deixado de lado deu lugar a um Edward ajoelhado tendo uma perna de sua esposa em seu ombro enquanto com dedos e língua maltratava de forma bem vinda à intimidade dela... Os suspiros e palavras desconexas deixavam claro que estava realmente fazendo um bom trabalho... — Amor... Reclamou. – Não consigo por muito mais tempo. Disse tremendo... Edward levantando-se levou a esposa até o acento de mármore que tinham ali no box... Isabella sendo ajudada pelo marido sentou-se recebendo-o logo em seguida no meio de suas pernas... A proximidade fazia o membro já ereto roçar na barriga avolumada de Isabella... Voltaram a beijar-se em um esfrega, esfrega insistente... Impaciente a moça ficou na beiradinha do assento e o marido percebendo a movimentação guiou seu amigo para a entrada totalmente escorregadia... Ser preenchida era tudo que ela queria e sentindo-se ser alargada para recebe-lo sorria em satisfação... – Assim gostoso. Disse puxando os cabelos do marido.
– Apertada... Muito apertada... Dizia em um movimento lento, sem grandes impactos tomando cuidado com a barriga entre eles... Embora fosse cuidadoso o Cullen não deixava de ir profundo, intenso... E ambos suplicantes caminhavam em busca da libertação... Beijos e mordiscadas vinham dele... Arranhões e puxões de cabelo da desesperada esposa que se encontrava com a libido selvagemente descontrolada... Tudo estava ótimo, mas Noah resolveu aparecer bem no meio do vai e vem e Edward assustando-se com o grande cutucão que recebeu saiu de dentro da esposa rapidamente recebendo dela um olhar assassino.
– Volta aqui... Vociferou.
– Baby... Ele... Noah...
– Volta aqui Cullen... E você fica quietinho amorzinho. Soltou agora mais suave colocando a mão em cima da barriga. – Edward...
– Eu não sei... Talvez...
– Edward Cullen... AGORA... Gritou impaciente e o marido rapidamente a penetrou recebendo um tapa estalado nas costas. – Oh... Céus... Tão bom... Dizia sendo golpeada... Edward fechou os olhos com força, esforçando-se concentrado... Em sua mente berrava – Está tudo bem... Ele está bem... – Em busca de autocontrole fugindo da ideia absurda de que o ato incomodava seu bebê... Isabella aproveitando seu orgasmo sorria em meio à respiração entrecortada e Edward sem conter-se gozou encostando a cabeça no ombro de sua esposa também demonstrando uma respiração irregular...
– Você anda muito violenta baby. Disse ainda recuperando o folego.
– Me deixar naquelas... Condições seria um crime... Você mereceu... O... Tapa... Soltou respirando fundo em seguida... O banho foi retomado por um casal lento pelo pós orgasmo... Mas o que importava ao Cullen é que sua Bella agora mais calma estava satisfeita assim como ele... No closet ambos se trocavam.
– Fui até a delegacia ver Rosalie... Disse a moça despreocupadamente.
– Achei que fosse um segredo de estado o lugar onde foi agora à tarde. Devolveu divertido vendo Isabella sentar-se na poltrona penteando os cabelos. – Foi tomar um chá com ela? Perguntou sorrindo.
– Fui resolver algo pendente. Declarou a moça e Edward franziu a testa em evidente questionamento. – Assim que peguei Dani na escola fui até a casa dos meus... Pais e... Bem... Dizia e lembrar-se da cena deixou Isabella em um misto de tensa com chateada e o marido percebendo ajoelhou-se a sua frente.
– Bella... O que aconteceu lá? Questionou sério.
– Charlie destratou Daniel e... Disse e ele ao ouvir a esposa chamar o pai pelo nome começou a entender e ligar pontas e mais pontas, as mãos em punho demonstravam a tensão que passava por suas veias.
– O que aquele maldito fez? Perguntou passando a mão no cabelo com impaciência.
– Chamou Dani de peste e... E eu não me aguentei... Disse o que queria e o que não queria e... Enfim... Sai de lá resolvida... Depois de cuidar de Dani fui... Fui me encontrar com Rosalie... Afirmou alisando o braço do marido que de raiva permitia que suas veias se mostrassem saltadas. – Ela disse que ele vai ser preso e que não há meios de contestar as provas...
– Você entregou... Soltou mais como afirmação do que questionamento.
– Edward ela me prometeu que Daniel não será mencionado, nunca e... Tentava explicar preocupada com a reação do marido...
– Você está bem? Perguntou olhando para barriga, levando a mão ali como sinal de proteção. – Está se sentindo bem? Perguntou mais uma vez.
– Estou ótima... Na verdade me sinto... Liberta! Afirmou buscando os olhos do marido levantando seu semblante... A conexão logo se fez ali, ambos cumplices sentiam-se realmente livres.
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Isabella sentou-se na ponta do sofá ao lado de seu pequenino que ressonava tranquilo... Com esforço por conta da barriga... Beijou-lhe a testa passando as mãos pelos cabelos desarrumados pelo sono...
– Gatinho... Vamos acordar? Chamou próxima ao ouvidinho do mesmo e ele resmungou. – Dani...
– Num qué mamãe... Choramingou virando-se de costas de encontro ao encosto do sofá... Mamãe Bella pacientemente alisou as costas do pequeno... Já havia passado da hora da soneca, horário critico... A noite já caíra, e deixa-lo mais alguns minutos dormindo era sinônimo de problemas na hora de realmente coloca-lo na cama.
– Meu fofinho precisa jantar, está na hora de acordar... Vem com a mamãe, vem... Dizia carinhosa... O pequeno ainda resmungou sendo delicadamente puxado pelo braço. – Bah fez um jantar bem gostoso pro meu amorzinho. Disse recebendo um pequeno sonolento que buscava seu pescoço como refugio... O peso quase a fez desequilibrar-se por não estar sentada direito. – Ei calminha... Ajude a mamãe vamos... Pediu sentindo o cheirinho de seu garotinho quentinho... Logo a família estava reunida a mesa para a refeição noturna...
– Poi que as estRelas só apaiecem quando tá escuRo? Perguntou no meio do jantar...
– Porque a noite o sol vai dormir e aí as estrelas podem mostrar seu brilho. Explicou Edward e Mercedes sorriu.
– Eu peiguntei po tio Emm poi que o céu é alzu...
– Azul amor... E fale devagar, depois de mastigar e engolir a comida... Disse Isabella cortando-o e o pequeno engolindo a comida...
– Então eu peRguntei poR que eia azul... Disse firme. – E ele disse que o céu é menino. Declarou como se contasse uma novidade aos pais... Isabella revirou os olhos e Edward riu sendo acompanhado por Mercedes...
– Seu tio é uma excelente fonte de informação pra você... Excelente...
– É sim... Ele é... Dizia Daniel sorrindo com a boca melecada de molho e com essa Isabella também riu...
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A campainha tocou cedo no tríplex de Renée Swan... Seu marido, que ainda encontrava-se morando no quarto de hospedes nem ouviu... A senhora sendo chamada por sua empregada...
– Senhora a policia encontra-se na sala a espera do senhor Swan... Eu...
– Policia? Questionou Renée levantando-se da cama e a moça assentiu.
– Sim senhora, chamam pelo patrão...
– Ok... Bata na porta do quarto de hospedes e avise-o. Disse a mulher intrigada... Indo ao banheiro fez sua higiene matinal e em seguida colando uma roupa informal encaminhou-se para a sala... Na mesma encontravam-se dois policiais vestidos à paisana acompanhando Rosalie Hale, mulher que Renée já conhecia da casa dos Cullen... Cumprimentaram-na educadamente...
– Como vai senhora Swan? Disse Rosalie.
– Bem obrigada e você querida? Questionou tentando não transparecer o quanto estava curiosa com o assunto que queriam tratar com seu ainda marido. – Peço que me deem licença um instante sim? Pediu Renée indo para a cozinha deixando ali Rosalie e os homens a espera de Charlie... O homem chegando à sala se mostrou pra variar indiferente com a presença dos oficiais ali...
– Do que se trata? Questionou vestido em um robe de seda negro.
– Senhor Swan? Charlie Swan? Perguntou Rosalie mantendo o protocolo e Charlie assentiu... Renée apareceu apenas assistindo... — Sou a delegada Rosalie Hale e esses são os oficiais Alec Malory e Tyler Crowley...
– Sejam práticos... Não sei se perceberam, mas ainda nem tomei meu café... Um tanto inconveniente bater na porta de alguém há essa hora não acham? Soltou azedo... Passava um pouco das sete da manhã, não era tão cedo assim... Rosalie tão logo recebera do juiz a permissão para prender o Swan encaminhou-se para o endereço do mesmo.
– Ok... Objetividade então... Queira nos acompanhar... O senhor está sendo preso por sonegação fiscal e evasão de divisas... Tudo o que disser poderá e será usado contra o senhor no tribunal, o senhor tem direito a um advogado, se não puder paga-lo o estado lhe providenciará um... Afirmava mostrando o mandado de prisão... Charlie é claro sorriu debochado ainda firme no mesmo lugar.
– Como vê estou em trajes inadequados e... Acho interessante esclarecer que sua arbitrariedade lhe custara o distintivo oficial Hale...
– Capitão Hale! Soltou Rosalie firme. — E quanto as suas roupas, nós esperamos o senhor se arrumar... Sem problema algum... Disse a Hale percebendo que o homem não dava credito as suas palavras... Charlie saiu da sala com uma tranquilidade invejável... – Tyler... Aguarde na rua... Se ele quiser fazer alguma gracinha estamos cobertos. Ordenou.
– Rosalie... Fique tranquila, ele jamais sairia pela área de serviço... A arrogância o impede. Disse Renée aparecendo na frente de Rosalie... Charlie acompanhou a delegada e seus homens sem a menor emoção, mas quando colocado em frente às provas tendo Jenks ao seu lado mostrou-se uma besta fera de tão revoltado esbravejando para quem quisesse ouvir que aqueles papeis eram falsos... John Jenks nem se preocupou em argumentar vendo que os documentos eram fidedignos... Charlie Swan foi encaminhado para uma sela individual, mas antes quis causar dizendo que aquilo era uma arbitrariedade e é claro gritou com seu advogado chamando-o de incompetente pra baixo... Renée nem se deu ao trabalho de saber que fim levou seu marido, antes ligou para seu advogado interessada nos papeis do divorcio e depois de ser esclarecido por Jacob de que os mesmos estavam sendo encaminhados para Charlie... A senhora satisfeita resolveu ir para a ONG fazer de seu dia algo produtivo...
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– Então ele não conseguiu Habeas Corpus? Perguntou Jasper e um Edward satisfeito e em negativa com a cabeça deu a resposta ao seu cunhado...
– Nop... Soltou sorrindo depois... Há três dias Charlie Swan encontrava-se preso na carceragem do departamento onde Rosalie chefiava...
– Bella está bem com isso? Perguntou Emmett sério.
– Por incrível que pareça... Sim... Na verdade, ela não tocou mais no assunto desde que me disse ter levado as provas para Rosalie...
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Charlie Swan era o hospede mais conhecido do Departamento de Policia onde Rosalie era a chefe e sim voltava a ser a sensação do momento para a impressa... Seu advogado não estava trabalhando duro se é que me entendem para ajuda-lo, mesmo porque as provas contra ele eram incontestes... O jeito era agora buscar alguma redução de pena talvez... Depois de a delegada despachar a impressa foi obrigada a receber um engomadinho do FBI cheio de pompa em sua sala...
– O que quer aqui agente Newton? Questionou superior.
– Sabe o que quero capitão Hale. Devolveu. – Esse caso é do FBI! Afirmou.
– Mas ao que consta quem conseguiu as provas que vocês... Grandes homens do FBI não conseguiram... Fomos nós do Departamento de Policia de NYC. Afirmou com um orgulhoso bom humor... Mike fechando os olhos, buscando se controlar e não deixar transparecer a evidente derrota apenas respirou fundo...
– Capitão... O FBI agradece por sua ajuda, mas assume daqui... Sabe que não tem escolha... Declarou quase suando frio e Rosalie continha a vontade de sorrir... Sim ela sabia que Charlie Swan teria que ir para as mãos do FBI, sabia que o caso não era exclusividade sua e nem de sua alçada... Contudo ninguém lhe tirava o gostinho de ter sido ela e seu departamento a pegar o golpista mais famoso de Wall Street, é claro que o fizera porque a amiga a tinha entregado de bandeja as provas que todos ansiavam por ter.
– Ok Newton... Você vai levar Charlie Swan, mas não se esqueça... Partiu daqui a desfecho do caso que vocês não conseguiram desvendar. Declarou pontuando ao final e sim... Rosalie dificultou o quanto pode a saída de Charlie de sua jurisdição mantendo a altivez que lhe pertencia e era de direito...
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– Eu não acredito que vamos ficar a ver navios depois de tudo... Dizia Aro revoltado mexendo o gelo em seu copo.
– Sua incompetência nos levou a isso... Se tivesse contrato alguém com cérebro ao invés daquele anencefálico do Felix teríamos pegado as provas e conseguido tirar muito dele...
– Alto lá Jenks... Eu agi, coisa que você dizia estar fazendo e nunca o fez... E olhe só ficou anos convivendo com o Swan... A incompetência também bateu a sua porta com total certeza. Soltou ainda mais insatisfeito... O que os revoltava era saber que o noticiário a todo instante passava números e mais números de estimativas do quanto Charlie Swan havia embolsado... E de qual era na verdade seu patrimônio real... Coisa que impressionava a todos... Inclusivo o fato dele próprio agora preocupado com sua condição abrir o bico dizendo que não tinha apenas uma conta na Suíça e sim três e a que mantinha com a esposa, de forma conjunta, era na verdade a de menor valor das três... John Jenks e Aro Volturi, não foram incriminados por falta de provas, mas também em nada saíram ganhando... Era nítido que ali era cobra engolindo cobra... Jenks por anos serviu a Charlie e viu de perto o quanto o homem ganhava de forma oficial e extraoficial... Já Aro de longe pode também perceber o quanto tinha ali em jogo, tentou se beneficiar pelo filho e não conseguiu, fingiu juntar-se a Jenks que por sua vez também fingiu juntar-se a ele e ambos fingindo não conseguiram nada... No final foi um enganando o outro e juntos queriam enganar o Swan que também não se deu bem é claro... A confusão nos mostrava apenas uma coisa e sua moral era... O mais fraco é realmente subjugado pelo mais forte e o mais esperto cresce em cima do mais lento de raciocínio, mas nem por isso se dá bem... Maria foi usada e se deixou usar nesse ponto a injustiça mostra também, mais uma vez, as suas garras... Jenks e Volturi não serem pegos? Injusto? Sim, completamente, mas a realidade ainda nos mostra injustiça e justiça caminhando em pé de quase igualdade, às vezes... Contudo e principalmente ficou marcado que o velho ditado — O crime não compensa — É sim válido e sim, ainda existe justiça!
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– Música sugerida ( I was here – Beyoncé) -
A rotina aos poucos retornava... E o tempo tranquilamente, agora, passava...
– Não acha melhor voltarmos filha, parece cansada? Disse Mercedes sentada ao lado de Isabella... Ambas no Central Park em um final de tarde primaveril só observando um Daniel empolgado brincando com amiguinhos que acabara de fazer no tanque de areia...
– Estou bem, só com um pouco de falta de ar, mas bem... Dizia sorrindo ao ver seu fofinho vindo correndo em sua direção. – Ei calminha... Declarou quando ele parou colocando as mãos em suas coxas, sem folego, mas com um lindo sorriso nos lábios... Passou a limpar suas mãozinhas com uma toalhinha que carregava na bolsa...
– Tô de sede mamãe. Disse ainda sorrindo... Mercedes prontamente pegou a pequena embalagem de suco entregando a mamãe Bella.
– Aqui amor... Falou dando a ele o suco. – O que acha de irmos já? Daqui a pouco escurece... Vamos tomar um banho bem gostoso...
– Eu queia ficar mais... Disse tirando a boquinha do canudinho.
– Amanhã voltamos e você brinca mais... Daqui a pouco papai está em casa... Podemos montar o novo quebra cabeças juntos o que acha? Perguntou enxugando o suor na testa do pequeno.
– Amanhã a gente vem de veidade? Questionou e Isabella assentindo recebeu um sorriso de volta. — Então eu vai agoia. Falou decido.
– O certo é... Eu vou agora... Gatinho. Disse levantando-se com a ajuda de sua eterna babá...
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– Edward... Eu quero conversar com você sobre algumas coisas da casa e Dani... Dizia Isabella vendo o marido vestir-se.
– Sou todo ouvidos... Disse relaxado.
– Ok... Amor, você sabe que sem Maria ficamos desfalcados e eu... Bem eu estou meio traumatizada com isso de colocar alguém dentro de nossa casa, pra nos ajudar... E tem Daniel e logo Noah... Bem eu sei que antes você que resolvia tudo por aqui e bem...
– Baby a casa é totalmente sua, sabe disso não é? Soltou voltando-se para ela...
– Bah está aqui nos ajudando e... Bem, quando eu morava sozinha... Quem cuidava de todo o esquema de limpeza da casa, abastecer a dispensa, ou até mesmo cuidar do cardápio era ela... Depois que eu vim pra cá passei a cuidar de muitas coisas deixando para Maria apenas a limpeza e alguns preparos... Eu pensei em pedir a Bah, se ela puder, para me ajudar a organizar isso...
– Bella, ela já está cansada... E...
– Eu sei... Não vou sobrecarrega-la, mas é que... Edward... Bah me viu crescer, no fundo minha mãe de verdade foi ela, cuidou de mim e você sabe do que estou falando... Eu queria tê-la por perto... Quando Noah estiver aqui... Com Daniel tudo bem, estou mais do que pratica e não abro mão de cuidar dele, assim como não quero abrir mão de cuidar de Noah, mas aí serão dois e um deles completamente dependente... Sem contar que não, absolutamente não, quero ver Dani sentindo-se preterido ou esquecido... Deus me livre... Então...
– Amor... Você pode fazer como achar melhor... Assino embaixo de tudo que decidir. Disse aproximando-se dela e beijando-a... – Agora... Aproveitando a oportunidade... Disse levando a esposa para a poltrona e ali acomodando-a... – Bella... Eu sinto falta da minha corretora ousada... Soltou fazendo cara de chateado trazendo até um biquinho adorável no final e Isabella não se conteve rindo da cena.
– Edward...
– É sério baby... Bella... Economia é a sua paixão, o mercado financeiro te excita... Eu sei disso, não pode negar...
– É verdade... Me instiga... Acho que sempre... Desde que me entendo por gente que aquele universo me atrai e confesso amo a adrenalina de um pregão descontrolado... Mas...
– Mas eu te decepcionei e agora vai me punir pelo resto da existência...
– Não... Você não me decepcionou e não... Eu não vou te punir pelo resto da existência... Pelo menos não por isso...
– Isabella... É sério... Sabia que sua sala ainda está lá, com tudo no mesmo lugar e...
– Amor... Chamou e ele soltou um resmungo de insatisfação. – Eu amo tudo aquilo e não estou te punindo... Seria ridículo se estivesse fazendo isso... Eu já entendi tudo o que aconteceu... Mas vamos combinar fora desse universo muitas outras coisas aconteceram e nem que eu quisesse poderia estar trabalhando, me dedicando a projetos ou em busca de clientes novos... Edward olhe a nossa volta...
– As coisas estão caminhando para o seu normal, pelo menos é o que tudo indica... E nossa rotina vai voltar a ser tranquila... Vamos ter Bah por aqui...
– E eu estou prestes a dar a luz... Quer que esteja trabalhando no momento em que mais deveria estar quieta cuidando de Noah... Sem contar que existe um garotinho de seis anos que precisa e muito da minha atenção... Edward...
– Depois que Noah nascer, quando acabar a fase mais dependente dele... Dizia Edward tentando achar uma alternativa. – Droga eu preciso de você lá... Disse impaciente andando pelo closet... – Sinto falta! Declarou realmente demonstrando que sentia falta dela por perto...
– Eu estou aqui... Quando você volta pra casa me encontra aqui... Passamos o seu tempo todo fora da Cullen’s juntos... Edward não é como se eu tivesse abandonado você...
– É como me sinto! Disse chateado e Isabella sorriu aproximando-se dele.
– Estou aqui... Sempre vou estar aqui pra você... Mas amor... Sim é verdade ainda amo economia e toda a adrenalina do mercado financeiro... Mas amo muito mais ver um sorriso de Daniel ao descobrir uma coisa nova ou até mesmo o simples ato de dar banho nele no final do dia e ouvir como foi na escola, o que fez ou o que falaram pra ele... Por incrível que pareça esse universo... Totalmente infantil me fascina muito mais, me instiga e motiva muito mais... No fundo... Analisando friamente... Se soubesse que ser mãe era a conquista desse novo mundo completamente apaixonante... Eu... Eu teria sido mãe mais cedo... Mas por outro lado eu sei... Tenho a certeza que tudo isso, esse despertamento e paixão por essa realidade, a minha realidade... Só aconteceu por conta dele... Daniel é o culpado... É como Rosalie falou... Meu fofinho é o pivô de tudo isso e eu não poderia estar mais feliz... Por favor, tenta entender... Eu vou sempre estar aqui... Continuo analisando os gráficos da Down Jones como antes... E não vai me custar nada dar um palpite ou outro, brigar com você por uma ou outra empresa... Dizia divertida. — Passar algumas horas do dia no escritório aqui em casa online com você na corretora e aí quem sabe fazer alguma operação de risco senhor Cullen... Soltou piscando provocativa e o rapaz riu...
– Ok... Pelo visto não vou conseguir competir com isso... Minha cotação permanece em queda vertiginosa...
– Ai é que você se engana Edward Cullen... Sua cotação está em alta... E eu diria muito alta e pesa pra burro sabia? Dizia passando a mão na barriga. – Pode se preparar porque com dois mini Cullen em casa você vai ter que trabalhar muito mais aqui em nosso escritório do que lá na corretora. Afirmou ainda sorrindo e o rapaz beijou-lhe com adoração.
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– Eu sei que quer voltar para sua casa... Seu cantinho e...
– Vim para ajudar e é o que vou fazer... Pare de por coisas na cabeça menina... Declarou Mercedes cortando tomates com Isabella ao seu lado ajudando-a.
– Bah... Chamou e a velha senhora fitando-a parou o que estava fazendo. – Pode ficar? Quer dizer, não permanentemente... Um pouco mais, de forma parcial... Ou como quiser... Como, como era antes... Quando só éramos eu e você... Pedia a moça insegura. – Não confio em mais ninguém para me ajudar com eles... Os três são o que tenho de mais precioso na vida... E não confiaria o cuidado de nenhum a qualquer outra pessoa a não ser você... Não vou exigir que fique aqui vinte e quatro horas por dia, mas... Dizia agora chorosa...
– Isabella... Enquanto eu estiver aqui nessa terra não vai me perder de vista... Pode ir se acostumando, porque ninguém vai me tirar de perto de meus dois netos postiços... Soltou quase rabugenta e a Cullen abriu um imenso sorriso abraçando a senhora em seguida. – Se comporte porque ainda posso coloca-la de castigo como quando criança e sabe que faço. Soltou séria. – Agora me deixe terminar isso... Vamos, está atrasando meu jantar... Falou quase empurrando a moça em tom de brincadeira...
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Andar... Ou passar algum tempo em pé... Eram tarefas que Isabella já não estava conseguindo fazer... Sim Noah já crescido estava dando sinais de que iria logo pedir para sair... Dormir era um exercício muito difícil e também muito desejado, ou seja, o humor de Isabella Cullen era um artigo raro em alguns momentos... Naquele dia Isabella acordara indisposta, com um leve desconforto no baixo ventre... Não comentou com o marido, embora o mesmo percebeu que durante toda a madrugada ela resmungara... Tentando ser discreta, mas resmungara em desconforto... Daniel naquela sexta-feira não teria aula... Então o Cullen a contra gosto deixou a esposa ainda na cama e um Daniel ao seu lado ainda sonolento, deu a Mercedes mil e uma recomendação e todas diziam a mesmo coisa...
– Me ligue Bah... Seja o que for meu celular está aqui... No bolso e...
– Vá tranquilo filho... Tudo ficará bem... É normal ela sentir-se assim... Está na reta final. Dizia tentando tranquilizar Edward...
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– BRilha, bilha istelinha... Lá no céu pequenininha... Solitaia se conduz... Pelo céu com sua luz... Cantava Daniel bem baixinho aconchegado à barriga da mamãe... Sim, a musica ele dizia que era para Noah dormir e assim a mamãe poderia descansar... É obvio que Isabella presenciando a cena segurava-se para não chorar... Acarinhando os cabelos de seu pequeno permanecia ali deitada em sua cama... – Doime Noah... Dizia baixinho e a Cullen achava graça do cuidado.
– Eu acho que ele não quer te obedecer meu amor... Disse relaxada.
– Num pode se teimoso, é feio... A vovó Esme sempe diz... Dizia passando as pequeninas mãos na barriga da mãe.
– Isso mesmo... Está certíssimo filhote... Soltou trazendo-o próximo ao seu rosto. — A mamãe precisa conversar com você... Declarou chamando a atenção totalmente pra si e Daniel permaneceu fitando-a. – Quando o Noah nascer a mamãe vai ter que ficar uns dias fora, uns dois ou três dias... Então quero pedir que você se comporte e obedeça a Bah... Pode fazer isso por mim? Perguntou.
– Eu pode... Mas mamãe, onde você vai? Perguntou inseguro.
– Toda mamãe tem que ir para o hospital quando o bebê vai nascer... Aí lá... Os médicos cuidam da gente... Da mamãe e do bebê e aí quando os dois estiverem bem podem ir pra casa...
– Mas... Só fica no hospital quem ta doente. Disse franzindo a testa.
– Sim é verdade... Quem está doente fica no hospital, mas as mamães e os bebezinhos assim que nascem também ficam... Mas é só um pouquinho e logo voltam pra casa... Explicava e Daniel mesmo dizendo que iria se comportar e esperar a mãe voltar estava em seu interior incomodado por saber que ela não estaria ali com ele... Por dois ou três dias se lembrava e aquilo para ele seria uma eternidade e hospitais não eram um lugar legal e a ideia lhe preocupava e muito... O restante do dia eles passaram ali... Juntos... Daniel grudou na mãe como se previsse algo...
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– Dani... Hora de dormir... Disse Edward entrando no quarto do casal... A indisposição da esposa permanecia e sim... Isabella já sentia que aquilo só acabaria com o nascimento de Noah... Havia conversado, mais cedo com sua médica e a mesma a orientara a fazer uma leve refeição e observar as alterações que se apresentassem, pois ao que tudo indicava... O pequenino Noah estava realmente empenhado em vir ao mundo nas próximas horas...
– Deixa eu fica... Só mais um pouquinho. Pediu.
– Gatinho... Você está caindo de sono... E a mamãe e o papai também vão dormir agora... Dizia Isabella e o garotinho mostrando um biquinho de choro demonstrou sua contrariedade...
– Eu só que fica mais um pouquinho...
– Daniel...
– Só mais um pouquinho papai... Eu pomete fica quietinho. Pediu juntando as mãozinhas... Edward e Isabella se entreolharam.
– Ok amigão, só mais um pouquinho. Disse Edward sentando-se ao lado da esposa... Daniel deitou nas pernas da mãe. — Assim que ele dormir... Eu o levo. Disse o Cullen bem baixinho... Vencido pelo cansaço o pequeno adormeceu sendo levado logo depois pelo pai para o quarto... E foi na alta hora da madrugada que Noah resolveu que deveria chegar... Sim, Isabella Cullen bravamente optara pelo parto natural e humanitário... Quando as cólicas se intensificaram deixando explicito que as mesmas eram na verdade contrações tudo passou como um borrão...
– Edward... Soltou a moça contida, tentando não fazer escândalo... — Troca ao menos de calça, por favor... Pediu ao ver o marido colocando os sapatos ainda vestindo a calça do pijama...
– Respira fundo baby... Tranquilo... Dizia tentando passar segurança... Tentativa mais do que falha sendo que ele estava uma pilha... Mercedes aparecendo ajudou a filha a vestir-se enquanto Edward levava as malas para o carro... As contrações agora mais violentas assustaram um pouco a moça que derramou algumas lagrimas...
– Ele vai acordar e não vai me ver... Dizia referindo-se a Daniel.
– Vai em paz filha... Ele vai ficar bem, prometo. Disse beijando a testa da moça que agora amparada pelo marido caminhava em direção à saída do duplex... Toda a família já estava devidamente avisada... E Edward impaciente esperava a hora que liberassem sua entrada na sala de parto... Isabella depois de examinada era preparada para o que viria a seguir... Deitada em uma maca, com as pernas já apoiadas nos suportes... A moça tensa procurava respirar com calma assim como a médica acabara de orientar... Sentia-se insegura... Temerosa... Nem mesmo o ambiente a meia luz com uma música suave de fundo era suficiente para lhe tranquilizar...
– Estamos com doze de dilatação Isabella... Chegou a hora...Disse Sondra na hora que no campo de visão da moça seu marido apareceu.
– Oi baby... Disse trazendo conforto a esposa.
– Edward... Soltou com lagrimas nos olhos.
– Ei onde está a corretora valente de Wall Street? Questionou divertido tentando distrai-la.
– Fugiu... Devolveu Isabella sorrindo em meio à dor agora controlada pelo anestésico, mas ainda assim insistente.
– Não... Ela não fugiu... Minha esposa é a mulher mais valente que conheço...
– Vamos lá Bella... Quando a dor vier é só empurrar... Disse Sondra ao notar pelo monitor a oscilação dos batimentos cardíacos de Noah... E sim... As mais de seis horas de trabalho de parto trouxeram gritos, choro, apertos de mão que faziam Edward arregalar os olhos tamanha a força da esposa...
– Eu mato você Edward... Mato... Soltou uma hora e o Cullen beijando sua testa...
– Eu amo você baby... Disse suave... Mais um empurrão, mais dor e ao final um choro se fez ouvir...
– Olá Noah... Disse Sondra levantando o pequeno ainda conectado à mamãe pelo cordão umbilical... A médica rapidamente levou o garoto até os braços de Isabella tendo o marido boquiaberto ao seu lado... E o choro estridente, que evidenciava o tremor no interior daquela boquinha escancarada cessou de imediato ao sentir o cheirinho da mamãe e ouvir...
– Bem vindo Noah... Disse o papai bem baixinho, totalmente, próximo ao ouvido do bebezinho
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– Eu qué minha mamãe vovó... Só um pouquinho... Eu qué... Dizia um pequenino sentado no sofá de cabeça baixa... Nada de comer ou beber... Daniel estava inconsolável ao acordar e não ver Isabella... Mercedes já tentara de tudo e nada resolvia... O telefone chamou a atenção com seu barulho e a idosa senhora foi atendê-lo... Era Edward avisando que tudo estava bem...
– Graças a Deus querido...
– É um meninão saudável Bah... Três quilos e seiscentas gramas, cinquenta e quatro centímetros... Tem um pulmão maravilhoso... Dizia extremamente empolgado e Mercedes sorria ouvindo o falatório ao lado do rapaz... Todos os Cullen estavam lá, assim como Renée e alguns amigos... – Dani está bem? Perguntou ao final.
– Está filho... Chorou bastante por não vê-los aqui... Quer porque quer Isabella de qualquer jeito... Não comeu nada até agora... Mas vou dar um jeito nisso... Dizia e Edward feliz viu-se com uma pontada de chateação pela tristeza de seu garotinho.
– Deixe-me falar com ele... Pediu o rapaz e Mercedes atendeu prontamente. – Oi amigão...
– Papai... Eu queio i com você e a mamãe... Disse baixinho e triste.
– Ei filho... A mamãe está dormindo agora... Assim que ela acordar eu vou buscar você, pode ser... Sabe filhão... Noah nasceu e quer muito te conhecer... Dizia e mesmo chateado Daniel sorriu...
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– É esfomeado como Edward quando bebê... Dizia Esme babando no neto ao lado de Renée enquanto Isabella amamentava Noah...
– Ele tem uma força... Soltou Alice tendo seu indicador apertado pelo sobrinho.
– Edward está demorando. Afirmou uma impaciente Isabella... O marido fora buscar Daniel em casa... A mamãe quando falou com o pequenino pelo telefone não ouviu sua voz porque seu fofinho só chorava... Sim, tudo o que Daniel não sentira durante a gravidez ficara agora evidenciado com a ausência de Isabella em casa... Efeito retardado talvez, mas o fato é que para Daniel a saída da mamãe sem despedir-se dele associada ao fato de que demorava a voltar estava lhe causando um grande medo... Sim medo e este não tinha explicação e só melhoraria quando o pequenino colocasse os olhos em cima de sua mamãe... A porta do quarto finalmente foi aberta... Na ante sala estavam os homens da família comemorando a chegada de mais um Cullen... Edward sorrindo trazia grudado ao seu corpo um pequeno escondido em seu pescoço... Daniel desde que acordara não tinha comido nem bebido e já passava da hora do almoço e quando viu o pai grudou-se nele... Mercedes logo atrás trazia o semblante preocupado pela filha postiça que ainda não tinha visto e pelo seu netinho chateado. – Até que enfim... Soltou Isabella.
– Houve um acidente na Columbus que parou tudo por lá... Explicava Edward e Daniel ao ouvir a voz da mãe saiu de seu esconderijo buscando seu rosto.
– Oi meu amor... Disse sorrindo assim que os olhos encontraram-se.
– Mamãe... Falou ainda tristonho...
– Põe ele aqui, pertinho de mim... Pediu ela e Edward com cuidado sentou o garoto ao lado da mãe... Daniel escondeu-se no braço dela agarrando com força. – O que meu pequeno tem? Perguntou baixinho para não atrapalhar Noah que ainda mamava... Edward ainda meio bobo pelo bebê a sua frente prestava atenção em cada movimento do mesmo. – Dani... Chamou Isabella e o pequenino mostrou o rostinho pra mamãe. – Oi. Disse sorrindo para ele que devolveu o sorriso meio sem graça.
– Oi mamãe... Você deixou eu sozinho. Soltou chateado.
– Me desculpe gatinho. Disse com pesar tentando beijar a testa do pequenino... Noah nessa hora soltou o bico do seio da mamãe suspirando audivelmente e Edward todo babão achou aquilo o máximo... Mercedes agora próxima emocionada tocou na coxa da filha. – Oi... Pode me ajudar? Perguntou mostrando Noah para a avó de coração e a idosa senhora sorrindo pegou o pacotinho para que arrotasse. – Ei... Estou sabendo que teve alguém que não comeu hoje... É verdade? Perguntou Isabella levantando o rostinho de seu fofinho e trazendo-o mais próximo dela.
– Eu quelia seu leitinho mamãe... Disse ele com uma explicação esfarrapada.
– Dani... Mamãe está aqui... Está tudo bem! Afirmou recebendo um abraço de bracinhos pequeninos enroscados em seu pescoço... Um desconforto se fez notar, levando uma careta ao rosto da moça... Edward fez menção de se aproximar e retirar Daniel dali, mas Isabella em negativa deixou claro que estava tudo bem e que ela cuidaria daquilo... Quando no telefone com Mercedes depois da tentativa frustrada de falar com Daniel que só chorava, mamãe Bella pediu que sua babá trouxesse o leite de seu filho mais velho no copinho de bico de silicone que ele habitualmente usava. – Onde está o leite Bah? Perguntou e a senhora apontou a bolsa ocupada em fazer o pequenino Noah arrotar tendo as avós no seu pé babando no garotinho... – Amor pega o leite pra mim? Pediu e Edward atendendo o fez abrindo a bolsa que estava ao seu lado. – Nós vamos tomar um leitinho bem gostoso aqui com a mamãe e depois vamos conhecer o Noah... Você quer conhecer seu irmãozinho? Perguntou abrindo o copinho e entregando-o a um Daniel que acomodado ao lado da mamãe assentiu levando o copo à boca... Sim era manha... Sim era medo de algo novo na vida dele e sim... Daniel por mais que fosse maduro e completamente amoroso e paciente era ainda uma criança de apenas seis anos completamente apegada à mamãe Bella e papai “Edwad” e estava faminto devorando agora seu leitinho... Ali no NY Presbyterian Hospital os Cullen hoje estavam radiantes... Sim a família dava boas vindas a Noah Cullen o mais novo membro do clã, irmão de Daniel, filho de Edward e Isabella... Em Manhattan encontra-se a famosa Wall Street, rua movimentada onde pregões e mais pregões ditam o futuro de países e nações... Ali onde pouco se vê de humanidade e solidariedade... Nasceu o amor e esse sobrepujou poder, dinheiro, status... Sim de todos o maior deles foi e é o Amor.
FIM
Notas finais
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Chegamos até aqui... Com 578 reviews, 11 recomendações... Valeu... Com certeza valeu!
Uma etapa se encerra e outra se inicia até onde vamos? Não sei dizer... Sei apenas que quero continuar e ver onde isso vai dar...rsrsrs... Quer permanecer ao meu lado? Espero que sim... Conto com isso!
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Wall Street encerra aqui... Mas eu pergunto alguém quer ter a oportunidade de ter mais alguns momentos de despedida com Edward, Daniel, Isabella e agora Noah? Quem sabe um Epílogo/Bônus... Querem? Me digam em review ok? Quem sabe na sexta ainda teremos um pouquinho mais de Wall Street...
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Quanto a novos projetos... Existem tantos... E tão ou mais loucos do que Wall Street... rsrsrs... Em breve darei noticias, muito em breve podem apostar.
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Bjos e mais uma vez obrigadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
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