Wall Street: Amor X Poder
26 Cluster
Notas iniciais
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Alertando que tudo que aparecer sublinhado significa que é verídico, que existe e pode ser pesquisado se você leitor assim preferir.
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Vamos a mais um capítulo...
Cluster – Termo utilizado no mercado financeiro quando uma ação diante do pregão em baixa resiste mantendo seu valor de venda intacto.
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A queda prevista tornou-se uma surpreendente alta!
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– Múscia sugerida (Nevertheless — Michael Bublé) -
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Edward levantou-se da cama e nu passou a caminhar pelo quarto e por sua mente passou...
Flash Back On
– Olha carinha... Essa foto é minha e eu... Bem... Isabella não precisa saber dela entendeu? Soltou sério voltando a respirar com calma.
– Poi que? Perguntou o garoto confuso.
– Por que... Por que... Olha é complicado Daniel... Ela não iria entender e...
– Quando a gente gosta pecisa dize! Afirmou o pequeno com convicção deixando o Cullen perplexo diante de tamanha maturidade.
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– Alli... Ela não me vê assim... Na verdade ela não me vê... Disse derrotado.
– Não podemos ver o que está escondido! Afirmou.
Flash Back Of
Relembrar fez o rapaz analisar, repensar... Edward foi até o escritório e lá abrindo o cofre retirou o porta retrato, sim aquele mesmo que possuía a foto de Isabella, aquele que por tantas noites levou o rapaz a ficar ali imaginando-a, sonhando acordado com ela... Edward o escondera e agora notava o erro que cometeu ao faze-lo... Retornou ao quarto presenciando no mesmo instante sua mulher sair do closet em uma longa camisola creme de cetim... Isabella fitou o marido confusa pela cena a sua frente... Edward ainda nu segurando um porta retrato.
– Edward? Chamou fazendo os olhos do mesmo que miravam seu ventre ainda plano se fixarem em seus olhos... O Cullen respirou fundo...
– Sempre amei você... Idealizei estar ao seu lado... Ser parte da sua vida... Dizia colocando o porta retrato em cima da cama em uma posição facilitadora para que Isabella pudesse assim ver do que se tratava e a moça o fazendo franziu a testa ao notar sua imagem ali, a alguns anos atrás... Um tempo em que ela e Edward eram nada além de conhecidos...
– O que é isso? Questionou.
– Daniel me falou... Falou que quando a gente gosta precisa dizer e... Alice... Ela disse que não se pode ver o que está escondido... E de fato ambos estão certos... Eu... Eu amo você... Dizia calma, sereno. — Na verdade sou o único que amo nessa relação...
– Edward...
– Passei tempo demais da minha vida me escondendo, camuflado pelo meu trabalho, pelos negócios... Tão absorto a tudo aquilo que foi preciso presenciar algo trágico... Ver minha vida ser invadida por uma criança... E que criança... Sorriu lembrando de seu garotinho. — E foi por ele... Só por ele que eu consegui me aproximar de você... É por ele que estamos aqui... Não por mim ou pelo que você sente por mim... Seu sorriso passou a ser triste. – Céus... Confundi tudo...
– Não...
– Deixei você confusa... Usei seu amor por Daniel e te fiz acreditar que também me amava, mas isso...
– Não...
– Isso não é verdade... E... Dizia agora acelerando as palavras com angustiante ansiedade sem importar-se com as interrupções da moça. — E você sabe disso... Agora você sabe... Isabella sentiu um calafrio desagradável atingir sua espinha tremendo em resposta. – Desculpe Isabella, me descu...
– Eu estou gravida... Estou... Estou esperando um filho seu! Soltou cortando-o ansiosa dando um passo a frente em direção ao marido... Edward voltou a mostrar um triste sorriso.
– Algo de bom de um engano! Declarou se abaixando e pegando sua calça que se encontrava no pé da cama... Vestindo-a...
– Não diz isso... Nada do que nós vivemos até aqui foi um engano. Declarou se aproximando no momento em que ele fechava o zíper da calça. – Edward... Soltou puxando o rosto do rapaz com as mãos para próximo de si... O rapaz ainda com o triste sorriso...
– Você vai ser uma linda gravida Isabella. Declarou com os olhos brilhando... Para o rapaz aquele era o fim da linha, admitir o erro/engano como ele mesmo agora classificava era o fim da linha, o certo a se fazer... Não ela não me ama... Pensava Edward...
– Escuta bem o que eu vou dizer... Edward Cullen eu não me casei com você por achar que te amava jamais me casaria enganada... Então para com essa besteira de que... Você me enganou ou sei lá o que... Vamos combinar amor você não é tão bom assim...
– Remendar é pior...
– O que é Edward? Está querendo o que? Questionou com os olhos em fenda. – Quer se ver livre de mim é isso? Quer voltar a ter a vida de solteiro que tinha... Quer ter sua cama disponível é isso? Perguntava com as mãos na cintura e o rapaz arregalando os olhos se mostrava confuso... Se ela não me ama, por que se importa... Perguntava-se. – Para sua informação esse casamento aqui... Disse levantando a mão esquerda, colocando-a entre a face de ambos, sinalizando para a sua aliança junto com o anel de noivado. – Não vai ser desfeito... Nem adianta perder seu tempo.
– Isabella...
– Para de me chamar de Isabella... Para... Disse demonstrando agora seus olhos com brilho... Brilho de medo... Brilho de lagrimas prestes a cair... Para a moça a menção de seu casamento se desfazer a deixava perplexa, atemorizada... – Eu disse o que você queria ouvir, falei mesmo você não merecendo saber... Agora para vai de me assustar com essa conversa mórbida e... E me deixa dormir. Disse fechando os olhos com força e Edward resignado deu-lhe as costas caminhando em direção à porta do quarto... Isabella abriu os olhos segundos depois tentando assim espantar as lagrimas que queriam cair... Inferno... Pensou ela, dera agora para chorar por tudo e qualquer coisa e no mesmo instante viu o marido alcançar a porta. – Onde você vai? Questionou insegura.
– Você disse que queria dormir e...
– Edward... Cristo... Soltou uma oitava acima se contorcendo no mesmo lugar. – Eu casei com um burro só pode ser... Disse revirando os olhos e Edward franziu a testa em questionamento... O que ela queria agora? Pensou ele. – Eu amo você imbecil, amo você entendeu? Para de pensar besteira ou achar que isso tudo é um erro... Eu... Eu não vou admitir que você chame o nosso casamento de erro... Eu... Droga Edward... Me desculpa... Desculpa... Mas você tem que admitir que me deixar no escuro diante das coisas ou ficar de gracinha com a Jane é abusivo e imperdoável... É imperdoável e eu estou sendo benevolente em te perdoar seu... Seu... Amor... Vem dormir comigo, por favor. Pediu deixando uma lagrima cair de seu olho esquerdo e o rapaz a sua frente se viu em uma confusão vitoriosa...
– Dormir? Questionou levantando a sobrancelha e em sua mente ao perceber a esposa rendida resolveu aproveitar, com o polegar limpou a lagrima insistente que manchava o rosto de sua amada e sem demora alcançou seus lábios em um beijo de alivio... Isabella mais uma vez não resistiu e também sentindo-se aliviada agarrou seu homem.
– Te amo idiota... Disse entre seus lábios.
– Amo seus elogios a minha pessoa... Devolveu.
– Você é melhor agindo do que falando amor. Afirmou puxando-o para cama e a elegante camisola rapidamente tornou-se um pano embolado no quadril da moça que tinha o marido entre suas pernas esfregando em sua intimidade uma indiscreta ereção... – Uhm... Soltou... Sorrindo Edward permanecia provocando-a e puxando a alça da camisola expôs os lindos seios que clamavam por atenção... E chupando, mordiscando o Cullen prontamente supriu a eminente necessidade... Arranhões nas costas, puxões de cabelo, sim a moça de manhosa passava a agressiva em segundos e aquilo apenas excitava ainda mais o marido... A calcinha arrancada, os dedos hábeis trabalhando com facilidade no sexo úmido e quente... A mão da moça no membro rijo punhetava sem dó levando o marido as estrelas e ele antes que a festa acabasse resolveu agir... Penetrando-a de uma só vez foram juntos em sincronia em direção as desejadas sensações... Galgando o topo, o esperado orgasmo, que não se demorou a ser construído destruindo qualquer sombra de inquietação ou resistência deixando a ambos satisfeitos no final, embora o final fosse o que o casal não queria. – Tão bom... Disse baixinho quase ronronando ao afagar a cabeleira do rapaz que descansava entre seus seios...
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O pequeno desceu as escadas da mansão deixando a avó para trás atendendo uma ligação depois de a mesma ter trocado sua roupa...
– Tio Emm... Queio bebe suco. Disse aproximando-se do tio que cabisbaixo lhe fitou, o grandão se levantou e indo para a cozinha sendo seguido pelo pequenino abriu a geladeira.
– Só tem de laranja carinha. Avisou.
– Eu quéio! Declarou de volta... Emmett procurou onde colocar o suco, copos de vidro não eram a melhor alternativa pensou o rapaz. – Meu copinho fica aqui. Disse Daniel apontando para uma das portas do armário e o tio abrindo-a visualizou o colorido copo despejando ali o suco e em seguida foi ele em busca de algo também para beber... É Emmett estava inconformado por ter levado o telefone na cara depois de ouvir o esbravejar de sua namorada do outro lado da linha, sim ele realmente estava encrencado... Sentando-se na alta banqueta do bar passou a saborear seu whisky...
– Tio Emm... Eu tô com um pobemão... Disse segurando nas mãos um copinho com bico de silicone contendo suco de laranja... Emmett se voltou para baixo analisando a pequena figura já de pijamas que com esforço colocava o dito copinho no balcão para depois subir com muita dificuldade na banqueta alta ao lado da sua...
– Bem vindo ao time companheiro! Afirmou resignado.
– Qual é o seu pobema? Perguntou com ares de entendido em qualquer assunto.
– Mulher... Minha ursinha está danada da vida comigo... Soltou Emmett.
– O meu pobema é o papai e a mamãe... E é um pobema gandão... Declarou gesticulando com as mãozinhas.
– E eu não sei disso? Ali... Um é idiota e a outra é turrona que só... É amiguinho você realmente tem um problema e é duplo o que é pior...
– O seu pobema é fácil de melhoia... Dá flolis pa ela e faz caia tiste... Ah e tem que pedi desculpa tamém... Dizia assentindo seguidas vezes.
– Flores e desculpas? Olha talvez ajude, mas acho que não vai ser suficiente...
– Tio Emm diz pa ela que você não deixa ela passa... Diz que fica com ela... A meninas gostam disso... Não gostam? Perguntou.
– Olha Dani... A ideia do fica ou deixa passar me parece agora um pouco errada sabe? Acho melhor abandonarmos essa teoria e partirmos para algo mais romântico porque pelo visto elas gostam mais! Afirmou o grandão enquanto o garotinho tomava em uma golada todo o suco e olha que o copo havia sido totalmente preenchido pelo tio... O avô a mando da esposa procurava o fujão pela casa e ouviu o final da conversa...
– Ai está você... Declarou já pegando o pequeno no colo. – Emmett pare de colocar ideias malucas na cabeça desse aqui... Ele já é muito criativo por si só... Venha Daniel vamos dormir, você já deveria estar na cama há tempos. Afirmou Carlisle subindo em seguida com o garoto no colo.
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– Sente algo? Perguntou com a mão espalmada no ventre delicado e ainda plano. – Tipo... Sente algo diferente aqui? Questionou pressionando um pouco mais a mão.
– Se sua pergunta se refere a eu sentir algo como o bebê aqui dentro... Não... Nada ainda, aliás, é muito cedo para se sentir isso não acha? O que eu tenho sentido por enquanto e isso confesso não está sendo legal... São enjoos e tonturas...
– Hoje você sentiu certo? Perguntou sorrindo e Isabella lhe fitou fazendo uma careta inconformada.
– Eu acho que o sorriso não combina com a pergunta, mas sim eu senti e mais uma vez não foi legal. Declarou recebendo um beijo no pescoço fazendo-a suspirar... O lado romântico da moça, quase inexistente, diga-se de passagem, somente aflorava pela influencia das ações do Cullen sobre ela e isso era nítido a quem quisesse ver.
– Você está diferente... Mais bonita... Eu não sei... Está diferente... Dizia o rapaz e a moça se virando completamente pra ele o fitou intensa.
– Edward... Nos amamos certo? Eu amo você e tenho orgulho de sentir isso, apesar de assumir que esse sentimento é novo pra mim... Entende isso? Eu... Eu não sei bem lidar com ele e... E as coisas que aconteceram me deixam ainda mais insegura pra lidar com ele... Mas não duvida do que eu sinto por você ok? Pedia acariciando o rosto do marido que permanecia sorrindo.
– Seu jeito de demonstrar tem sido estranho eu devo confessar agora, mas eu... Eu vou manter em mente que é por conta dos hormônios certo? A gravidez deixa as mulheres assim...
– Assim como? Perguntou demonstrando impaciência e o rapaz percebeu retornar a um terreno perigoso.
– Tensas... Um... Um pouco tensas... Pare com isso... Parece que quer me matar a todo instante... Isso corta clima sabe? Vai, baixe a guarda... Pedia e ela fazendo biquinho se escondeu no pescoço do rapaz que sorriu.
– Às vezes tenho vontade de te matar mesmo... Dizia abafado pelo pescoço do rapaz que arregalou os olhos ao ouvir. – Mas logo passa. Concluiu e o silencio se fez...
– Bella... Chamou e a moça resmungando respondeu. – Eu vou ser pai pela segunda vez! Afirmou efusivamente satisfeito.
– Sim Cullen... Você vai... Agora me deixe dormir amor... Estou com sono! Declarou manhosa no final.
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Receber um tapa na cabeça as três da manhã não é algo agradável concorda? Emmett que o diga, o rapaz por estar chateado resolvera dormir no antigo quarto, no aconchego da casa dos pais e ao invés de ter paz recebia demonstrações violentas de reprimenda... Foi assim que dona Esme o acordou...
– Ai mãe... Soltou sonolento.
– Levante dessa cama agora e vá retirar aquele colchão molhado do antigo quarto do seu irmão... Onde já se viu embebedar uma criança com suco na hora de dormir... Emmett Cullen levante agora! Ordenou e ao seu lado estava um pequenino sonolento e com o pijama molhado de xixi...
– Mas foi ele quem pediu suco. Declarou o grandão coçando a cabeça.
– Sofi um acidente tio Emm... Dizia Daniel com as mãozinhas em suplica... O rapaz revirou os olhos com o comentário e sua mãe saiu pisando duro de seu quarto.
– Venha querido vamos trocar essa roupa molhada. Disse e Daniel prontamente seguiu a avó.
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– Maria González... A moça é seu passaporte para ver a totalidade do patrimônio retornar as suas mãos Charlie... Dizia Jenks sorrindo ao segurar uma ficha nas mãos.
– Quem é essa Maria? Perguntou o Swan intrigado.
– É quem eu falei, seu passaporte... Cubana radicada americana a mais de vinte anos, trabalha como diarista, até aí normal... Mas veja como o destino é cruel... O irmão da moça foi preso, estava ilegal e muito provavelmente será deportado... O que não é bom... Ser deportado nunca é bom, imagine para um cubano que fugiu de Cuba e agora é mandado de volta pelos ditos inimigos de sua pátria... Triste muito triste... Você sabia que a rotina é uma coisa muito fácil de se analisar, sim... Basta ficar alguns poucos dias de tocai em frente a um condomínio para saber da vida de quem deseja, fazer as perguntas certas aqui e ali e... Surpresa... Temos informações mais do que perfeitas a mão... Então veja a moça coitada está sem saber o que fazer presumo por conta do irmão... Mas sabe ainda temos almas bondosas nesse mundo e entre elas estão alguns advogados como eu... Declarou sorrindo e Charlie mesmo sem entender ainda quem era Maria, sabia que seu advogado não dava ponto sem nó.
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– Tio Emm tá tiste. Disse Daniel no jantar se lembrando do amigo grandão que na noite anterior se mostrara meio pra baixo... Mamãe Bella imaginando o motivo se sentiu culpada.
– Por que ele está triste? Questionou Edward.
– A tia Rose ta bava com ele. Respondeu o pequeno.
– Daniel pare de enrolar e termine sua comida vamos. Disse Isabella chamando a atenção do pequeno que já não queria mais sua refeição... O jantar logo encerrou-se e Daniel indo para a sala com a permissão da mamãe deixou os pais sozinhos na cozinha...
– Seu pai pediu uma reunião comigo para tratar da movimentação da conta na Suíça. Disse Edward.
– Boa sorte! Declarou a moça ao ligar a maquina de lavar.
– Eu acho que o certo é você cuidar desse patrimônio dado ao Daniel e...
– Nem pensar... Quero distancia de tudo isso... Estou muito bem sem saber dessa sujeirada toda... Dizia e o marido se aproximando enlaçou a cintura da moça. – Você sabe que ele estava patrocinando James, não sabe? Questionou e a menção ao nome saído da boca da esposa deixou o Edward incomodado.
– Sim... Estava usando desse artificio para lavar o dinheiro que sabemos de onde vem...
– Edward...
– Eu vou lidar com isso de forma legal, não vou permitir que o nome de Daniel seja conivente com esse tipo de infração... Tem noção de quanto seu filho está rico? Perguntou.
– Não e nem quero saber... Estou cansada e preciso colocar um certo pequenino na cama. Dizia empurrando de leve o marido que sorriu ao lembrar-se do filho.
– Antes você vai me dar um beijo... Disse puxando-a mais para perto do seu corpo.
– Edward... Para... Dizia manhosa. – Você ainda está passando por analise... Não está cem por cento perdoado entendeu? Um deslize e o castigo será muito maior, muito maior... Soltava puxando os cabelos da nuca dele que revirava os olhos.
– Baby... Não maltrata vai... Pediu sendo empurrando por ela que se desvencilhando saiu da cozinha sendo seguida por ele é claro... A paz enfim estava parcialmente reinando naquela casa, embora sob a analise de uma teimosa gravida...
– Gatinho... Vamos pra cama? Perguntou entrando na sala de TV.
– Vai tê histoinha pa eu? Perguntou com carinha de sono.
– Histórinha... Disse corrigindo-o. – Sim vamos ter, vem. Chamou e o pequeno de forma preguiçosa se aproximou da mãe pegando em sua mão.
– Te espero no quarto ok? Soltou Edward beijando o ombro da esposa.
– Papai vem ouvi históRinha tamém, vem... Chamou o pequeno e Edward sorriu.
– Ok... Vamos lá! Disse o Cullen satisfeito... Entraram no colorido quarto e Daniel rapidamente subiu na cama.
– Esconvar os dentes primeiro amor... Chamou Isabella e seu fofinho assentindo a seguiu... Daniel então se acomodou na cama. – O papai poderia ler a história hoje, o que acha gatinho? Perguntou para Daniel.
– Num sei... Você é bom pa conta históinha papai? Perguntou curioso e Isabella sorriu para o marido.
– Se eu sou bom? Questionou. – Na verdade eu sou um dos melhores! Disse gabando-se.
– Então vamos lá grande contador faça seu trabalho. Disse Isabella provocando o marido e Daniel sorriu... Papai e mamãe estavam bem de novo pensou o pequeno aliviado... Edward pôs-se a contar sobre as aventuras de Peter Pan... Personagem aliás que Daniel muito gostava e o pequeno acomodado no colo da mãe, recebendo cafuné, ouvia o pai a leitura em voz alta do pai já dando sinais de que logo dormiria...
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A visita no centro prisional aos domingos era nos últimos dias a atividade de Maria... A jovem senhora estava muito preocupada com a situação do irmão...
– Boa tarde. Disse o elegante homem em um terno de corte caro e Maria estranhou sua aproximação.
– Boa tarde. Devolveu temerosa.
– Está triste... As noticias não são boas? Questionou se mostrando penalizado pela situação. — Me chamo John Jenks, sou advogado e posso dizer por conhecimento de causa que seu estado temeroso é bastante compreensível Maria Gonzáles tendo em vista que seu irmão, Ramirez, irá em breve... Ao que tudo indica retornar a sua pátria não é mesmo? Os olhos arregalados da jovem senhora deixavam clara a surpresa ao ouvir tudo aquilo e Jenks não estava nenhum pouco preocupado por ter sido direto.
– Co... Como sabe meu... Meu nome? Perguntou nervosa e o advogado sorriu.
– Sei muitas coisas Maria, muitas coisas e uma delas é a seguinte... Se Ramirez for deportado com certeza não irá viver muito tempo em Cuba... Acho que tem consciência de que em seu país ele ao voltar será considerado um traidor da nação e isso é tão triste, triste mesmo... Sem contar que o rapaz foi pego aqui em uma briga e isso também é complicado se ele aqui permanecer... Um imigrante com a ficha suja, realmente só uma boa e especializada ajuda para resolver... Dizia em negativa com a cabeça. – É vejo que sem auxilio as coisas realmente se tornam cada dia piores. Concluiu.
– A policia me disse que ele vai ser julgado e que dependendo da situação ele pode até ser liberado...
– Maria... Não seja ingênua... Um pobre coitado como seu irmão não terá chance diante de um juiz... Agora se você quiser seu irmão pode sair daqui e ainda permanecer no país...
– Se eu quiser? Mas é claro que eu quero... É tudo que eu quero... Dizia a moça esperançosa.
– Isso é bom, muito bom... Agora acredito que podemos conversar... Sobre meus honorários é claro... Soltou o homem com um sorriso diabólico nos lábios e Maria percebeu isso como também percebeu que estava lhe sendo ofertada a oportunidade de ajudar seu irmão e ela tinha sim consciência de que a Defensoria Publica não se importava em ajudar Ramirez e sim tudo o que aquele advogado acabara de falar era uma realidade e sim sua única chance...
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Isabella para se redimir por ter deixado seu cunhado mal com a namorada resolveu fazer um jantar e convidar a ele e Rosalie para comparecerem...
– Será que ela vem? Perguntava um grandão inseguro.
– Sim Emm ela vem, me prometeu que vinha. Declarou Isabella e Edward sorriu para a esposa... Rosalie chegou momentos depois... A loira já desconfiava que o jantar tinha algo relacionado ao namorado e ao vê-lo na sala de estar de Isabella se mostrou indiferente.
– Oi tia Rose. Disse Daniel sorrindo ao receber um beijo na bochecha.
– Tudo bem querido? Perguntou ao pequeno.
– Eu tô bem... Mas meu tio ta tiste sabe... Coitadinho. Soltou surpreendendo a todos inclusive o próprio Emmett... Rosalie é claro se viu chocada também pela informação lhe passava, na verdade mais chocada pelo veiculo de informação.
– Bem... Disse Isabella desconcertada. – Vamos jantar? Já está tudo a nossa espera. Declarou apontando para a sala de jantar e todos se encaminharam pra lá, no curto percurso Daniel deu uma piscadinha para o tio que fez de forma discreta um sinal de “ok” para o garoto... Não satisfeito em deixar a todos surpresos Daniel ao se aproximar da mesa se antecipou na frente de Rosalie puxando com esforço sua cadeira para que ela sentasse.
– Oh... Obrigado querido! Disse a moça.
– De nada... Tio Emm sempe diz que devemos se cavaleios com as meninas. Falou deixando nos lábios um sorriso exagerado e Isabella contendo-se segurou o riso.
– Ok pequeno Dom Juan agora venha, sente-se aqui comigo e a mamãe. Declarou Edward e o pequeno atendeu... Emmett é claro sentou-se próximo a sua ursinha e a mesma depois de receber as diretas do pequenino cupido se mostrou um pouco mais acessível...
– Está devendo uma ao meu filho viu grandão? Questionou a moça ao retornarem a sala de estar após o jantar.
– Eu vou pagar, se tudo der certo essa noite, eu vou pagar... Meu amiguinho merece. Disse sorrindo... O final de noite regado a conversas foi descontraído e Emmett é claro não perdeu a oportunidade de aproximar-se de sua ursinha tendo irmão e cunhadas como testemunhas além de um pequenino que não aguentando mais adormeceu no colo da mamãe... O grandão na saída não perdeu tempo...
– Acompanho você até sua casa. Disse para Rosalie já no estacionamento para visitantes do condomínio em que seu irmão morava.
– Não é preciso, estou de carro. Devolveu Rosalie se fazendo de difícil.
– Não tem importância, vou seguindo seu carro... Segurança é tudo hoje em dia. Afirmou piscando para a moça e em seguida abriu a porta do carro da mesma após Rosalie desativar o alarme...
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– Temos duas reuniões amanhã com clientes novos... Dizia Jasper a Edward.
– Certo, chegarei cedo para nos prepararmos. Declarava. – Sairei mais cedo hoje para acompanhar Bella à médica assim que a mesma chegar vinda do cabeleireiro ao que parece, segura tudo por aqui? Perguntou.
– Sim pode ir tranquilo... Isso significa que as coisas estão melhores em casa certo? Questionou Jasper sorrindo.
– Quase isso... Ainda estou segundo ela sob analise, mas pelo menos minha cama já não é mais o sofá como diria você... Relatou satisfeito sendo interrompido pela pelo telefone...
– Seu sogro já está a sua espera. Avisou Lucy a recepcionista.
– Ok... Peça que ele entre daqui cinco minutos Lucy. Pediu e a moça concordando desligou. – Jass vou ter que atender esse problema chamado sogro...
– Vou indo, boa sorte com o seu problema . Declarou sorrindo e se retirando em seguida...
– Senhor Swan... Disse Edward ao receber o sogro em seu escritório.
– Edward... Bem, sejamos objetivos... Você sabe porque vim, como também sabe o quanto essa situação é ridícula... Renée me colocou nisso e...
– Charlie... Não estou aqui para ouvir de você reclamações... Se as tem que as dê a quem cabe, que no caso seria sua esposa... Dizia cortando o sogro que evidentemente contrariado bufou.
– Rapaz... Saiba que contesto esse documento, embora isso legalmente seja impossível... Mas seja como for estamos nessa situação e sendo assim vamos lidar com isso... Objetivamente falando preciso mexer na conta na Suíça, sacar um valor para cumprir alguns compromissos que tenho por aqui...
– Tudo bem... Assinarei o que for necessário para isso, desde que não o valor que cabe a Daniel permaneça intacto e o valor sacado não passe por um determinado patrocínio ou diria processo de lavagem de dinheiro...
– Como assim? Está dizendo que preciso prestar contas a você do que irie fazer com esse valor? Soltou indignado. – Isso é ridículo... Se é para patrocínio ou não eu tenho o direito de fazer o que quiser com meu dinheiro...
– Na verdade o dinheiro agora é seu e de Daniel... Soltou a voz feminina surpreendendo a ambos...
Spoiler -
– Jenks você me falou de suas ideias utilizando a tal Maria, mas eu não tinha até então concordado... Mas agora... Agora eu digo ponha-as em pratica... Tudo... Eu quero meu dinheiro, quero tudo o que é meu e quero ver quem vai ser a pessoa a ficar na minha frente... Dizia com os olhos faiscando em ira e John Jenks sorria satisfeito e cheio de novidades...
Notas finais
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Para manter o hábito adquirido vou postar em breve novidades sobre a Fic no grupo do facebook https://www.facebook.com/#!/groups/universefanfic/ apareça por lá...
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Bjos e valeu, até terça com mais Wall Street!
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