Wall Street: Amor X Poder
7 Bullish
Notas iniciais
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Alertando que tudo que aparecer sublinhado significa que é veridico, que existe e pode ser pesquisado se você leitor assim preferir.
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Vamos ao primeiro capítulo...
Bullish– significa 'esperançoso', 'confiante', 'otimista' com relação a algum evento futuro, no jargão do mercado financeiro, refere-se à expectativa de que um ativo de baixo valor venha a ter um aumento de preço.
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A espera de melhorias futuras...
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– Música sugerida (Hope For Me Yet – Marc Broussard) -
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– Ok... Dizia Jacob diante do amigo que acabava de se declarar decido a enfrentar a justiça pela guarda de Daniel... Sim Edward após ponderar muitas e muitas vezes resolveu mesmo que de forma temerosa que não iria deixar aquele garoto, que desde que entrara em sua vida fizera dela morada permanente, sozinho. – Isso requer uma preparação você... Sabe não é? Questionou estranhando.
– Sim... Eu sei e estou disposto a tudo... Entre com o pedido de guarda Jake... E se puder me dar o direito de ter ao menos a provisória... Quer dizer... Olha... Eu andei lendo um pouco e... Bem eu sei que o fato de ter um contato com ele por conta de todo o ocorrido na ocasião da morte de seus parentes e... E também por toda a vivencia que temos tido... Quer dizer... Eu tenho ido vê-lo todos os dias Jacob e... Bem eu sei que isso conta pro juiz que irá observar o caso... Então se você conseguir que eu o tire de lá o quanto antes eu... Eu agradeço! Afirmou embora se colocasse inquieto ao ouvir sua consciência gritar... O que diabos você está fazendo Edward? E no mesmo instante a mesma consciência lhe respondia... É isso aí está fazendo a coisa certa!
– Você sabe que levar ele significa... Levar para sua casa, partilhar do seu convívio e até onde eu sei você é sozinho e... Bem Edward...
– Eu sei de tudo isso e estou disposto a me preparar... Só me diz uma coisa... Quanto anos a sua filha tem? Perguntou coçando a cabeça e Jacob sorriu... Sabia que o amigo estava entre a insegurança e o medo misturados a postura de decidido.
– Mandy tem seis anos! Afirmou o Black e Edward deu um suspiro aliviado... O amigo tinha informações que seriam uteis então, haja vista que a idade de Daniel e da pequena Mandy eram próximas.
– Certo... Então me diz... Ela já vai à escola certo? Questionou.
– Sim... Por um espaço curto de tempo, mas vai... Vanessa como você sabe ainda trabalha então nossa pequena passa parte do dia na escola! Afirmou Jacob e Edward assentiu. – Bem Edward... Eu vou entrar com o pedido e tentar apressar a saída da guarda provisória... Veja... O fato de você ser solteiro é um ponto negativo... Mas diante dos outros pontos como você mesmo colocou, talvez o juiz não veja um grande problema nisso... Entenda que a partir do momento que entrar nessa... Vai ter uma assistente social no seu pé e isso significa que ela vai esmiuçar a sua vida, o seu dia a dia e isso vai acontecer mesmo que Daniel vá para sua casa, principalmente depois disso até que o juiz tenha a certeza de que você está apto a cuidar do garoto... Enfim...
– Eu entendi... Vou me preparar! Afirmou O Cullen...
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A rotina de Isabella mudara radicalmente nas ultimas semanas... O trabalho na corretora estava sendo benéfico para o humor da garota, mesmo sofrendo certo desconforto com relação a algumas mulheres que ali trabalhavam e não viam com bons olhos a presença da Swan por acharam que ela seria uma ameaça a seus cargos ou futuras promoções... Aquele mundo era masculino ao extremo a para as mulheres a disputa com os homens já era uma guerra árdua por espaço, ter que lutar com a mesma classe se tornava uma batalha ainda maior... Sem contar que para Isabella a impressa ainda era um problema... Permanecia seguindo-a bem como o FBI... Sim sair de casa era para era ela um exercício de concentração extrema... Resumindo a cada dia as dificuldades lhe pareciam um pouco maiores, mas a garota permanecia firme o que até para ela estava sendo uma surpresa...
– Edmund Owen ficou muito satisfeito com as propostas de investimento que apresentou! Afirmou Edward ao parar em frente à porta da sala enquanto Isabella de costas fechava sua pasta com a intenção de ir embora contando que o expediente estava no fim... Ela se virou e encarou o homem de terno grafite com as mãos nos bolsos a fitando.
– Isso é bom... Eu acho! Afirmou demonstrando insegurança e o Cullen sorriu.
– Sim... É muito bom! Afirmou e ela sorriu de volta. – Parabéns! Declarou. – Isabella... Sobre nossa ultima reunião... Eu... Espero que você...
– Tudo bem Edward! Afirmou cortando-o. – Eu acho que fiquei ansiosa para mostrar serviço... Para querer aplicar algumas coisas que achava serem possíveis, mas... Bem... Talvez eu tenha sido...
– Não... Eu é que fui grosseiro... Inovar é e sempre foi o foco da Cullen’s... Meu pai sempre nos ensinou que o diferencial é o que chama a atenção... Eu só peço que nos dê um tempo... Até que as coisas se normalizem... E... Ele tentava se explicar ao mesmo tempo em que se desculpava... A ultima conversa entre ambos havia terminado de forma ríspida e deixado a impressão de divergência e isso o rapaz não queria que permanecesse...
– Tudo bem Edward de verdade... Disse ainda sorrindo e o Cullen ficou feliz em saber que ela realmente havia decuplando-o.
– Ok... Certo... Então, até amanhã! Declarou o rapaz embora quisesse na verdade permanecer ali, ao lado dela... Se despedindo ambos seguiram seus caminhos...
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– Filha... Eu sei que tudo que está aqui é de seu uso, mas... É que em meu apartamento não cabe nem a metade dessas roupas, que dirá esses sapatos... Dizia Mercedes ao ajudar uma Isabella perdida a fazer as malas... O estado de NYC havia expedido um comunicado e ela informando que o imóvel em que morava deveria ser esvaziado nas próximas quarenta e oito horas e sendo assim Isabella não tinha alternativa a não ser se mudar para o apartamento de sua governanta como ela mesma chamava, já que não possuía nenhuma outra alternativa... Ouvir as palavras da senhora a sua frente dentro de seu closet a deixou um pouco mais afetada pela situação... O mundo perfeito em que ela vivia estava realmente desmoronando e os efeitos disso haviam chegado... Sim porque começar a trabalhar não era algo traumático, para Isabella na verdade isso sempre fora um sonho que agora se realizava, mas deixar de ter a comodidade, conforto e facilidades que possuía em seu dia a dia estava agora pesando... E ter que sair daquela forma do apartamento que ganhara dos pais há alguns anos, local que ela amava e se sentia protegida era com certeza no mínimo complicado sem dizer deprimente...
– Ok Bah... Disse soltando o ar enquanto buscava se controlar para que as lagrimas não fizessem parte de mais aquele momento. – Vou ser objetiva... Mesmo porque... Mesmo porque isso é temporário... Dentro de um ou dois dias eu vou me organizar e resolver essa questão... Por isso... Eu... Eu quero agradecer a você por me hospedar em sua casa por esses dias e... Bah... Eu... Não tem como manter seu salario e eu sei que você precisa dele... Eu... Me desculpe...
– Isabella... Não tem que me agradecer de nada ou se desculpar de coisa alguma! Declarou Mercedes. – Façamos assim, pegue as roupas e sapatos que mais vai usar agora e o restante vamos colocar num deposito até que você se organize como acabou de falar... Até lá ficará comigo em minha casa e eu faço muito gosto disso filha! Disse dobrando algumas peças e colocando na mala... Após rapidamente falar com o namorado, que se encontrava em São Petersburgo, Flórida se preparando para mais uma etapa da fórmula Indy da qual estava competindo sendo que sua colocação não era das melhores, mesmo porque seus esforços não eram grandes... Na verdade o Volture se ocupava mais com as mulheres que por ali transitavam do que com os treinos e preparos que deveria ter... Depois de se despedir do namorado Isabella pôs-se a pensar nos rumos que sua vida estava tomando, em seus pais, e em tudo que ainda teria que enfrentar e isso lhe causava um medo do que estava por vir... As lagrimas agora liberadas transbordavam evidenciando a decepção da filha do grande Charlie Swan... O herói e grande homem de negócios não passava de um golpista inescrupuloso e isso deixava a Swan com a sensação de que tudo vivido ali, até aquele fatídico dia em que seus pais adentraram ao seu apartamento a convidando a fugir com eles, fora uma grande mentira e não só pela sua covardia, mas também pela míope visão que tinha de seu pai e seu caráter... Decepção era a palavra que imperava no coração de Isabella...
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Edward recebera de seu advogado a novidade de que a corte de NYC havia lhe concedido a autorização para levar Daniel pelo próximo final de semana para casa para que assim começassem as avaliações para uma possível guarda e futuramente autorização para que pudesse adotar o pequeno...
– Meu Deus que milagre é esse, ainda mais uma hora dessas? Questionou Esme ao ver o filho adentrando a sua casa... Edward havia acabado de sair de mais uma visita a Daniel, se encontrava inseguro, mas resoluto diante da situação...
– Oi mamãe! Disse beijando e abraçando-a... Esme olhou o filho com uma atenção quase clinica.
– O que trás meu menino aqui tão cedo? Questionou.
– Mãe... Aconteceu uma coisa... Bem... É confuso... Isso não combina nenhum pouco comigo... Ou com meu estilo de vida e muito menos com o mundo em que vivo... O fato... O fato é que de alguns dias pra cá eu... Deus que absurdo... Me sinto um adolescente perdido, sem rumo... É confuso e... Droga... Dizia e a mãe apenas esperava, pacientemente. – Eu conheci um garotinho... E... O conheci de uma forma inesperada e até mesmo trágica e... Bem... Edward contou a mãe com respeito a Daniel e a cada palavra Esme via no filho a adoração dele pela pequena criança e em contrapartida a angustia de estar em algo que não se adequava, segundo ele, a sua vida, mas ainda sim se mostrava decidido a não voltar atrás na decisão tomado, embora a mesma o assustasse... Esme ficara emocionada ao saber sobre Daniel a ponto de querer conhece-lo... – Eu quero sua ajuda... Mãe eu vou tentar adotar ele e preciso que a senhora me ajuda a arrumar as coisas sabe? Arrumar um espaço pra ele... Explicava o rapaz e Esme se via perplexa com a noticia...
– Nossa... Eu preciso respirar antes de dizer qualquer coisa... Dizia Esme se levantando do sofá com a mão no peito em sinal de surpresa... Caminhou pela sala prendendo o olhar de seu filho sobre si... – Cinco anos e já passando por tantas tormentas! Constatou Esme quase que pra si mesmo... Se virando fitou o filho que esperava ansioso por sua resposta. – Edward... Sabe no que isso implica? Cuidar de uma criança... Ser um pai para ele... Sim porque é isso que você está propondo e meu filho esse é um grande passo, e precisa ser assumido e feito com cuidado e muita atenção... Não se brinca com algo tão sagrado e...
– Mãe... Eu estou seguro disso... Quer dizer... Eu estou seguro da decisão... Eu sei... Sei que isso não vair ser fácil, sei que eu não tenho a menor noção do que é cuidar de uma criança... Mas eu... Eu preciso fazer isso entende? Eu... Eu não posso abandona-lo... Ele não tem mais ninguém...
– Ok querido... Eu vou lhe ajudar a preparar um espaço para ele, mas me diga... Como está todo esse processo? Perguntou Esme se aproximando do filho e buscando mais informações... Edward contou a mãe as novidades do caso que ainda estava no seu inicio... – Eu quero conhece-lo... Afirmou Esme após ver uma foto do pequenino no celular do filho que já com olhos orgulhosos mostrava a mãe o pequeno Daniel... Em Edward crescia a certeza de que a decisão que estava tomando era a correta, a mais acertada... Contudo aliado aquele sentimento se encontrava também a insegurança de não saber como lidar com as novidades que estavam prestes a acontecer se realmente seu pedido fosse aceito pelo juiz... – Vamos montar algo simples aproveitando um de seus quartos de hospedes e se tudo der certo e você realmente ter direito a guarda dele... Vamos decorar o quarto e comprar tudo que é necessário para ele se sentir em casa e bem cuidado... Dizia a senhora Cullen empolgada...
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A noticia em todos os sites de fofocas e programas de televisão sensacionalistas era a mesma... A filha de Charlie Swan havia sido despejada do duplex em que morava em Manhattan... Enquanto o paradeiro de seus pais permanecia um mistério a vida da moça se tornava um circo para quem quisesse ver... A TMZ havia mostrado imagens da moça saindo do luxuoso prédio debaixo de flashs e mais flashs tentando se esconder nos óculos de sol que usava enquanto a senhora que a acompanhava, com raiva pela atitude intimidadora dos fotógrafos, bateu na cabeça de um mais ousado com o guarda-chuvas que carregava na mão... O carro de uma transportadora conhecida saíra da garagem do mesmo prédio e todos diziam que ali iam os pertences da moça...
– Droga...Eu estou tentando falar com ela e não consigo... Dizia Alice preocupada depois de saber das noticias sobre sua amiga... A saída traumática de Isabella de sua antiga residência fora causada por algum funcionário do condomínio que diante do escândalo instalado recebera de uma revista a promessa de que qualquer novidade seria muito bem recompensada, sendo assim denunciou o ocorrido... Isabella estava agora dentro de um taxi indo em direção ao Brooklyn e tinha Mercedes ao seu lado... Sim um taxi, pois a menos de uma semana seu carro havia sido apreendido pela justiça pelo mesmo motivo que o seu duplex agora não lhe pertencia mais...
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– Mas pa onde você vai leva eu Edwad? Perguntou Daniel.
– Vou levar você pra minha casa e vamos passar o final de semana todo juntos. Explicava Edward empolgado e o pequenino sorriu com a possibilidade.
– Eu vou pa sua casa? Perguntou maravilhado e Edward se viu feliz ao ver a reação do garoto.
– Sim você vai... O que acha? Questionou já antevendo a resposta positiva que Daniel lhe daria.
– Eu acho que vai se muito legal! Afirmou com um sorriso escancarado...
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– Deus eu vou acabar me perdendo no meio dessa bagunça! Dizia Mercedes na sala de seu apartamento no Brooklyn repleta de malas de Isabella... O apartamento pequeno de dois quartos não era nem metade do closet que a garota possuía em seu agora antigo duplex.
– Bah... Viu minha escova? Perguntava Isabella saindo do pequeno banheiro depois de se aventurar tomando banho no minúsculo box... O vestido preto em tweed com detalhes em couro da Chanel combinando com o Campari da Manolo Blahnik não combinava com os trajes das pessoas que esperavam junto com Isabella a chegada do metro na estação do Brooklyn com destino a Manhattan naquela manhã...
– Me chamou Edward? Perguntou Isabella ao parar na porta do Cullen logo depois de colocar seus pertences em sua sala... Edward desviando o olhar da tela do computador fixou seus olhos na moça parada a sua porta.
– Chegou cedo hoje! Afirmou deixando a garota sem graça.
– Edward eu sei que...
– Sua presença aqui antes do pregão dar inicio é no mínimo importante... E eu espero não precisar repetir isso a você...
– Ok! Afirmou e no mesmo instante Edward percebeu que havia sido duro com ela.
– Isabella... Entendo que pra você deve estar sendo difícil se adaptar as coisas que estão acontecendo ultimamente em sua vida... Mas veja acordar cedo é na verdade uma necessidade para quem trabalha e... A moça estreitou o olhar diante do comentário.
– Para o seu governo eu acordo cedo! Soltou irritada. – Eu me atrasei nos últimos dias porque... Porque me perdi no metrô e...
– Metrô? Soltou Edward confuso vendo Isabella chateada.
– Sim metrô... Um taxi do Brooklyn aqui seria caro demais e... Deus eu nunca me imaginei pensando assim, que algo seria caro demais... Constatou mais para si mesma enquanto abaixava os olhos e Edward se levantou em surpresa.
– O que está fazendo no Brooklyn? Questionou.
– Eu moro no Brooklyn agora, quer dizer... Por enquanto! Afirmou deixando o Cullen em choque. – Olha isso não vai mais se repetir ok? Não vou mais me atrasar e...
– Você disse que está morando no Brooklyn? Perguntou incrédulo e Isabella revirou os olhos.
– Sim... Foi o que eu disse! Declarou.
– Mas como... Por que? Indagava sem compreender.
– Nossa tudo mundo sabe... Menos você? Soltou ainda mais indignada. – Eu fui despejada do meu apartamento e... E fui obrigada a ir morar no apartamento da minha ba... Governanta e... Explicava a contra gosto.
– Eu fiquei sabendo é claro... Mas achei que possuísse outro imóvel ou que estivesse em um apart por enquanto...
– Eu em um apart? Disse sorrindo debochada. – Cullen minha situação não me permite esse luxo porque minha conta bancária foi congelada e não eu não tenho nenhum imóvel em meu nome... Estava tudo no nome de papai e sendo assim... Bem... Você já sabe. Falou chateada e Edward se viu completamente envergonhado diante da noticia... A bronca de minutos atrás parecia ridícula diante da situação da moça.
– Bem... Me... Me desculpe... Se houver algo que eu possa fazer... Se quiser podemos providenciar um apart até que você consiga se organizar e...
– Não... Não é necessário! Afirmou cortando-o. – Está tudo sob controle! Declarou embora soubesse que era uma mentira... Seus últimos dias estavam sendo terríveis, mas ela engolia em seco e permanecia firme, só não sabia até quando, mas permaneceria até quando conseguisse...
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A saia justa deixava as coxas da morena ainda mais vistosas sem falar no bumbum que arrebitado pedia para ser acariciado... Isabella se virou sorrindo depois de fechar a porta da sala do Cullen e veio em sua direção se sentando na ponta de sua mesa...
– Será que você tem tempo para uma conversa digamos mais importante agora? Questionou colocando seu pé no meio da cadeira do homem e seu salto cutucava sem membro já semi ereto fazendo o Cullen sorrir.
– Pra você eu sempre tenho tempo! Afirmou se levantando e se colocando no meio das pernas da morena que permanecia sorrindo... Isabella puxou a gravata do rapaz ao mesmo tempo em que correspondia ao seu beijo que se tornava mais e mais afoito a cada segundo... Edward percorrias as coxas da moça levantando sua saia e infiltrando seus dedos ali próximo a sua intimidade... Em poucos minutos as roupas enfeitavam o chão sendo testemunhas da nudez de ambos... A mão pequena acariciando a ereção do rapaz antecipava sensações mais do que bem vindas ao Cullen que puxando Isabella para mais próximo de si ouviu o ofegar da moça... Introduzindo um dedo em sua entrada molhada viu que ela estava mais do que preparada para ele... A constatação o fez agir rápido e logo em seguida Edward estava sendo abrigado por ela que impulsionando seu quadril pedia mais e mais...
– Assim amor... Bem... Gostoso! Dizia a voz quase em suplica da morena...
O sonho mais do que perfeito foi interrompido no momento em que o rapaz chegava ao seu clímax e mais uma vez também se via constrangido diante da situação... Se virando para a foto de Isabella que mantinha em seu criado mudo...
– Você ainda vai me matar! Afirmou contrariado e sem alternativa se levantou caminhando em direção ao banheiro...
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O percurso do abrigo até o apartamento de Edward fora feito com Daniel totalmente encantado com o que via... O garoto com a pequenina mochila, seu único bem, em seu colo olhava pelos vidros do carro as ruas luxuosas de Manhattan, lugar que ele praticamente não conhecia, principalmente aquela região... O pequenino nascera no Queens e pouquíssimas vezes saíra de lá... Edward percebeu a curiosidade do garoto e não chamou sua atenção durante o caminho... O amplo e luxuoso apartamento era intimidador aos olhos do pequenino, tudo parecia quebrável e isso o assustava e fazia permanecer parado na entrada do luxuoso local.
– Ei tudo bem? Perguntou Edward vendo a rigidez do pequeno ali parado ao lado da entrada, Daniel apenas assentiu sem se pronunciar. – Ok! O que acha de conhecer o lugar onde você vai dormir? Perguntou. – Vem, vamos lá ver se você gosta... Disse caminhando e Daniel permaneceu no mesmo lugar... Edward percebendo a reação do garoto resolveu se aproximar. – Dani? Se se abaixando a frente dele, o pequeno se manteve atento. – Não gostou daqui? Perguntou preocupado.
– É muito bonito e gande! Afirmou sincero e Edward sorriu.
– Certo... Então esta é a minha casa... E você pode e deve se sentir a vontade aqui! Afirmou... O garotinho girou a cabeça olhando tudo novamente... Agarrado a mochila surrada e pequena, Edward não sabia o que continha a mesma... Nunca perguntou, sabia apenas que era o único pertence dele, as poucas roupas que o abrigo havia providenciado para Daniel não foram trazidas por Edward... Ele com a ajuda de sua mãe comprara algumas peças de roupa que já estavam ali a sua espera. – Será que podemos conhecer o seu quarto agora? Perguntou Edward e Daniel assentiu ainda inseguro... Temeroso o pequeno o seguiu... – Não é um quarto de criança eu sei, mas...
– É uma cama gandona! Afirmou e Edward sorriu. – Eu nunca tive uma cama, sempe doimi no sofá! Afirmou deixando Edward desconcertado.
– Bem... Essa cama é sua por enquanto... Até... Até... Edward sabia que contar a Daniel sobre a possibilidade de adota-lo era algo perigoso diante da possibilidade de tal fato não se realizar... Mas o Cullen não conseguia e não achava justo manter escondida a questão... Ele pegou o pequeno no colo e o colou na cama sentando-se próximo, Daniel deixou a mochila ao seu lado... – Olha carinha... Eu... Eu estou tentando fazer com que você venha morar aqui pra sempre... Comigo... Disse pausadamente e Daniel arregalou os olhos em surpresa.
– Eu vivendo aqui? Questionou.
– Sim... É como falei... Eu estou tentando e isso leva tempo sabe? O juiz tem que aprovar a ideia e enquanto isso nós precisamos esperar e...
– A senhoita Angela falou que eu ia passea com você Edwad! Disse sem entender.
– Sim é verdade... Você veio passar o final de semana comigo... Conhecer minha casa, ver se você gosta... E aí depois vão perguntar o que você achou... Se eu fui legal com você, se cuidei direito de você...
– Você é sempe legal cum eu Edwad! Afirmou sorrindo e Edward retribuiu o sorriso.
– É porque você é meu amigo e amigos são legais uns com os outros! Afirmou o rapaz. – Dani se o juiz deixar você morar comigo... Eu... Eu vou adotar você e aí você vai passar a ter o meu nome...
– Seu nome? Questionou e Edward assentiu.
– Veja... Eu me chamo Edward Cullen... E você se chama Daniel McCain certo? Perguntou e Daniel assentiu. – Então se você vier morar comigo pra sempre vai passar a se chamar Daniel Cullen como eu...
– Daniel Cullen... Soltou como se tentasse se acostumar.
– Exatamente, mas pra isso acontecer o juiz tem que deixar e você tem que querer...
– Quem é esse juiz? Perguntou o pequeno.
– Juiz é uma pessoa que faz cumprir a lei... Que faz a justiça acontecer... Se uma pessoa faz algo errado ele vai e julga essa pessoa definindo qual vai ser o castigo que ela vai cumprir...
– Eliaza me deixava de castigo... Ele era juiz? Perguntou em sua inocência.
– Não, ele não era... O seu pai deixava você de castigo porque era seu pai, mas o juiz é uma pessoa com poder de resolver quem vai ou não para prisão, por exemplo... Ou se você vai ou não morar comigo pra sempre, entendeu? Perguntou e Daniel assentiu. – Então se você gostar de ficar aqui... Quando voltar para o abrigo na segunda-feira deve dizer, a senhorita Weber quando ela lhe perguntar se você gostou de ficar aqui, que gostou e que quer morar comigo. Explicou e no mesmo instante se viu preocupado se estava fazendo a coisa certa ao contar.
– Se eu moia aqui com você... Você vai se como um papai pa eu? Perguntou em sua sabedoria infantil e Edward sorriu.
– Sim vou e por isso você vai passar a se chamar Daniel Cullen! Afirmou e o garotinho sorriu diante da possibilidade... É claro que ele gostaria de morar com Edward... É claro que iria querer ter o nome de seu amigo pensava o pequenino...– Ok... Ótimo! Disse o Cullen satisfeito. – O que acha de tomar um banho enquanto eu peço o nosso almoço? Questionou se levantando e Daniel com dificuldade pela altura da cama se esforçou para também sair da mesma.
– Eu num touxe blusa e nem calça ou cueca... Explicava e Edward se antecipando foi até o closet...
– Vem comigo carinha... Chamou e Daniel o seguiu. – Essas roupas são pra você... Escolha a que quiser e depois de tomar banho vista! Afirmou se dirigindo ao banheiro e Daniel permaneceu admirando as roupas coloridas ali dobradas. – Tem shampoo e sabonete no box e a toalha está aqui também... Explicava ao parar na porta do banheiro e Daniel virou seu olhar para ele. – Tome seu banho que vou pedir nosso almoço. Disse saindo do closet.
– Edwad? Chamou o pequeno e o rapaz se virou todo para ele. – Eu num sei toma banho sozinho! Afirmou deixando o Cullen em choque... Por essa ele não esperava... Quer dizer Daniel parecia ser tão independente e... – Quem me dava banho eia a Camem e lá no abigo é a dona Sofie... Eu num alcanço a toineia! Afirmou se explicando e o Cullen engolindo em seco se viu em uma situação complicada... Nunca havia dado banho em ninguém... Não tinha a menor noção de como fazer aquilo...
– Ok! Declarou... Pensando rapidamente... Droga sua mãe não havia lhe antecipado essa possibilidade... Avisara-o quanto a necessidade de se ter produtos de higiene infantis, alimentos na dispensa que fosse para crianças e isso Edward havia providenciado através de sua diarista, como também as roupas que sua mãe havia lhe ajudado a escolher... Mas dar banho nele... Por essa ele não esperava! – Bem... Disse coçando a cabeça em um sinal de totalmente perdido. – Então vou ajudar você certo? Questionou e Daniel também envergonhado assentiu. – Tire suas roupas que eu... Eu vou ligar o chuveiro enquanto isso... As cenas a seguir seriam engraçadas para quem de fora assistisse... Edward jamais passara por isso, sendo assim cada atitude era temerosa e acanhada... O pequeno Daniel se pôs debaixo da água quente e deu um salto.
– Muito quente! Afirmou alto se colocando contra a parede.
– Me desculpe amigão! Declarou Edward envergonhado... O pequenino voltou para debaixo do chuveiro lentamente percebendo que a temperatura era agora mais agradável... Edward pegou a embalagem com corpo do Bob Esponja que continha sabonete liquido e abriu a tampa. – Me dê suas mãos Dani. Pediu e o garoto deu... Edward despejou uma pequena quantidade de sabonete ali... – Certo... Agora... Agora você passar no seu corpo e fazer espuma... O pequeno começou a passar o sabonete em seu corpo de forma desajeitada... – Tem que passar em tudo, inclusivo no seu amiguinho aí em baixo... Dizia Edward apontando sem graça para a intimidade do garoto que sorria embaixo d’água...– As garotas gostam de meninos cheirosos entendeu? Questionou e Daniel assentiu sorrindo...
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– Quer dizer então que Eliazar McCain esteve naquele final de dia no escritório de Charlie Swan? Questionou Rosalie ao conversar com Giana Levora ex-secretária do Swan... Quem chegara até Giana fora o investigador Malory.
– Sim... O tal Eleazar apareceu lá com o filho pequeno a tira colo e exigiu falar com o senhor Swan... A esposa dele Carmen ficou até assustada com a atitude do marido... E o senhor Swan depois de ouvir as ameaças do homem resolveu atende-lo! Contou Giana.
– Ameaças? Questionou a delegada Hale. – Qual era o teor dessa ameaça? Perguntou.
– Ele disse que tinha em mãos algo que poderia coloca-lo em maus lençóis! Declarou Giana e Rosalie se viu diante de uma intrigante novidade...
Spoiler —
– Droga... Olha só o que aconteceu? Soltava indignada ao observar o salto de seu Jimmy Choo totalmente destruído.
– Quebou mesmo! Afirmou a voz infantil despertando a atenção de Isabella.
– Pois é... Disse a moça olhando para o pequenino que sem cerimonia alguma entrou em sua sala e se sentou ao seu lado no sofá.
– Queba o outo pé que fica igal! Afirmou Daniel e Isabella o fitou indignada.
– Você sabe o que é isso? Questionou séria.
– Um sapato de mulhe! Afirmou o obvio. – Você paiece a moça da foto! Disse serrando os olhos e Isabella se entender o comentário prosseguiu...
– Não isso não é apenas um sapato de mulher... Disse enfatizando o R no final da palavra mulher... – Isso é um Jimmy Choo, uma obra de arte, e um imbecil me fez tropeçar na saída do metro fazendo com que o salto se quebrasse! Afirmou sentida quase chorando.
– Não fica tiste não... Eu compo outo pa você! Disse Daniel quebrando Isabella que fitou o pequeno com carinho...
Notas finais
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Será que posso saber o que acharam? Sabe isso, afirmo, me alimenta... Me dá um norte! Fico na espera ok?
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Bjos e até sexta com mais Wall Street!
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