Vórtice das Dimensões
6 Capitulo cinco - Fabiano
Notas iniciais
Capitulo cinco – Fabiano
Ao ficar esperando na fila mais de 1h comecei a ouvir barulhos do lado de fora do estabelecimento gritos, choro e desespero. Corri para fora para ver oque estava acontecendo com uma preocupação em mãos, vi mães chorando sem entender onde estavam seus filhos vi famílias desesperadas sem entender onde seus filhos podiam ter ido.
— Não, não pode ser. — Falei abismado com oque estava havendo. — Aquilo estava desligado.
Corri para o carro a fim de chegar a meu laboratório para chegar um experimento que podia ser a causa desta tragédia toda, dirigindo pelas ruas viu um caos aonde ia tinha desespero correndo pelo povo. Desci do carro e corri para dentro empurrando qualquer um que aparecia em minha frente, ao chegar ao meu laboratório vi um homem lá dentro mexendo nos circuitos do experimento V. Desesperado chamei os seguranças que tiraram o homem as pressas, vi que o experimento tinha sumido de sua cápsula vi que tinha marcas na cápsula que não pude ver oque eram direito.
— Aquele homem... — Falei deixando tudo que eu tinha cair no chão. — Que droga.
Juntei minhas chaves e corri até os seguranças desesperado.
— Onde esta o homem! — Falei desesperado. — Diga!
— Ele foi embora Sr.Fabiano... Mais por quê? — Perguntou Richard o segurança mais novo.
Sem dar importância para a pergunta corri até o carro ligando-o sem importar mais nada, dirigindo as presas não consegui achar o homem. Dirigi para onde tinha achado a cápsula e o vi la parado acho que confuso por estar adormecido tantos anos.
— Neste local não ira achar respostas. — Falei saindo do carro. — Oque você quer afinal?
— Seu planeta me capturou e me congelou vivo. — Falou o tal. — Vocês vão pagar pelo que fizeram. Eu dividi seu mundo em dois, uma dimensão para as crianças e outra para os adultos. — Prosseguiu vendo meu nervosismo. — As crianças com o tempo vão se dissipar sozinhas, vocês adultos vão se matar aos poucos pelo desespero. — Falou ele dando uma risada. — Vai ser ótimo de assistir.
— Se isto tudo ira acontecer por que contar isso a mim? — Perguntei. — Seu plano não vai funcionar!
— Respondendo sua pergunta eu estou contando por que você não pode fazer nada mesmo. — Falou ele dando uma pausa, mais prosseguindo. — E que plano meu caro cientista? Estou fazendo penas vocês provarem do próprio veneno, vai ser ótimo! Vocês que tanto escondem a verdade de seus ideais apenas olhando pro próprio rabo! — Falou ele com raiva. — Não sou diferente de vocês pelo contrario sou um de vocês. Não sou um “Alienígena” como os ingênuos falam. — Falou ele revelando-se ao tirar o capuz sobre a cabeça. — Sou mais um andarilho que anda pelo mundo vendo toda a verdade que a humanidade esconde. Admita! Eu ultrapassei os limites da realidade!
Eu tanto fiquei sem palavras com oque o tal falou-me, mais acabei lembrando um acontecimento que aconteceu há uns anos atrás e acabei caindo em um devaneio do passado. Há alguns anos atrás eu estava para concluir um experimento meu que estava no fim mais naquela mesma noite algo deu errado.
— Carlos saia de perto daí. — Falei desesperado vendo que a maquina iria explodir. — Saia daí. — Berrei.
— Não consigo minha perna esta quebrada. — Falou Carlos assustado.
Fabiano socorro dizia Carlos assustado... Um raio caiu na maquina, após uma explosão encolhi-me no canto do laboratório querendo que aquilo fosse apenas um sonho mais era real. Levantei-me e fui até lá e vi a maquina toda queimada e Carlos já não estava mais lá, após alguns agentes da policia investigarem o caso deram Carlos como morto... Mais eu não acreditava que ele estava morto não tinha corpo nem sangue no local eu não sabia oque achar. Até que o tal homem tirou-me de meus devaneios.
— Você ouviu oque eu falei? — Perguntou ele.
— Em? Perdão. — Falei saindo de meu devaneio.
O homem virou-se de costas e foi até a arvore que ali se encontrava.
— Carlos! — Falei comprovando oque eu estava pensando. — É você? — O homem parou por um instante e olhou para mim.
— Carlos não existe mais, suma daqui. — Falou ele com a voz embargada
Sabendo onde eu poderia encontrá-lo quando quiser, dei meia volta para entrar no carro mais hesitei.
— Quando precisar de mim sabe onde me encontrar pensei que você estivesse morto. — Falei com dificuldade. — Que bom que não esta. Eu sempre neguei a hipótese de você estar morto. Mais por que esta fazendo isto tudo? Já se perguntou o motivo?
Entrei no carro e fui embora.
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