Vácuo
10 A Festa
Kaito nos levara á seu escritório. O lugar parecia uma espécie de laboratório de um cientista louco, tubos de ensaio, tabelas, e até armas. A felicidade de Kaito era tamanha que ele pulava, cantava nos abraçava. Eu ainda tentava digerir tudo aquilo. Enrico, nasci há 30 anos, mas aparentava ter 17 anos. Precisava ir urgentemente aquela festa e encontrar meus pais, amigos sei lá, tentar me lembrar do que estava acontecendo, lembrar da minha vida. Voltado para o escritório, Kaito não parava de dançar e cantar uma musica, se não me engano era ‘’Losing my religion’’. Ele dançava de forma tão engraçada, que Raquel e Axel não conseguiram prender o riso, mas também começaram a cantar e dançar, já que não podemos impedir juntem-se a eles e comecei a dançar também. ‘’That’s me in the corner, that’s me in the spotlight. Losing my religion’’ Depois dessa farra toda, paramos e despencamos no chão cansados. Kaito foi em direção até um armário enorme e traz uma aljava repleta de flechas (algumas explosivas e outras convencionais, além de um arco recurvo moderno, mas ele estava meio que ‘‘dobrado’’ seria facilmente escondido em um bolso de terno ou smoking). Para Raquel, ele deu uma meia calça, mas não era comum. Nas bordas tinha um arsenal de facas, kunais, dois ‘’sais’’ e seu velho canivete. Já eu recebi um tablete, ou coisa parecida (Porque aquilo parecia ser algo alienígena) Nele estava contida uma planta da mansão, controle dos portões, portas e etc.
–--Agora senhores, e senhorita. Vocês precisam de ‘’trapos’’ descentes
Kaito nos deu seu melhor smoking e a Raquel deu um lindo vestido vermelho
–--Minha filha tem tantos vestidos, que não iriam se importar que se eu lhe presenteasse com esse maravilhoso.
Raquel estava deslumbrante, uma garota ruiva, olhos verdes, com um vestido vermelho ela estava perfeita. Quase uma deusa. Estávamos prontos, precisávamos agora só de uma carona, mas Kaito nos deus a chave de seu carro e três convites. Antes que pudéssemos nos despedir ouvimos barulhos vindo do lado de fora, eram os seguranças dos pais da Raquel acompanhados da policia. Axel atira uma de suas flechas, e o local fica tomado pela fumaça e saímos em disparada em direção a garagem. Paro e posso ver que Kaito lutava com os seguranças:
–--VÃO LOGO! EU DOU CONTA DO RECADO.
Não tinha nada que poderia fazer naquele exato momento, se voltasse pra ajuda-lo todos os nossos esforços seriam em vão. Então eu continuei a correr, mas 3 policiais estavam a nossa espera. Antes que eles pudessem nos atacar, Raquel os ataca com kunais e eles caem duro no chão. Entramos no carro, e fomos até o local da festa que não era muito distante da casa de Kaito, mas em menos de 15 minutos chegamos até a mansão onde estava sendo feita a festa.
Entramos e o lugar estava repleto de gente rica, barões, supermodelos, artistas, empresários todo tipo de gente importante estava naquele coquetel.
–--Achei que nunca chegariam. Axel o papai quer te ver.
Sasha nos surpreende. Ela também estava maravilhosa, usando um vestido lilás e com suas madeixas loiras presas por um coque. Teríamos que no separar e procurar por meus pais, ou rezar pra que eu fosse reconhecido.
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