Volúpia
46 epílogo
Notas iniciais
Os anos se passavam cada dia mais felizes para Annabeth e Percy. A princesa Emmaline crescia numa família linda e harmônica, Annie e Percy, embora pais de primeira viagem educavam a pequena com afinco, auxiliando-a e corrigindo-a sempre com muito amor e compreenção. Mas, o final não foi feliz apenas para os dois. Thalia e Luke não controlavam a excitação por também serem contemplados com um lindo bebê, o pequeno Edward, os dois haviam se casado e viviam felizes e unidos, passando por problemas, mas sempre resolvendo-os lembrando do amor que tinham. Piper e Jason, que viviam um relação de altos e baixos finalmente decidiram optar por felicidade, e, a felicidade de ambos estava um no outro. Se casaram e viviam maravilhosamente esta vida conjugal.
Pense: tudo começou em Volúpia, palavra destinada a sexo, prazer. Sexo, ato destinado a ser contemplado por duas pessoas. Duas pessoas, capazes de criarem um sentimento muito bonito. Sentimento, uma palavra maravilhosa, mas com tantos significados. Para o nosso enredo, ela se destaca com o amor. Amor. Palavra graciosa, sentimento bonito. Nunca é planejado, apenas sentido. Quando duas pessoas se amam, tendem a aceitar as diferenças, a perdoarem os erros, a fazer feliz quem te completa. E é assim que tudo começou, respectivamente: volúpia, sexo, Annabeth e Percy, sentimentos, amor… e fecilidade. Porque eles sim foram felizes pelo resto de suas vidas. Talvez seja clichê, ou muito conto de fadas, ou talvez, seja apenas um história imperfeita, predestinada á duas pessoas, completamente apaixonadas.
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