Volúpia

18 Capíulo 18


Notas iniciais
Hey guyss, aqui vai mais umm

Las Vegas sempre fora tão elogiada por suas ótimas festas, sempre cheia de luzes e opções, era algo realmente surreal andar por aquela cidade à noite. E foi por isso que Percy decidiu levar Annabeth á uma dessas baladas, cujo ele já frequentara muito sempre que viajava para lá.

– Está pronta, Annabeth? –ele perguntou ajeitando o colarinho de sua blusa pólo, depois ajeitou as mangas que eram compridas.

– Arran! –Annabeth saiu do toalete trazendo consigo seu estojo de maquiagem em mãos, ela o colocou sobre a cama e se virou para ele — Como eu estou?

O queixo de Percy se deixou cair involuntariamente, Annabeth vestia um vestido com estampa de onça, era curto e colado deixando suas silhuetas bem desenhadas, ela calçava um sapato de salto agulha preto, sua maquiagem realçava seu rosto em geral. Annabeth estava perfeita!

– Você está maravilhosa.

– Obrigada, você também está um gato! –ela sorriu e ele lhe estendeu o braço como se a convidasse para sair. Assim que ela pegou a bolsa, encaixou seu braço ao dele e ambos desceram juntos.

O trajeto todo foi de Annabeth falando das luzes, Percy só ria da euforia da loira, que admitiu nunca ter reparado este lado cintilante de LV.

Assim que chegaram ao Strit Dance, balada que Percy mais gostava, eles entraram. Algumas garotas e também garotos dançavam em poles, usando roupas íntimas. Isso assustou um pouco Annabeth que não era acostumada com esses tipos de baladas.

– VAMOS BEBER ALGUMA COISA? –Percy berrou devido ao som alto

– VAMOS!

Os dois seguiram para o bar de mãos dadas, eles se sentaram e Percy a perguntou:

– O QUE VAI QUERER?

– PODE SER O MESMO QUE VOCÊ.

– DUAS SMIRNOFF, POR FAVOR –ele pediu ao barman que logo os serviu

– VAMOS DANÇAR? –Annabeth o convidou e ele apenas consentiu. Eles pegaram seus copos e se dirigiram ao centro da pista de dança. Bebiam e dançavam freneticamente, roçando seus corpos, trocando carícias e beijos. Depois de terem dançado várias músicas e bebido outros vários drinks, Annabeth decidiu ir ao toalete.

– EU VOU AO TOALETE, JÁ VOLTO OK?

Ele consentiu e ela se encaminhou ao toalete. Annabeth não tinha vontade de fazer nenhuma necessidade, ela apenas foi para se olhar no espelho, como qualquer mulher vaidosa faria. Ela retocou a maquiagem e saiu se direcionando a pista de dança.. até que foi parada por algum rapaz. De longe já reparou que Percy conversava com uma mulher.

– HEY PRINCESA, TUDO BEM? POSSO TE CONHECER?

– NÃO! COM LICENÇA..

– ESPERA, QUERO APENAS UM BEIJINHO –ele segurou o braço dela impedindo-a de ir

– E EU QUERO PAZ, SERÁ QUE DÁ PRA SER? –ela foi direta

– EU GOSTO DE VADIAS QUE SE FAZEM DE DIFÍCIL –ele puxou Annabeth colando-a em seu corpo, ela se debatia tentando se afastar, enquanto ele tentava beijá-la.

– ME SOLTA SEU LOUCO –ela gritava, mas as pessoas a sua volta pareciam não se importar, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

– SOLTA ELA AGORA SEU FDP –a voz de Percy soou grave

– PORQUE SENÃO O QUE?

– EU ARREBENTO A SUA CARA –Percy soltou Annabeth dos braços dele e o encheu de socos – ELA É A MINHA GAROTA SEU IDIOTA –Assim que os seguranças chegaram, colocaram os dois para fora da boate, o rapaz que mexeu com Annabeth saiu correndo com medo de apanhar ainda mais.

– VOCÊ É LOUCO? –Annabeth gritou e Percy a olhou confuso– VOCÊ PODERIA TER SE MACHUCADO.

– Eu estava te defendendo, merecia um obrigado, e não bronca.

– Ah, tava me defendendo é? Porque não foi defender a vadia que estava com você quando eu tava no toalete –ela disse irônica

– Que vadia? –ele franziu o cenho– Ah, aquela mulher..

– É Percy, aquela mulher mesmo.

– Ela se atirou pro meu lado e eu dei vários corte nela.

– Deveria ter me deixado com o gatinho, eu faria bom proveito dele.

– Você nem queria Annabeth, mas que porra é essa? Quer saber? Vamos embora, a festa acabou –ele disse irritado e ela se calou.

Os dois pegaram um táxi e voltaram para o hotel em total silêncio, assim que chegou Annabeth saiu na frente pisando forte. E ele foi mais atrás bufando de raiva.

POV. Percy

Assim que entramos no quarto Annabeth jogou os sapatos em um canto e entrou no banheiro. Sentei-me na cama e retirei a camisa. Pude ouvi o barulho do chuveiro ligando. Suspirei, havia alguma coisa errada. A minha reação foi apenas para protegê-la, não sabia porque ela havia ficado tão irritada. E aquela sua ceninha? Havia sido ciúmes? E a minha ceninha? Havia sido ciúmes também? Eu estava um pouco confuso sobre tudo isso, deixei meu corpo cair sobre a cama e em meio a pensamentos eu cochilei.

– Percy Jackson, acorda agora –Annabeth me chacoalhou e eu levantei bruscamente chocando a minha testa na dela– Ai seu idiota! –ela levou a mão na própria testa.

– Oh, me desculpe –passei a mão na minha

– Vá tomar um banho, seu porco –ela ordenou e eu como um cachorrinho obediente peguei uma toalha e segui para o banheiro. Me despi completamente e entrei em baixo do chuveiro deixando a água levar pelo ralo toda aquela indisposição. Fiz minha higiene bocal e sai enrolado na toalha, Annabeth já estava deitada e virada de costas para o meu lado da cama. Vesti apenas um calção de dormir e me deitei também, me virando de costas para ela.

Tentei evitar a mim mesmo de puxar papo, mas estava desconfortável aquela situação, eu havia a chamado para esta viagem para descobrirmos coisas novas juntos, não necessariamente para brigarmos. Foi quando tomei a iniciativa:

– Annabeth?

– OI? –ela resmungou

– Está chateada comigo?

– Eu não! –ela disse seca

Me virei e alisei os ombros dela.

– Não parece.

– O que você quer Percy? Eu não vou transar com você –ela virou me olhando

– Não to te cobrando isso.

– Bom mesmo, porque senão eu ia mandar você procurar a vadiazinha da festa –ela falou debochada e eu gargalhei.

– Ciúmes?

– Óbvio que não. –ela revirou os olhou e se virou novamente para o outro lado

– Não? Pois eu senti ciúmes de você –beijei seu ombro e ela continuou intacta– Eu bati sim nele, porque ninguém neste mundo pode encostar na minha garota.

– Sua garota? –ela se virou gargalhando

– É, minha garota, minha mulher, minha branquinha.

– Se você acha que vai me comprar me dizendo essas coisas.. você está muito certo –ela fez biquinho

– Olha pra mim –segurei no queixo dela fazendo-a me olhar fixamente– Eu estou curtindo tudo isso de uma forma que eu não imaginava ser possível. Sabe.. está tudo tão perfeito. Não podemos estragar tudo porque causa de uma briguinha idiota, até porque viemos para curtir, não é mesmo?

– É você tem razão.

– É? Tenho? Então me dá um beijinho.

Ela sorriu e ergueu-se um pouco colando seus lábios aos meus. Lentamente ela foi abrindo sua boca dando espaço para a minha língua, que buscou pela dela em laces e enlaces. Nosso beijo estava calmo, sem nenhuma malícia, um beijo de reconciliação eu diria. Depois de várias carícias, e beijos adormecemos abraçadinhos, ou no bom português, de conchinha.

Notas finais
What do you think? Fofos nee