Notas iniciais
Vou postar a fic toda de novo gatas, mas se quiserem ela esta completa no social spirit

Klaus POV

Era uma noite qualquer em um dia completamente tedioso. Sem inimigos pra arrancar as cabeças, sem meus irmão enchendo a paciência ou bruxas loucas aprontando em resumo tudo em paz.

Eu estava dando uma volta pelas ruas de Dallas no Texas, aparentava ser uma cidade pacata livre de qualquer ser sobrenatural cujo eu sabia a medíocre existência.

Uma bela cidade com casas, praças, bancos, bares. Nada muito comum, nada muito grande.

Continuo caminhando sem rumo pelas ruas frias cobertas de neve até sentir um doce cheiro, uma mistura de canela e eucalipto, que me prendeu a atenção que lembrava a sua infância os poucos momentos felizes que tivera com seus irmãos, e sem me dar conta já estava andando em direção ao doce cheiro.

A medida que eu andava podia sentir o doce cheiro se aproximando e ainda mais eu queria poder sentir este cheiro simples e curioso que me fazia sentir tanto desejo .

Entro em uma floresta que era um pouco afastada da cidade. Não precisei andar por muito tempo para encontrar a dona do delicioso aroma, uma garotinha, ela estava agachada ao lado de um pinheiro com uma pequena pilha de livros. Seus cabelos eram longos e pretos como seda, sua pele era branca e pálida como neve.

–O que faz sozinha a esta hora senhorita?- Pergunto curioso.

–Vá embora. — A menina com uma voz fina.

–Você não deveria entrar na floresta, pode ser perigoso. – Algo, além do seu cheiro, me deixa curioso.

– A senhorita está perdida?- O fato dela não responder era um deles.

–Quer que eu a leve para casa?- Eu me agachei ao seu lado

–Eu não tenho pra onde ir por que o mostro mal queimou a minha casa. -Respondeu a menininha levantando a cabeça mostrando um par de lindos e brilhantes olhos azuis e um corte na testa.

–Onde esta a sua mãe?- Eu estava ficando muito curioso

–Ela morreu um monstro mal a queimou e minha mãe me disse para fugir antes que ele me pegasse. — Lagrimas escorriam pela face inocente da criança.

–Lamento, mas e seu pai. — Eu estava ficando genuinamente preocupado com a menina.

–Eu não o conheço mamãe dizia que ainda não era hora. – Ela tentava limpar as lagrimas sem sucesso, olhava atônica para todos os lados como se a qualquer momento fosse ser atacada.

–Gostaria de vir até a minha casa? Garanto que meus irmãos adorariam ter uma dama tão bela na família. -Tentei ser simpático com um sorriso enquanto limpava as lagrimas da pequena com os polegares.

–Mas o senhor não me conhece. Eu sou Elizabeth, minha mãe me chamava de Effy e tenho quatro anos e meio e você?- Disse com olhinhos curiosos.

– Eu sou Niklaus, mas todos me chamam de Klaus, tenho uns 900 anos. — Respondi estendendo a mão a menina.

–Uau, você é bem velho. — Disse me fazendo dar risada e apertando minha mão com um sorriso.

–Venha vamos para a casa antes que você fique sem sangue na testa. — Peguei a garotinha em meus braços e seus livros levando a menina para o seu novo lar.