Você pode ouvir... meu coração?
3 Noite improvável e dia esportivo.
Notas iniciais
Então, quando os dois entraram no salão... apareceu um America com um balde na mão e, as únicas ações que Yuki pode lembrar dele é: balde — água — jogando — molhado — troca de roupa.
– Yuki Então era você o vulto no jardim que eu vi passando?
– Onde está o Alemanha e o China? — Letônia olhava de um lado para o outro procurando os seus amigos fugitivos.
– Eles estão lá tomando a cerveja que o Prússia trouxe. — o americano aponta para a mesa onde os dois se encontravam. Mas não parecia que os dois tinham bebido aquela cerveja, mais parecia que eles estavam fazendo os países moderarem na cerveja.
– Entendo.
– Mas por quê você jogou água fria em mim?
– Desculpa Yuki. Pensei que você era um monstro ou algo parecido que o Inglaterra trouxe para me assustar.
– Mas antes de fazer isso tenha certeza do que viu! Olha só como eu estou agora...
– Ok, me desculpa. Vou pedir para Hungria te dar uma roupa para vestir.
– Mas eu já tenho as minhas roupas.
– Não não, eu insisto! É o mínimo que posso fazer.
– Uh, ok então. Se você insiste...
– Yey! HUNGRIAAA!!
– Sim?
– Vem aqui um momento!
– Ok. — Hungria se dirige para onde estava o americano e se depara com a Yuki toda molhada e o Letônia ao seu lado.
– Oh Yuki, olha que estado você está para ter um encontro! — naquele instante o America já tinha deixado o local, pois do jeito que é a Hungria, já sabia como ia acabar a história.
– E-encontro? Do que você está falando? — Yuki começa a ficar vermelha, em seguida Letônia também começa a corar.
– É H-Hungria. Q-que encontro v-você t-ta falando?
– Vocês dois não enganam ninguém. Vem Yuki, vamos colocar uma roupa bem bonita em você!
– Eh? H-Hungria... Nãoo!! — Hungria pega a Yuki pelo braço e sai arrastando ela até o seu quarto, enquanto deixam para trás um Letônia todo confuso com a situação em que foi se meter.
– E agora? Oquê eu faço? Depois dessa, ela nunca mais vai querer falar comigo...
– Ei Letônia, parece que o plano tá tendo sucesso hein?!
– De que plano você tá falando América?
– Do plano do Alemanha pra deixar vocês juntos.
– A-Alemanha te contou? — Letônia fica com uma cara de "não to entendendo mais nada".
– Sim, foi ele que me mandou jogar água nela e mandou a Hungria colocar um vestido.
– Alemanha... Depois vamos ter uma conversa muito séria....
– Me desculpe por você ter que passar por tudo isso.
Era uma voz feminina que vinha de trás do America. Acho que vocês já sabem quem é né? Isso mesmo, a garota com olhos vermelhos. Quando Letônia viu ela, ficou deslumbrado por sua beleza. Ela usava um vestido branco com detalhes vermelhos, a barra do vestido ia até o seu joelho. Parecia um vestido feito para uma boneca de porcelana. Seus cabelos negros foram prendidos em duas chiquinhas.
– L-Letônia, tem algo de errado comigo?
– N-não, é que você está muito bonita... — Letônia não acreditava que tinha dito isso. Ele começou a sentir a maior vergonha do mundo.
– S-sério?! Eu pensei que esse vestido não combinava comigo...
– Não, ficou bom em você.
– Obrigada.
– Mon cherry, como você está linda. Eu até poderia dormir com você...
– Não fala besteiras pervertido.
– Que isso... Vai me tratar assim mesmo? — o França empurra o Letônia para dentro da festa, fazendo Yuki ficar sozinha com o francês.
– Letônia...
– Não liga para ele, fique comigo essa noite. — o francês tenta lhe arrancar um beijo em seus lábios, mas a única coisa que ele recebe é um tapa.
– Você é realmente um tarado... — Yuki então vai em direção do Letônia, que a convida para conversar.
– Então quer dizer que agora o Letônia é meu inimigo? Ótimo, essa guerra vai ser fácil de ganhar.
A noite passou rápido. Depois de um tempo, de pouquinho em pouquinho, todos foram se recolhendo e as empregadas foram arrumar o local. No dia seguinte, todos se levantaram cedo. Era um dia onde não tinha nada pra fazer, todos estavam sem criatividade. Todos estavam no salão principal tentando pensar em algo para fazer.
– Aqui tá tãããooo chaatooo... Dinamarca, brinca comigo!
– Não dá agora, tô pensando.
– Pensar é tããoo chaatooo...
– Tenho uma ideia!
– E qual é America?
– Que tal se nós formos jogar baseball?
– Ótima ideia ~aru!
– Ei, nós poderíamos ir para o estádio que o Espanha alugou.
– E-Espanha? Como você pode saber se ele alugou mesmo um estádio?
– Ele acabou de mandar uma mensagem nos convidando.
– Como você tem o contado com o Espanha-san?
– Ele é o capitão do nosso time de baseball.
– Então vamos lá!
– Ok, vou colocar meu uniforme.
– Ei Yuki! Eu te desafio pra uma partida de baseball!
– Tudo bem, mas não vai ser minha culpa se você sair chorando de lá!
– Que isso, eu sou o herói. Não lembra?
– Tudo bem, é você quem sabe.
Chegando no local, eles encontram Espanha e o Romano praticando arremesso.
– Capitão!!
– Yuki! Finalmente você chegou.
– Me desculpe à demora, é que eu tava colocando o uniforme.
– Tudo bem, pelo menos você veio.
– Não dá dessa de novo, idiota!
– Ok Romano-senpai.
– Então, VAMOS COMPETIR!!
E então começa a competição, as formações dos dois times era o seguinte, a do Espanha: Romano, Yuki, Itália e Dinamarca. O time do America: Inglaterra, França, China e Rússia.
– Parece que o time do America tá muito forte...
– Capitão, mesmo assim. Ainda podemos vencer!
– É, você tem razão. Ainda temos a Yuki e o Dinamarca, obrigado Itália.
– Então, vamos fazer o nosso melhor!
– SIM CAPITÃO! — todos respondem em uma única voz. Parece que todos estão muito confiantes.
E assim o jogo foi seguindo. No final, o time do America perde de 20x10. Todos estão cansados e já é o fim do dia.
– Yeey!! O Dinamarca venceu! Você viu isso, Suécia?
– Sim, Finlândia.
E então, esse é o final deste dia cheio de competições entre Yuki e America, apesar desse ser só o começo de uma grande amizade. Parece que esse é um final normal para todos, o Rússia corre da Bielorrússia e Ucrânia tenta pará-la, Romano está dormindo no banco enquanto o Espanha tenta acordá-lo, Itália comemora junto com Alemanha e Japão. É, parecia tudo normal. Será?
~continua~
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