Você pode ouvir... meu coração?
1 Chegada inesperada.
Notas iniciais
Hoje era uma data especial na casa do Áustria, pois neste dia, alguns dos países iriam se reunir em sua casa (pois estava chegando o natal). Isso também inclui seu inimigo, o Prússia. Naquela casa, só se encontravam o Áustria, Japão, Itália e Alemanha. Hungria tinha saído para buscar as garotas e o Suíça no aeroporto, enquanto isso, todos na casa teriam que arrumar a casa para os convidados.
– Vee~. Só falta aquela flor aqui... – dizia Itália na ponta dos pés na escada, tentando colar a flor branca que faltava no cartaz.
– Itália-san, tome cuidado. Você pode cair da escada. – dizia Japão segurando a escada para o amigo não cair.
– Tá tudo bem, eu já terminei aqui.
– Ei Itália, me ajude aqui na cozinha! – dizia um australiano estressado com uma panela bem quente na mão.
– Ok Áustria!! – o italiano desce da escada e, de repente ele tropeça no último degrau. Mas por sorte, o alemão pega antes do italiano cair de cara no chão.
– Ei, Itália! Tome mais cuidado... Na próxima você pode cair de cara no chão. – o alemão estava sujo de terra, parecia que estava mexendo na terra ou algo parecido. Ele também estava bem suado por causa do Sol, usava uma roupa de jardinagem verde bandeira e um boné da mesma cor, usava botas e luvas de couro e sua camiseta branca estava meio suja de marrom, parecia cor de terra. O italiano logo se levantou, ajeitando sua camiseta e ficando de pé de novo.
– Obrigado Alemanha! – o Itália mantinha o sorriso no rosto enquanto agradecia e saiu correndo em direção da cozinha.
– Aquele Itália... – o Alemanha sussurrava enquanto se dirigia para falar com o Japão.
– Parece que você ainda se preocupa muito com ele...
– Eu sei Japão, ele tem que aprender a se virar sozinho. Mas eu não consigo me separar dele, eu sinto que tenho que ajudá-lo toda hora, como se fosse meu irmão mais novo!
– Eu sei, mas eu acho que ele só vai crescer quando aprender por si só.
– Você tem toda a razão... Bem, vou ir tomar banho. Porque com essas roupas eu não posso ficar. – o alemão se dirigia agora para o banheiro, onde se iria arrumar.
Já estava tudo pronto: a casa já estava arrumada, o jardim podado, a comida pronta e todos tinham ficado prontos. Os primeiros a chegarem foram China, Inglaterra, França e América.
– Onde está o Rússia? – perguntava o alemão.
– Ele me disse que iria vim junto com suas irmãs ~aru.
– Entendo.
– Ei, mais quem liga pra isso?! Onde estão as garotas? – falava um francês que olhava de um lado pro outro procurando elas.
– A Hungria foi buscá-las no aeroporto. – o austríaco parecia meio impaciente, pois olhava toda hora para o relógio, parecia estar ansioso ou nervoso.
– Ei Áustria, você está bem? – Inglaterra parecia estar preocupado com o amigo, pois seu comportamento não era normal.
– Ah, sim. Estou só nervoso, sabe, nunca me dei bem com mulheres...
– Disso eu sei bem, almofadinha! – Prússia estava na porta de seu jardim, parecia que ele entrou pulando o muro, pois a sua roupa estava cheia de folhas de árvores.
– I-i-irmão!! Você não pode fazer isso em outros territórios! – o alemão estava corado de vergonha ao ver o irmão daquele jeito. Com certeza o alemão queria se esconder no buraco depois de ver aquela situação.
– West, não se estressa comigo! Eu faço oquê quiser no território deste almofadinha. Kesesesesesese.
– C-como você pode invadir meu território assim! ? – o austríaco parecia bem nervoso, estava vermelho e começou a ir em direção ao Prússia.
– Que isso Áustria, você não vai ficar estressado justo agora né? — Ele dá um peteleco na testa do austríaco que reage segurando o pulso do albino.
– Tem razão, não posso me estressar então... NÃO ME ESTRESSE!!
– Ei, parece que você não está muito bem hoje Áustria... — neste instante, o austríaco se vira para gritar, mas fica paralisado ao ver a pessoa.
– Você não parece muito bem.
– E-eu estou bem, não precisa se preocupar.
– Tsc, só você mesmo Hungria.
– Cala a boca se você não quiser sair daqui com um galo na cabeça. — Hungria olhava o Prússia como se quisesse matá-lo.
– Ok, entendi.
– Bem, Hungria-san. Todos já estão aqui?
– Acho que sim.
– Hungria, cadê a Yuki? — Após ouvir esse nome, Hungria fica paralisada, como se tivesse lembrado de algo muito importante.
– Droga, esqueci de buscar ela na rodoviária! E agora? Ela com certeza vai me matar!! — de repente, a campainha toca e entram os Bálticos.
– Oi Áustria, quanto tempo...
– Oi Letônia, Estônia e Lituânia.
– Ei, por acaso vocês viram uma garota mais ou menos do tamanho do Letônia, com olhos vermelhos e cabelos negros e compridos? — dizia a Hungria com medo nos olhos.
– Não, não me lembro de nada parecido...
– Droga. Agora, oquê eu faço? — Hungria cai de joelhos no chão e chorando.
– Idiota, não precisa chorar tanto assim... — Hungria olha para sua frente e se depara com Yuki a olhando com seus olhos vermelhos. Neste momento, Hungria levanta e abraça Yuki, chorando em seu ombro.
– Y-Yuki!! Me desculpe por te deixar lá sozinha!!
– Tudo bem, oquê já foi feito não pode voltar e corrigir.
–Obrigada!! Mas, eu tenho uma pergunta para fazer... — Hungria começa a parar de chorar e começa a voltar ao normal, limpando suas lágrimas.
– Como você conseguiu chegar aqui?
– Por incrível que pareça, eu encontrei um soldado austríaco e ele me trouxe até aqui.
– M-mas você entende oquê eles falam?
– Sim, eu sei falar alemão então não foi tão difícil assim.
– Entendo.
– Uau, você é realmente linda!! — França coloca seu braço em volta do pescoço de Yuki.
– Ei, por acaso você não quer sair comigo um dia desses?
– França, seu tarado!!
– Quieto Inglaterra! E então, meu docinho balcã?
– Caramba, então você deve falar isso pra todas as garotas que você encontra na rua não é?
– Hã?
– Ah, e respondendo sua pergunta... Eu nunca sairia com você! — Yuki tira o braço em volta de seu pescoço e vai em direção a Hungria.
– Então Hungria, qual foi a razão para você ter me arrastado até esse lugar?
– Ah, é que eu queria que você passasse o natal junto com a gente.
– OQUÊ?? — todos os garotos gritam e com cara de sem entender o "porquê" que ela fez esta proposta.
– E-ei, Hungria. Isso... tem certeza que tá certo fazendo isso? — perguntava Estônia.
– Sim, o Áustria concordou né?
– E-eu oquê?
– Sim, eu pedi ontem pra você se eu podia trazer ela para passar o natal aqui.
– Ah, é verdade...
– Ei pessoal!! Os Nórdicos chegaram pra agitar aqui!!
– Dinamarca! Quanto tempo ~aru! — China dá um abraço bem apertado.
– Oquê esse pirralho tá fazendo aqui? — Inglaterra perguntava apontando para o Sealand.
– Eu resolvi trazer o pequeno também. — respondeu o Suécia com um ar frio.
– Então vamos começar a festa ~vee!!
~Continua~
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