Você me esperaria?
11 Capítulo 11 - Nossa Primeira Noite_Parte Dois
Notas iniciais
* Ana
Ele era carinhoso comigo. O casaco rosado foi lentamente tirado. O vestido se amontou-o em volta dos meus pés.
Ele segurou o meu rosto e olhou no fundo dos meus olhos.
– Você realmente quer isso, baby? Quem sabe não queira esperar um pouco, eu respeito seu tempo e suas necessidades sempre você sabe.
Interrompo-o com um pequeno selinho nos lábios.
– Se não for com você, Christian, não será com nenhum outro. — digo transmitindo segurança.
Não estava com uma lingerie sexy ou algo do tipo, na realidade eu estava com um conjunto de lingerie de cores diferentes. Estava abafado por eu estar toda acessa de desejo, esperando a hora deles serem saciados
Um beijo foi depositado em meu ombro e outros se seguiram em direção ao meu rosto. Arrepiei-me.
– Ana, depois disso não terá volta. Você será eternamente minha.
Como se eu já não fosse. Ele me levantou no colo e eu gargalhei. A minha risada enchendo o ar.
– Sempre me surpriendendo, não é, Christian.
Ele sorri torto. Como eu adoro esse sorriso. Ele não fala nada e sobe a escada comigo e para em frente a um quarto simples com uma cama de casal clássica e uma janela muito grande.
Ele me colocou sobre a cama e se afatou. Aperto os dedos no edredom, macio. Acho que eu estava tentando me ligar em tudo, menos na visão de Christian tirando a camisa suada -, mas perfumada. — deixando seu peitoral delicioso a mostra.
Mordi os lábios. Ele se inclinou em minha direção na cama e sussurou perto do meu ouvido:
– Como eu queria morder essa boquinha... — ele sorri com aquele sorriso safado de novo.
Balanço a cabeça em negação. Eu nunca na minha vida, peisei em ouvir Christian Grey falar essa frase para mim. Sorrio e passo mão pelo seu peitoral. E que peitoral!
– Por que não o faz, baby? — imitei-o e chupei seu pescoso, mordendo-o em seguida.
Ele olha em minha direção, um tanto atordido, mas logo se recomponhe e seus olhos se escurecem de desejo lentamente.
– Por que eu quero morder outros lugares mais... Peculiares, primeiro e pelo que eu vejo sua lingerie está atrapalhando com meu plano, então que tal tirá-la?
Eu ri com o seu comentario. Sempre tão sarcástico! Ele passou os dedos por detrás das minhas costas e abriu o fecho do meu sutiã. Fechei os olhos e prende o ar. O vento bateu nos meus mamilos fazendo ficarem ainda mais rígidos.
Eu estava morrendo de medo de ver a reação de Christian, mas como a curiosidade falou mais alto que o medo e eu lentamente abri os olhos. Ele olhava vidradamente para meus seios, agora ele tomava-os nas mãos. Gruni.
– Tão linda.
Agora sua língua estava sobre eles. Chupando um e acariciando deliciosamente o outro. A sensação estranha, mas prazerosa, estava crescendo no vértice de minhas pernas. Enlouquecida, ergui meu corpo, oferecendo meus seios e olhando no fundos de seus olhos cinzas.
* Christian
Eu percebia que ela estava aturdida e embebedada pelo prazer que eu lhe oferecia, e ela estava aceitando de bom grado.
Eu iria monstrar-lhe muito mais do que ela poderia imaginar. É claro que ela só poderia descobrir as artimanhas do sexo comigo. Ela é minha é de mais ninguém.
Mordi delicadamente o mamilo sentindo o olhos monte cremoso sob a outra mão, deixando-a louca.
– Christian, acabe logo com isso, baby...
Sorri e parei de beijar seus lindíssimos peitos e depositei um beijinho em cima do umbigo.
Sorri em sua direção e ela arregalou os olhos na minha. Claro que ela não saberia o que eu faria em seguida, mas era bom deixar um suspense para aumentar sua exitação.
Coloquei a mão nas laterais da sua calcinha e a desci por suas pernas modeladas. Levantei e fui ao meu closet, peguei uma das minhas gravatas e sai de volta para o quarto. Ela ainda olhava na minha direção, mas havia mudado de posição. Agora ela estava sentada, ofegante com os montes de fora e "tentando" tapar sua intocada vulva.
Sorri torto. E desenrolei a gravata na sua frente. Ela fraziu as sobrancelhas sem ter a mínima ideia do que eu iria fazer com aquilo nela.
Me aproximei e toquei seu rosto.
– Você confia em mim? — pergunto olhando no fundo de seus olhos.
– Sim. — ela tira as mãos de sua pequena bocetinha rosada colocando-as em meu rosto. Dei um beijo nela e me afastei.
– Feche os olhos. — Mesmo sem entender ela fechou-o e ficou rubra.
Rapidamente arranquei minha calça do meu corpo e joguei em qualquer canto do quarto. Me aproximei e enfaichei seus olhos. Ela tocou a gravata. Empurrei-a em direção a cama e a deitei.
– Me promenta que não irá se mexer. Ana, isto é para o meu e para o seu prazer.
Ela assente e sorri. Olhei para seus seios. Lindos, montes alegres. A cintura fina e o quadril largo e esbelto. E sua linda e lisinha vagina. Toquei sua entrada. Como imaginava, ela estava molhadinha.
Essas palavras sujas em direção a Ana eram intermináveis, mas eu vou fazer tudo da maneira correta e dar-lhe o máximo de prazer possível, pois eu a amo.
Ela gemeu se erguendo ao meu encontro. Lentamente toco sua intimidade com a língua e deixo minha boca ali. Ela grita e agarra nos meu cabelos. Minha baby prometeu que iria ficar parada, mas eu deixo pois se ela está bem eu também estou.
*Ana
O que é isso? O que eu estou sentindo alguém poderia me explicar? Era bom, prazeroso. Christian não mentiu quando disse que seria prazeroso e como era.
Agora ele colocou sua boca sobre a minha intimidade. A boca! Claro que eu já tinha ouvido falar de sexo oral, mas eu nunca fiz ou recebi. Claro, eu sou virgem! Não vai ser mais!
Sorri com o prazer e com o comentário de minha mente, mas imediatamente me desocupei desses pensamentos.
Agora a sensação em meu ventre era mais forte, mais quente e estava perto. Perto de alguma coisa acontecer, meu corpo estava esquentando em temperaturas alarmantes. De repende, meu ventre se contraiu e uma sensação boa passou por espasmos pelo meu corpo. O líquido que molhara meu íntimo era sugado avidamente por Christian dando pequenos choques em minha vagina.
Senti que ele se ergueu e arrancou a gravata de meu rosto. Deu-me um beijo arrebatador, — que eu retribui também, óbvio — e se afastou olhando ansioso para mim.
– Está preparada para se tornar minha e eu me tornar seu? — perguntou me procurando traço de dúvida em meus olhos.
– Nós sempre nos pertencemos, Christian.
E com essas palavras ele tirou a calça e a box. Não me permiti olhar para o seu membro exitado enquanto ele colocava a camisinha, mas notei que ele era bem dotado. Como isso caberia em mim?
Ele beijou-me novamente e abriu minhas pernas. Agora era a hora, de o que deveria acontecer. Ele iria me tomar nos tornariamos um só.
Ele se afastou e pressionou seu membro devagar em minha entrada, para eu me acostumar.
Logo ele estava dentro de mim, passando pela barreira que mostrava o quanto virgem eu era. Era encomodo e muito doloroso. Olhei para ele e ele olhou para mim e disse:
– Já irá passar, amor. Espere.
Seu olhar me acalmou e eu relaxei. Ele começou a se mover e a sensação de dor foi substituída pelo prazer louco e selvagem a qual ele se referia quando fletava comigo levemente. Um pedido veio a minha boca.
– Mais rápido, Chris...
E aceitando meu pedido, começou a se mover dentro de mim. Os movimentos ganhando forças e me levando a loucura. Os únicos sons do quarto eram nosso gemidos susurrados e os nosso corpos se encontrando em sincrônia.
– Oh, Christian, eu vou... oh!
– Venha, amor. Venha para mim! Oh! — gemeu rugindo e acelerando ainda mais o movimento.
E enfim eu cheguei ao êxtase e ele logo depois. Sorri. Ele levantou jogou a preservativo fora e pegou um lençol. Se deitou e com o lençol nos cobriu e me abraçou, beijando minha cabeça. Olhei para ele.
– Agora nós nos pertencemos de uma nova maneira. Você pode apostar que eu te amo mais do que você imagina. -ele disse e eu sorri com todos os dentes, de felicidade.
– Eu sei o quanto você me ama, pois eu amo você com a mesma intensidade ou até mais. — Sorri dando-lhe um ultimo beijo antes de cair na inconsciência.
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