Você Me Ensinou a Amar
22 Foi Uma Briga Boba!
Notas iniciais
Pov’s León
Abri os olhos lentamente, depois de sentir uma mão quente percorrer meu tronco nu e suspiro no meu pescoço, que admito me fez arrepiar e sentir um pouco de cócegas. Após abrir os olhos totalmente, vi que era a Vilu dormindo abraçada a mim e com a cabeça aconchegada em meu pescoço. Com a mão livre, pois a outra estava em baixo do corpo dela, cocei meu olho e delicadamente me virei para o criado-mudo pra ver que horas era, e o relógio marcava exatamente meio dia.
Me levantei delicadamente para não acordar minha princesa, coloquei apenas uma cueca (N/A imagine esse ser apenas de cueca, ô lá em casa... Ok voltando a história) fui ao banheiro e depois fui á cozinha e preparei um almoço. Depois de mais ou menos uma hora e fui ao quarto acordar a Violetta, e ela ainda estava dormindo do jeito que eu a deixei. Dei uns beijos em seu pescoço e a vi dar um risinho baixo.
–Bobo...-Falou ela me puxando para cima dela.
–Bom tarde, pra você também amor.-Falei irônico.
–Bom tarde, bebezão.-Falou ela coçando os olhos.
–Agora vamos descer que o almoço nos espera.-Falei me levantando de cima dela.
Ela pegou uma blusa minha que estava por cima da cama e a vestiu, logo depois tentou se levantar mas voltou a se sentar e ficou me olhando com um sorriso sapeca no canto da boca.
–Que foi?-Perguntei preocupado.
–Seu poderoso amigo me deixo sem andar.-Falou ela apontando para o membro.
–Oh, Deus.-Dei uma gargalhada.
–Não ria.-Ela falou me encarando serio.
–Me desculpa, mas a sua cara foi hilária.-Falei.
–Hahaha...-Ela forçou uma risada.-Agora me leva.-Falou ela estendendo os braços a minha direção.
Fui até ela e a peguei no colo, dei um gemido como se estivesse fazendo muita força, e a Violetta deu gargalhada e começou a me estapear e soltou um “eu não sou gorda, você que é muito fraco” e essa foi a minha fez de rir.
Chegamos na cozinha e eu a larguei na cadeira delicadamente, como um legitimo cavalheiro. Comemos em silêncio só as vezes dávamos risadas um do outro, mas nada muito exagerado.
–O que você quer fazer hoje?-Perguntei á ela.
–Ir ao cinema.-Falou ela empolgada.
–Esta bem então!!-Falei a pegando no colo e indo até o quarto para nos arrumar.
–Vamos tomar banho junto?-Falou ela com a voz manhosa e passando o dedo indicador por meu peitoral.
–Vamos!-Falei rindo da carência dela.
Tomamos banho, nos vestimos e já estávamos prontos para ir. Ela pegou sua bolsa, e eu minha carteira e meu celular, entreguei a ela e a mesma guardou. Fechei o apartamento e fomos até o estacionamento, mas antes que pudesse abrir a porta do carro a Violetta me impede.
–O que foi?-Perguntei confuso.
–Não vamos de carro!-Falou ela como se fosse a coisa mais normal.
–Não?-Perguntei mais confuso ainda.
–Não, vamos caminhando.-Falou ela me puxando para fora do estacionamento.
–Mas é longe.-Falei reclamando.
–Deixa de ser preguiçoso.-Falou ela ainda me puxando.
–Ta vamos.-Falei derrotado.
(...)
–Terror!
–Romance!
–Terror!
–Romance!
–Ok, então vamos ver outro, sei lá... ação?-Perguntei tentando acabar a briga para escolher um filme.
–Prefiro suspense!-Falou ela cruzando os braços e virando a cara.
–Então vamos ver terror...-Falei sem paciência.
–Mas eu não gosto de terror, seu chato.-Falou ela batendo o pé.
–Qual a diferença de terror e suspense?-Perguntei passando a mão na cabeça.
–Suspense não é terror.-Falou ela convencida.
–Eu juro que não entendo.-Falei me sentando em uma das poltronas que ficava na frente dos cartazes de filmes.
–Quer saber, vamos fazer assim. Você compra o ingresso para ver seu filme de terror e eu o de romance.-Falou ela.
–Ótimo!
–Ótimo!
E saímos cada um para o seu canto para comprar seu ingresso.
Comprei o meu ingresso e fui para a fila pra entrar na sala, olhei para o outro lado do cinema e lá estava ela na fila para entra na sala do seu filme. Ela viu que eu a olhava e desviou o olhar. Entrei na sala e sentei em uma das ultimas poltronas e esperei o filme começar.
Já estava no meio do filme, e eu não estava achando nenhuma graça naquele filme. Sinceramente aposto que estaria melhor se estive com a Vilu, mesmo que esteja vendo um filme que não fosse do meu agrado de qualquer forma ela estaria ali. E neste caso não tem graça ver filme de terror se não tem ela para mim abraçá-la nas cena que a assustava. Me cansei daquele filme e me retirei da sala, sentei naquelas poltronas em que estava de frente para os cartazes de filmes, e espere que o filme da Vilu acabasse. Não deu nem cinco minutos e eu vi ela saindo da sessão dela, e assim que ela me viu abriu um sorriso tímido e venho até mim.
–Foi uma briga boba.-Falou ela se sentando ao meu lado.
–Concordo. Não tem graça vermos filmes separados.-Falei a olhando.
–O filme não era tudo aquilo que foi imaginava né?-Falou ela me olhando brincalhona.
–Também...-Falei rindo.-Mas realmente não tem graça ver um filme sem você.-Completei.
–Eu sei eu sou demais.-Falou ela se exibindo.
–Menos.-Falei e dei um selinho nela.
–Vamos tomar sorvete!!!-Ela gritou e saiu correndo do cinema, chamando a atenção de todos ali presentes.
(...)
Quando voltamos para cara ontem a noite já era por volta das nove da noite, logo em seguida já fomos dormir pois estávamos exaustos. Acordei com o meu celular tocando me levantei rapidamente para atender e era da faculdade falando que teria que comparecer na mesma á tarde. Olhei no celular da Violetta e havia uma mensagem com o mesmo pretexto.
Fui até ela e dei beijinhos em seu rosto para ela acordar como sempre faço, ela se mexeu um pouco na cama e deu seu típico risinho e levou suas mãos eu meu cabelo.
–Para com isso Diego.-Falou ela rindo.
–Diego?
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