Você Me Ensinou a Amar
26 Eu Gosto Disso...
Notas iniciais
–Quem é Violetta?
–Como assim, León? Quem é Violetta? –Falou Andrés parecendo confuso.
–É, quem é essa? –Repedi a pergunta.
–León, eu sei que você esta furioso com a garota mas não precisa fingir que ela não existe ou que não conhece ela. –Completou Andrés.
–Do que você esta falando? –Perguntei confuso.
–Ai meu Deus, Eu já volto. –Falou ele se retirando do quarto.
Pov’s Violetta
Após Andrés me contar sobre a briga ridícula de León, não pensei duas vezes e fui direto para a sua casa. Chegando lá encontro Andrés, e o mesmo diz que até então León não havia acordado. Fiquei preocupada, se León não acordasse em menos de uma hora seria quase certo que ele entraria com coma, tanto pela bebida quanto pelos tapas que levou. Andrés pediu para que eu espera-se na sala enquanto ele iria novamente lá no quarto ver se León havia acordado. Depois de menos de 10 minutos Andrés volta com uma expressão preocupada no rosto e assustado, atravessava o corredor a mil e vinha em minha direção.
–Boa noticia ele acordou... –Falou rápido e ofegante. –Mas... –Não deixei-o acabar e corri rapidamente para o quarto de León.
O que poderia ter de errado?
–León... Meu Deus... –Falei olhando sua cara suja de sangue seco. –Andrés nem para limpar seu rosto. Deixe eu ajudar.
Peguei uma toalha de rosto e molhei a mesma e fui novamente ao encontro de León, me sentando na cama. Comecei a limpar seu rosto e o mesmo me olhava atentamente mas não disse uma só palavra, o que não era normal. Então resolvi puxar assunto.
–Ta doendo? –Perguntei passando a toalha em seus machucados bem feios.
–Só ardendo um pouco. –Falou fechando os olhos.
–Se incomodar me avisa. –Pedi.
–Sabe... Eu não faço a mínima ideia de quem é você! –Falou naturalmente.
Por um momento parei de cuidar de seus machucados, e o encarei o mesmo ainda se encontrava de olhos fechados e com um expressão firme.
Como assim ele não sabe quem eu sou?
–Como assim León? Como não sabe que eu sou sua... –Iria dizer namorada mas lembrei que não era mais.
–Minha?-Ela esperava minha resposta.
–Tua amiga... –Completei rápido.
Apesar de doer saber que ele não se lembrava de mim, não poderia o enganar, igual não seria a mesma coisa assim quando ele se lembra-se iria ver que eu menti sobre tudo. Ele iria me odiar mais ainda.
–Minha amiga... –Repediu baixinho o que eu havia dito, parecia pensativo. –Faz sentido, por isso esta preocupada comigo e cuidando de mim. –Falou me olhando.
–Exatamente. –Exclamei sorrindo.
Se não posso ser namorada posso ser amiga.
–Então amiga me ajuda aqui. –Falou ele com voz de gay, o que me fez rir.
–Em que meu amor? –Falei rindo e ele riu também.
–Nisso... –Falou ele tirando a coberta de cima dele, me mostrando sua costela roxa. Fiquei horrorizada, mas quando olhei bem percebi que ele estava apenas com uma cueca boxer preta, e mesmo sem estar excitado seu membro fazia um volume nela, como era grande.
Porque não me aproveitar da situação?
–Pode me ajudar? –Ele falou manhoso, me tirando de pensamentos obscenos.
–Mais é claro. –Falei com uma voz sexy. –Deixa eu ver... –Falei passando a mão pelo local.
–Você entende disso? –Perguntou ele, me olhando atento.
–Fizemos um tempo de faculdade de medicina juntos. Mas paramos á um tempo atrás.-Comentei.
–Hum... Então estou em boas mãos. –Falou sorrindo.
–É, em boas mãos. –Repeti sua frase mas com duplo sentido. –Ahn, vou ver se o Andrés ainda esta ai, e vou dizer para ele ir para a casa descansar. –Falei.
–Ah, claro. Ele deve estar cansado. –Falou o León carinhoso.
Fui até a sala e lá estava o Andrés sentado no sofá roendo as unhas, daqui a pouco seria os dedos. Ele parecia apreensivo.
–E ai? Tudo bem? Ele te falou? –Perguntou ele se atrapalhando nas palavras.
–Sim, sim. Ele me falou que não se lembra de mim. –Respondi calma.
–E você esta bem? –Perguntou desconfiado.
–Claro... Ahn, pode ir para a sua casa Andrés, eu vou ficar aqui com ele. –Completei.
–Tem certeza? Não quer mesmo que eu fique? –Perguntou.
–Não pode ir. Deve estar cansado. –Falei passando a mão em sua ombro enquanto o guiava até a porta.
–Realmente estou. Então ta, até... Não o mate. –Falou me dando um beijo na testa e saindo.
Assim que ele saiu eu fui correndo para o quarto de León. Entrei no quarto eufórica e o encontrei com a mão em cima de seu membro e assim que me viu deu uma apertadinha no mesmo por cima da cueca. Se você pensou que ele estava se masturbando, não, não ele não estava, digamos que era apenas uma acaricia, nada de mais.
–Ele já foi... –Falei com a respiração descompensada por ter corrido e por visto ele naquela cena.
–Aham... Agora me ajuda aqui. –Falou ele passando a mão em cima do roxo.
Fui no banheiro e peguei a caixinha de primeiros socorros, e fui na gaveta de seu guarda-roupa aonde ele guardava suas pomadas, e peguei uma que ajudaria a cicatrizar.
–Pode doer um pouquinho. –Falei limpando o local com soro e logo em seguida passando a pomada.
–Caralho... –Ele falou fechando os olhos com força e fechou as mãos como se fosse bater em algo. –Você disse que poderia doer um pouquinho. Arde para cacete.
–Me desculpa mas é necessário. Deixa eu fazer uma coisa pode ser que ajude a arder menos. Se deita. –Ele se deitou, e eu fiquei de quatro na cama com o rosto perto de seu machucado, e comecei a assoprar.
–Fica geladinho. –Falou ele todo arregaçado, rindo e se arrepiando.
–É bom? –Perguntei safada.
–Muito. –Falei rindo.
–Então não esta mais ardendo? –Perguntei e ele apenas negou aproveitando aquela sensação. –Então posso parar? –Perguntei provocativa.
–Nãoo.. –Ele respondeu apavorado. –Se você parar vai voltar a arder. –Falou ele todo manhoso,
–Então eu continuo bebê. –Falei, e comecei a passar a minha mão em sua barriga e senti a mesma se contrair com o meu toque.
Continuei a assoprar e acariciar sua barriga, até que levei minha mão mais para baixo, chegando pertinho de seu membro, vi que ele se arrepiou e dei um sorrisinho sacana. Apertei seu membro e o vi ficar animadinho dentro da cueca, passei a unha por toda a sua extensão ainda por cima da cueca e o apertei e senti ele pulsar diante de meus dedos. Comecei a dar beijinhos no seu machucado e fui descendo até o elástico de sua boxer e subi novamente. Senti as mãos de León na minha cintura me puxando para mim sentar em seu colo, e assim eu fiz. Comecei a roçar nossas intimidades e ouvi um gemido rouco sair de León. Ai que delicia!
León começou a ficar eufórico, e com rapidez tirou minha blusa e logo em seguia meu short me deixando semi-nua. Agora o contado de nossas intimidades eram mais intensos do que antes. Queria o provocar, então comecei novamente a dar beijinhos em seu peitoral e indo para baixo até chegar no elástico de sua boxer que desta vez eu tirei, deixando seu membro totalmente ereto pular para fora. Dei beijos molhados no mesmo e o sentia pulsar em meus lábios, o León mais queria agora era gozar, o seu membro dizia isso, e eu o conhecia muito bem. Sentei novamente em seu membro e forcei minha intimidade nele, só não ouve uma penetração ali por causa da minha calcinha e isso o deixou louco. León igual a uma fera tirou a minha calcinha a rasgando, o que me deixou mais molhada ainda, sem aviso prévio algum ele me fez sentar rapidamente em cima dele o que tirou um gemido alto dele e de mim um grito. León levou suas mãos em minha cintura comandando a velocidade e pressão, enquanto eu estava extasiada. Depois de toda aquela briga com o León essa era a melhor coisa que estava nos acontecendo, aquela sensação era maravilhosa, ter ele dentro de mim me fazia sentir como se eu estivesse completa. Diante daquela situação totalmente excitante pela primeira vez nós nos beijamos, um beijo intenso, cheio de desejo, feroz, com direito a língua, e saudade da minha parte. León parecia um louco, guerreávamos um batalha com nossas línguas como se fosse haver um ganhador, e nossos corpos se chocavam brutalmente, o vai-e-vem o entra-e-sai o pra frente pra trás tava uma delicia, León sabia exatamente o que fazer, e como fazer. Ele era o Deus do sexo, ta ai: León o Deus do Sexo... Isso é excitante. Com mais duas estocadas senti meu corpo formigar e um êxtase total, meu corpo se contorceu todo e senti o corpo de León em baixo do meu fazer o mesmo, em segundos eu e ele estávamos gozando juntos, demos um grito alto os dois. Cai em seu peito totalmente suada e cansada, minhas pernas estavam bambas e minha respiração saía com dificuldade. Com a cabeça no peito de León, podia ouvir seu coração bater rapidamente e seu peitoral descer e subir rapidamente, denunciando sua respiração ofegante. León ainda tinha suas braços em volta de minha cintura, me em pendido de sair dali, como se tive medo que eu fugisse. E não posso reclamar disso pois era muito bom. León fazia carinho em minhas costas e eu em seu peitoral. Meus olhos começaram e ficar pesados, mas eu tentava ao máximo me manter acordada, para desfrutar daquele momento, mas sabia que não iria agüentar. Fechei meus olhos e puder sentir León me dar um beijo na testa e sussurrar bem baixinho:
–Eu não me esqueci de você!
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