Violin

30 Dia 30 — Whole Lotta Love


Notas iniciais
GENTE, SOCORRO, HOJE É O ÚLTIMO DIA. MEU DEUS, SOCORRO, SOCORRO, SOCORRO. Antes de mais nada, eu só queria dizer que foi um prazer IMENSO escrever para vocês. Sério, imenso mesmo, vocês são os melhores leitores do mundo e cada um de vocês que leu e comentou contribuiu para que eu chegasse até o dia trinta, porque eu pensei em desistir várias vezes. Eu mal consigo acreditar. No início, não acreditei que esse dia chegaria, no meio eu duvidei, e agora que ele está aqui eu quase desejaria que ele não chegasse. Quase. Apesar de ter sido um prazer imenso, também foi muito difícil e eu fico muito, muito, muito feliz de estar aqui agora. Se você está lendo isso e ainda não comentou nenhuma vez, comente. Diga a sua opinião, diga se amou ou odiou, deixe-me saber que está aí. Se não quiser dizer mais nada, dê um OI hauhdsajkasduash. Sério, só queria mesmo saber quem são os lindos que estão lendo/leram a Violin :v Abraços o/ Vejo vocês por aí.

Não era só sexo, não com Sherlock. Mesmo que considerasse dizer — ou pensar em — fazer amor deveras clichê, era exatamente assim que se sentia. Ele não conseguia manter o que sentia por Sherlock somente no coração, precisava demonstrá-lo.

Dizer não era o suficiente, não quando era tão fácil, não quando ele podia fazer todos os dias e para sempre.

Tocá-lo, por outro lado, sentir o calor do corpo dele contra o seu, provar do gosto agridoce de seus lábios, era precioso. Mais ainda, sentir que ele se entregava ao seu amor era simplesmente irresistível.

Quando, ao lançar-se para dentro dele, Sherlock gemia, ou mesmo quando ambos se excitavam mutuamente usando apenas as mãos ou a boca, John se sentia numa espécie de Paraíso. Ele recebia aquele amor que era tão inominável para Sherlock, tão difícil de encarar.

Embora, por vezes, as palavras fossem boas de se ouvir, não eram sempre necessárias.

Havia aqueles momentos em que os toques significavam mais.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!