Violin
30 Dia 30 — Whole Lotta Love
Notas iniciais
Não era só sexo, não com Sherlock. Mesmo que considerasse dizer — ou pensar em — fazer amor deveras clichê, era exatamente assim que se sentia. Ele não conseguia manter o que sentia por Sherlock somente no coração, precisava demonstrá-lo.
Dizer não era o suficiente, não quando era tão fácil, não quando ele podia fazer todos os dias e para sempre.
Tocá-lo, por outro lado, sentir o calor do corpo dele contra o seu, provar do gosto agridoce de seus lábios, era precioso. Mais ainda, sentir que ele se entregava ao seu amor era simplesmente irresistível.
Quando, ao lançar-se para dentro dele, Sherlock gemia, ou mesmo quando ambos se excitavam mutuamente usando apenas as mãos ou a boca, John se sentia numa espécie de Paraíso. Ele recebia aquele amor que era tão inominável para Sherlock, tão difícil de encarar.
Embora, por vezes, as palavras fossem boas de se ouvir, não eram sempre necessárias.
Havia aqueles momentos em que os toques significavam mais.
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