Violetta Vivendo o amor
14 Você pode me contar!
Notas iniciais
POV PABLO
Durante os dias que a Violetta faltou fizemos um teste cada aluno da turma cantou e dançou uma música e os que se saíram melhores escolhemos para fazer solo no show e o prazo foi um dia, apenas um dia para que ensaiassem uma música. Então chamamos um por um para anunciar, porém o Leon recorreu a mim e o Antônio para pedir um favor, apesar de ter ganhado o solo da música Podemos, ele queria fazer uma surpresa para Violetta, queria no momento que começasse a música puxasse ela para o palco e em determinada parte da música se ajoelharia e a pediria em casamento, nós prometemos pensar e um dia depois concordamos, afinal a escolha era dele se não queria fazer o solo.
Porém seria segredo absoluto somente eu, Antônio e o Marotti ficamos sabendo, depois de chamarmos um por um para avisar do solo depois avisamos também na frente de todos os que fariam duetos ou as músicas em grupo. E na planilha estava:
*Camila – Como quieres (solo)
* Leon – Podemos (dueto surpresa)
* Francesca – Nel mio mondo (coros Nathy)
* Nathy e Maxi — Ahí Estaré
*Marco,Camila e Broduey — Hoy somos más
* Violetta e Ludmila – Si es por amor
* Músicas em grupo:
*Ven y canta
*Ser mejor
E outras três para serem compostas.
POV GERMÁN
Os dias iam passando rápido e o dia da viajem de Violetta ia se aproximando, quando me dei conta faltava apenas um dia, isso me deixava preocupado... era impossível olhar para Violetta e não ver a minha menininha que corria pela casa e dependia de mim para tudo.
Era manhã e bem cedo eu e a Angie tomávamos café juntos no quarto e os dias não passaram rápido apenas pela viajem, mas pelo casamento também, faltava muito pouco a essa altura e eu notava Angie cada vez mais nervosa, como era de se esperar de uma noiva, era tão bom ver os olhos dela brilhando, eu não via a hora dela ser minha esposa. Em certa hora da manhã, quando eu estava perdido em pensamentos fui despertado pela voz de Angie, acordei do devaneio e olhei para ela
– Germán eu tenho que contar algo – ela mordeu os lábios
– Claro me fala – eu segurei suas mãos
– Não, não eu... não posso – ela se levantou da cama.
– Angie o que há? — ela esta escorada na parede, perto da janela olhando para o horizonte.
– Eu tenho que medo que você... Não sei se zangue ou algo assim – ela riu sem humor.
– Bom, me diga e você vai descobrir
– AH... Se quer saber eu não estou nem aí... Eu estou feliz e se você não estiver... Eu não posso fazer nada... – disse ela se irritando.
– Deixa de ser assim meu amor... Você pode me contar – disse eu tentando ser paciente.
– E-eu estou grávida – disse ela
– é... é sério? – eu paralisei.
– Sim... é – disse ela fitando me para garantir minha reação.
Eu paralisei.
– Não pode ser meu... é do Pablo não é???
– Viu por que eu não contei nada pra você? Não acredito que a essas alturas você duvide de mim... Não acredito. – respondeu ela se retirando do quarto.
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