Violetta Vivendo o amor
39 Caribe
Notas iniciais
POV LEON
Ela ia se aproximando mais de mim, ao seu lado estava Germán que sorria. Na primeira fila estava Angie e sua mãe com os gêmeos, ao lado Francesca, Marco, Camila, Broduey e meus pais. Nas fileiras de trás eu vi mais alunos do Studio e professores também.
Estávamos nós dois no altar trocando votos. Eu e ela nos casamos em um jardim imenso como ela sempre quis e realmente tornou tudo mais bonito, mais simples e o cenário combinava com nós dois.
Eu tinha os olhos focados nos de Violetta. Quando tivemos aquelas palavras tradicionais “pode beijar a noiva” eu a beijei as pessoas se levantaram e aplaudiram, eu afastei meus lábios dos dela e a abracei.
O fim da cerimônia chegou, eu respirei fundo. Agora nada mais nos separaria. Nós e os convidados aos poucos íamos nos dirigindo até o salão de festas. O jantar passou rápido. Todos desejaram os parabéns e quando a festa começou eu e ela fomos dançar até Angie nos avisar que tínhamos de ir se não quiséssemos perder o vôo. Eu e ela fomos até o carro nos despedimos da Angie, do Germán, dos meus pais. A Francesca e a Camila vieram, nos desejaram muitas felicidades.
– Foi o melhor dia da minha vida – eu selei seus lábios, coloquei o sinto de segurança, esperei Violetta se acomodar no banco do carona e dei a partida.
Ela sorriu.
– Sabe... Eu fico pensando ainda no dia em que eu te conheci – falou ela.
– É, eu nunca poderia ter imaginado que casaria com a garota linda meio perdida – eu ri baixo – Quer dizer eu me lembro que você estava com cara de confusa.
Violetta riu.
– E você seu bobo – ela beijou minha bochecha – Acha que eu imaginei que me casaria com o garoto Arrogante do Studio?
– A é? – eu estacionei em frente a casa dela onde estavam minhas malas. – Eu nunca fui arrogante.
Descemos do carro.
– Claro que foi. – disse ela.
– Repita isso. – eu me coloquei na frente dela.
– Arrogante – falou ela colocando as mãos na cintura.
– Confusa – eu comecei a fazer cócegas nela.
– Leon! Para... Eu me rendo – disse ela rindo –
– Acho bom – falei enquanto ela abria a porta.
Subimos até seu quarto onde estavam minhas malas e as dela. Trocamos de roupa e fomos até o aeroporto.
Procurei nossos lugares no avião e quando encontrei nos acomodamos.
– Próxima parada Caribe! – falou ela se sentando ao meu lado e aproximando seus lábios dos meus, nos beijamos algumas vezes.
Já estávamos algumas horas no ar. Eu passei as mãos em torno dos seus ombros. E ela, escorada em mim, adormeceu. Eu acabei por dormir também, mas eu não conseguia dormir bem em aviões em tão logo acordei.
A viajem foi tranquila, chegamos lá à tardinha.
Ficaríamos em uma casa que meus pais emprestaram,até o fim da nossa Lua-de-Mel era pequena e simples. Mas perfeita e até de frente para o mar.
POV VIOLETTA:
– Uau, é perfeita – disse eu entrando na sala de estar. Deixamos as malas ali e fomos até o quarto.
– Eu vou tomar um banho – disse Leon tirando a camisa.
Eu ri baixo.
– Posso te ajudar – pisquei e me aproximei dele.
– Sua ajuda é fundamental – ele me beijou e levemente me levantou, coloquei as pernas em torno de sua cintura, fomos até o banheiro, eu fiquei de pé. Tiramos os sapatos e entramos com roupa para o chuveiro e pouco a pouco fomos tirando peça por peça, eu estava apenas de Langerie e fomos voltando para o quarto. Pude sentir meus cabelos pingando, Leon foi me conduzindo até a cama, estávamos nos beijando. Ele ficou em cima de mim, tinha as mãos percorrendo meu corpo até chegar aos meus seios e de leve apertá-los mesmo por cima do sutiã.
Eu inverti as posições e movi meus lábios até seu pescoço onde dei vários beijos intensos e chupões que provavelmente deixariam marcas. Desci as mãos até o membro dele e massageei-o de leve e tirei a cueca dele rapidamente.
Leon de forma violenta inverteu as posições e retribuiu minhas caricias. Eu envolvi minhas pernas em torno de sua cintura o que nos deixou ainda mais próximos. Eu gemi baixo e voltei a beijá-lo. Ele se afastou para tirar minha calcinha e logo voltamos a posição que estávamos.
Leon foi me penetrando devagar não querendo me machucar. Afastamos nossos lábios e ele começou a aumentar os movimentos de seus atos até estarmos a mil.
Eu cheguei ao meu ápice e logo ele também, relaxamos nossos corpos sobre o colchão e aos poucos fui recuperando o fôlego. Eu joguei os lençóis sobre nós e ficamos ali apenas um perto do outro.
Ele me beijou e eu retribuí.
– Que bonitinho eu ensinei bem a dar beijinho – falei eu brincando.
Ele riu
– Quem? Não senhora, eu ensinei você. – respondeu ele indignado.
– Não senhor – eu ri baixo.
– Mas tem uma coisa que você faz muito bem – falou ele.
– O quê?
Ele riu.
– Vou lhe mostrar.
Ele veio para cima de mim de novo e voltou a me beijar de forma intensa.
...
Fui abrindo os olhos devagar, Leon dormia tranquilo ao meu lado, tão tranquilo que nem parecia o garoto chato, mas que eu amava muito. Eu me levantei, tomei um banho e coloquei uma camisa do Leon que foi a primeira coisa que encontrei.
Olhei para o meu celular na bancada da cozinha e era quase uma hora da tarde. Abri a geladeira que estava cheia o suficiente para passar meses lá. Preparei uma lasanha e quando estava terminando ouvi o barulho do chuveiro, alguns minutos depois Leon apareceu.
– Minha camisa sumiu – ele olhou para mim – Acabei de achar.
Eu pisquei pra ele. – Não vai precisar dela.
Ele riu e colocou os pratos.
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