Vingadores - A Era mais Sombria
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Desde já obrigada pela atenção!
- Joh! Joh! Você precisa acordar! – A jovem ruiva sacudia a amiga para a mesma se despertar.
— O que foi Natalie? – Joahanna tinha um leve sotaque espanhol, que ficava mais evidente quando ela estava sonolenta.
— Eu tive uma visão. – Natalie Blackburn era uma mutante, mais precisamente uma vidente com o poder de viajar entre dimensões. Desde pequena era assombrada por suas premonições, mas quando ela entrou na Escola Professor Xavier para Super Dotados ela aprendeu a controlar suas habilidades e achar os universos alternativos mais rápido, estava tudo bem. Até essa noite.
— De novo? – Joh levantou da cama e com um tanger das mãos ligou as luzes, ela era tecnopata. – Pensei que você já tinha controlado isso.
— É eu também. Até essa noite. — Ela estava ansiosa e com um semblante triste. O que ela tinha visto com certeza não era algo bom.
— Ok, o que você viu? – Johanna pegou os óculos e prendeu seus cabelos cacheados
— Eu vi o fim da raça mutante.
As duas ficaram caladas por um instante. – Mesmo Johanna Herrera tendo superinteligência, escutar algo assim era difícil de digerir. – E como vamos nos salvar? – Sua voz não estava para brincadeiras. – O que eu posso fazer para mudar isso? – Eu mal consigo levar para frente meu projeto com os nanos robôs.
— Preciso que você leve o Quentin para o Cérebro, afinal só você vai conseguir invadir o sistema. Chegando lá você vai ajudá-lo a localizar um jovem mutante, seu nome é algo como Pietro Maximof.
- E nós temos que encontra-lo porquê? – Herrera abriu seu notebook, como era uma tecnopata, e capaz de controla todo tipo de tecnologia, era muito mais fácil invadir sistemas. Jogou o nome do garoto nos arquivos internacionais e encontrou sua ficha. – Você sabe que ele não é um mutante né? E que ele é algum tipo de arama biológica. Algum tipo de super soldado.
- Tem como você conseguir ver os arquivos de DNA dele? Eu tenho certeza que ele é um mutante.
- Carregando ... Carregando ... Abriu, deixa eu dar uma olhada ... Realmente, acabei de ler seu genoma. Ele possui o gene do mutantismo. – Joh fechou o notebbok, mas antes o escanceou com um antivírus. – Agora me explique porque ele é a nossa salvação.
- Na minha visão. – deu uma pequena pausa. – Ele e sua irmã, a Wanda Maximof, se juntarm aos Vingadores para combater Ultron.
- Quem é Ultron?
- Algum tipo de inteligência artificial, não sei explicar bem. Isso é a sua praia.
- Conte-me mais, estou começando a ficar mais interessada.
- O fim da nossa raça pode estar próximo, e a única coisa que você se importa é com suas coisas nerds? Mas enfim, na minha visão ele acaba morrendo. E isso faz com que a Feiticeira enlouqueça e perca o controle dos seus poderes e ela acaba criando um evento chamado Disnatia M que vai ser o preludio para o fim dos nossos poderes, dos poderes de vários mutantes e a morte de centenas de outros. – Uma lagrima corria no rosto da jovem, aquilo era responsabilidade demais para duas crianças.
— Ei, ei calma! – Joh abraçou a amiga. – A sala onde fica o Cérebro é codificada, mesmo que se conseguimos entrar lá. E além disso, como vamos evitar a morte dele?
— Não vamos.
— Ham? Primeiro você disse que ele não pode morrer, e agora disse que vai?
— Nós temos poucas horas para chegamos até o local, ele provavelmente já terá sido morto.
Johanna não conseguiu evitar uma risada. Ela estava no limite da ansiedade, estava no limite para ter uma crise de pânico — Você sabe que eu não sou uma deusa não é? Não posso trazer ninguém dos mortos. E não conhecemos ninguém que possa.
— Você não é uma deusa. Mas é uma das cientistas mais brilhantes que eu conheço. Nós vamos usar a sua nanotecnologia, seus nanos robôs. Eu sei que você mesclou eles com o fator de cura do professor Logan. Se conseguirmos ministrar os nanos no Pietro eu sei que assim ele vai regenerar o seu corpo e traze-lo de volta a vida!
— Ok, esse plano está ficando bom, mas como vamos chegar no Cérebro sem que os professores percebam? Já que é bem óbvio que eles não vão ser a favor dessa missão.
— Vamos chamar a Samantha, ela pode controlar a mente de quem aparecer na nossa frente. E quando você localiza-lo, o Ethan vai nos telestranpotar.
— Isso é quase uma missão suicida.
— Mas você tá dentro?
— Qualquer coisa para eu ter certeza que os meus robôs vão funcionar! – Johanna sorriu — Vista algo, está na hora de salvarmos o mundo.
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— Cara! – Samantha Hale vestia um enorme casaco de lã com seus coturnos – São duas da manhã, estamos entrando escondidos na sala do Cérebro, que é uma super maquina, para assim localizarmos um mutante salvarmos o mundo. – Suspirou — Vocês americanos são estranhos.
— Não fale por mim, sou cubana. – Johanna estava do lado de Quentin que só concordou em participar de tudo isso para provar que ele, o Kid Omega é o melhor telepata de todos tempos. Isso e porque ele não tinha mais o que fazer.
— Bem chegamos. – Ethan Cole falou – Ainda bem que não tivemos muitos contratempos.
— Não tivemos muito contratempos? – Cara, você sabe como foi difícil manipular o professor Logan? Scott e a Kitty? Nunca usei tanto meus poderes de uma vez só. – Samanta parou do lado esquerdo da porta, Ethan do outro, a missão deles era não deixar ninguém entrar na sala.
— Bem, agora como vamos entrar aqui? O professor Xavier e a Emma são os únicos com permissão. Essa tecnologia é muito avançada, e estou tentando controlar o cérebro daqui, mas até para um mutante do meu livro, isso é difícil. – Quentin resmungava. Mas quando ele parou de reclamar percebeu que a sala já estava aberta, espantado olhou para Joh.
— Qual a parte de controlar qualquer tipo de tecnologia você não entendeu? Agora vamos logo! Use essa sua linda cabecinha para encontrar o ligeirinho.
Quentin entrou e sentou, depois de alguns segundos sorriu. – Ethan, bro, venha aqui, vamos dar um passeio.
Notas finais
Aproveitem e passem l no meu canal!
https://www.youtube.com/watch?v=-QI4lXa-bkE
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