Notas iniciais
Olá, leitores, essa é uma fanfic totalmente diferente de todas que eu já tinha escrito anteriormente. Por isso eu só vou postar um novo capitulo quando eu ver que e se teve uma resposta positiva pelo público (ou seja, comentem, favoritem, essas coisas). Eu sei que fica chato pedir isso, mas poxa, escrever dar um pouco de trabalho, e não existe nada pior do que leitores fantasmas, é como consumir e não pagar,e isso é chato para o escritor. Se eu dedico parte do meu tempo para escrever uma história, porque vocês não podem dedicar alguns segundinhos e deixarem um comentário com a opinião de vocês?
Desde já obrigada pela atenção!

- Joh! Joh! Você precisa acordar! – A jovem ruiva sacudia a amiga para a mesma se despertar.

— O que foi Natalie? – Joahanna tinha um leve sotaque espanhol, que ficava mais evidente quando ela estava sonolenta.

— Eu tive uma visão. – Natalie Blackburn era uma mutante, mais precisamente uma vidente com o poder de viajar entre dimensões. Desde pequena era assombrada por suas premonições, mas quando ela entrou na Escola Professor Xavier para Super Dotados ela aprendeu a controlar suas habilidades e achar os universos alternativos mais rápido, estava tudo bem. Até essa noite.

— De novo? – Joh levantou da cama e com um tanger das mãos ligou as luzes, ela era tecnopata. – Pensei que você já tinha controlado isso.

— É eu também. Até essa noite. — Ela estava ansiosa e com um semblante triste. O que ela tinha visto com certeza não era algo bom.

— Ok, o que você viu? – Johanna pegou os óculos e prendeu seus cabelos cacheados

— Eu vi o fim da raça mutante.

As duas ficaram caladas por um instante. – Mesmo Johanna Herrera tendo superinteligência, escutar algo assim era difícil de digerir. – E como vamos nos salvar? – Sua voz não estava para brincadeiras. – O que eu posso fazer para mudar isso? – Eu mal consigo levar para frente meu projeto com os nanos robôs.

— Preciso que você leve o Quentin para o Cérebro, afinal só você vai conseguir invadir o sistema. Chegando lá você vai ajudá-lo a localizar um jovem mutante, seu nome é algo como Pietro Maximof.

- E nós temos que encontra-lo porquê? – Herrera abriu seu notebook, como era uma tecnopata, e capaz de controla todo tipo de tecnologia, era muito mais fácil invadir sistemas. Jogou o nome do garoto nos arquivos internacionais e encontrou sua ficha. – Você sabe que ele não é um mutante né? E que ele é algum tipo de arama biológica. Algum tipo de super soldado.

- Tem como você conseguir ver os arquivos de DNA dele? Eu tenho certeza que ele é um mutante.

- Carregando ... Carregando ... Abriu, deixa eu dar uma olhada ... Realmente, acabei de ler seu genoma. Ele possui o gene do mutantismo. – Joh fechou o notebbok, mas antes o escanceou com um antivírus. – Agora me explique porque ele é a nossa salvação.

- Na minha visão. – deu uma pequena pausa. – Ele e sua irmã, a Wanda Maximof, se juntarm aos Vingadores para combater Ultron.

- Quem é Ultron?

- Algum tipo de inteligência artificial, não sei explicar bem. Isso é a sua praia.

- Conte-me mais, estou começando a ficar mais interessada.

- O fim da nossa raça pode estar próximo, e a única coisa que você se importa é com suas coisas nerds? Mas enfim, na minha visão ele acaba morrendo. E isso faz com que a Feiticeira enlouqueça e perca o controle dos seus poderes e ela acaba criando um evento chamado Disnatia M que vai ser o preludio para o fim dos nossos poderes, dos poderes de vários mutantes e a morte de centenas de outros. – Uma lagrima corria no rosto da jovem, aquilo era responsabilidade demais para duas crianças.

— Ei, ei calma! – Joh abraçou a amiga. – A sala onde fica o Cérebro é codificada, mesmo que se conseguimos entrar lá. E além disso, como vamos evitar a morte dele?

— Não vamos.

— Ham? Primeiro você disse que ele não pode morrer, e agora disse que vai?

— Nós temos poucas horas para chegamos até o local, ele provavelmente já terá sido morto.

Johanna não conseguiu evitar uma risada. Ela estava no limite da ansiedade, estava no limite para ter uma crise de pânico — Você sabe que eu não sou uma deusa não é? Não posso trazer ninguém dos mortos. E não conhecemos ninguém que possa.

— Você não é uma deusa. Mas é uma das cientistas mais brilhantes que eu conheço. Nós vamos usar a sua nanotecnologia, seus nanos robôs. Eu sei que você mesclou eles com o fator de cura do professor Logan. Se conseguirmos ministrar os nanos no Pietro eu sei que assim ele vai regenerar o seu corpo e traze-lo de volta a vida!

— Ok, esse plano está ficando bom, mas como vamos chegar no Cérebro sem que os professores percebam? Já que é bem óbvio que eles não vão ser a favor dessa missão.

— Vamos chamar a Samantha, ela pode controlar a mente de quem aparecer na nossa frente. E quando você localiza-lo, o Ethan vai nos telestranpotar.

— Isso é quase uma missão suicida.

— Mas você tá dentro?

— Qualquer coisa para eu ter certeza que os meus robôs vão funcionar! – Johanna sorriu — Vista algo, está na hora de salvarmos o mundo.

###

— Cara! – Samantha Hale vestia um enorme casaco de lã com seus coturnos – São duas da manhã, estamos entrando escondidos na sala do Cérebro, que é uma super maquina, para assim localizarmos um mutante salvarmos o mundo. – Suspirou — Vocês americanos são estranhos.

— Não fale por mim, sou cubana. – Johanna estava do lado de Quentin que só concordou em participar de tudo isso para provar que ele, o Kid Omega é o melhor telepata de todos tempos. Isso e porque ele não tinha mais o que fazer.

— Bem chegamos. – Ethan Cole falou – Ainda bem que não tivemos muitos contratempos.

— Não tivemos muito contratempos? – Cara, você sabe como foi difícil manipular o professor Logan? Scott e a Kitty? Nunca usei tanto meus poderes de uma vez só. – Samanta parou do lado esquerdo da porta, Ethan do outro, a missão deles era não deixar ninguém entrar na sala.

— Bem, agora como vamos entrar aqui? O professor Xavier e a Emma são os únicos com permissão. Essa tecnologia é muito avançada, e estou tentando controlar o cérebro daqui, mas até para um mutante do meu livro, isso é difícil. – Quentin resmungava. Mas quando ele parou de reclamar percebeu que a sala já estava aberta, espantado olhou para Joh.

— Qual a parte de controlar qualquer tipo de tecnologia você não entendeu? Agora vamos logo! Use essa sua linda cabecinha para encontrar o ligeirinho.

Quentin entrou e sentou, depois de alguns segundos sorriu. – Ethan, bro, venha aqui, vamos dar um passeio.

Notas finais
Hey! Obrigada por ler!
Aproveitem e passem l no meu canal!
https://www.youtube.com/watch?v=-QI4lXa-bkE
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.