Vidas Cruzadas

23 They Don't Know About Us


Notas iniciais
Genteeeeeeeeeeeeeeee! Espero ainda ter leitoras por aqui... Mas antes de me assassinarem, eu tenho uma boa justificatica, bom, eu tô com o braço direito quebrado e é justmaente o braço que uso pra escrever. Por isso a demora, ele não está melhor, mas mesmo com dor e com o braço imobilizado, tô postando. Os capítulos já estão prontos, só falta digitar, então vou pedir pra alguém digitá-los pra mim e vou postá-los frequentemente de novo ok? ok. :D
Mil desculpas e espero que gostem desse capítulo.
~A música do capítulo é The Don't Know Abou Us do 1D, deem play quando eu disser :)

Já fazia três dias que eu não via e nem falava com o Nathan. O meu celular havia sido confiscado e eu estava proibida de sair de casa, quando falo proibida, é porque eu estava trancada no quarto e só comia quando a empregada levava alguma coisa para que eu comesse. Eu esperei o Nathan, eu pensei que ele sentiria a minha falta o que ele pelo menos fosse atrás de mim, mas nada disso ele fez. A empregada não queria me ajudar a fugir por medo do que meus pais poderiam fazer a ela e já que ninguém queria me ajudar a fugir daquela prisão, eu mesma iria tentar fugir sozinha. Eu ainda não sabia o que meus pais escondiam de mim, mas o que mais importava agora era que eu saísse de lá, só iria esperar a noite chegar pra colocar meu plano em ação. Eu iria tentar abrir a porta com um grampo de cabelo e sairia silenciosamente, não iria pular a janela, porque além de ser um pouco alto para que eu pulasse, ela estava trancada também.

Quando a noite chega, eu já estou com a mochila pronta e preparada pra sair, percebo uma pessoa parada na minha janela, de início, quando vi apenas a sombra, pensei que fosse um ladrão ou alguma coisa parecida, mas logo percebi que aquele se tratava do Nathan. A alegria tomou conta do meu ser naquele instante e não consigo segurar um sorriso largo, de orelha a orelha, me encaminhando até a janela. Colamos nossos rostos e mãos, separados por um vidro, por uma maldita janela. Li em seus lábios um sussurro de “Senti a sua falta” e sussurro de volta um “Eu também”. Tentei explicar rapidamente e com gestos o que iria fazer e como iria fugir a ele e pedi que me esperasse na porta de saída. Assim que ele começou a descer a varanda, fui tentar abrir a porta e consegui, mas me deparo com os meus pais me aguardando do lado de fora.

-Pensava que iria conseguir fugir Sarah? – falou ameaçadoramente a minha mãe?

-Nós tomamos medidas pra que isso não acontecesse Sarah, não adianta. Enquanto você estiver com aquele sujeitinho na cabeça, você não sai desse quarto. – falou meu pai

-Vocês não vão conseguir arrancar de mim esse sentimento, é impossível – revidei entredentes

Assim que terminei minha fala, o Nathan apareceu sendo segurado por dois homens até então desconhecidos pra mim.

-O que estão fazendo com o Nathan? Quem são vocês? Soltem ele! – gritei indo até o Nathan, mas meu pai me segurou forte pelo braço

-Eles são os seguranças da casa Sarah e eu podia mandar prender esse sujeito e alegar que ele tentava roubar a minha casa – falou o meu pai e eu encarei

-Você não pode fazer isso – falei

-Claro que posso, mas isso só depende de você Sarah – ele respondeu

-Por favor, não me peçam pra me afastar dele – pedi entre lágrimas

-Então... – falou a minha mãe segurando um telefone

-NÃO! – gritei – Eu faço o que vocês quiserem, mas deixem o Nathan em paz

-Sarah, não! – suplicou o Nathan

-Nós vamos te mandar pra outro lugar Sarah, bem longe desse rapaz e não pense que você vai voltar depois de uns anos que você não vai. Ele ficará sendo vigiado aqui na Califórnia pra nos certificar de que não vai atrás de você. – meu pai falou

-Vocês não podem fazer isso! – se manifestou o Nathan

-Podemos, claro que podemos, somos os pais dela – respondeu a minha mãe

-Não Nathan... É melhor pra você. – falei em meio às lágrimas – Deixa eu me despedir dele pelo menos? – pedi

-Ok, sejam rápidos – falou meu pai depois de pensar um pouco

Deem play na música! ( http://www.kboing.com.br/one-direction/1-1206143/ )

-Sarah... – começou o Nathan

-Nathan... – comecei acariciando o rosto dele enxugando suas lágrimas

-Não faz isso, a gente ainda pode fazer alguma coisa – ele falou segurando a minha mão

-Não Nathan. – falei e percebi que tinha alguém nos vigiando por cima do ombro do Nathan – Nathan, eu agradeço a Deus todos os dias por ter te colocado na minha vida na hora que mais precisei... Lembra de quando nos conhecemos? Naquele corredor, naquela escola, no nosso lugar... Cada segundo que eu passei ao teu lado eu aproveitei o máximo, pois eu sabia que poderiam ser os últimos e eles foram os meus melhores momentos, os mais bonitos da minha vida.

-Sarah, eu adoro ficar ao teu lado, sentir tua pele na minha, o teu cheiro, o teu abraço, eu adoro sentir você, você é um das melhores coisas da minha vida, não me deixa assim – ele suplicou e eu chorei mais ainda

-Se eu pudesse voltar e congelar o tempo, eu voltaria para o nosso primeiro beijo. Você me cativou desde o primeiro momento em que encarei os teus olhos verdes naquele corredor me observando ao longe. Foi li que eu te amei e ainda te amo, mas vai ser melhor assim Nathan. Por favor, confie em mim, eu sei o que estou fazendo – falei e deixei um sorriso de lado escapar, fazendo com que ele fizesse uma cara confusa

-Eu te amo – ele sussurrou e se aproximou para me dar um selinho, mas fomos interrompidos pelo meu pai que apareceu.

-Já está na hora desse rapaz ir Sarah – ele falou balançando as chaves que tinha nas mãos

-Também acho, vai Nathan – falei

Nathan foi embora chorando, aquilo me deixou de coração partido, mas era preciso, ele precisava confiar em mim, eu não queria desistir dele facilmente, mas...

Continua...

Notas finais
Deixem reviews e espero que tenham gostado. Até a próxima :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.