Notas iniciais
E aeeeeeeeeeeew? Sentiram minha falta? Sentiram, eu sei... SQN :P
Bom, primeiramente quero pedir desculpas, por não ter postado antes, é que eu arrumei emprego, depois fui demitida, arrumei emprego de novo, fui demitida de novo, fui pra recuperação final, fui reprovada e fiquei devendo uma matéria da facul. #Chorei litros, mas a vida continua e como o prometido, aqui está a nova história, espero que entendam os novos nomes. ;)
Boa leitura!

Quando eu era criança perguntavam-me o que eu queria ser quando crescesse... Eu seria uma bailarina, uma médica ou qualquer coisa que os meus pais quisessem... Mas como nunca fiz o que eles desejavam, me mandaram para esse internato. Bom, eu sou a Sarah Sparks, tenho 17 anos e acabei de mudar-me para a Califórnia, sou filha de um empresário muito famoso nos Estados Unidos, o Alfred Sparks e de uma perua que não sai de dentro de um shopping, a Chloe Sparks. Apesar de eu ser de uma família rica, eu não sou aquela garotinha mimada e de nariz empinado que todos pensam, sou uma garota comum, que fala palavrões, arruma confusão, mas que acima de tudo, ama ajudar os outros e vive rodeada de amigos verdadeiros e como vocês já sabem me puseram aqui nesse colégio interno, talvez para trazer menos preocupações, se é que você me entende. Hoje é o meu primeiro dia nesse colégio e assim que pus os pés naquele lugar, todos os olhares se voltaram para mim, acho que eles já me viram em alguma capa de revista... Caminhei sem rumo pelos corredores daquele colégio, até que um menino careca, não muito alto, mas com um corpo atlético e mascando chiclete veio até mim. Pela aparência e pela maneira que se comportava, ele era um “playboy”.

–Oi gata! – ele chegou falando me abraçando pela cintura

–Oi gato – falei sarcasticamente tirando a mão dele da minha cintura

–Você é nova por aqui, então quem sabe eu possa te ajudar... – ele falou dando um sorriso malicioso

–Onde fica a sala do diretor? – fui direta

–É aquela lá – ele falou apontando para uma porta no fim do corredor

–Obrigada – falei e dei as costas para sair, mas ele foi insistente

–Você não me disse o seu nome... – ele comentou

–Sarah... Sarah Sparks – falei sem dar muita importância a ele

–Eu me chamo Max Colligan – ele falou pegando a minha mão e depositando um beijo na mesma.

–Prazer Max. Nos vemos... Por aí – falei e saí

Enquanto caminhava até a diretoria, percebo um par de olhos verdes me observando ao longe. Olho para saber quem é, mas na hora ele desvia o olhar para o nada. Não dei muita importância e fui até o meu destino, quando bati três vezes na porta, uma voz grossa e cansada permitiu que eu entrasse e assim que adentrei na sala, o sorriso logo se abriu no rosto do senhor barbudo e gordo que se encontrava sentado atrás daquela mesa muito bem organizada.

–Bom dia, Senhorita Sparks – ele me cumprimentou

–Bom dia, Senhor... – falei

–... Colligan – ele me completou – Estava a sua espera Senhorita... Acabei de falar com o seu pai e ele me deu ótimas referências suas. – ele falou

–Legal – murmurei de cabeça baixa

–Aqui está a sua grade horários, o número de sua sala, a chave do seu quarto e a chave do seu armário. – ele falou

–Obrigado, senhor. – agradeci

–Os dormitórios são divididos em alas, a ala masculina e a ala feminina e é proibida a entrada do sexo oposto em quaisquer ala, caso a regra seja desobedecida, o aluno ficará retido no colégio por três finais de semana prestando serviços a mesma. Quanto ao seu quarto, ele já está preparado e suas coisas já se encontram lá. Pode ir buscar suas coisas no seu armário, e se dirigir a sua sala de aula. – ele falou

–Mais uma vez obrigada, senhor. — agradeci mais uma vez e me retirei da sala

Quando me encaminhava até os armários que não era longe de onde eu estava, avistei o mesmo menino dos olhos verdes, fiquei o observando, quando ele percebeu os nossos olhares se cruzaram e eu tive uma sensação estranha, nunca havia sentido algo daquela maneira, eu só não sabia se aquilo era algo bom ou ruim. Tenho certeza de que ele sentiu a mesma coisa, pois na hora ele procurou desviar o olhar o mais rápido possível, falou alguma coisa para os amigos, no qual o Max estava junto com ele, e saíram. Acordei do transe e fui buscar as minhas coisas no armário e logo depois procurar a minha sala. Passei pelo hall e cheguei a um lugar até então desconhecido por mim, eu não fazia a mínima ideia de onde eu estava e eu tinha certeza de que aquele não era o corredor das salas de aula. Fui me aprofundando mais no corredor, até que ouço uma voz rouca e masculina atrás de mim:

–Você não sabe que é proibido meninas entrarem na ala masculina? – ele falou e eu gelei do susto. Era aquele menino dos olhos verdes.

–Aqui é... – comecei

–É... Aqui é a ala masculina, tem uma placa enorme do lado de fora dizendo isso. – ele falou como se isso fosse uma coisa óbvia e na verdade era.

–Eu não percebi, estava distraída. – falei com a cabeça baixa e envergonhada

–Sem problemas... Para onde você estava indo? – ele perguntou

–Estava procurando a minha sala, é essa aqui – falei e mostrei a folha a ele

–Hm, é a mesma que a minha. Vamos, eu te levo até lá. – ele falou e fomos juntos até a sala. Prestamos atenção, para que ninguém nos visse e antes que eu percebesse já estávamos em frente a nossa sala.

–Obrigada – agradeci com um sorriso

–Por nada – ele respondeu – Como você se chama?

–Sarah Sparks – falei e estendi a mão a ele

–Nathan Williams – ele falou e apertou a minha mão.

Entramos na sala de aula e ainda não havia um professor, procurei por um lugar vazio e encontrei ao lado de uma garota de óculos e aparelho nos dentes e com os cabelos mal arrumados, mas que tinha os olhos completamente azuis e lindos, com certeza faria sucesso por aquele colégio se fosse um pouco mais vaidosa. A cumprimentei e sentei no meu lugar, não demorou muito para que o professor chegasse e me apresentasse cordialmente à turma.

O primeiro período de aulas não demorou muito para passar e já era hora de almoçar, conheci a garota que sentava ao meu lado, a Sophia e fomos juntas para o refeitório.

Assim que chegamos ao refeitório, eu e Sophia procuramos uma mesa e logo depois fomos nos servir.

–Sophia, o que sabe sobre o Nathan — perguntei quando o vi passar perto da nossa mesa

–O Nathan? Ele é um dos garotos mais populares do colégio, apesar de ser filho de feirantes e ser um bolsista aqui no colégio. Ele é um dos protegidos do diretor, por ser um dos melhores amigos do filho dele, o Max... Enquanto ele e o Max forem amigos, o Nathan não perde essa bolsa. – ela falou

–Então o Max é filho do diretor... – pensei alto

–Sarah, se eu fosse você não me envolveria com eles – Sophia recomendou

–Ué, mas por quê? – perguntei confusa

–O Max Colligan, Nathan Williams, Thomas Kaiser, James Hilton e Siva Colgate agem como se fosse da pré-escola. Eles não tem pensa de ninguém e atormentam qualquer um – ela falou

–E... Eles já te fizeram alguma coisa? – perguntei

–Bom... Quem nunca foi atormentado por eles nesse colégio? – ela comentou de cabeça baixa

–E ninguém não faz nada pra os fazer pararem? – perguntei indignada

–Fazer o quê? Eles são os queridinhos do diretor, quem se meter com eles corre o risco de expulsão – ela falou

–Eles vão aprender a respeitar os outros, você vai ver. – falei decidida

–Mas... – ela começou

–Mas nada. Vamos, vamos no meu quarto e vou te arrumar, te deixar bem linda – falei e ela riu

Enquanto caminhávamos para o nosso quarto, que por pura sorte, demos um jeito de dividir uma com a outra, esbarramos no Nathan e companhia e o Max acabou derramando suco em Sophia.

–Opa, desculpa – ele falou ironicamente fazendo os outros rirem

–Isso foi de propósito! Isso não vai ficar assim! – gritei e todos que passavam no corredor pararam para nos observar.

–O que você vai fazer? Hein? – Nathan se manifestou ficando de frente pra mim e eu me surpreendi

–Você não me conhece Nathan Williams, não me desafie – gritei em tom de superioridade e mais pessoas nos rodearam

–Não Sarah, vamos embora, já tem muita gente olhando – falou Sophia e eu a ignorei

–Ah Ok, então... Quer ir para o seu quarto ou quer que eu te ajude de novo? – ele perguntou ironicamente, se referindo à ajuda que tinha me dado mais cedo, fazendo todos rirem

–E você? Precisa de um mapa, ou já sabe ir tomar no cú sozinho? – perguntei alto e o corredor que antes era movido por risadas, ficou silencioso. Acho que ninguém nunca tinha feito isso antes e na boa? Foda-se que um deles era filho diretor. Saí de lá com o sangue borbulhando e aquilo não era nada perto do que o furacão Sarah era capaz de fazer.


Continua...


Notas finais
Gostaram? Me deixem saber o que acharam com os reviews de vocês, ok? Por favor! E véi... Eu ri demais com os nomes que tive que criar, Thomas Kaiser? Siva Colgate? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk' Parei =X
Sem mais delongas, vou me embora, escrever mais um capítulo e Beijo bem grande! Até a próxima. :*