Notas iniciais
Para quem ainda não percebeu, eu estou postando a cada dois dias.

Me aproximei da criatura com muito cuidado, ela aparenta estar desacordada, seria certo chegar mais perto e analisá-la?


(4 segundos depois)

A criatura aparenta possuir uma pele pálida.

Tem cabelo castanho curto, é magro e pequeno se for me usar para comparar, ele também possui óculos quebrados. Talvez seja um garoto, mas talvez ele seja uma garota que parece um garoto, como as machokes fêmeas. Acho que a única maneira de descobrir é investigando a parte íntima dele.
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Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não.

Ele (eu acho que é ele) possui camiseta azul e calça marrom. Porém a maior parte aparenta destruida.

Ele também tinha uma mochila atada nas costas antes de eu tela tirado para analisá-lo.

Analisando o primeiro bolso da mochila encontro livros.

—Será que ele também é inteligente? — Falo comigo.

Por que eu ainda estou pensando como se estivesse falando com alguém.

Vasculho o segundo bolso, um pequeno, e encontro um aparelho (talvez um celular) quebrado e fones de ouvidos (talvez tambêm estejam quebrados)

No terceiro encontro um caderno. A caligrafia... era horrível. Mas, estralhamente está tudo escrito em inglês.

—Você fala a minha lingua? — Perguntei a criatura inconsciente.

No quarto, encontrei dois lápis, duas canetas de cores diferentes, uma borracha, um grampeador e um aparelho estranho com as palavras nintendo DS.

No último achei alguns catuchus que cabem num buraco desse nintendo DS.

Tive que parar as análises quando a criatura começou a acordar. Ele ficou vendo seu arredor por um tempo parando somente quando me viu segurando a mochila.

—AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!! — Ele gritou.

—AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!! — Eu gritei assustado devido ao grito.

Isso é engraçado? Porque eu não acho.

VOCÊ ESTÁ PENSANDO SOMENTE PARA SI E NÃO FALANDO COM ALGUÉM.

—AAAAAAAAAAaaaaaaaaaa... — Ele parou de gritar quando desmaiou, talvez pelos ferimentos ou pelo medo... espera, ferimentos?!

Como não pude ter visto isto antes?

As feridas dele são gravíssimas e estam sangrando muito,e a perna esquerda dele está torta.

SÉRIO. COMO EU NÃO PUDE PERCEBER?

Mas, está tudo bem, eu sei como usar o Heal Pulse.

Como a Leticia sempre dizia "Continue com o Heal Pulse, nunca se sabe quando um familiar ou um amigo ou um alienígena vai nescessitar." Eu tenho que falar com ela depois quanto a essa última afirmação um tanto coveniente.

Mesmo depois de ter usado o Heal Pulse ele ainda não está em um bom estado, a perna é um bom exemplo.

Eu tinha que fazer algo, não quero ter sido o culpado da morte do amigo dos sonhos da Leticia. Peguei meu celular e disquei para o primeiro número que veio a minha mente.

—Eai, cara! O que foi? — Escutei a voz do Gabriel vinda do celular.

—CARA VEM PARA AQUI AGORA QUE PRECISO DA SUA AJUDA! — Gritei rapidamente no celular.

—Calma, calma! Fale denovo e sem presa, eu acabei entedendo nada.

—SÓ SE TELEPORTA PARA A FLORESTA AGORA! — Gritei um pouco mais calmo, suficiente para adicionar as pausas.

—OK, OK, para quê isso? Só espera um segundo. — Logo depois de falar ele encerrou a ligação e apareceu atrás de mim. — Pronto, estou aqui. Para que toda essa pressa... Você finalmente matou alguém?

Tendo visto que não preciso apresentar a coisa para ele, eu falei.

—Eu não matei ele. Ele caiu do céu.

—Você vai precisar de uma história melhor para convencer o tribunal.

—Cala a sua boca maldita e me ajuda à encontrar ajuda.

—Certo. Vamos levar ele para o hospital. Eles possívelmente saberam o que fazer.

—Você deve estar certo. O que você está esperando? Vamos.

Notas finais
Logo terei que estudar em um colégio militar.