Vida Roubada
26 Capítulo 24
Notas iniciais
Rosálie adentrou no aposento de sua prima e sentiu-se solidaria, a aflição de Isabella era algo perceptível, sentada na cama que dividia com Edward, arrumando as coisas de sua filha dentro de uma pequena bolsa.
Quando por fim notou a presença de sua prima, Isabella levantou o olhar e sorriu tristemente. – Não tive outra opção... O que diria a Edward? – balançou a cabeça negativamente quando Rosálie arqueou as sobrancelhas – Eu sei, eu sei o que você pensa, mas não posso, não agora...
- Quando? – questionou Rose.
- Rose, não vai mais se repetir... Eu e Jasper, não vai mais acontecer... – murmurou Isabella.
Rose cruzou os braços – Esta dizendo isso para mim ou para você mesma?
Isabella suspirou cansada, como se estivesse carregando toneladas nas costas.
- Rose...
- Isabella, eu amo você, amo mesmo, lhe tenho como minha irmã, a irmã que nunca tive, mas nesse tempo que passei aqui com vocês eu aprendi muitas coisas, e uma delas foi respeitar o homem com quem você se casou... – disse cortando sua prima – Edward não é um mostro, se você for honesta, talvez as coisas se ajeitem com mais facilidade... Por Deus Isabella, se ele descobrir de outra maneira... – Rose balançou a cabeça negativamente.
Isabella se levantou e se aproximou de sua prima. – Você não irá dizer nada Rose, me prometa!
Sua prima lhe sorriu – Você não deveria se preocupar comigo, pois apesar de não concordar com seu silencio, não irei interferir na sua vida dessa maneira... Mas infelizmente não posso dizer nada em relação ao Jasper... Quando alguém reage da maneira que ele está reagindo... Tsc tsc tsc... Ele está muito magoado...
Isabella fechou os olhos e respirou fundo. – Pensei nisso... Por isso, vou acertar tudo com ele hoje, vou por fim na esperança dele...
Rose semicerrou os olhos.
- Faça como quiser... – disse e então virou as costas para sua prima.
- Rose...
Entretanto sua prima nem ao menos olhou para trás, deixando-a sozinha com sua culpa e pensamentos. Demorou longos minutos para enfim poder se acalmar e por sorte quando Edward foi até ela pode manter a calma ao menos até chegar ao destino final.
Olhou para a casa de Emmett de dentro do carro, sentiu um arrepio frio tomar conta de seu corpo, era como se sentisse que algo ruim iria sair disso tudo. Olhou para sua filha que estava dormindo em seus braços e teve vontade de chorar, gritar que não estava preparada para enfrentar essa batalha de frente.
- Tem certeza que quer ir? Você não precisa fazer nada que não queira! – afirmou Edward olhando-a intensamente.
Ela suspirou.
- Está tudo bem... Eu só não queria ter que fazer o Jasper sofrer. – comentou Isabella sem encarar seu marido.
Os dois ficaram um silencio por um tempo.
- Em três horas eu volto para lhe buscar? – perguntou Edward.
Ela o olhou e sorriu pequeno. – Sim, em três horas!
Os dois se beijaram rapidamente e então Isabella com ajuda de seu marido saiu do carro com sua filha nos braços e uma enorme bolsa dependurada nos ombros. Ela ainda se virou e o viu encarando-a, desejou correr para os braços seguros do homem que amava, mas virou-se novamente e seguiu em direção a casa. Por sorte, nem precisou bater na porta, Emmett abriu-a, demonstrando que estava a sua espera.
Ela escutou o som do motor do carro que denunciava que Edward estava afastando-se, Emmett com um sorriso carinhoso pegou sua bolsa e saiu de seu caminho para que então ela pudesse entrar na pequena casa. Jasper estava em pé, nitidamente apreensivo, e seus olhos lagrimejaram quando viu sua pequena filha nos braços de Isabella.
Sem poder se conter, aproximou-se e olhou a pequena tentando encontrar feições suas e de Isabella combinadas. – Ela se parece com você... – sussurrou emocionado.
- Quer segurá-la? – perguntou Isabella visivelmente comovida em como as emoções estavam dominando seu ex-noivo.
- Posso?
Ela sorriu docemente – É claro que sim... – Disse passando sua menina para os braços calorosos e ansiosos de Jasper.
Ele sentiu-se muitíssimo bem enquanto a tinha em seus braços, era como se de repente o tempo tivesse passado de forma diferente, era como se ele e Isabella jamais tivessem se separado e de um modo louco, ao vê-lo com a pequena Rebecca nos braços, Isabella teve a mesma sensação.
Mas o fato era que ambos sabiam que essa sensação era errada, Alice e Edward estavam em seus corações e mente para comprovar isso!
Percebendo que estava em braços estranhos, a pequena Rebecca abriu seus olhos e não demorou muito para que começasse a chorar, requerendo um aconchego mais familiar. Como mãe, não demorou muito para que Isabella a acalmasse.
- Eu trouxe alguns brinquedos para ela... Talvez assim facilite as coisas... – sugeriu Isabella.
Meio sem jeito, Jasper sentou-se no chão com Isabella e sua filha, espalhou os brinquedos e juntos tentaram aproximar pai e filha.
Longe dali, Alice se encontrava em frente à casa de Tomy, mordendo seus lábios enquanto tentava decidi se era mesmo certo o que estava pra fazer. Mas, depois do que ele lhe contou, o mínimo que poderia fazer era tentar ajudá-lo, afinal, nenhuma das mulheres com quem ele saia iria aparecer para lhe oferecer ajuda.
Por isso, tomou coragem e bateu na porta, não obtendo nenhuma resposta, preocupada, bateu mais uma vez, obtendo somente o silencio.
- Tomy, sou eu Alice! – gritou batendo na porta mais uma vez.
- Talvez a porta esteja aberta! – assustada Alice se virou e encarou um jovem rapaz que estava saindo do apartamento ao lado. – Tomy às vezes chega bêbado demais para se preocupar em fechar a porta. – ele se aproximou e estendeu uma das mãos – Meu nome é Owen, sou vizinho do Tomy! – disse inclinando a cabeça para a porta que tinha acabado de fechar.
- Eu trabalho com ele, soube que estava doente... Pensei que talvez precisasse de ajuda!
Ele assentiu.
- Bem, podemos tentar abrir a porta, tenho quase certeza de que ele está em casa!
Delicadamente ele estendeu a mão em direção a maçaneta e girou lentamente, comprovando que sua teoria estava certa, a porta se encontrava aberta. Juntos ele adentraram e no meio da bagunça e sujeira do quarto e sala, Tomy estava jogado ao chão, com o queixo batendo enquanto se debatia no chão. Alice se aproximou e ao tocá-lo percebeu que ele estava ardendo em febre e seus lábios estavam arroxeados.
- Mas o que ele tem?
- Ele está tendo uma crise de convulsão! – disse ao segurar delicadamente a cabeça de Tomy.
O jovem Owen se afastou – O que está fazendo? Saia de perto dele... Você pode se contaminar.
Ela o olhou com indignação. – Não seja tolo, ele só está com febre alta, ninguém pega convulsão! – afirmou.
- Como pode saber?
- Porque já trabalhei como enfermeira, já tratei vários pacientes e nunca tive um ataque. – ele calou-se, o que serviu para ela requer ajuda do jovem – Ao invés de ficar ai parado, será que poderia me dar um força?
- O... O que quer... Que eu faça?
- Primeiro procure um pedaço de pano. – pediu enquanto o virava de lado. Quando por fim Owen lhe deu um pedaço de pano, ela o enrolou e colocou na boca de Tomy. – Obrigada, me ajude a tirar a roupa dele, por favor!
- O que? – perguntou indignado.
Como resposta ela revirou os olhos – Estamos ajudando o Tomy, moralismo em um momento como este não existe! – disse entendo perfeitamente do que porque da indignação do jovem que lhe ajudava. Quando Tomy já se encontrava somente de cueca, Alice pediu uma bacia com água e um pano.
- O que está fazendo? – perguntou Owen ao vê-la passando o pano úmido na testa, pescoço e abdômen de Tomy.
- Ele está muito quente, seu corpo precisa esfriar... Assim a convulsão irá passar e poderemos levá-lo ao hospital.
Foram longos minutos de apreensão, mas finalmente, uma hora depois Tomy já se encontrava em um leito de hospital totalmente medicado, levemente consciente e vivo.
- Detesto hospitais... – murmurou.
Alice sorriu delicadamente – Não importa, irá ficar até que tenhamos certeza de que pode ir para casa. – hesitante segurou a mão de Tomy e sentiu-se melhor quando ele respondeu ao gesto de forma receptiva. – Convulsão em adultos não é muito comum, o que me faz pensar que talvez seja algo que já tenha tido antes.
Ele sorriu. – É... Tenho esse pequeno problema de sensibilidade... Nada másculo!
- Não seja tolo...
Os dois se olharam nos olhos por longos minutos – Sabe, você já pode ir para casa!
- Não, não tenho nada para fazer por lá, vou ficar com você!
Ele não retrucou, simplesmente respirou fundo e fechou os olhos, sentindo-se totalmente seguro, confortável como há muito tempo não se sentia tendo Alice ao seu lado. – Obrigado, por salvar minha vida!
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Emmett observava seus dois amigos juntos e tentava encontrar na visão a mesma sintonia que existia antes. Fechou os olhos e cruzou os braços. O que ele podia esperar? Tudo havia mudado, é claro que com Isabella e Jasper as coisas não seriam diferentes.
Pensou em Rosálie, pensou no tempo em que a tinha em sua vida tendo a certeza de que nunca a deixaria escapar, quis gritar, mas calou-se, de nada adiantaria, arruinou tudo quando a mulher de sua vida reapareceu, quando ela foi ao seu encontro para que pudessem ficar juntos.
Será que ela não se importaria com a enorme cicatriz que cobria sua face?
Será que ela não se importaria com as madrugadas que acordava aos gritos?
Suspirou, pensou que não ter essas respostas fosse mais fácil, mas ultimamente a tortura era tamanha que pensou em simplesmente procurá-la e dizer tudo o que se passava em sua mente e coração, mas por diversos motivos que criava em sua cabeça, acabava não indo.
Uma mão delicada pousou em seu ombro, o reconfortando, lentamente abriu os olhos e encarou duas bolas marrom lhe encarando, como se enxergasse suas duvidas.
- Tudo bem? – perguntou Isabella.
Ele assentiu. Olhou para a outra mão de Isabella e percebeu que ela carregava leite e outras coisas – Precisa de ajuda?
Ela sorriu timidamente – Uma panela... Rebecca tem a dela separada, mas esqueci e logo ela vai querer o mingau... Quando minha menina está com fome, o choro é algo pra lá de escandaloso.
Os dois sorriram. – Ela não vai sentir sua falta? – perguntou olhando como seu amigo virou um compreensível babaca tentando agradar a filha.
- Não... Jasper parece agüentar alguns minutos sozinho!
- Certo...Venha, vou lhe ajudar.
Não demorou muito para que todos os ingredientes estivessem na panela, com Isabella mexendo o conteúdo de dentro da panela.
- Edward não tentou ir contra as visitas, hum? – perguntou Emmett diante do silencio que se instalou entre os dois.
Isabella o olhou por alguns segundos surpresa diante do comentário e voltou a encarar a panela – Não sei porque se surpreende...
- Demorou pra entender, mas acho que finalmente entendi algumas coisas.
Isabella sorriu, mas ficou calada.
- Bella?
- Hum?
- Como a Rose está?
Isabella voltou a encará-lo e suspirou. – Ela ainda ama você, ainda está sofrendo, ainda sente sua falta... Acho que deveria contar tudo para ela... Eu não me sinto bem escondendo as coisas da minha prima assim... Não quando sei que vocês dois são loucos um pelo outro.
O silencio se instalou novamente. Isabella começou a esfriar o mingau enquanto Emmett tentava digerir o que tinha acabado de escutar.
- Acha mesmo?
- O que?
Ele mordeu seu lábio inferior. – Que Rose... Que ela ainda...
- Ama você? – Quando Isabella olhou para seu amigo, viu a dor em suas feições. – Mesmo que ela não tivesse me dito, eu saberia somente em olhar para ela, assim como acontece com você.
- Eu... Eu gostaria de tentar falar com ela, mas... Mas não sou mais o mesmo... E talvez, quando ela descobrir isso... Caramba...
- Emmett...
- Deixe... Eu preciso parar de pensar nessas coisas... Vou trabalhar... É o melhor que posso fazer.
Isabella viu seu amigo se afastando e não soube se simplesmente ficava feliz em saber que ele estava começando a reconsiderar a idéia maluca de desistir da mulher que ama ou se ficava triste em perceber o quanto o sofrimento ainda vivia dentro dele.
Infelizmente ou felizmente não pode se ocupar muito tempo com esses pensamentos, Rebecca começou a chorar, estava com fome, e ela como mãe tinha que se focar inteiramente em sua filha. Colocou o mingau na mamadeira e então voltou para sala, pegou sua menina e começou a alimentá-la.
Jasper ficou olhando para sua filha e então suspirou.
- Ela é linda...
Isabella o olhou, percebeu pela entonação da voz e a forma como ele olhava a filha que a frase ainda não tinha acabado. Seu coração começou a palpitar mais rápido... É claro que ele perceberia.
- Mas? – instigou Isabella.
Jasper a encarou. Abriu a boca, mas acabou por recuar – Mas nada.
Isabella suspirou. – Os médicos dizem que ela não é normal, que tem algum tipo de demência... Fizeram alguns exames... Chegaram até a dizer que talvez ela pudesse ser um vegetal... – sorriu triste.
- Oh Deus! – Jasper olhou para sua filha penalizado e de alguma forma isso incomodou Isabella, mesmo sabendo que ela também reagiu de forma similar e ainda pior quando soube.
- Não precisa olhar para ela assim... Ela só é especial! – disse sorrindo, lembrando de Edward, de todos os dias quando ele percebia que Rebecca fazia algo novo, de todo o momento quando ele olhava para ela orgulhoso dizendo que sempre soube que os médicos estavam errados. – Além do mais, ela não será um vegetal... Ela tem quase um ano e ainda não engatinha, mas ela já senta e segura às coisas com força... Sorrir com certa percepção e estranha as pessoas.... Você mesmo viu, ela estranhou você...
Ele assentiu. – É... Ela me estranhou.
Isabella suspirou. – Desculpa, não quis magoar você.
Jasper sorriu tristemente – Não por isso... – sentou próximo de Isabella e levou uma de suas mãos até a face de sua ex-noiva, acariciando-a.
- Jasper....
- Seu amor por ela foi algo que me tocou... – disse cortando-a – De verdade, saber que nossa filha tem você para defendê-la mesmo com um pai patético como eu, me fez admirá-la ainda mais.
Isabella virou para olhá-lo nos olhos, pronta para dizer que nem sempre foi assim, que se existiu alguém que sempre amou e defendeu a pequena Rebecca, esse alguém foi Edward, não ela. Entretanto, estar tão próxima assim de Jasper, sentindo seu toque, sua respiração, fez com que as palavras sumissem de sua boca.
Jasper se inclinou, começou a acariciá-la com a ponta do nariz, aspirando seu cheiro. – Você é única Isabella...
- Jasper... Não é certo... Você deve parar com isso... Não... – ela tinha um texto programado, realmente tinha, mas Jasper tinha planos e com certa facilidade o colocou em pratica, apossou da boca de Isabella sem qualquer delicadeza, sem qualquer resistência.
Com uma saudade que ambos não conseguiam entender, o beijo continuou, as línguas se acariciaram, as salivas se misturaram, os lábios se tocaram. E os minutos passaram rápidos, fazendo com que despertassem quando Rebecca começou a chorar... O mingau havia acabado.
Isabella se levantou com sua filha, fazendo com que ela se acalmasse e então olhou para Jasper tremendo, seus lábios estavam inchados assim como os dela.
O que diabos ela estava fazendo?
Simplesmente não poderia continuar com isso... Não podia....
Mas como parar, por Deus, como parar quando seu corpo estava gritando por mais do homem que estava a sua frente?
Foi então que a lembrança de seu marido veio à tona.
- Eu amo o Edward! – disse com tamanha firmeza que até mesmo ela estranhou diante de sentimentos tão conflitantes.
- Mas você me ama também, eu sinto, eu vejo agora mesmo em seus olhos... – suspirou e se aproximou – Acredite em mim, eu entendo você, entendo de verdade... – mordeu seu lábio inferior e quase chegou a falar em Alice – Mas nossa história ainda não acabou, porque não tentar? Porque não dar uma chance para nos dois... – olhou para sua filha que agora estava silenciosa encarando a mãe – Uma chance para que nos três sejamos a família que era destinada a ser desde o começo...
Lágrimas silenciosas caiam da face de Isabella, ela apertou sua filha mais contra seu corpo. – Mas já temos uma família Jasper, uma família real... Uma família que amo se qualquer sombra de duvida, mesmo tendo essa chama ardendo em seu nome dentro de mim... – suspirou – Sei que não é justo com você separá-lo de Rebecca, sei o quanto deve ser doloroso para você tudo isso, mas não tem como voltarmos atrás, o que passou, passou... Por isso te peço, te peço em nome desse sentimento que você tem por mim... Deixe-me em paz!
Ele viu que ela estava sendo honesta, estava sendo verdadeira, e isso doeu mais que todos os dias que ficou internado se recuperando. Ele abandonou sua Alice, desistiu de tudo por Isabella e por sua filha, para agora ter que esquecer...
- Eu não posso... O amor não é tão sublime assim... Ele também é egoísta, por isso, por mais que me doa ver você sofrendo eu não posso simplesmente deixá-la sabendo que existe uma chance para nos dois...
- Você não entende? Nossa história passou Jasper... Passou!
- Não... Ela ainda não passou, ainda não acabou!
http://www.youtube.com/watch?v=G_bdMecxias
Me desculpe pelo jeito que as coisas são na China
Me desculpe pelas coisas não serem como eram
Mas mais do que qualquer outra coisa,
Me desculpe por mim mesmo
Porque você não está aqui comigo...
...Me desculpe pelas mentiras que contei
Me desculpe pelas coisas que não disse
Mas mais do que qualquer outra coisa,
Me desculpe por mim mesmo
Eu não acredito que você foi embora
(Trecho da música de John Denver — I'm Sorry)
Sem deixar que ela pudesse falar mais uma vez, Jasper se aproximou e tomou a boca apetitosa de sua ex-noiva, sem importasse com a filha que ela tinha nos braços. Simplesmente as coisas aconteceram sem que os dois percebessem com riqueza de detalhes como tudo ocorreu.
De repente a pequena Rebecca fora deixada na sala, envolta de seus brinquedos, de repente os dois amantes saudosos não somente estavam aos beijos, mas estavam envoltos em uma confusão de pernas e mãos na pequena mesa da cozinha, de repente os dois se encontravam tão entregues ao desejo de tal que sequer perceberam uma terceira pessoa adentrando a pequena casa...
Os gemidos de prazer que ecoavam pelos cômodos foram o que motivaram que essa pessoa não se ligasse muito ao fato de Rebecca esta sozinha brincando na sala, a cada passo que dava se aproximava mais do casal que revivia a paixão intensamente na mesa da cozinha.
Quando finalmente o terceiro personagem visualizou a cena que se desenrolava a sua frente, a pontada em seu peito foi tão grande que anunciou a tragédia que iria se desenrolar nos próximos minutos... Pois, por mais que Edward desconfiasse que a volta de seu irmão pudesse trazer a tona sentimentos esquecidos, ele jamais imaginou que algo assim pudesse acontecer...
Traição?
Não, isso jamais pensou que pudesse acontecer!
Com a dor rasgando seu peito, ele simplesmente perdeu a força e reação, ficou paralisado na entrada da cozinha, revivendo uma cena que há anos lhe atormentava, entretanto, na atual circunstancia ele era o alvo atingido de forma intencional.
Foi então que enquanto seu vestido era desabotoado, com os lábios de Jasper descendo até seus seios cobertos por um sutiã branco rendado que Isabella finalmente visualizou seu marido, parado, encarando-a.
- Oh meu Deus! – gritou Isabella mandando para longe o ardente paixão que tomava conta de seu corpo.
Definitivamente eles tinham ido longe demais!
FIM DO CAPITULO
Notas finais
Gente estou sem computador por tempo indeterminado... acho que só lá pra final de fevereiro que poderei resolver esse problema....
Estou conectando e vendo minhas coisas através do celular..... e digitar e postar a fic através do cel n é possível....
Mas, consegui um tempinho aqui no meu trabalho e estou aproveitando pra postar mais esse cap pra vcs....
Só tenho algo a dizer....
Se fosse o Edward a trair.... se fosse ao contrario.... Ele teria perdão????
E Isabella.... ela tem perdão???
Será que a hist dela com Jasper ainda n terminou????
Comentem....
Bjs
Obs: vou tentar postar o mais rápido possível *-*
Obs 2: Nao deu pra responder vcs.... mas assim que possivel irei responder a tds.....
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