Vida Roubada
13 Capítulo 13
Notas iniciais
A noite estava relativamente calma, a respiração de Edward em sua nuca era algo que ela jamais poderia descrever e que sempre deixava suas noites serenas, tranqüilas... Mas não era de se estranhar, depois que fizeram amor no hotel fazenda de James, contemplar seu corpo de grávida passou a ser a atividade favorita de seu marido.
Suspirou e se mexeu delicadamente para não despertar o homem ao seu lado, o leve desconforto que estava sentindo desde o começo da tarde vinha aumentando preguiçosamente, os últimos dias estavam difíceis, o seu inchaço havia diminuído, mas sua barriga abaixou bastante.
Oh senhor, será que iria demorar mais?
Balançou a cabeça e olhou para a mesa de cabeceira que estava ao seu lado olhando diretamente para o par de brincos que estava usando antes de dormir e acabou sorrindo.
Será que algum dia iria se acostumar com a sua nova realidade?
Ela não era mais somente uma esposa no papel, desde que Edward concretizou o casamento penetrando-a de forma deliciosa, se tornaram marido e mulher de verdade, não dividiam somente a cama, dividia o quarto. Foi estranho ter que separar um espaço para ele no guarda-roupa e arrumar os produtos de higiene pessoal dele no banheiro, mas também fez se coração acelerar de alegria, principalmente quando eles tomavam banho juntos ou quando ele se vestia para ir trabalhar e sem qualquer receio permitia que ela devorasse cada detalhe dele com os olhos, esperando ansiosa pelo momento em que poderia finalmente tocá-lo.
Era incrível poder recebê-lo dentro de si, se sentir amada em cada toque que recebia assim como era relaxante quando mesmo cansado de um dia de trabalho ele ainda retirava alguns minutos para aliviar as dores em suas pernas, massageando-a carinhosamente.
Fechou os olhos e se lembrou de algumas horas antes.
- O seu inchaço melhorou... – comentou enquanto cuidava de seu pé direito.
- Eu sei... O que me dá um pouco de medo. – confessou timidamente.
Ele arqueou as sobrancelhas – Estranharia se você não o sentisse, mas será que posso ajudá-la?
Ela sorriu docemente acariciando sua barriga nua. – Soube que quando a mulher começa a perder o inchaço quer dizer que a hora do parto está próxima. – suspirou e olhou para Edward que a encarava sem deixar de massagear seu pé. – Será que consigo? Quer dizer... Eu sei que o parto vai acontecer, mas e depois? Tenho tanto medo de não ser uma boa mãe...
Ele deixou seu pé e se aproximou dela, aconchegando-a em seus braços – Não posso conseguir imaginar mãe melhor!
- Edward...
- Escute, cuidar de uma vida não é algo fácil, não que eu tenha qualquer experiência no assunto, mas, em seus olhos tem tanto amor e tanta ternura que mesmo que cometa alguns erros, no final vai acabar sempre fazendo o certo!
Ela fechou os olhos e aspirou o cheiro dele, fazendo com que a paz que ele lhe mandava percorresse todo o seu corpo. – Quando estou com você eu me sinto forte, capaz... Capaz de enfrentar tudo!
Ele sorriu – Você é forte Isabella, não precisa de mim nem de ninguém...
- Você que é a fonte da minha coragem... Sem você... – respirou fundo – Eu preciso de você... Não é como se o mundo fosse acabar se você não estiver ao meu lado... Mas é como se a metade que vive em mim precisasse da metade que esta em você para se sentir real...
Ele sorriu e beijou-a nos lábios docemente – Sei exatamente o que quer dizer!
- Edward...
- Hum... – murmurou em seus lábios.
- Me promete... Prometa que estará lá quando o bebê nascer – se afastou e o encarou – É que... Eu realmente preciso da minha parte que esta em você!
- Eu só não estaria ao seu lado, se você desejasse o contrario.
Uma dor aguda em suas costas fez com que ela dissipasse suas lembranças, ofegou e depois de alguns minutos, quando a dor se foi, respirou aliviada. Entretanto, antes mesmo que pudesse se recuperar uma dor ainda maior a dominou, fazendo-a apertar o lábio inferior com força.
O que estava acontecendo?
Ela não fazia qualquer idéia do que pudesse ser, mas decidiu que não iria acordar Edward por uma dor suportável que não significava nada, pelo menos foi à idéia que se apoderou dela por um tempo, pois assim que os minutos foram passando, e a dor suportável começou a ficar constante e cada vez mais aguda, tudo o que conseguiu fazer foi gritar despertando seu marido.
- Eu preciso ir ao hospital... Tem alguma coisa errada acontecendo Edward... Meu bebê... Tenho medo que aconteça alguma coisa com ele! – sussurrou em meio às lágrimas.
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Era inicio da manhã, a enfermaria estava silenciosa, todos ainda estavam dormindo, normalmente ele também estaria em sono profundo, mas algo dentro dele não conseguia se aquietar era como se alguma coisa importante estivesse acontecendo, alguma coisa que fazia parte de sua vida.
Quis poder se levantar, mas sua perna engessada não lhe permitia muita movimentação, desde que despertou há alguns dias, sempre precisou de ajuda para as mais simples movimentações. Suspirou e sentiu um dor em seu peito, uma dor tão forte que quis chorar, e sem qualquer receio, se permitiu essa fraqueza.
- Posso ajudá-lo? – uma doce voz o “despertou”. Lentamente a olhou. – Esta sentindo alguma coisa?
Era um anjo, seu anjo particular!
Ele sempre a olhava como um anjo.
Talvez isso ajudasse por ter sido ela a primeira imagem que viu ao acordar dos longos dias que esteve em coma, vagando entre a vida e a morte. Ou talvez por ter sido ela que tenha salvado a sua vida, pelo que soube, ela que o recebeu no campo de refugiados meses atrás, quem cuidou dos seus ferimentos e quem segurava sua mão e conversava com ele enquanto todos julgavam lutar por sua vida uma perda de tempo.
Ele se lembra de uma voz doce em seus sonhos... Lembra-se dessa doce voz cantando...
Alice... Ela se chama Alice... Pelo ao menos foi o que disse a ele.
- Jonnathas... Existe algo que posso fazer por você?
Jonnathas... Ela sempre o chamava assim... Talvez fosse porque esse seja o seu nome, embora ela não o sinta como seu...
Ele piscou algumas vezes, tentando se decidi se tentaria falar mais alguma vez, se essa tentativa iria lhe causar uma dor física arrebatadora como sempre aconteceu.
- Tudo bem, deixe-me examiná-lo, assim posso saber se ao menos descubro como posso ajudá-lo...
Assim que ela fez o primeiro movimento para tocá-lo, ele esticou sua mão o máximo e mais rápido que pode e segurou seu pulso. Ela olhou-o assustada, não como medo, em seus olhos arregalados havia somente surpresa por ele ter se movimentado do jeito que fez.
- Coração... Alma... Mente... Dói... – disse com a voz baixa e sussurrante fazendo-a ficar paralisada – Físico... Não... Tanto!
Ele soltou seu pulso e respirou com dificuldade, seu peito doía, o esforço que utilizou para falar o deixou com falta de ar, fechou os olhos e continuou tentando acalmar a respiração, mas nada poderia lhe trazer tamanho alivio como ela o fez somente em lhe tocar a face delicadamente secando suas lágrimas que molhavam seu rosto machucado.
- Costuma ser cantora... – ele abriu os olhos e a encarou. Ela era linda, seu rosto branco e delicado possuía olhos grandes e negros, boca pequena e rosada e um pequeno nariz que se encaixava perfeitamente em seus traços. Seus cabelos negros estavam presos, por isso não saberia dizer o tamanho, mas isso não lhe importava, ela era perfeita do jeito que era. – Cantava por toda noite, era assim que conseguia ter o que comer... Mas era assim que também me sentia bem e feliz... Larguei tudo, família, amigos... – sorriu – Noivo... Todos para trás, em nome de meu sonho... Eu só queria cantar e emocionar... Sabe eu não tenho uma voz feia e muitas pessoas já me falaram que suas dores já foram amenizadas pelo som da minha voz... E eu acredito nisso, porque as minhas próprias dores já foram saradas por mim, pela minha voz... – encarou-o e passeou sua língua entre os lábios – Por conta da guerra meu sonho teve que ser suspenso... Mas posso lhe confessar uma coisa? – ela não esperou por uma resposta dele, simplesmente falou e ficou ainda mais linda com a face corada de vergonha – Costuma cantar para você, quando ficava muito agitado ou quando piorava... Os médicos falavam que nada poderiam fazer por você. Como enfermeira que esta aqui a um bom tempo, que já viu muitas coisas acontecerem eu sabia que eles não estavam mentindo... Como médicos eles realmente não poderiam fazer muito mais, mas eu? Bem eu poderia tentar cantar e quem sabe assim amenizar sua dor um pouco... Então... Você sempre melhorava... – Ela segurou forte uma de suas mãos – Posso cantar para você?
Ele sorriu em meio da dor física e emocional ele sorriu e assentiu. E ela sentiu seu coração acelerar, simplesmente nunca tinha visto em sua vida um sorriso como aquele... Puro, meigo... Tocou-lhe fundo. Talvez por isso a escolha da música tenha sido uma que ela jamais se imaginou cantando para alguém... E talvez por isso, essa foi a mais bela canção que cantou...
http://www.youtube.com/watch?v=gRO8Eui3Hc8&feature=related
My funny valentine
Meu divertido namorado
Sweet comic valentine
Doce e cômico namorado
You make me smile with my heart
Você me faz sorrir com o meu coração
Your looks are laughable
Sua aparência é tão risível
Unphotographable
Infotografável
Yet youre my favourite work of art
No entanto você é minha obra de arte favorita
Is your figure less than greek
É sua figura é menos que grega
Is your mouth a little weak
É sua boca um pouco fraca
When you open it to speak
Quando você abre para falar
Are you smart?
Você é esperto?
But dont change a hair for me
Mas não mude um cabelo por mim
Not if you care for me
Não se você cuidar de mim
Stay little valentine stay
Fique namoradinho fique
Each day is valentines day
Cada dia é dia dos namorados
Ao final, Jonnathas estava relaxado, ela ainda permaneceu ao seu lado e murmurou a canção até que ele finalmente adentrou o mundo dos sonhos completamente mergulhado na paz que ela introduziu em sua alma.
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Edward ainda estava atônito, não sabia bem o que fazer ou como agir, somente quando Isabella agarrou sua mão com força e gritou de dor foi que despertou de verdade, deu um pulo da cama e correu para o andar de baixo, em direção ao quarto de sua mãe.
Assim que abriu a porta estagnou, seus pais estavam abraçados, juntos como se fosse um só, pareciam tranqüilos, pareciam se amar até mesmo mergulhados no mundo dos sonhos... Respirou fundo e silenciosamente fechou a porta, Isabella era sua responsabilidade, não cabia a ele romper um momento sublime de seus pais...
Seus pais... Seus pais!
Balançou a cabeça e correndo seguiu até seu quarto, seu coração doeu ao vê-la encolhida com os olhos fechados e os lábios pressionados em uma tentativa desesperada de conter o grito de sair por sua boca. Como um louco se aproximou, segurou firme a mão dela e mesmo temendo o que pudesse estar acontecendo falou com tamanha serenidade que de certa forma tranqüilizou sua esposa.
- Tudo vai ficar bem, vou me trocar e vamos para o hospital, não vou deixar que nada aconteça nem com você nem com nossa menina!
Ela abriu os olhos e o encarou e mesmo com um dor aterrorizante lhe sorriu – Só... Só não me deixe!
- Nunca!
Edward nunca pensou que pudesse se arrumar tão rápido como vez, entretanto, antes que percebesse algo, ele já tinha carregado sua esposa, a colocado no carro e já estavam no hospital com o Dr. Spence, um medico de idade que estava de plantão examinando-a.
- Está tudo bem... – disse com um sorriso nos lábios – Logo, logo teremos mais uma vida no mundo!
Isabella olhou assustada para Edward que lhe correspondeu o olhar.
- Está com 4 dilatação, pelo que pude ver sua bolsa ainda não estourou, o que nos resta é somente esperar!
- O senhor tem certeza? Não esta acontecendo nada de errado comigo ou o meu bebê? – perguntou Isabella.
- Toda a certeza do mundo! – falou confiante. – Vou pedir que uma enfermeira fique com você em tempo integral e durante as próximas horas estarei sempre vindo para ver como estamos evoluindo.
Entretanto a evolução não foi como o esperando, mesmo com Edward sempre ao seu lado, massageando suas costas e lhe dizendo palavras de carinho, mesmo que ela desejasse do fundo de sua alma que as coisas acontecessem tranqüilas, mesmo tendo toda uma equipe medica ao seu lado trabalhando para o seu bem estar e o bem estar do bebê, as coisas saíram totalmente contrarias.
Depois e algumas horas, quando ao ser examinada foi percebido que Isabella não tinha evoluído em nada, Dr. Spence resolveu estourar a bolsa o que a deixou completamente assustada, o liquido amniótico que escorreu por sua vagina estava verde.
Preocupado, o medico chamou Edward para uma conversa em particular. – Não trago noticiais muito animadoras. Sua esposa está com quase doze horas de parto, e a liquido amniótico esta apresentando que o feto vem sofrendo muito com todo esse processo, posso garantir que ele ou ela não agüentará muito mais, e acredito que a Sra. Cullen não irá evoluir como necessário nas próximas horas o que poderá complicar e gerar infecções indesejadas tornando tudo ainda mais complicado e difícil.
- O que o senhor que dizer com tudo isso? Está querendo dizer que minha esposa e minha filha podem...
- Estão correndo risco, não irei mentir para o senhor, mas, tenho uma solução, podemos tentar fazer um parto cesariano... É uma cirurgia, e como toda cirurgia tem seus riscos, mas acredito que essa seja a melhor solução neste momento. A decisão é de vocês!
Nervoso, Edward passou as mãos pelo rosto e respirou fundo. – Eu confio no seu julgamento, se o melhor para as duas é a cesariana... Que seja feita!
- Uma sábia decisão!
- Só peço que me deixe falar com ela!
- Como desejar!
Nervoso, viu o medico se afastando para preparar a sala e a equipe médica para o parto, encostou seu corpo na parede e fechou os olhos. Ele precisava ser forte, demonstrar que confiava que tudo iria dar certo, que as duas iriam conseguir. Sabendo que não poderia demorar em contar tudo a Isabella, respirou fundo mais uma vez e entrou no quarto. Sua linda esposa sentia que tinha algo errado, por isso já o olhava com lagrimas nos olhos e feições preocupadas.
- Meu bebê... Por favor, me diz que ele está bem! – pediu tremula.
Edward lhe sorriu pequeno e se aproximou, sentou na cama e segurou suas duas mãos carinhosamente.
- Lembra quando eu disse que você era forte? – quando ela assentiu, ele continuou – Bem, é chegada a hora de você descobrir o quanto eu estava certo...
- Edward, o que tem meu filho?
- Não vou mentir para você, ela está sofrendo, toda essa espera não está fazendo bem para ela...
- Oh Deus, oh Deus, por favor, não me diz que perdi meu bebê!
- Hei, não pense nisso. Tudo vai ficar bem, lembra?
- Edward...
- Shiii... Escute! – pediu carinhoso – Às vezes para conseguimos algo é necessário tomar outro caminho, mas isso não quer dizer que não teremos o que tanto almejamos. Nossa menina vai estar em seus braços logo, só que ela está precisando de uma ajudinha para vim ao mundo... Então o Dr. Spence vai ajudá-la.
- O que você quer dizer com isso?
- O parto... O Dr. Spence acredita que nesse momento o melhor seja uma cesariana.
Ela ficou um silencio por algum tempo – Eu já ouvir sobre isso... É uma cirurgia...
- Shii… Lembra o que falei para você? Você é forte meu amor, e não tenho duvidas que vá passar por isso, e logo, logo viveremos nos três juntos e felizes.
- Você acredita mesmo nisso? – perguntou Isabella
- Não tenho duvidas! – garantiu e a beijou ternamente nos lábios.
As coisas aconteceram rapidamente, logo Isabella foi encaminhada para o centro cirúrgico, não foi permitida a entrada de Edward, por isso os dois se despediram antes, o que o deixou bastante nervoso.
- Edward? – assustado ele levantou a cabeça e encarou a ultima pessoa que ele imaginou estar com ele nesse momento.
- Tanya?
Ela lhe sorriu.
- Estava na cidade, resolvendo algumas coisas e então Derek me disse o que estava acontecendo... Então, seu filho já nasceu? – perguntou docemente.
Ele tinha deixado um bilhete para sua mãe, avisando o que estava acontecendo, pedindo que avisasse o único amigo de verdade que possuía... Ele jamais imaginou que ainda pudesse ter uma amiga em Tanya e mesmo que tivesse essa certeza não sabia como encontrá-la e nem se ela desejasse estar presente, mas assim que olhou em seus olhos e viu uma amiga... E nesse momento, era tudo o que ele precisava para se tornar um menino que a muito ele deixou enterrado.
- Eu estou com tanto medo, tanto medo... Não sei o que fazer se tudo isso der errado! – disse em meio às lágrimas que caíram de seus olhos sem que ele pudesse conter.
- Edward... Oh meu amigo! – Tanya se aproximou e o abraçou docemente, permitindo que ele fosse acalentado.
Os minutos passaram, ele pode enfim soltar seus medos e temores, afinal, se mostrar fraco às vezes faz bem para a alma.
- Tudo vai dar certo, tenho fé que Deus está com ela nesse momento! – disse Tanya passando as mãos pelos cabelos de seu ex-amante.
Ele levantou sua cabeça e a olhou nos olhos. – Senti sua falta! – confessou.
Ela lhe sorriu – Eu também senti a sua falta.
Porquês nesse momento se fizeram desnecessários, tudo o que precisava ser dito, o olhar se encarregou. E então, vários minutos depois uma pequena marca com um lindo bebê saiu do centro cirúrgico, fazendo com que ele olhasse para o lindo ser e sorrisse.
- Ela está bem, mas precisa ser feito uma investigação antes que possa ir para os braços dos pais! Parabéns! – disse a enfermeira.
- Ela? É mesmo uma menina?
- Oh sim, uma linda menina!
Ele encarou o bebe mais uma vez, seus olhos estavam fechados, mais seu rostinho rechonchudo e rosado, seu cabelo ralo, fino e castanho, suas mãos e pés... Tudo estava perfeito.
- Sim uma linda menina! – com dificuldade, desviou seu olhar de sua menina mais uma vez e encarou a enfermeira – Minha esposa?
Ela lhe sorriu – Ela está bem, estamos finalizando o procedimento da cesariana.
- Obrigado!
De repente o peso que carregava nas costas desapareceu, era somente uma alegria que o invadia e tomava conta de seu corpo, ele agora tinha uma família dele, pelo menos era o que sentia dentro de si.
FIM DO CAPITULO
Notas finais
Então... É uma menina o Edward estava certo.... e agora como vai acontece a relação a tres??? Será que o sentimento do Edward vai se tornar real... eles foram uma familia???
e a Tanya.... o que será q a volta dela vai representar????
E esse Jonnathas????
ahhhh....
só esperando pelo proximo cap...
comentem, comentem, comentem....
bjs
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