Vida Roubada
15 Capítulo 15
As semanas passaram, entretanto nada mudou entre a relação mãe e filha, Rebecca estava com quase dois meses e desde que soube da condição especial que ela possuía, Isabella se recusava em segurá-la no colo e amamentá-la.
Quando o leite que possuía em seu seio empedrou e uma terrível febre atingiu Isabella, Edward pensou que talvez fosse à oportunidade perfeita de uni-las, entretanto não obteve sucesso, sua esposa continuava firme em sua decisão de se manter afastada.
Seu marido manteve-se calmo e sereno, com ajuda de Sarah e de sua mãe, ele dava tudo àquilo que podiam para sua menina e mesmo com a relação deles sofrendo um afastamento, ele ainda se mostrava compreensível com toda a sua negação materna.
Foi então que as coisas começaram a ficar mais complicadas, Rebecca começou a ter manchas avermelhada por seu corpo deixando a todos bastante preocupados.
- Venha comigo! – pediu Edward
Isabella nada disse, afinal, tudo o que era relacionado à sua filha a fazia ficar distante.
- Ela esta doente Isabella, pode ser serio.
Ela sorriu triste – Isso não é novidade Edward.
- Você tem uma filha linda, uma filha que vai crescer e talvez quando você deseje despertar seja tarde demais.
Ele não disse mais nada, simplesmente pegou Rebecca e com ajuda de Esme foram para o hospital, deixando-a só, andando de um lado para o outro do quarto se perguntando o que estaria acontecendo.
Nervosa, decidiu por deixar seu quarto e fugir rumo ao seu jardim, precisava estar em meio a suas flores já sem o mesmo brilho devido o fim da primavera, mas que mesmo assim eram capazes de lhe dar uma enorme tranqüilidade. Sentou-se na grama e logo se deitou, sentindo a brisa passando por seu corpo e se deixando levar, fazendo com que as lembranças de momentos com sua mãe invadissem sua alma e aquecesse seu coração.
Quando descobriu que estava grávida, quando Rebecca mexeu dentro dela pela primeira vez, ela pode compreender muito do amor de sua mãe, pois ela a amou desde o inicio, se casou com Edward mesmo sofrendo por Jasper em nome de sua filha.
Ela a amava... Tinha total consciência de seu sentimento, e talvez por isso, pelo tamanho de seu amor, não conseguia se perdoar pelo mal que fez a sua pequenina.
“Eu queria tanto você aqui, tanto... Somente alguém como você seria capaz de me ajudar” sussurrou silenciosamente, desejando que seu pedido chegasse aos ouvidos de sua mãe, mesmo sabendo ser impossível ter qualquer tipo de resposta de sua parte.
- Isabella! – Com um susto abriu os olhos e levantou-se.
Simplesmente não conseguia acreditar no que seus olhos viam, já havia perdido as esperanças de revê-lo, afinal, desde que saiu sem ao menos se despedir, nunca chegou a dar noticias sobre como estava e muito menos onde morava e isso de certo modo a magoava.
- Emmett...
- Preciso de sua ajuda, talvez você pense que não mereça seu carinho, mas se serve de consolo, ajude-me em nome de Rose!
Ele estava mais magro, seus olhos estavam inchados demonstrando que havia estado chorando e se apoiava em sua bengala com mais dependência. Entretanto nada disso deixou-a mais triste que o olhar magoado que ele dirigia a ela.
Era óbvio, Emmett ainda a culpava. O que será que ele pensaria ao saber que ela e não Edward rejeitou a pequena Rebecca? Será que ainda traria aquele ressentimento na voz ao descobrir o quão terrível ela foi ao gerar sua filha?
Mas talvez isso não mudasse nada, pois a doença de Rebecca é sua culpa, foi por sua incompetência e não por ter deixando o amor que sentia por Edward despertar.
A não ser que alguém lá em cima estivesse lhe castigando por ter “enterrado” Jasper tão rapidamente e ainda mais rápido ter ido para os lençóis do homem que era para ser seu cunhado.
- Ajudar? Em que exatamente? – perguntou Isabella confusa, tentando abafar seu sentimento de culpa como costuma fazer ultimamente.
- Rose... Ela esta aqui e precisa de você!
Um choque percorreu o corpo e coração de Isabella.
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Estava chovendo o que de certo modo era bom, pelo menos amenizava a feiúra que a guerra deixava em cada canto da cidade... Ah, sua linda Inglaterra estava longe do que um dia fora e talvez nunca mais conseguisse alcançar tamanha beleza novamente.
Entretanto, mesmo correndo um risco constante estando no olho do furacão, simplesmente não podia ir embora, e não porque seus sonhos e sua vida fora toda construída ali, ou porque sentia uma necessidade forte de ajudar aqueles homens que davam sua vida para que pessoas como ela pudesse viver... Não, esses já foram os motivos e de certo modo ainda eram... Mas em seu coração, em sua alma havia um motivo ainda mais forte para simplesmente que a impedia de abandonar sua cidade e seu novo trabalho.
Aqueles lindos olhos azuis...
Sonhava com eles, sonhava com o dono deles...
“Sua voz é linda” sorriu ao se lembrar da primeira frase que seu mais querido paciente lhe disse sem qualquer dificuldade.
Demorou! Somente há dez dias que começou a falar sem que o ar lhe faltasse ou que uma dor lhe rasgasse o peito, e isso a deixou fascinada, pois, nunca em sua vida uma voz mexeu tanto com ela como a do jovem soldado.
Olhou-se no espelho que possuía no quarto que morava e verificou se sua roupa branca de enfermeira estava em ordem, suas meias não possuíam uma só rasgo, seu tênis gasto estava limpo, seu cabelo bem penteado e sua maquiagem sutil.
Encarou seu quarto e percebeu que tudo estava em ordem, à pequena cozinha improvisada estava limpa e organizada, sua cama com os lençóis bem esticados e o cubículo de seu banheiro limpo com o chão totalmente seco.
Enfim poderia ir ao hospital.
Pegou seu suéter azul escuro de lã que ela mesma fez junto de seu guarda-chuva e saiu.
Como sempre foi andando, sua mente completamente entregue naqueles olhos azuis enquanto seus pés tentavam acelerar o longo caminho que tinha pela frente em meio ao caos que sua cidade havia se tornado.
Quando chegou ao seu destino, foi rápida ao guardar suas coisas para finalmente ir de encontro ao seu paciente, de algum modo estranho parecia estar a sua espera, pois sorriu ao vê-la se aproximar e esse simples ato fez com que seu coração batesse mais acelerado.
- Boa noite! – disse estendendo a mão para segurar a dele.
- Senti sua falta! – respondeu.
Um sorriso largo brotou de seus lábios, sabia que deveria se conter, mas o sentimento que possuía dentro de si era mais forte que ela.
- Cante para mim!
Ela tinha outros pacientes, seu turno havia acabado de começar, entretanto jamais negaria tal pedido a ele, por isso, seus outros pacientes teriam que esperar, pois agora ela cantaria para o homem que dominava sua mente e coração.
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Estavam de frente a uma igreja, estava tremendo o que tornava as coisas piores, olhou para um dos garotos que deixou vigiando na porta da igreja e se aproximou. Afinal, se por acaso Rose saísse antes que ele chegasse com Isabella, um dos garotos continuaria seguindo-a, embora ele a conhecesse tão bem a ponto de saber que ela não se moveria de dentro da igreja até que fosse expulsa.
- Então?
- Ela continua lá dentro. – disse animado, pois sabia que era questão de segundos para ganhar o dinheiro prometido, o que acabou se concretizando, ele e seu irmão nunca tinham ganhado um dinheiro tão fácil.
Encarou Isabella sem qualquer receio de esconder a dor que dominava seu coração, não precisa disso e nem mesmo queria, já havia mentido e sido duro o suficiente com a mulher que amava.
Oh Deus, até agora não acreditava nas palavras que havia dito a ela!
- Emmett... Não sei exatamente o que aconteceu com vocês, mas ainda há tempo!
Ele sorriu tristemente.
- Só peço que ela não saiba que fui eu a lhe procurar.
Isabella fechou os olhos.
- Você passou a noite cuidando dela há distancia, talvez ela devesse saber...
- Por favor, faça isso por ela!
- Emmett...
- Sou um homem defeituoso Isabella, não somente por fora mais por dentro também... Não posso condená-la a viver ao meu lado!
O silencio tomou contar do ambiente.
- Você esta certo disso? – perguntou Isabella depois de um tempo.
- Não tenho qualquer duvida!
Ela assentiu de certa forma agora o entendia melhor, afinal, se ela pudesse viveria longe de sua filha somente para não olhar para Rebecca e se sentir cada vez mais fracassada, respirou fundo e então lhe deu as costas.
A cada passo que sua amiga dava para dentro da igreja era uma punhalada em seu coração já destroçado, pois era totalmente ciente que cada vez que Isabella se aproximava de sua amada, ele estava se afastando, quebrando a corrente que os prendiam.
Fechou os olhos e se viu muitos meses atrás, quando finalmente pode realizar seu sonho...
Era uma linda noite de verão, a cidade estava mais quente que o normal o que era muito bom. Jasper havia convidado Isabella para o baile e como ela não poderia sair sozinha, seu melhor amigo achou interessante levá-lo para que a prima de sua linda dama não se sentisse mal.
Estava muito nervoso consciência ou não a bela jovem que ele teria a honra de acompanhar era a linda e encantadora Rosálie Hale, a mulher que dominava seus sonhos e o deixava tremulo somente em estar por perto.
Engoliu em seco quando a viu, estava linda, usando um vestido azul claro rendado que marcava sua cintura. Respirou fundo quando ele se aproximou e olhou em seus olhos.
Oh Deus, a deusa da beleza estava bem a sua frente!
Ela piscou varias vezes, mas tarde veio a descobrir que era um sinal que demonstrava nervosismo.
Delicadamente se curvou e sem deixar que o olhar dos dois se quebrasse, pegou uma de suas mãos e beijou como se fosse um cristal que poderia se quebrar com um contado rude como o dele. Ela ficou rubra, mas continuou encarando-o.
- Vamos? – se não fosse por Jasper, teria ficado ali com ela eternamente.
Com seus braços entrelaçados seguiram rumo ao baile que acontecia todo o sábado próximo a praia de La Push. Foi uma noite incrível, depois de Karen foi a primeira vez que seu amigo se permitia sair com outra mulher e seus olhos estavam revivendo o brilho que um dia havia se perdido, entretanto, por mais que amasse Jasper como a um irmão, o que tornou a noite incrível foi ter a doce mulher de seus pensamentos ao seu lado e mais que isso, foi poder chamá-la para dançar e ter a honra de ter o seu convite aceito.
Depois daquela noite, Night and Day deixou somente de ser uma simples musica, passou a ser a musica que sempre levaria sua memória a ela. Depois daquela noite, depois daquela dança, depois de provar seus lábios em um rápido e singelo beijo, teve a certeza de que nunca a deixaria sair de seu mundo...
O salão estava iluminado na medida certa, tornando o ambiente propicio para o romance, para corações apaixonados. Uma música conhecida, um cantor promissor e um ritmo encantador eram tudo o que precisava para tomar coragem.
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Levantou-se e curvando-se delicadamente e a convidou.
- Me daria à honra desta contradança?
Ela pareceu um pouco assustada, mas um brilho contagiante tomou conta de seus olhos e de seu tímido sorriso. Aceitou seu convite e de mãos dadas foram para o centro do salão, onde seus corpos ficaram juntos e seus rostos colados.
- Sempre soube de sua beleza estonteante... Mas nunca conseguir imaginar o qual maravilhoso poderia ser o seu perfume, e agora posso dizer que é o mais delicioso que senti. – sussurrou.
Ela ficou rubra e sentiu seu coração acelerar e as pernas ficarem bambas.
- Obrigada – murmurou tímida.
- Não precisa me agradecer por ser honesto.
Neste momento ela paralisou e afastou-se um pouco para poder encará-lo. Palavras foram dispensáveis, um conseguiu ver o outro somente olhando profundamente nos olhos. Com a costa de uma de suas mãos, Emmett acariciou a mandíbula de Rosálie, sentindo a maciez da pele de porcelana que combinava com o cheiro de rosas que emanava dela.
Apreciando o toque que recebia fechou os olhos e somente quando sentiu lábios macios e carinhosos encostarem-se aos seus foi que sua respiração voltou ao normal, era como se ele passasse a ser o oxigênio que penetrava em seus pulmões.
Logo, cedo demais o beijo singelo chegou ao fim, entretanto a dança continuou, e depois do contato intimo, mover-se juntos passou a ser o certo a fazer, não só naquele momento, mas por toda a sua vida.
Doce engano, pois agora lá estava ele, não só permitindo que fosse para longe, mas também mandando embora qualquer chance que eles pudessem ter de ficar juntos.
Viu quando Isabella entrou na igreja e desejou do fundo de seu coração que sua doce Rose pudesse esquecer-se dele com facilidade, pois assim somente ele sofreria, o que era mais que merecido.
Entretanto o que ele não sabia era que seu desejo por mais verdadeiro e forte que fosse seria difícil, muitíssimo difícil de realizar. Rosálie estava sentada a horas no ultimo banco da igreja olhando para o altar sem saber o que fazer ou para onde ir, o seu mundo, os frangalhos de esperança que ainda possuía ruíam de vez quando escutou as malditas palavras que o homem de sua vida lhe disse horas antes.
Como tudo pode deixar de existir?
Como ele pode deixar de amá-la?
Ela viu e sentiu, poderia estar apaixonada, mas não estava cega, as pessoas a sua volta não estavam cega, ela a amava, amava sim e muito...
Onde foi que errou?
Onde errou para perdê-lo?
Lágrimas silenciosas ainda escorriam por sua face, pareciam não ter fim, talvez isso significasse que sua dor não tivesse fim, fosse eterna...
“Sinto dizer, mas não te amo, não mais”
Não, ele não deixou duvidas, se ao menos ele tivesse vacilado ao menos uma única vez no encontro que tiveram ela não teria ido embora, teria insistido e talvez agora estivessem juntos. Porém não havia mais nada a se fazer, nada para mudar como a história deles terminou.
Doce ingenuidade, ele havia deixado claro na carta que lhe escreveu, tudo tinha acabado, mas não ela tinha que persegui-lo, tinha que viajar de cidade em cidade até chegar a Washington D.C. Se lembra de pensar em procurar por sua prima, mas não quis arriscar, se Emmett não estivesse por lá e seus pais soubesse de seu paradeiro sua busca poderia ser interrompida, por isso, manteve-se distante.
A princípio não sabia bem por que caminhos seguir, somente saia pela cidade e buscava por ele sem qualquer destino certo, foi então que a idéia de buscar nas carpintarias da cidade lhe atingiu e foi assim que o encontrou, ou pelo menos encontrou a metade do homem que um dia ele já fora...
Não foram os olhos ou a boca repuxada para o lado esquerdo que a assustou, mas sim o olhar frio... Assim que ele a olhou teve a leve impressão que ele pensou ser uma miragem, e que talvez ele já tivesse tido sua ilusão antes, pois somente quando ela disse boa noite foi que seus olhos se arregalaram e um pequeno brilho surgiu.
Nesse momento seu coração acelerou, teve esperança as coisas não fossem bem como ele escreveu, entretanto logo a realidade se mostrou para ela, com um olhar irritado, com uma feição ferina ele se aproximou mancando... Oh Deus, ele havia se machucado mais do lhe deixou saber.
“O que está fazendo aqui?” esbravejou “Tinha que vim, tinha que atrapalhar minha vida!”
Tentou, tentou de todas as formas possíveis se explicar, pensou que se talvez dissesse eu te amo com toda a verdade de seu coração as coisas voltariam a se encaixar, mas não, ao escutá-la se declarar a reação dele piorou e tudo o que conseguiu de seu eterno amor foi mais e mais desprezo, mostrando que ela para ele não era mais presente e futuro, ela havia se tornado um passado para ser esquecido.
- Rose!
Uma doce e conhecida voz lhe trouxe para a realidade, lentamente virou-se e como um passe de mágica encarou sua prima, sua doce e melhor amiga. Isabela estava magra, estava abatida, e ela sentia tanta saudade que se surpreendeu consigo mesma em não mover-se um centímetro sequer.
Sem dizer nada sua prima se sentou ao seu lado e segurou sua mão e juntas continuaram encarando o altar. Ela nem ao menos percebeu o tempo passando, as duas estavam tão mergulhadas em lembranças e dores que nem viu o dia se tornar noite.
- Temos que ir, devem estar preocupados. – disse Isabella com uma voz triste.
Nesse momento as duas se olharam e compartilharam lágrimas e nesse momento o saudoso abraço que ambos sentiam falta surgiu, dando o carinho e amor que ambas necessitavam. Quando sentiram que tinham forças, levantaram-se e de mãos dadas saíram da igreja antes mesmo de a última missa do dia ser celebrada.
Isabella nem ao menos pensou em procurar por Emmett nos arredores, ele havia feito sua escolha e ela não iria tentar convencê-lo mais do contrario, sabia que não iria adiantar, ele assim como ela amavam tanto as mulheres de sua vida que em nome desse amor sabia que o mais correto a se fazer era manter-se afastado.
Ela agora o entendia.
— Bella?
As duas pararam de caminhar.
- Sim?
- Eu... Eu... Sinto muito não ter estado com você quando o bebê nasceu...
Isabella fechou os olhos e respirou fundo.
- O bebê... Ele esta bem, não esta?
— Ela, é uma menina, mas vamos deixar assuntos tristes para depois, acredito que tanto eu como você precisamos de um banho e cama, amanhã poderemos nos falar.
FIM DO CAPITULO
Notas finais
Sei que estou muito atrasada, peço que me perdoem...
Mas é que nessas duas ultimas semanas as coisas foram bastante corrida
Feria cultura
Revisão para prova
Entrega de prova na secretaria
Organização do chá de bebe da minha irmã que é dia 6 agora
Visitas de parentes
E outras coisas mais...
Aff... pensei q n fosse da conta... mas graças a Deus aqui estou eu... e vamos ao que interessa
Vida pessoal OFF
Genteeeeee
Vamos lá... para felicidade de Lina 2000... finalmente Rose e Emmett voltaram a aparecer...
E que aparição!!!
O que me leva ao um tópico importante da hist...
Cada personagem chegará ao fim do poço.... vão mergulhar fundo, para poderem seguir em frente... então sim, mais emoções estão por vim... antes de soluções e resoluções... mas tds terão seu final feliz... alguns mais rápidos que outros...
Em relação a Rebecca... só tenho uma coisa a dizer... Ela será q lição que Isabella precisa ter na vida... E a coragem que Edward irá precisar ao longo de sua hist... La La La....
Bem... agora me digam.... quero saber
O que acharam do cap???
Comentem, comentem, comentem...
bjs
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