Vida De Um Semideus
1 Capítulo 1
Olá sou May e tenho apenas 12 anos sou uma menina de pele branca como a neve com cabelos longos e ruivos e olhos verdes como a grama. Hoje eu descobri que sou filha de um Deus ,mas filha de um Deus grego,aqueles que estava estudando na escola essa semana e foi bem assim:
Eu encontrei minha mãe falando com o nada falando com o vento e eu claro escondida atraz da porta olhando pela massaneta , logo fiqeui preucupada ,mas não foi o porque dela está falando com o vento, mais sim dele está a respondendo, eles falavam sobre um acampamento e uma tal de colina meio-sangue...
-Mas vou terque ficar longe de minha filha-argumentou minha mãe.
-Mas lá ela e você estaram protejidas-retrucou o vento.
-Esta bem como queira-disse minha mãe frustada sentando em sua cama.
Logo em seguida senti uma brisa forte sobre meus cabelos e um tom rude dizendo a mim "sei que ouviste a conversa ,mas esse será nosso segredo", logo corri ao meu quarto e fique pensando, porque minha mãe estava falando com o nada? E porque ele a respondia?E que lugar é esse tal de colina meio-sangue? Nesse momento eu me senti estranha, bom ela deve ter algum motivo para me mandar lá.
Logo em seguida veio minha mãe bater em meu quarto dizendo que depois da escola iria me levar a um acampamento divertido pra mim e que minha amiga jeny iria comigo.
-Ah! e mais uma coisa-disse minha mãe.
-Sim mamãe?-perguntei meio frustada e contente pois iria ficar longe dela mais também iria acampar.
-Esse acampamento é especial-continuou ela- Lá é aonde todos os filhos de deuses com humans vão para aprender e só eles podem entrar-continou.
-Então meu pai é um deus?-perguntei.
-Sim-afrimou ela-e sua amiga também,bom ela lhe contará tudo que precisa saber!-afirmou ela indo a porta de meu quarto.
-Quem é meu pai?-perguntei entusiasmada.
-Não vou lhe contar você saberá na hora certa ,é algo que deves saber sozinha-disse ela com um enorme sorrinso no rosto.
-Assim não vale-resmunguei sentando em meu sofá negro em frente a minha cama.
-Vou dar-lhe uma dica-falou ela fechando a porta.
-Mãe qual a dica?-gritei pois ela avia saido e fechado a porta.
-Ele é um deus grego-falou ela em seguida gargalhando.
-Pelomenos assim ficou mais facil -falei a mim mesma.
Bem depois fui a escola e o professor Luke disse que teriamos o ultimo dia de aula, jé é novembro? pensei, e teria notado que passaria meu aniversário longe de minha mãe, em seguida ele disse para todos nós irmos para o onibus escolar pois teria uma escursão ao museu, estava pensativa sobre o fato de quem era meu pai mais logo jeny me iterrompeu.
-O que está te pertubando?-perguntou ela. (Jeny, uma menina de pele meio morena com cabelos negros e lizos e olhos vermelhos sangue, tem um genero muito agrecivo porem é bastante gentil com as pessoas, mais se irrita muito facil.)
-Você sabe!-falei
-Se eu soubesse não estaria perguntando-retrucou ela.
-logo a puxei para o canto-É aquele papo do acampamento e de quem seria meu pai?-sussurei.
-Ata era isso?-pensou ela em voz alta- Sua mãe não lhe contou?-perguntou ela.
-Não né ,se ela tivesse me contado eu estaria querendo saber quem é?-retruquei.
-Tem razão-continuou ela.
-Olha aqui está uma caneta que o seu pai deixou para entregar-la- disse ela mudando de assunto.
-Então você o conhece e sabe quem é?-perguntei.
-Não ,não sei sinto muito ele mandou pelo correio-afirmou ela.
Logo em seguida o sr.Luke mandou-nos descer do ônibus e irmos entrando no museu.
*Lá dentro*
Estava tentando prestar atenção na explicação do sr.luke quando não estava conseguindo ouvir nada pois Marco e sua compania estavam falando alto.
-Calem a boca-gritei em direção a eles.
-Estamos lhe pertubando princesinha-brincou marco com um sorriso sínico na cara.
-Sim estão da pra falar mais baixo?-perguntei furiosa- E não me chame de princesinha seu idiota-resmunguei.
-Olha ela ta brava que medinho dela-disse ele rebolando ridiculamente.
Quando eu ia pular em seu pescoço jeny me puxou pra uma sala vazia, vazia mesmo não avia nada alem de cortinas.
-Você tem que se controlar -disse ela
-Esta bem ,você tem razão-falei cabisbaixo.
-Se anime daqui a pouco nos livramos de marco e compania só esperar mais duas horas-disse ela me animando.
-Você tem razão-disse a ela.
Logo depois ouço um barulho estranho de pegas pesadas ,ela ia se aproximando e o estrondo aumentando ate que uma hora foi tão forte que nos fez saltar, só vimos estrondo da parede se partindo e voando, jeny pegou sua caneta e a destampou em segundos a caneta virou uma lança vermelha reluzente, mas ela era reluzente pois era elétrica, logo apareceu lily com uma espada dourada linda. (Lily uma menina morena de cabelos dourados e lizos com olhos azuis marinhos e reluzentes.)
-Oque você faz aqui?-perguntei.
-Vim deter cérbero -argumentou ela.
Logo saiu da fumaça um cão de três cabeças choramingando, ele era negro e possuia quase 15 metros de altura.
-Por que você está atras dele?-perguntei.
-Ele quer você-gritou ela.
Logo ele veio em minha direção e eu via lagrimas em seus olhos , jeny entrou na minha frente e o eletrocutou.
-Destampe sua caneta- falou jeny.
Logo a destampei e virou um machado negro uns três centimetros maios que eu com apenas uma lamina grossa ao lado ,possua a imagem de uma das cabeças de cérbero, bem parecia e ao canto que prende a lamina no topo hávia uma caveira e da área aonde eu segurava o machado até o fim dele era envolvida ela imagem em 3D de uma cobra. Logo notei que cébero estava muito machucado e havia algo em sua boca,logo fiquei preucupada.
-Parem com isso-gritei.
-Mas ele é muito perigoso ele irá nos matar-falaram as duas em coro.
-Ele não irá nos machucar certo cérbero-falei.
Depois ele cai exausto no chão e deixa cair uma coroa negra com um tipo de três pontas cujo no topo delas era uma bolinha brilhante.Logo pegeui e fiz carinho em sua cabeça do meio e pus a coroa em minha cabeça , o porque foi porque adoro objetos que enfeitam minha cabeça, em seguida as bolas pegaram fogo e ele não apagava..
-Você é filha de hades-disse jeny.
-Não é obvio- continuou lily.
-Isso é um maximo- disse abraçando a cabeça do meio de cérbero.
Fale com o autor