Notas iniciais
o vivo castelo de deu-cam-ciu

Caminhando pelos mesmos corredores queimados a mulher de olhos azuis segurava em sua mão esquerda a espada esverdeada embolada em suas antigas vestes, andava atenta olhando e relembrando de sua grande batalha contra o demônio.

No corredor lateral onde ficava o grande quarto de corpus, dois guardas gordos estavam na porta que muito destruída se encontrava.

Madalena despreocupada chegou muito perto dos soldados que logo começaram a falar

– Madalena você não pode estar aqui e proibido a entrada desse lugar volte para baixo, por favor!

A mulher sem ouvir o guarda que na frente da porta estava tele transportou para dentro do quarto deixando os homens abobados, e continuo a andar como se nada tivesse acontecido ao encontro do demônio.

Eles se encararam por um tempo, com medo da bruxa continuaram parados deixando a mulher fazer o que estava querendo.

No grande quarto corpus olhava por uma das janelas as nuvens escuras que cobriam o grande castelo

Logo Madalena reparou que não havia correntes prendendo o seu corpo, o herdeiro estava solto pronto para completar o que não havia feito da ultima vez!

Mas o homem muito bonito de cabelos lilás não se mexeu

a mulher de olhos azuis chegou muito perto e pode explorar mais seu rosto belo, seus grandes olhos roxos seus pequenos lábios se mexeu e depois de uma grande respirada, pois se a falar.

– não posso fazer o que você vai me pedir Madalena gaspel – o belo homem encarou o rosto serio de Madalena e voltou a olhar as nuvens

a linda mulher depois de um curto tempo então pergunta

– por que fez isto comigo? Porque me salvou do lago da morte? Porque me amaldiçoou?

O demônio apenas disse com sua voz calma e limpa

– era o único presente lá no lago eu não podia deixá-la morrer ali!

Madalena impaciente começou andar de um lado para o outro e continuou a falar

– mas isto não significa muita coisa, eles tentaram matá-lo muito em breve.

– mas eles sabem que fracassarão nada pode me destruir nem mesmo o kaizen da morte, mas a essas alturas você já deve saber qual e o meu ponto fraco não e mesmo?

Madalena sabia que o único jeito de destruir a besta era dar a ele o gosto de seu próprio remédio, então a mulher parou e olhando para corpus falou.

– fogo...

Um silêncio cobriu o lugar ate que corpus se virou e vendo o rosto lindo da mulher começou a falar

– você vai contar a eles não e mesmo? — o demônio olhava para baixo com um rosto muito abatido

– não!

– por quê?

Madalena chegou perto do homem de olhos roxos e com um sorriso de ironia disse

– porque minha mãe já sabe, mas ela não ira contar se eu não deixar.

Corpus se aproximou da mulher e viu que poderia ter uma chance de continuar vivo

– em troca quero que tire o mal de dentro de mim!

O herdeiro se viu em um abismo, perto de cair.

– não posso! Se o mal sair você morre, pois o que te sustenta e as trevas que eu te dei.

A mulher fecha o rosto e olha para baixo não havia nada que a pobre mulher pudesse fazer seu destino já estava nas mãos do diabo.

– então...

– espera! Você lembra quando eu te vi pela primeira vez? Eu disse que havia aprendido algumas coisas, meu pai sempre dizia sobre amenizar meu poder.

–como assim? – Madalena não compreendia o que queria dizer o herdeiro do demônio, mas queria ouvir o que o diabo tinha a dizer.

– meu pai falava sobre um medalhão de ponto negativo que tem um dom reverso aquele que a por perde muito de seus poderes, Me de um tempo gaspel, eu vou atrás desse objeto ainda hoje.

– e se não for e se você tentar destruir o mundo nesse tempo?

O herdeiro voltou a olhar para as janelas e com desprezo falou baixo

– você deixa a sua mãe me matar!

A mulher de olhos azuis sorri e se vira para a porta da saída, pois sabia que o demônio iria ir atrás desse tal medalhão desconhecido.

E antes de transportar corpus lhe chama pela ultima vez Madalena não olha para trás, mas ouve com atenção o que o espírito maligno tem a dizer.

– fique de olhos atentos eu não sou o único demônio que ronda esse lugar!

Madalena tele transportou e levou com sigo essa mensagem em forma de palavra e pensando muito nisso a mulher foi para casa.

– outro demônio? Não e possível corpus e o único que existe nesse mundo, talvez ele não esteja se referindo a uma besta do inferno, mas a uma pessoa que tem a mente de um demônio, mas quem pode ser?

* * *

O debate entre os dois reis e o governante de reinos havia acabado todos estavam voltando para seus devidos lugares menos basel que decidiu tomar conta do que não te pertence

Deu-cam-ciu voltava para seu reino com um plano severo uma idéia que teve e que jamais daria erro! No meio da grande floresta tensa havia um enorme castelo orgânico Vivo, sensível ao toque de seu único senhor e que logo aparece entre as plantas o rei da mata e com um olhar de ódio solta um poder na porta de entrada que faz com que as folhas entrelaçadas se separam umas das outras.

Apontando para os guardas de roupas estranhas deu-cam-ciu caminha subindo as escadas ate chegar ao ultimo andar onde pode se sentar em volta de uma grande mesa feita de um tronco muito grosso, os guardas se olhavam e com medo se acomodavam também esperando a nova ordem de seu senhor.

O rei da mata logo cruzou seu braço e pensativo olhou para uma porta a esquerdo e com medo seus soldados olharam também

– bom! – disse deu-cam impaciente – as coisas estão tensas no reino maravilhoso não sei o que fazer basel não quer matar o demônio, por culpa de Madalena!

Nesse instante deu-cam-ciu apontou a mão para o chão e entre as grandes fibras de musgo surgiu uma estranha jaula de bambu onde havia quatro pessoas dentro.

Eles estavam acorrentados perigosos de mais para ficarem a solta, mas as correntes que os prendiam não eram de ferro e sim de plantas que logo desapareceram com mais um ataque de deu-cam.

– safira! Disse o rei ao mais velho dos bandidos, o homem magro com muitas cicatrizes no rosto logo sorri e depressa atendeu ao seu senhor.

– ate que fim veio ao meu encontro deu-cam posso dizer que eu estava com saudades de você – irônico como jamais alguém foi o bandido tele transporta para fora da jaula e trouxe com ele seus dois irmãos e seu filho, o garoto era o mais jovem dos quatros ladrões seu rosto mostra algo que em seu coração não havia, sua pele branca como a neve era pálida como a mente de seu pai com grandes olhos azuis claros, ele também sorri para seu rei.

Os guardas que assistiam a sena ficaram quietos, pois sabia que se deu-cam fez isto era porque preciso devia ser.

Mas safira ficou impaciente e olhando para os guardas agitando a mão grita!

– kaizen!

Nesse instante uma luz cinzenta sai de seus dedos e ataca uns dos guardas que no mesmo instante caia de sua cadeira sem vida ao chão.

E logo em seguida fez o mesmo com os outros guardas que restavam da mesma forma do primeiro morriam instantaneamente.

Deu-cam soltava uma risada maligna ao ver seus soldados mortos no chão

– sentem-se meus queridos! Temos um assunto muito importante para tratarmos

Todos os quatro bandidos sentavam-se em volta da grande mesa de madeira, no mesmo lugar que antes acomodados os soldados estavam.

Tão irônico como da primeira vez safira fala

– o que o senhor deseja rei? – um sorriso satânico era pintado em seu rosto, mas foi interrompido quando o homem magro sentiu assim como os outros uma coisa muito estranha lisa e gelada passar por suas pernas ao olhar por debaixo na mesa ele se assusta ao ver tentáculos agarrarem os corpos sem vida que no chão dormiam.

– não se preocupe com elas, meu castelo precisa se manter vivo – deu-cam soltava uma risada de lado e continuava a falar – bom! Existe um demônio entre nos ele e muito poderoso e deve ser morto o mais rápido possível, mas graças a uma mulher eles não querem derrotá-lo e acabar com este mal.

Os outros dois bandidos que ate agora estavam quietos pergunta

– o que você quer então?

O rei da mata se levanta de sua cadeira e enfrente a misteriosa porta ele para e com severidade em sua voz responde a pergunta de seu mais novo aliado

– eu quero que matem Madalena gaspel!

Confusos os quatro perguntam ao mesmo tempo

– mas quem é ela?

O rei da mata se vira e olhando para todos rapidamente continua a falar

– essa mulher vive no reino maravilhoso e muito fácil a encontrá-la! Ela esta muito ligada à igreja assim como eu na grandiosa!

– a grandiosa? Graças a ela você nos capturou!

Deu-cam soltava um sorriso maligno

– exatamente! E vou ter que recorrer a ela se vocês fracassarem.

Safira encarou os outros bandidos

– mas como o senhor mesmo disse e uma garota, uma mulher contra nos os mais perigosos assassinos de seu reino.

Deu-cam solta uma risada contagiante e continua a falar

–Madalena gaspel não e apenas uma garota existe muito mais coisa dentro da aquela pessoa, tomem cuidado ela não e do tipo fácil de matar.

Os bandidos arregalaram os olhos mesmo sendo tão poderosos tiveram a sensação de medo pela primeira vez em suas vidas

***

Madalena caminhava pela rua de sua casa mesmo estando longe podia ver evamgeline a sua espera, em seu olhar não era agradável.

A mulher de olhos azuis entrou em sua casa sem ao menos olhar para sua mãe que imóvel continuou a seguindo apenas com os olhos e mente.

Sentando-se no sofá a garota põem a espada ao seu lado e leva a mão em seu rosto não deixando sua mãe que entrava pela porta da casa ver seus olhos cheios de lagrimas

– esta com medo de mim?

Madalena balançava a cabeça alegando que sim, agia como se tivesse nove anos de vida em vez de trinta.

A oráculo logo começou a falar

– você não deve ter medo de mim e sim do demônio que você protege, não consigo ver mais seu lado bom, o que aconteceu com minha filha que dizia que queria matar o herdeiro.

Madalena ergue o rosto e em lagrimas grita

– essa sua filha morreu.

Evamgeline ficou em silencio observando Madalena sair do sofá e ir em direção à cozinha onde entrou em seu quarto. Chocada a oráculo se acomoda no sofá e triste sente que algo dentro e fora de sua família não esta certo

Evamgeline não sabia como matar o demônio, não fazia idéia de que o herdeiro sofria com o seu próprio fogo do inferno.

Na biblioteca do castelo maravilho a corrida de corpus havia começado para um lado e para o outro corria em busca dos antigos livros perdidos, e foi no ultima prateleira que o demônio encontrou entre muitos livros sem conteúdo as paginas que tanto procurava! nas gravuras apagadas escritas estava.

– o poder reverso do ponto negativo – quando corpus terminou de ler sentiu uma pontada muito forte em seu coração parando para tomar fôlego sabia que Madalena estava em perigo.

Mas como sairia do castelo sem ser visto para onde corpus olhava havia guardas, ele não podia matar mais ninguém, então colocando as paginas em suas longas vestes marrom a procura de basel o herdeiro foi, e no grande salão no primeiro andar era onde estava o magro homem sem coração.

Basel deixou o demônio sair do castelo, mas com a condição de ir junto à casa de gaspel então saindo pela porta da frente caminha um pequeno grupo de soldados para que não deixasse o herdeiro escapar.

Madalena chorava em sua cama que agora estava gelada, fazia um tempo que não dormia na pequena casa onde nasceu.

A triste lagrima da garota foram interrompidas pela porta de seu quarto que se abriu a mulher de olhos azuis logo olhou e podia ver que apenas era sua tia trazendo em sua mão a espada esverdeada.

– você deixou isso no sofá – disse Carina colocando a lamina poucos centímetros de Madalena que continuava a derramar lagrima, a mulher que nunca teve um coração bom para sua sobrinha pela primeira vez sentava-se a seu lado e pondo sua mão nos seus ombros continuava a falar.

– você e muito corajosa! Nem eu e acredito que ninguém desse reino teria coragem de ficar do lado do demônio

Quando Madalena ia se explicar sua tia olha atenta para fora da janela e assustada se joga no chão, e logo a mulher de olhos azuis vê o porquê, uma bomba muito forte destrói a parede de seu quarto entre as fumaças e destroços surgiam seus quatro assassinos.

Eles avançam em Madalena que de precação agarra a espada verde que estava ao seu lado, porem um forte calor e uma queimadura fez com que a mulher de olhos azuis derrubasse a sua antiga arma no chão.

Desprotegida e assustada pelo fato da pequena lamina ter ferido a filha de seu verdadeiro dono, a garota e atacada na cabeça no mesmo instante cai na cama, os bandidos telem transportaram levando Madalena com eles, pouco sabia a mulher para onde estava sendo levada.

***

Outra pontada em seu coração vez com que corpus sentisse ainda mais o fim de Madalena chegar, basel encarou o olhar em lagrimas do demônio ferido caído ao chão e de pressa, pois a falar.

– o que esta havendo com você?

– Madalena esta em perigo eu posso sentir

Basel ajudou o herdeiro a se por de pé novamente e junto com os soldados eles chegaram à pequena casa dos oráculos que em fumaça se encontrava.

Corpus saiu correndo ao ver evamgeline chorando em frente sua casa, entre muitas lagrima a senhora dizia.

– levaram minha filha, levou o único pedaço que importa de minha vida – as mãos do oráculo agarraram o corpo magro do herdeiro, todas as pessoas que saiam de suas casas para ver o estrago do pequeno lar destruído, presenciavam uma sena sem preconceito que a oráculo emitia.

Corpus podia sentir, podia ver ouvir em formato de vibrações nervosas, estava muito claro para onde Madalena foi levada.

O demônio encarou o assustado rosto de basel que com o grupo chegava perto da senhora que ainda nos braços do herdeiro estava.

– reino da mata! O reino que o senhor acha que e tão superior ao meu, mas posso te garantir senhor basel eu não sou o único demônio que você conhece.

Corpus deixa os braços do oráculo e andando em direção a antiga igreja de onde nasceu o herdeiro se virou em tantas coisas que passavam em sua mente apenas disse

– não venham atrás de mim! Essa batalha ainda não é de vocês, não se preocupem comigo nem um sangue inocente será derramado, voltarei em breve e Madalena estará comigo!

O demônio saiu correndo entre o povo de seu antigo pai falecido, alguns metros de basel, corpus se transformaram em dragão voando entre as casas batia suas asas que como milagre não tocava em nada, assim foi o lagarto vermelho para os céus desaparecendo nas nuvens escuras que caminhava com ele.

As pessoas que presenciava essa fantástica demonstração de poder viam com seus próprios olhos como podia ser tão inofensivo o poder do demônio.

O demônio voava pelo oceano não sabia para onde estava indo, mas sentia com o seu coração que contido havia um amor não correspondido que Madalena não estava muito longe.

***

– abra seus olhos gracinha hora de acordar – dizia safira cutucando com uma faca o ombro de Madalena, seus olhos muito fracos logo se abriram e pode ver com clareza os quatro ladrões que seqüestraram.

Um muito jovem e de rosto simpático, outro muito magro de rosto fechado muitas cicatrizes havia em sua face, marcas que mostravam seu passado.

Os dois últimos eram gêmeos, barbudos e muito mal vestidos pareciam reflexo de um espelho um do lado do outro.

Logo safira continuou a falar

– sabe por que esta aqui garota?

Madalena balançou sua cabeça alegando que não, e reparando que seus braços estavam amarrados para trás logo começou a se mexer.

– diga alguma coisa garota estúpida – gritou o mais novo dos bandidos – na frente dos seus superiores você sempre se põe a falar não é?

– Porque com a gente você não abre essas sua boquinha hum? – safira prosseguiu a frase de seu filho.

– ela esta com medo da morte – disseram os gêmeos juntos

Madalena foi agarrada pelo colarinho de sua roupa elegante e trazida para mais perto do rosto de safira

A mulher por fim se, pois a falar.

– não estou com medo de vocês já passei por situações piores do que esta já foi atacada muitas vezes pela morte.

– olha só como e corajosa – falou ironicamente safira olhando para todos os seus companheiros — bem que deu-cam nos disse que era bem assim que essa garota agia!

– mas e bom quanto mais coragem ela tiver mais lembrada será depois que morrer — completou a frase do irmão o gêmeo nojento.

A mulher então havia se tocado, fora uma armação de deu-cam esse seqüestro inesperado ela havia sido a única do lado do demônio sem Madalena o caminho para o mais rico estaria aberto.

E os grandes olhos azuis da mulher não piscaram por um bom tempo ficaram imóveis olhando e imaginando o quanto era odiada pelo rei da mata.

– não podemos simplesmente matá-la pai ela e tão bonita — disse o rapaz mais jovem com um olhar de malicia

Safira olhou para trás e encarando o olhar de seu filho jogou Madalena no chão

– quem será o primeiro – gritou o bandido mostrando a garota ao chão.

Madalena tentava se mexer novamente, mas não obteve sucesso as cordas estavam muito bem amarradas.

Mas um som familiar preencheu os ouvidos da mulher que olhava para os céus assim como os quatro bandidos confusos

Entre os topos das arvores surgia o grande dragão descendo ate o chão, corpus voltava a ser humano e na frente de Madalena ele parou.

– quem e você seu desgraçado – gritou safira já ficando impaciente

Corpus calmo respondeu sua pergunta

– sou lúcifer!

– olha, olha, olha, mas que conto de fada desculpa ninguém aqui acredita em religião.

Corpus caminhou ate chegar à frente de safira e encarando seu olhar sádico abriu sua boca e no lugar de seus dentes havia chamas e vinha de dentro um som que jamais ninguém ouviu eram vozes vindas do inferno o herdeiro se calou e logo se explicou

– esse e o som das trevas são demônio e acredite estamos em muitos!

Safira sorrindo mais uma vez olha para seus irmãos que ficara em silencio

– que truque mais magnífico!

Corpus se viu pronto para mostrar todo o seu poder a Madalena que assistia do chão o debate dos demônios.

– você fala de mais – olhando para safira o herdeiro continuou sem piscar o bandido havia ficado mudo, tentava dialogar ou emitir qualquer som, mas foi em vão nada mais saia de sua boca nojenta.

Assustados os outros três se mantiveram quietos olhando sem poder ajudar o irmão mais velho que perdera a voz em segundo atrás.

Corpus então olha para os gêmeos

– você escolta de mais – um dos gêmeos ficou surdo e mais em pânico o grupo ficou.

E por fim o demônio olhou para o outro gêmeo idêntico ao primeiro ele então diz

– você enxerga de mais muito além de que seus olhos podem ver.

E o irmão ficou cego o herdeiro estrala seus dedos e os três bandidos sem poder se comunicar pegam fogo.

Safira muito inteligente antes de morrer cozinhado corre para cima de corpus que se desvia de imediato ele cai ao lado de Madalena que ainda deitada estava.

Os outros dois bandidos deram apenas alguns passos e caíram também os maiores assassinos de seu tempo se foram apenas com um estralar do demônio

O mais jovem ainda estava vivo e vendo sua família se despedaçar sai correndo na direção das grandes arvores deixando tudo para trás, corpus se mantiveram parado, logo se virou para poder ver Madalena que começou a falar.

– porque veio demônio? – o herdeiro se abaixou e cortando a corda que deixava a mão de Madalena presa disse

– tenho que mostra uma coisa para você!

– o que?

– vem comigo

Corpus põe a garota de olhos azuis de pé e volta a falar

– se afaste!

Assim fez a mulher ficando longe o bastante para mais uma vez o dragão enorme aparecer.

– suba em mim gaspel! – pela primeira vez em sua vida Madalena pode tocar no morno corpo do demônio que pareceu mais uma vez inofensivo, escalando por suas escamas a mulher avista sua cabeça logo adiante sendo separado de seu corpo por um grande e escamoso pescoço vermelho.

Gaspel ao subir em sua gigante nuca agarra os chifres para se segurar melhor, o herdeiro sacode as asas e com um embuço voa mais uma vez em direção as nuvens.

Notas finais
Oiiiii pessoal faz tempo que não posto capitulo novo então decidi voltar a escrever kkk os erros de português serão arrumados pela semana e se haver algum erro na historia depois de terminado o livro eu vou ler para concertar *--* reta final faltam pouquíssimas coisas para acabar o livro 1 :/ esse e o anti penúltimo capitulo do livro :/ mas enfim ate mais beijos e abraços ate o próximo capitulo fiquem com DEUS :)