Ao fim da aula pegamos o ônibus para irmos para minha casa, mas logo tivemos que ir a pé até um shopping que ficava perto de minha casa para que Charlie encolhesse um gato no Pet Shop do shopping. Logo após deixarmos eles lá eu e Isabel fomos para casa para prepararmos o jantar para nós e nossos "filhos" que estavam no shopping. Assim que terminamos de comer nós fomos para o sofá assistir televisão e deixamos a comida dos outros encima do balcão.

Isabel me jogou no sofá e ficou encima de mim.

— Faz um tempo que não fazemos isso, não?

— N-não podemos fazer isso agora! E se eles voltarem?

— Não vão voltar agora, vamos, só um pouco

Ela começou a me beija e a pressionar meu corpo contra o dela, suas mãos desceram do meus rosto até minha cintura onde ela tirou meu cinto. Seus lábios desceram até meu pescoço onde ela começou a morder levemente.

— T-tudo bem, eles podem estar voltando

— Só mais 10 minutos.....

Sua mão direita de moveu para dentro da minha blusa onde ela abriu meu sutiã, mas logo ela parou por termos ouvido o barulho da porta se abrindo. Nora, Jen, Mia e Charlie ficaram parado na entrada nos encarando. Mia parecia que iria rasgar meu pescoço a qualquer momento, enquanto Charlie apenas desviou seu olhar para o gato que estava em seus braços, Nora pegou sua câmera de "estimação" e começou a tirar fotos e Jen apenas ficou parada sorrindo.

— Se divertiram enquanto estávamos fora, gatinhas?

— Na verdade não, você entraram quando eu ia começar a me divertir- disse Isabel

— Vocês preferem que a gente vá lá pra cima até acabarem?

— Isso, crianças, vão brincar e deixem o papai e a mamãe se divertirem

— Nem pensar! Não vamos fazer isso, pode sair de cima agora?- disse tentando me soltar dela

Isabel se levantou irritada e olhou para eles.

— Vocês irritaram o papai, estão de castigo!

— Não seja dura com eles, eles não sabiam

— Do jeito que falam parecem mesmo que são nossos pais- disse Nora guardando sua câmera- Por falar nisso eu nunca mais tive notícias dos meus

Nós nos sentamos a mesa para esperarmos eles terminarem o jantar.

— Ah quanto tempo vocês não veem seus pais?- perguntei

— Bem, meus pais são demônios, eles pararam de cuidar de mim quando eu aprendi a andar, fui pra escola para aprender a controlar meus poderes e lá eu conheci a Jen

— Meus pais eram magos, me mandaram pra escola para eu aprender a ser uma boa maga, como os meus antecedentes e eu conheci a garota que me levou pra mau caminho

— Eu passei a maior parte da minha vida trabalhando na oficina dos meus pais, mas logo após pude ir a escola para que eu pudesse aprender um pouco sobre o trabalhos dos artesãos, então eu conheci a Isabel

— Meus pais eram bruxos e costumavam sair em muitas missões, o que faz com que eu literalmente morasse no colégio, aí eu conhecia minha amiga Isabel e................. A Mia também

—.......... Minhas mãe morreram num incêndio, então eu fui morar com a Ophis, que me mandou pra escola, eu conheci a Mia, tirei o Charlie do casulo dele e depois conhecemos a Nora e a Jen, e você Marry?

— Bem, eu......... Meu pai era um soldado, um dia quando ele tinha saído em missão, o quartel inteiro foi bombardeado pelo inimigo, e meu pai morreu, então eu fiquei sozinha com a minha mãe.

Todos ficaram em silêncio por um momento, Isabel se levantou para me abraçar.

— Sinto muito

— Tudo bem

Todos terminaram de comer e nós os mandamos para o quarto da minha mãe onde eles poderiam dividir a cama de casal e quanto eu e Isabel íamos para o meu quarto.

— Como nos velhos tempos, não?

— Tirando o fato de que agora temos mais 4 pessoas e um novo gato chamado Kessy

— Mas o Kessy é um pelo curto britânico muito fofo

— Tem razão

Ela chegou mais perto pra se esquentar em mim.

— Olha,........... Se você quiser nos poderiamos........

— Transar? Agora mesmo!

Ela rapidamente tirou minha blusa e começamos tudo de novo, ela acariciava minha costas o que me causava um leve tremor na nuca misturado com uma sensação de prazer, puxei-a para mais perto de mim, não me lembro da última vez que fizemos algo assim, o que antes parecia vergonhoso agora era apenas um desejo de que isso não acabasse. Ela começou a me despir, mas dessa vez eu o fiz com ela também, o toque de sua pele na minha era tão quente, mal percebia onde ela colocava suas mãos ou quando os beijos passaram de leves mordidas pra chupões no meu pescoço. Era como se nada tivesse mudado, gostaria de que esses momentos durassem para sempre, mas pelo que aprendi com os meses que passei com a Isabel descobri que o tempo tem mais formas de fazer as coisas mudarem do que gostaríamos.