Quando cheguei a casa, recebi uma ligação do meu melhor amigo, ele disse que finalmente tinha criado uma máquina do tempo.

Quando cheguei a sua casa, ele explicou-me logo como ia ser a viagem.

Eu queria ir até ao futuro pelo menos uns 100 anos.

Ele disse que queria que eu fosse, claro que eu aceitei.

A viagem foi rápida. Quando saí da máquina, vi prédios muito mais altos do que os do meu século.

Enquanto andava pela cidade vi cães de raças que nunca tinha visto.

Vi uma florista que vendia flores lindas. Uma delas era metade branca e preta, a outra metade verde e azul, enfim, muitas cores misturadas.

- Olá! — ouvi uma voz dizer atrás de mim. Quando me virei, vi um rapaz alto, olhos pretos.

- Olá! — disse eu com um certo medo.

- És de onde?

- Do passado! Uns 1000 anos atrás.

- Como é o passado?

- Completamente diferente!

Eu expliquei ao rapaz como era o passado.

Ele propôs-se a mostrar-me tudo. Eu claro que disse que sim.

- Diz-me uma coisa, quantos andares têm os vossos prédios?

- No mínimo 40, no máximo 100!

- A sério?

- Sim, nós usamos teletransporte para chegar ao 50º andar.

- Conta-me como é viver neste século!

- Na escola, tudo é por holograma.

Falamos através dos relógios e podemos ver-nos através deles também.

Os carros andam a 1000 metros do chão.

E não há nem uma doença.

Também temos trocas comerciais com outros planetas.

Não sei bem que cara fiz, mas ele olhou com cara de «ela ficou chocada» .

- Quanto tempo vais ficar por cá?

- Não sei bem.

- Olha vem para a minha casa, tenho uma irmã mais nova.

- Por mim, vamos.

Quando chegámos ao prédio dele, ele olhou para o relógio e viu um holograma de uma mulher e disse-lhe:

- Teletransporte para dois, mãe.

Quando chegámos ao corredor, dava para ver quatro portas, ele foi em direção a uma das portas e bateu. Uma mulher de uns 30 anos abriu a porta e disse:

- Olá filho! Amiga nova?

- Sim!

Ela olhou para mim e disse:

- És de onde?

- Do passado!

- Quantos anos atrás?

- 100 anos.

Quando entrámos em casa, fui convidada para sentar no sofá. Ele sentou-se perto de mim e eu olhei para ele antes de falar:

- Eu vou ter de voltar para o passado.

- Eu levo-te até à máquina.

- Obrigada.

Ele levou-me até à máquina e, antes de eu entrar, ele disse:

- Volta de novo, sim?

- Se puder, eu volto!

E entrei na máquina. A viagem foi rápida. Quando cheguei ao meu tempo, o meu melhor amigo estava a fazer as suas experiências.

- Voltei!

Ele virou-se e abraçou-me e, claro, pediu para que lhe contasse tudo o que tinha visto.

Depois de 2 horas, finalmente fui para casa. Quando cheguei, fui diretamente para o meu quarto e pensei em tudo e em como queria voltar a vê-lo, apesar de nem saber o nome dele. O que importa é que vou lá de novo.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!