Notas iniciais
Espero que gostem!

Mais tarde, Carol foi buscar as crianças na escola e todas ficaram muito felizes com a volta dela.

Quando chegaram no orfanato:

T: Carol, você vai brincar com a gente?

A: É claro que vai, não vai?

C: Sim! Eu, a Dani e a Sophia vamos brincar com vocês, mas antes todos têm que almoçar.

Ma: Então vamos pra gente poder brincar logo!

Todas as crianças saíram correndo em direção à cozinha e Carol foi atrás delas com Sophia em seu colo.

Quando todos já haviam almoçado, Carol foi com Sophia, Dani, Tati, Ana, Maria, Teca, Thiago, Neco e Binho para a sala e começaram a brincar com alguns brinquedos deles.

Te: A Sophia é mesmo muito linda!

A: É claro, né! A Carol e o Júnior são lindos, não tinha como ela nascer feia!

Te: Tem razão.

D: Nada disso, ela é minha irmã por isso ela também é bonita! Não viu como somos parecidas?

B: Não, eu não vi.

D: Para de ser chato, Binho!

C: Se for para vocês continuarem discutindo eu vou recolher esses brinquedos!

T: Não precisa, eles já pararam, não é?

Dani e Binho: Sim!

Eles ficaram brincando a tarde toda e depois Carol os ajudou a fazer dever. À noite Júnior chegou ao orfanato e encontrou todos na sala assistindo um filme.

J: Boa noite!

Crianças: Júnior!

Carol se levantou e foi até Júnior com sua filha no colo:

C: Oi, amor.

J: Oi, linda.

Júnior deu um selinho em Carol e depois pegou Sophia no colo.

J: Tudo bem crianças?

Crianças: Sim!

J: Pelo jeito o dia de vocês foi bem legal!

Ma: Foi muito legal!

N: A gente se divertiu bastante!

J: Que bom, fico feliz. Mas agora vou ter que levar as minhas três meninas pra casa.

B: Ah... Deixa elas ficarem mais um pouquinho.

T: É, deixa vai?

C: Nós temos que ir, crianças, mas eu prometo que amanhã a gente termina de assistir esse filme.

As crianças concordaram e os quatro voltaram para casa.

Quando Dani e Sophia já tinham dormido, Júnior e Carol foram para o quarto. Eles se deitaram na cama para conversar e Carol perguntou:

C: Amor, o que aconteceu?

J: Nada... Por que?

C: Não mente pra mim, Júnior. Eu te conheço muito bem e sei que tem alguma coisa te incomodando.

J: Não é nada demais, Carol.

C: Me conta?

J: Tá bom. É que hoje o Armando apareceu lá no Café e nós acabamos brigando.

C: O que ele foi fazer lá?

J: Ele agora trabalha na empresa que é parceira do Café e foi lá representar o chefe dele.

C: Mas se ele foi só tratar de negócios, por que vocês brigaram?

J: Por que ele disse umas coisas que eu não gostei, mas vamos deixar para falar sobre isso outra hora?

C: Amor, por que você não quer me contar?

J: Não é isso, eu só não quero que você fique chateada com o que ele disse, como eu fiquei.

C: Pode falar.

J: Ele disse que... Que não acredita que a gente se casou, que pensou que eu só queria me divertir com você e que você não era mulher para se casar.

C: Eu não acredito que aquele cara disse isso. Ele é ridículo, insuportável!

Júnior abraçou Carol, fazendo-a ficar mais calma.

C: Eu não quero que você fique brigando por minha causa, não quero prejudicar você e o seu trabalho.

J: Não adianta, eu não consigo ficar quieto quando falam mal de você.

C: Por favor, Júnior, me promete que não vai discutir com ninguém por minha causa? Me promete que não vai se prejudicar? Que vai ignorar o que o Armando disser?

J: Prometo.

Continua?

Notas finais
Comentem! Quero saber a opinião de vocês!