Algumas semanas se passaram e Dani saiu do hospital. Finalmente todos conseguiram ter um pouco de tranquilidade, as meninas estavam bem e tudo voltou ao normal.

Meses depois...

Um pouco antes de a Carol ir embora do orfanato, Beto ligou pra ela e disse que ele a estava esperando na casa dele, pois precisavam conversar. Ele disse para Carol deixar a Sophia com o Chico e ir até lá, que seria rápido e depois ela voltaria para buscar a filha. Carol concordou.

Mais tarde, ao chegar à casa que antes também era dela, mas agora o único morador que sobrou ali foi o Beto, Carol entrou sem tocar a campainha, pois ainda tinha a chave.

Ela estranhou, porque estava tudo escuro lá dentro... Será que o Beto havia se esquecido de que tinha combinado de se encontrar com ela?

Mas quando Carol acendeu a luz da sala, ela teve uma surpresa! Deparou-se com Júnior ali na sua frente, a esperando com tudo pronto para um romântico jantar.

C: Júnior?!

J: Boa noite, meu amor.

C: O que você está fazendo aqui?

J: Estava te esperando.

C: Eu pensei que você tinha se esquecido.

J: Como eu poderia me esquecer do nosso aniversário de casamento?

Carol correu para os braços de Júnior e, em meio aos sorrisos de ambos, eles se beijaram.

J: Eu te amo tanto.

C: Eu também te amo, meu lindo.

Os dois se sentaram a mesa e Júnior serviu o jantar que havia preparado. Mais tarde eles foram assistir a um filme na sala e se deitaram juntos no sofá.

C: Foi aqui que você me pediu em namoro, lembra?

J: Claro que eu lembro. Eu estava tão nervoso naquele dia... Fiquei com medo de que você não aceitasse meu pedido.

C: Não tinha como eu não aceitar, eu estava muito apaixonada por você. Na verdade ainda estou. Mesmo depois de tanto tempo. Mesmo estando casada com você há um ano.

J: Eu também continuo apaixonado e o meu amor por você só aumenta a cada dia. Como você mesma disse uma vez “quanto mais eu te conheço, mais agradável você me parece”.

C: Agora eu já te conheço o suficiente para dizer que você é a melhor pessoa do mundo.

J: Melhor que você eu não sou. Você é maravilhosa, Carol. É a melhor pessoa que Deus colocou na minha vida. Eu não sei o que seria de mim sem você.

C: E eu, Júnior? Eu não sou nada sem você! É você quem me faz feliz.

J: Quem diria que aquela moça do elevador iria ser tão importante pra mim.

Carol já estava com lágrimas nos olhos.

C: Quem diria que aquele chato do elevador mudaria a minha vida.

J: Não chora...

Ele a abraçou mais forte.

C: Júnior...?

J: Pode falar.

C: Grata.

J: Pelo quê?

C: Grata por ser o melhor marido que eu poderia ter. Por estar sempre comigo. Grata por tudo.

J: Eu é que tenho que agradecer Carol. Obrigado por ter derrubado doces em mim naquele dia no elevador e depois disso nunca mais sair do meu pensamento. Obrigado por me fazer uma pessoa melhor.

C: Esse foi só um ano de muitos que ainda virão. Nós vamos ficar juntos pra sempre. E aquela história de que o “pra sempre” sempre acaba vai ser diferente com a gente. Vamos provar que o “pra sempre” nunca acaba.

Continua?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.