Vampire Academy - (Sangue Nobre)
32 Capítulo 32 - Uma Noite Nada Convencional
Notas iniciais
Tudo bem com vcs?
Sei que estou sumida, mas segue mais um post.
Espero que gostem!!!
Aguardo os coments, para prosseguirmos com as postagem
AVISO: A fic está chegando ao final!!! =) Vamos RECOMENDARRRR E COMENTARRRRR! Façam uma escritora feliz!!! =)
Beijos e até a próxima
Dimitri me beijava de forma faminta. Ele levou suas mãos para baixo de minha blusa e eu enrijeci, quando dei-me conta, que ele havia tocado o pequeno livro que acabara de ganhar. Suas ágeis mãos tatearam o pequeno volume e ele logo o puxou, se distanciando o suficiente, para que nossos lábios se descolassem.
-O que é isso? – Dimitri perguntou erguendo uma sobrancelha desconfiada para mim. Seus olhos brilhavam e sua voz tinha o sotaque ainda mais acentuado.
-Não é nada importante – Dei de ombros, tentando parecer desinteressada.
-Se não fosse importante, você não o estaria escondendo dentro de suas calças. – Xeque-mate. Com um suspiro, Dimitri se sentou na cama e meu coração se acelerou. Eu não fazia ideia do que ele iria fazer a seguir. Seus olhos passaram por cada ponto do livro de couro, enquanto ele o girava, sem abri-lo. Prendi a respiração.
Quando percebi que estava prestes a ter um ataque cardíaco, Dimitri me surpreendeu. Me encarando ainda desconfiado, ergueu a mão para me entregar o livro. Peguei-o sem pestanejar. Talvez bem, rápido demais.
-Eu não sei o que é isso, mas espero que me conte, sem eu ter que abri-lo. – Ele então cruzou sua perna e ajeitou sua postura. Seguido de um longo suspiro, ele ajeitou uma mecha castanha, que caia livremente pelo seu rosto, esperando por mim. Fiquei o encarando boquiaberta, sem saber ao certo o motivo pelo qual, ele não começou a me dar lições de moral ou simplesmente, abrir o livro. Talvez, ele estivesse tentando ser mais paciente, do que eu esperaria dele.
-Rose? – Percebi que estava ainda muda, quando ouvi meu nome sendo pronunciado, uma segunda vez. Me ajeitei então na cama assim como ele.
-Eu ganhei isso. – Fui honesta. Pelo menos em partes. – De Isadora.
-Isadora? – Sua voz era um sussurro e ele parecia entretido e curioso, mas não me interrompeu necessariamente. Eu não sabia se era pior ele o fazendo, ou simplesmente me incentivando a falar, somente com seu olhar sob o meu.
-É. Isadora. – Repeti, mexendo minhas mãos desconfortavelmente em meu colo. Dimitri percebeu isso.
-E? – Ele incentivou calmamente. Meu estômago se revirou.
-E foi um presente. – Tentei desviar o assunto. Há poucos segundos atrás, estávamos nos entendendo e agora, estávamos questionando sobre algo, que eu não sabia como lidar ainda. –E é só isso. Não o abri ainda e não sei o que tem ai. – Depositei então meu livro atrás de mim na cama e engatinhei até Dimitri, não muito longe de mim. Depositei minhas duas mãos em volta de seu pescoço e encarei seus olhos, sentando em cima de minhas próprias pernas. –Não acho que valha a pena conversamos sobre uma coisa, que nem sei o que é ainda. Tenho ideias melhores. – Dei de ombros fingindo ingenuidade e ele sorriu misteriosamente. Um meio sorriso.
-Se você acha que vai me comprar com sexo, está enganada mocinha. – Dimitri então me puxou para seu colo e eu cedi, enlaçando minhas pernas em sua cintura.
-Sinto sua falta. –Colocando aqueles pensamentos perturbadores de lado, toquei seu rosto quente. Ele fechou seus olhos por um momento.
-Não faz ideia do quão perturbador, está sendo pra mim. – Ele murmurou beijando minha palma. –Odeio brigar com você.
-Eu também não gosto. – Soltei uma risada abafada. – Quando é que começamos a ser tão românticos. – Disse em som estrangulado, fazendo Dimitri rir abertamente.
-Desde que chegamos aqui. – Ele então apontou para um ponto roxo em meu pulso. – Me perdoe por isso. – Dimitri tinha os olhos marejados, sentindo realmente culpa. Aquilo me cortou o coração.
-Não foi nada – Dei de ombros. –Eu ando impossível mesmo. – Ele abriu então, um sorriso triste.
-Você sempre foi impossível. – Dimitri então, pegou meu pulso e beijou. Senti instantaneamente uma sensação quente, passar por todo meu corpo. Meus sentimentos estavam à flor da pele.
-Não está ajudando muito, camarada – Respondi entorpecida e ele sorriu triunfante.
-Não é pra ajudar. – Ele sussurrou perto do meu ouvido, segundos antes de me beijar.
Juntei meu corpo ao seu, demonstrando toda a fome que tinha por ele. Dimitri correspondeu à altura, puxando minha blusa pela minha cabeça tão rápido, que mal tive tempo para protestar.
-Não esqueci que está me enrolando. – Ele disse entre um beijo e outro, me fazendo sorrir.
-Eu prometo que ainda vamos conversar sobre isso. – Voltei a beija-lo, tirando sua camiseta. Ele virou os olhos.
-Sei que terei que esperar sentado. –Com um gesto rápido, Dimitri me deitou na cama e tirou minhas calças, com cuidado.
-Não reclame camarada – Protestei o virando na cama, para tirar o restante das roupas dele. –Eu já disse que vamos conversar sobre isso depois. – Comecei a distribuir beijos por seu peito quente, após deixa-lo nu.
-Vou cobrar – E assim, Dimitri me puxou para ele.
-Pode cobrar. – Retribui me debruçando totalmente sobre ele e o beijando.
Dimitri me girou na cama, para que eu ficasse embaixo de seu corpo. Com ágeis mãos, me livrou da última peça que cobria meu corpo. Meu coração martelava violentamente dentro de meu peito, me fazendo a acreditar, que ele era capaz de ouvi-lo, mas não me importei. Afundando minhas mãos em seus cabelos, soltei o elástico que prendia parte de suas mechas agora soltas e o puxei para mim.
Dimitri desceu seus lábios de fogo pelo meu corpo, me fazendo afundar em todo tipo de sensações deliciosas. Em certo momento, percebi que ele havia se ajoelhado entre minhas pernas, me fazendo abrir os olhos. Me acomodando com cuidado entre em travesseiros da cama estreita, ele entrou em meu corpo, me fazendo quase gritar em êxtase. Apertei os travesseiros de sua cama e ele logo me silenciou com um beijo. Suas investidas eram profundas e lentas demais, para meu corpo suplicante.
Com um impulso desconhecido, Dimitri me puxou para suas pernas flexionadas na cama, enquanto com ajuda de uma mão, me guiava em meus movimentos, agora mais rápidos e profundos. Mordi o lábio, sentindo sua boca em meu pescoço, me torturando.
Em um dado momento, ouvi um barulho de longe, quase imperceptível. Era o barulho de um celular.
-Você não vai atender – O alertei sem fôlego, percebendo que provavelmente Dimitri, também estava escutando seu telefone. Seus movimentos se tornaram um pouco mais lentos. –Não me importa se for à rainha ou uma bomba atômica, você não vai parar.
Rindo contra minha pele sensivelmente quente, ele mudou novamente nossas posições. Dimitri me debruçou sem nenhum cuidado na cama e logo cobriu seu corpo com o meu, em um penetração funda. Gritei ao choque de nossos corpos, fechando meus olhos.
-Não vou parar Roza. Não tenho a intenção. –Ele disse meu nome como uma prece. Voltei a abrir meus olhos e ele então sorriu, segundos antes sincronizar de vez, seus movimentos com os meus. Suas investidas eram fortes, fazendo com que a cama chiasse a nossa volta. Não me importei. Ao contrário, me agarrei a ele com tudo o que tinha. Se o celular ainda estava tocando, realmente não me importei.
Com um grito em seu nome, denunciei minha liberação, assim como Dimitri segundos depois, ao me inundar em seus espasmos.
Quando tudo se tornou silencioso, beijei sua testa suada e ele deitou em meu peito inquieto, enquanto mexia em seus cabelos castanhos.
-Eu acho que o telefone parou de tocar. – Ele constatou e eu não consegui evitar rir.
-Eu acho que sim. – Constatei por fim, beijando o topo de sua cabeça.
Notas finais
Sejam sincerassss!
Esperavam a reconciliação dos dois ou não?
E esse telefone heim... dei risada rssss
Beijos!
Fale com o autor