Notas iniciais
Peço desculpas antecipadamente.

Apesar de toda aquela safadeza, a coisa que Suga mais gosta é quando Daichi vai bem devagarzinho.

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O treino chegara ao fim, e o Capitão e o Vice-Capitão iam juntos para casa num passo rápido.

–'Tá com pressa, Daichi?

Suga sorri porque sabe a resposta. Daichi bufa e puxa Suga pela mão.

–Essas coisas são culpa sua, sabe.

–Que coisas? — Suga ergue as sobrancelhas, logo depois abaixando o olhar para as calças pretas do uniforme da escola — Ah. Daichi, já 'tá assim?

–'. — Daichi fecha a cara, mas o levantador ri.

–Eu também.

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–Cheguei! Mãe? 'Tá aí?

–Acho que não tem ninguém.

Daichi solta o ar aliviado, empurrando Suga contra a porta e apertando a boca na dele. Suga segura nos cabelos de Daichi com força, puxando-o contra si. Um par de mãos já escorregada blusa adentro, desesperadas.

–Daichi? Está aí?

A voz da mãe do Capitão ecoa pelo corredor, fazendo com que os dois garotos congelem no lugar.

–Estou aqui na cozinha, quer comer alguma coisa?

–N-Não. O Suga veio também, ele vai me ajudar com História.

–Vou? — Suga sussurra e ri baixinho.

Daichi quer socar a parede. Sua mãe conseguiu o prêmio de Cockblocker Do Ano. O pobre Capitão estava tão sexualmente frustrado... Tadinho.

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–É só trancar a porta, Daichi.

–Suga, não dá pra fazer isso com a minha mãe aqui em casa...

Suga bufa, impaciente. Fazia uma hora que eles fingiam jogar videogame enquanto a mãe de Daichi limpava a casa. Era estressante.

–Mãe, esqueci de falar um negócio.

–O quê?

A cabeça da mãe de Daichi aparece pela porta. Ambos tem a cor de cabelo muito parecida, e o mesmo olhar gentil, porém severo. Suga gostava muito da sra. Sawamura. Ela sempre fora gentil com ele.

–A Hitsume ligou e pediu para que você fosse à casa dela porque ela precisa de alguns conselhos sobre o novo namorado, acho.

–Puxa, sério? Por que não me falou antes, Daichi?

–Esqueci, desculpe — o garoto atira em mais zumbis.

–Bom, eu vou lá, ok? Eu ia passar no mercado de qualquer jeito...

–Ok, se cuida.

A moça dá um beijo na cabeça dos dois garotos, pega sua bolsa em cima da mesa e sai pela porta.

Daichi tenta se concentrar nos zumbis, e não na mão que sobe pelas suas coxas.

–Espera ela chegar na esquina, Suga.

–Mas, Daichi... — a voz dele é toda manhosa, causando arrepios no pobre Capitão.

–Espera, Suga.

O levantador arranca o controle das mãos de Daichi e empurra-o contra o braço do sofá, juntando a boca na dele desesperadamente. Os dois rolam e acabam caindo no chão, semi-nus, desgrenhados, vermelhos.

–C-Calma, vamos pro meu quarto.

A calça preta de Daichi já estava praticamente nos joelhos, e Suga estava no meio das pernas já abaixando a cueca cinza. Era tarde demais.

Notas finais
CALMA, estamos chegando lá. (huehuehue)