Notas iniciais
Minha primeira narrativa de Hetalia, peguem leve comigo,por favor!! E, quando eu tiver um título melhor, eu mudo!!

O telefone tocou. Eu estava no quarto, me preparando para dormir. Não atendi porque o telefone fica na sala, não iria sair do quarto só para atendê-lo. Já sabia quem era. Alguns minutos de silêncio se formaram. Quando estava me deitando, o telefone tocou de novo. Resolvi não atende-lo de novo, estava cansado e com sono. Não estava com paciência de ouví-lo falando de novo que assistiu um filme de terror e estava com medo. Após isso, novamente o silêncio. Achei que ele tinha me deixado em paz. Engano meu... Cinco minutos depois o telefone toca de novo. Não dava para ignorar, ele ficaria ligando a noite inteira se eu não atendesse. Depois de muito esforço, consegui levantar. Fui até a sala atender o bendito telefone, que insistia cada vez mais em tocar. Chegando perto do mesmo, ele parou de tocar, fiquei louco da vida querendo matar quem estava me ligando. Pouco tempo depois, ele tocara de novo, sorte que não fui pro quarto, senão, ia ter morte no recinto quando o dia clareasse. Atendi. Era quem eu estava pensando. Alfred...

“Arthur!! Eu assisti um filme de terror e estou com medo!! Posso ir pra sua casa??” Alfred falava, choramingando.

“Não Alfred... Você está com medo, não deve sair de casa...” Arthur falava, com uma voz de sono.

“Então venha pra cá!! Eu não quero ficar sozinho!!!” Alfred gritava escandalosamente do outro lado da linha.

“ Baka... Já estou indo... Daqui a pouco chego aí... “ Arthur, acabando de falar, desliga o telefone.

Droga... Agora tenho que ir até a casa daquele medroso... Queria dormir, estou morrendo de sono... Ele podia parar de assistir esses filmes, enche a paciência ter que acudi-lo toda vez que assiste aquilo... Fui me trocar. Peguei a primeira roupa que vi. Tratei de vesti-la e ir logo pra casa daquele baka.

Depois de um tempo, cheguei na casa de Alfred. Bati na porta. Ele demorou um pouco para atender. Já estava ficando bravo. Quando ameacei de ir embora, ele apareceu.

“Alfred, já disse para não assistir a esses filmes de terror, toda vez eu tenho que vir aqui te acudir...” Arthur fala bravo.

“Sorry Arthur... Mas, eu sou o herói, tenho que assisti-los!” Fala Alfred, fazendo pose heroica.

“ Você não muda mesmo...” Fala Arthur, entrando na casa do estadunidense.

“ Vamos assistir mais filmes!” Alfred fala, pulando até o DVD que estava na sala.

“ Não, não, chega! Você já assistiu muito filme de terror por hoje, vá dormir!” Arthur falava bravo com Alfred.

“ Ah não, vamos assistir...” Fala Alfred, choramingando”

“ Não, chega! Vá para o seu quarto!” Fala o britânico, empurrando o estadunidense escada acima.

“Ta bom...” Alfred fala, sem contestar.

Ele não contestou?? Isso é um milagre! Ou será alguma brincadeira de mal gosto? Tenho que ficar atento agora... Não sei o que deu, geralmente ele me desobedeceria, voltaria para sala e colocaria o maldito filme de terror. Ele está estranho...

“Você está bem Alfred?” Perguntou o britânico, segurando o maior pelo braço.

“Estou sim, agora que você está aqui!” Fala Alfred, com um sorriso infantil nos lábios.

“...” Arthur nada falou, só conseguia sentir suas bochechas queimarem.

“ Eu que pergunto Arthur, você está bem? Ta gripado de novo?” Fala Alfred, colocando a mão direita na testa do menor.

“E-eu estou bem sim, b-baka!” Fala Arthur, afastando-se de Alfred.

“Por que está se afastando de mim?” Alfred agora tinha um outro sorriso nos lábios. Arthur só conseguia ficar cada vez mais corado. “Sabe por que te chamei aqui Arthur Kirkland?” Falava o maior, cercando o menor contra a parede.

“O-o que está fazendo, baka? Afaste-se!” Arthur falava bravo, tentando se afastar de Alfred, em vão.

“Ora, te chamei porque queria você aqui comigo...” O maior falava, se aproximando do ouvido do menor. “Queria te desejar Happy Valentine's Day...” Falava no ouvido do britânico.

“W-what?” O britânico não tinha reação para essa frase. Só conseguiu ficar ali, ouvindo o estadunidense.

Ainda não acredito no que ouvi... Alfred só pode estar brincando com a minha cara... Só pode... Acabado de me falar aquilo, pegou-me no colo e foi entrando em seu quarto. O que ele estava fazendo? O que significava aquilo? Eu estava confuso. Ele me colocou em sua cama, deitado, e logo deitou-se ao meu lado.

“I love you, Arthur Kirkland..” Alfred falou no ouvido de Arthur, beijando-o logo em seguida.

No começo, assustei com tal ato, mas, depois me entreguei, não conseguia resistir àquele american idiot. Quando ele me beijou, começou bem inocente, mas, à medida que os segundos foram passando, ele começara a intensificar o ato. Ficamos assim por pouco tempo. Por falta de ar, tivemos que nos separar. Maldita falta de ar...

“I love you American Idiot...” Arthur falava, enquanto o americano lhe beijava o pescoço.

“I love you, Arthur...” Alfred disse, beijando o britânico logo em seguida.

Com certeza, esse foi o melhor dia da minha vida. Nunca pensei que Alfred se declararia para mim. Ele não imagina o quanto esperei por isso.

Notas finais
Mereço reviews??=D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!