Notas iniciais
Oi neguinhas :) Desculpa pela demora, e eu queria dizer mais uma vez, que a fic esta acabando :(
Vou tentar adicionar mais alguns capitulos, mais nao vao ser muitos :(
Bem, esse capitulo vai ser so a conversa da Karen com o Frank, qe na minha opinião foi muito legal :) Se der, eu coloco mais alguma coisinha.
-Espero que gostem.
-Boa Leitura :)

...Karen bateu três vezes com nós nos dedos, à porta da casa de Frank. Seu coração batia tão depressa, suas mãos suavam e ela estava meio sem cor. Mas iria fazer isso. Era certo, mesmo correndo sérios riscos de Lyn-z descobrir tudo...

Bateu mais uma vez a porta, e nenhum sinal de que havia alguém em casa. Então Karen, se virou, e deu um passo em direção a rua, já que aparentemente não havia ninguém em casa...

Estava disposta a deixar aquela tentativa para trás e se esforçar ao máximo para não se lembrar daquela história, quando ela ouve o barulho da porta ranger bem a sua frente.

Frank : Olá. _ Disse o rapaz, com um pouco de espanto, e um sorriso amarelado no rosto. _Posso lhe ajudar?

Karen sentiu seu coração bater muito depressa, suas pernas ficaram moles novamente,mas manteve-se firme e sorridente ao responder.

Karen: Oi, meu nome é Karen, sou amiga da Lyn-z.

Frank : Ah! Então você é amiga dela ? _ Disse Frank ironizando a garota._ Então pode ir embora, não tenho nada pra conversar com você.

Karen ficou estupefata ao ouvir tais palavras. Como ele pôde ser tão grosso? Ele mal tinha escutado o que ela tinha a dizer... Então, Karen se encheu de coragem novamente, e disse com um sorriso de desdém no rosto.

Karen:Então tudo bem! _disse com uma voz suave. _ Eu achei que você queria saber um pouco mais sobre o filhinho do seu namorado, mas já vi que está stressado demais para me ouvir.

Ela já ia dando meia volta e voltando para sua casa (de onde ela nunca queria ter saído) quando ela sente um par de mão geladas e pequenas apertarem seu pulso com força. Ela se virou para Frank com um ar de desdém e sorriu

Karen : Eu sabia que iria querer saber, Frank. _ disse ela sorrindo de lado para o rapaz.

Frank : Entra logo._ respondeu bem seco, sem fazer questão de demonstrar educação.

Karen entrou na casa de Frank e um cheiro maravilhoso de bolinhos caseiros inundou suas narinas.A casa de Frank não era uma mansão enorme e luxuosa, mas era bem aconchegante e bonita.A lareira que ficava em frente de duas grandes poltronas de couro vermelhas, crepitava incansavelmente uma pequena quantidade de brasa, Karen achou aquilo meio estranho, pois não estava fazendo tanto frio, na verdade, era primavera e o sol estava brilhando lá fora.

Frank : Sente-se por favor. _pediu Frank, com mais educação, indicando com a mão direita uma das poltronas vermelhas de ficavam de frente para a lareira.

Karen : Obrigada. _ respondeu se ajeitando na poltrona grande e reclinável da sala de estar.

Frank: Por que você veio me procurar ? _ perguntou Frank, seco, mas com os olhos vidrados na menina. _ Lyn-z te mandou vir aqui ?

Karen : Não. A Lyn-z não me mandou vir aqui, aliás, ela não deve em hipótese alguma saber que eu vim te procurar, se não, eu não sei o que ela é capaz de fazer comigo._disse ela, bem severa, com um olhar de preocupação.

Frank :Então porque veio aqui ? _ lançou um olhar curioso, mas ao mesmo tempo de preocupação.

Karen: Bem, a história é bem longa Frank, mas eu tenho certeza que vai gostar...Provavelmente eu terei que mudar de cidade quando a notícia chegar até Gerard, ou talvez terei que mudar até de país... Lyn-z vai me procurar até no inferno se for preciso._ revirou os olhos, respirou fundo e prosseguiu._ Quan...._Foi interrompida por Frank quando falava.

Frank:Mais porque? Ela não teria coragem de te machucar.._ disse ele, arqueando uma sobrancelha e se ajeitando novamente na poltrona..

Karen: Você que pensa, meu caro ! Aquela lá seria capaz de separar cada membro meu com uma lixa de unha quando descobrir... Mas isso eu resolvo depois, o que importa é que você precisa perdoar Gerard, ele não tem culpa, Lyn-z que armou tudo.._ e mais uma vez fora interrompida por Frank.

Frank: Não vou perdoar ninguém ! Se põe no meu lugar, o que você faria se descobrisse que seu namorado será pai com outra mulher, no seu caso, o que você faria ? Iria fingir que nada aconteceu e ficar numa boa ? Ia simplesmente ignorar o fato dele ser pai ? _ Frank parecia estar nervoso, mais cedeu, e caiu em lágrimas.

Karen não sabia o que dizer, muito menos o que fazer, mais ao ver o desespero do baixinho, seu coração amoleceu, então ela segurou firme as mãos de Frank e sentou do lado do rapaz na cadeira que era bem espaçosa. Permitiu que Frank encostasse a cabeça em seu ombro e desabasse em lágrimas. Frank soluçava muito, mas conseguiu pronunciar algumas palavras entre os soluços.

Frank : Eu sou um idiota ! Eu não pude evitar que ele me beijasse no hospital, eu não queria , mas não resisti. _ o baixinho dizia com uma voz tristonha.

Karen : Você não é idiota Frank, e você fez certo em permitir que ele te beijasse... Isso se chama amor... Vocês foram feitos um para o outro, e não vai ser essa peste da Lyn-z que vai atrapalhar vocês dois a ficarem juntos. _ disse a garota, com o coração repleto de pena.Ver o sofrimento de ninguém era muito coisa muito boa de se ver, ainda mais uma pessoa que não devia estar sofrendo daquela maneira...

Frank cessou as lágrimas, e enxugou o rosto molhado com a manga de blusa, e abrindo um leve sorriso amarelo..

Frank: Desculpa Karen, eu não devia ter feito isso. _ disse ele encarando o chão.

Karen: Não tem problemas, eu te entendo, baixinho. _ abriu um enorme sorriso, mas parece que Frank não gostou muito.

Frank : Eu não sou baixinho ! Sou quase do seu tamanho.

Karen : Hmm, então ta bom, quase do meu tamanho... Bem, como eu ia dizendo, foi a Lyn-z que armou tudo ! Quando ela disse para Gerard que ia viajar , ela não mentiu, foi mesmo para a Europa, e eu fui com ela._ Karen fazia gestos com as mãos, era bem o seu feitio fazer esse tipo de coisa._ A gente passou mais ou menos uma semana freqüentando um bar perto do apartamento que a gente estava hospedada, até que a Lyn-z conheceu o Erick. Ele é um cara bonitão que sempre ficava no mesmo bar que a gente, até que um belo e desgraçado dia ele chegou até a nossa mesa e começou conversar com a Lyn-z...Então eles começaram a ficar escondido de mim, mais eu são sou otária e percebi logo de cara. Parece que no início ela ficou com medo d’eu descobrir, mas logo tratou de me contar tudo, aí a merda já estava feita e não tinha mais como voltar atrás. Um belo dia, a Lyn-z chega pra mim e diz que está grávida do Erick e que ele não quer assumir a paternidade da criança, e o pior de tudo, ele estava fugindo da polícia, ele era procurado por todo o país, e seu nome verdadeiro não era ‘Erick’, era ‘Dean’... Ai, como já não tinha mais como fazer nada, Dean não queria a criança, e Lyn-z também não, o único jeito que sobrou pra vagabunda, foi voltar para Jersy e mentir para Gerard ,dizendo que ela estaria grávida para ele assumir a paternidade da

criança..._ ela tinha finalmente tinha colocado tudo para fora, estava ofegante, pois aquela conversa tinha a deixado sem muito fôlego.

Frank estava completamente estupefato. Seus olhos estavam cintilando de tal forma que as estrelas pareciam ser apenas pingos sem luz salpicados sob o céu escuro. Sua boca estava aberta, mas tapada parcialmente com as mãos, ele mal podia acreditar no que acabara de ouvir, seu coração estava batendo forte como um motor. Seus olhos marejaram de felicidade, então ele deu um salto da poltrona, feliz da vida, abraçou Karen e saiu dando pulinhos pela casa. Sim, ele estava extremamente alegre, e esquecera totalmente que tinha acabado de sair de um hospital com a perna machucada.

Frank: Eu mal posso acreditar !!! Então era tudo uma farsa ! Gerard não vai ter um filho !!! _ ele repetiu essas palavras umas mil vezes, e Karen ficou apenas observando a alegria do baixinho.

Frank sorria incontrolavelmente quando Karen olhou no seu relógio de pulso e viu que era tarde.

Karen : Então até mais Frank, preciso ir. _ disse se levantando da poltrona e indo até a porta.

Frank : Opa ! Espere ai. A senhorita não vai a lugar nenhum sem provar os cupcakes que eu fiz. _ respondeu o rapaz com as mãos na cintura. _ Vem, vou tirá-los do forno agora mesmo.

Karen : Frank, me desculpe mas... _ e foi interrompida.

Frank : Sem mas ! Você vem comigo agora. _o baixinho puxou o pulso de Karen e a arrastou até a cozinha.

Karen arrastou uma cadeira e ficou observando Frank a retirar os bolinhos do forno, com um avental florido, e um par de luvas térmicas. Frank deixou os bolinhos esfriando em cima do balcão da cozinha enquanto preparava um capuccino para os dois. O cheiro estava uma maravilha, ele parecia levar jeito para cozinhar.Quando estava tudo prontinho, Frank tocou num assunto que não tinha nem reparado antes.

Frank:Mais, como você descobriu onde eu moro ? _disse o rapaz, bebericando o capuccino que fumegava.

Karen: Ah! _ deu um leve suspiro, e uma risadinha do canto da boca. _ Você não deve se lembrar de mim então.

Frank:É! Não lembro mesmo..

Karen ficou vermelha, pois achava que Frank se recordava dela. Então começou a dizer..

Karen:Lembra quando você fazia aula de música com o Professor Hatfield ?

Frank: Hmmmm, mais ou menos.... Ele dava aula de violão ?

Karen : É esse mesmo ! _ disse ela, alegremente.

Frank : AH ! É claro que eu me lembro.. Mais você está tão diferente, eu lembro que você tinha apenas uma tatuagem, seu cabelo ainda era preto, e você tinha só um pouquinho de piergengs. _disse Frank mordendo um cupcake com bastante chantili por cima.

Karen: Verdade Frank.. Eu mudei bastante.._ Ela olhou para baixo com uma expressão séria. _ Olha as horas ! Já estou atrasada.

Frank : Ah não! Fica mais um pouco, é tão ruim ficar sozinho nessa casa, pelo menos você me faz companhia. _ respondeu o baixinho, com um ar tristonho.

Karen : Eu prometo voltar mais vezes, mais agora você pode ligar para o Gee, e não precisa ficar sozinho o tempo todo.

Frank: Ah! Verdade, vou ligar pra ele agora mesmo.

Karen : Mas por favor, diga a Gerard para não dizer absolutamente NADA para Lyn-z até eu arrumar minha passagem.

Frank: O lance de você sair da cidade é sério mesmo ?

Karen: Seriíssimo Frank.

Frank : Ela não pode te intimidar assim, se ela te ameaçar , vá até a polícia...

Karen riu, e disse : As coisas não são tão fáceis como você pensa, Frank... Até mais tarde.

Então ela caminhou até a sala, abriu a porta e se foi, deixando Frank para trás, com bastante dúvida...

(Continua...)

Notas finais
Então negads, gostaram ?
Hmm, a edição do cap, deve ter saido ruimzinha, porqe eu editei com o Word 2003 e tals, mais eu prometo melhorar a edição no proximo cap.
Beijo da Gordaa WOOOOW :)