Notas iniciais

YOO! :3 Essa é a primeira fanfic da titia aqui (me sinto uma velha ;3;) Então espero que vocês gostem e que ela receba mto amor ♥

Essa fanfic pode ser encontrada em outros sites pq eu gosto de sair postando onde eu conseguir ^^' Eu sou doente, na moral...

Enfim, espero que gostem. Sempre ficarei feliz em responder comentários e falar com vcs! (eu n mordo, pode falar cmg q eu juro que vou tentar ser legal >.<)

P.S.: Essa fanfic contém muitos palavrões, insinução de sexo, violência, yuri, masoquismo, sadomasoquismo, tortura (talvez). Se não se sente confortável lendo algo assim, recomendo parar por aqui e não me julgar depois :D

As personalidades dos personagens (Com exceção da Ayume, já que ela me representa) não são compatíveis com a realidade, okay? Me porpósito é apenas diversão, não quero difamar ninguém, até porque eu amo esses bbs ♥

Enfim...
~Bjinn e boa leitura!

O.N.: Ayume


Sentia o vento gélido se chocar contra minhas bochechas avermelhadas, me causando uma sensação de arrepio.

Me aconcheguei um pouco mais em meu cachecol, aproveitando a música "Gasoline", a qual tocava em meus fones. Recostei minha cabeça no vidro da janela, apreciando os floquinhos de neve que grudavam delicadamente ali, e a paisagem que passava rapidamente conforme o trem se movimentava.

O inverno estava em seu fim, contudo, a neve ainda não havia derretido por completo. A paisagem ainda estava coberta daquela camada branquinha e gelada, a qual eu adorava usar para fazer bonecos de neve. Todos ficavam uma merda, mas a intenção é a que conta, não é?

Meu nome? Ayume Yoshida, sou japonesa. Na verdade, descendente de uma. Eu sou uma adolescente normal de 17 anos. Minha única família, além de alguns parentes distantes, era minha avó; devido à morte de meus pais quando mais nova, tive de vir morar com ela aqui em Busan, na Coréia do Sul.

Passei os últimos 12 anos vivendo ao seu lado, e a ajudando em seu trabalho em uma igreja próxima a nossa casa, o qual era a única fonte de dinheiro para nós duas.

No momento estou em um trem, a caminho de Seul. Por que largar a coitada da minha avó sozinha em outra cidade sem mais nem menos? Simples.

Bem, vou explicar...

Eu servia a igreja onde minha avó trabalhava, certo? Certo.

Então, o problema iniciou quando percebemos que aquela simples quantia não era suficiente para pagar as despesas e a casa.

Certo dia, a igreja pedira voluntários para servir algumas famílias religiosas. Não me deram muitos detalhes da situação, apenas me disseram que em troca, uma grande quantia de dinheiro iria para a conta da família Yoshida. E adivinha quem foi a criatura de Deus que se voluntariou? Isso mesmo, eu aqui!

A principal razão foi minha avó. A coitadinha nem consegue trabalhar direito mais, então fico feliz de me sacrificar por ela.

— Cheguei viva, pelo menos... – suspirei me levantando do assento, vendo que o trem aos poucos, ia parando na estação.

Peguei minha bagagem embaixo de minha cadeira e saí do veículo.

Meus cabelos negros e longos voavam conforme os movimentos do vento, enquanto eu procurava algum táxi em algum lugar para me levar até o meu destino.

Muito legal, eu, uma garota qualquer, largada no meio de uma das metrópoles mais confusas e lotadas do mundo.

Ayume, a garota mais inteligente que o mundo já teve o prazer de conhecer.

— Senhorita... – senti uma cutucada em meu braço, e me virei para ver quem me chamava.

— Huh? – vi um mulher um pouco mais alta que eu, vestida de forma elegante, me fitando com um olhar de confusão.


— É a senhorita... Yoshida, correto? – indagou e eu assenti. – Estou aqui representando a família Kim, por favor me acompanhe. – fez um sinal para que eu a seguisse e assim o fiz.

Melhor seguir uma completa estranha do que se perder em meio às ruas de Seul e acabar morrendo de fome... Né?

Hahaha... Não.


Entramos em uma limousine escura, arrastei minha mala e a coloquei ao meu lado.

Limousine, é? E humildade, tem?

A mulher ligou o carro e começou a dirigir.

Um clima estranho tomou conta da atmosfera, o que me incomodou intensamente.

Afinal, para onde estávamos indo? Essa mulher pode ser uma drogada! Ela pode estar me sequestrando, me levando para me matar ou pior!

Na verdade, acho que isso é o pior que pode acontecer.

MAS MESMO ASSIM AINDA É O PIOR QUE PODE ACONTECER!

— Então... – ela começou, e eu agradeci internamente por, pelo menos, ela estar tentando ser legal. – Ayume, né? Poxa, me fale de você, vai ajudar a passar o tempo.

Suspirei e fechei meus olhos azuis, um pouco constrangida. Eu não sou o tipo de pessoa que se sente livre em tagarelar sobre minha vida para qualquer pessoa alheia.

— Bom... – puxei a manga de meu casaco, cobrindo minhas mãos, por conta do frio, e continuei. – Meu nome é Ayume Yoshida, tenho dezessete anos. Vivia em Busan com minha avó, mas estou aqui para ajudá-la com as despesas lá de casa... Sou bem tímida... E... Eu sou japonesa. – falei baixo, sentindo um rubor crescer fraco em minhas bochechas.

— Que legal da sua parte! – vi seu sorriso pelo espelhinho do retrovisor. – E você é bem bonita, tenho certeza de que eles vão adorá-la. – sorriu estranho.

— Ah, obrigada. – ri fraco. – Espera... Eles? – perguntei.

— Sim, eles. – prosseguiu. – São, hm... Sete irmãos, se me lembro bem.

— S- Sete garotos?! – quase gritei, me repreendendo logo após.

— Exato. – desviou o olhar para meu reflexo no espelho. – Meu nome é Yusumi, aliás. – sorriu. – A viagem é meio longa, durma um pouco. – sugeriu.

— Ye... – concordei.

Deitei no banco de couro e fechei os olhos, e aos poucos, senti o sono me consumir. A viagem seria longa mesmo...

[…]

— Nhaa... – me espreguicei segundos depois de sair do carro e me despedir de Yusumi.

Peguei minha mala, sim mala, no singular, porque eu não sou rica nem fodendo. Sou rica só de azar e desgraça, mas isso não conta.

— Mansão Kim... – murmurei olhando a porta de madeira negra da mansão, ponderando de realmente deveria abrí-la. – A merda já foi feita, agora foda-se. – dei de ombros e bati na porta.

O que poderia dar errado?

Ah, mas não se esqueçam, meus caros amigos, eu sou Ayume Yoshida! Certamente, se eu fosse escrever uma biografia, só teria uma página, e estaria escrito "Não duvide da minha capacidade de tomar no cú."

Bati na porta mais uma vez, já que ninguém havia ido atender. Bati mais uma, duas, três... Bati tantas vezes que jurei que minha mão fosse quebrar e cair podre ali no chão.

— Oi...? – quando estava prestes a empurrar a porta, a mesma se abriu sozinha, de forma lenta e ruidosa.

Cacete.

— Tem alguém aí? – perguntei adentrando ao lugar, cruzando os braços, exausta de tudo aquilo. Eu só queria a minha cama, sabe? Mas pelo que aparenta, os Kim resolveram dar uma volta na puta que pariu mesmo sabendo que eu vinha. Foda, viu?

— Você fala demais... – uma voz surgiu.

— Ahn? – indaguei. – Amém, alguém.

O lugar estava escuro demais para que eu identificasse como era o dono da voz, então, eu só conseguia ver o mármore do chão, revestido por um tapete vermelho.

— Essa é a nossa nova garota? – senti uma mão passar rapidamente em minha cintura.

— O que?! – continuava confusa e sem nenhuma resposta.

— Está atrasada... – mais alguém resolveu brotar.

— Vocês são a família Kim? – perguntei. – O que estão fazendo? Que escuridão é essa?

Ouvi uma risada atrás de mim.

— Gostei de você, pirralha. – o dono da voz disse. – Vamos ser bons amigos...

— Ah, super! – disse com ironia. – Eu não estou gostando disso! E não tem graça! – fiz um bico.

— Tsc. – um resmungo foi ouvido em um dos cantos da sala.

Comecei a me encolher, um pouco agoniada, ouvindo o breve som de risadas sarcásticas ao meu redor.

— Desculpe meus irmãos. – uma voz mais madura se impôs à minha frente, e logo as luzes se acenderam, revelando sete garotos.

O lugar era totalmente feito de mármore, com alguns detalhes em preto. O chão era revestido por um carpete vermelho sangue, e um lustre de, pelo o que parecia, cristal, iluminava o cômodo.

Depois de apreciar o hall de entrada, pude ver os Kim.

Um garoto alto que usava óculos, de cabelos morenos, e de roupas arrumadas até demais, estava parado logo à minha frente, me encarando, enquanto ajeitava os óculos sutilmente. Outro estava de braços cruzados, encostado em uma das pilastras no canto do local, de olhos fechados, com uma pequena parte de seu rosto coberta por seus cabelos esverdeados.

Um estava logo atrás de mim, era ruivo e quase da minha altura, e sorria de forma estranha, mas parecia que ele estava disposto a me tratar como gente ao invés do de cabelos verdes, que simplesmente não demonstrou reação.

Do outro lado da sala, haviam dois garotos, um de cabelos e olhos negros, alto, e bem pálido, e outro ao seu lado, de cabelos rosados, que estava com uma cara de quem queria estar fazendo qualquer outra coisa, exceto estar ali.

Outro de cabelos roxeados e com um sorriso de COF COF maníaco COF COF, também estava ali, próximo ao garoto de óculos. E por fim, a única pessoa que parecia realmente feliz com a minha existência ali, um garoto sorridente, de cabelos negros e olhos castanhos. Amém, alguém legal.

— Bem, deixe-me apresertarmos. – o moreno parado à minha frente iniciou. – Eu sou Seokjin, o irmão mais velho, mas pode me chamar de Jin, apenas. – sorriu amigável, e eu retribui. – Aquele ali é Yoongi, o segundo mais velho. – apontou para o de cabelos verdes, e o mesmo nem sequer reagiu.

Ele estava mesmo vivo?

— P- Prazer. – respondi por educação, já que ele estava muito ocupado não se importando para me responder.

— O ruivo. – indicou o garoto atrás de mim. – É Taehyung. – me virei na direção do ruivo, e o mesmo sorria para mim.

Esse foi o mesmo filho da puta que passou a mão na minha cintura.

— Ei! – interrompi o moreno, que ainda não tinha terminado de apresentar a "galerinha". – Quem te deu permissão de passar a mão em mim?! – perguntei, arrancando uma risada fraca do de cabelos roxos e do esverdeado. Ah, ele estava vivo sim.

— Quem disse que preciso da sua permissão para algo? – indagou sorrindo de canto.

Bufei sentindo minhas bochechas se avermelharem.

Já sei que não vamos nos dar bem.

— O de cabelos arroxeados é Namjoon, o terceiro mais velho. – continuou ignorando meu olhar mortal direcionado ao ruivo. – O de cabelos rosados é Jimin, e o de cabelos morenos ao lado dele é Jugnkook, são " gêmeos" por assim dizer.

— E eu sou Hoseok! – o garoto sorridente disse pulando na minha frente.

— E o seu nome é...? – Jin incentivou para que eu me pronunciasse.

— A- Ayume Yoshida. – fiz uma pequena reverência. – Prazer em conhecê-los. – sorri tentando parecer o mais educada possível, mas na verdade eu estava tão desinteressada quanto o tal Yoongi.

— Tsc... – o de cabelos rosados murmurou, parecendo irritado.

Não entendi...

— Vá para seu quarto, e se instale. Volte para comer assim que possível, estávamos apenas te esperando.

Me senti até importante...

— Mas espera... – comecei. – Eu queria saber o que tenho que fazer, sabe? Tipo... Por que estou aqui, realmente?

Eu não sabia qual era a graça da pergunta, mas assim que a mesma escapou por entre meus lábios, risadas começaram a ecoar novamente.

Mano... Que?

Eles devem cheirar muita erva mesmo.

— Apenas obedeça. – Jin disse num tom tão frio que senti meu corpo estremecer.

Assenti levemente, pronta para perguntar "Onde meu quarto fica?" ou "Poderiam me mostrar onde fica?" mas adivinha só? Eles sumiram! Sabe sumir? Evaporar? Eles fizeram exatamente isso!

Existem diferenças distintas entre não ir com a cara da visita e tacar o foda-se. No caso, eles fizeram os dois.

[…]

Andava de um lado para o outro por entre os corredores da mansão, abrindo porta por porta para encontrar meu quarto.

Hospitalidade mandou abraços...

Depois de um tempo caminhando mais um pouco, pude ver ao fundo do corredor uma porta de um quarto levemente aberta.

Quais eram as chances daquilo dar errado?

Me aproximei da mesma, já respirando fundo, tendo em mente que aquele não deveria ser meu quarto.

— Licença...? – perguntei empurrando a porta um pouco.

Era um lugar escuro, sendo iluminado apenas por dois vidrais avermelhados enormes, que permitiam a pouca ultrapassagem de luz solar.

O quarto era amplo e com um tom verde bem escuro. A cama, as cortinas, tudo em si tinha essa cor.

— Pirralha? – indagou uma voz, enquanto passos vindos da porta vinham em minha direção.

— Y- Yo! – dei um pulinho para trás por conta do susto. – Jungkook! – sorri.

— Taehyung. – me corrigiu, revirando os olhos, que só agora, pude notar serem um pouco alaranjados. Bem pouco mesmo, mas eram.

— F- Foi o que eu disse! – abaixei de leve o olhar. – A- A porta estava aberta e eu acabei entrando, desculpe. – fiz uma pequena reverência em sinal de respeito.

— Está nervosa? – sorriu ladino.

— Taehyung? – o chamei, tentando manter o foco da conversa. – Pode me mostrar meu quarto? É que vocês saíram sem me dizer nada...

Olhei rápido para meu celular, que estava em minhas mãos, vendo várias mensagens dos meus amigos.

Eles devem achar que fui sequestrada, já que simplesmente sai da cidade sem avisar.

— O que tem de especial nesse celular? – se inclinou tentando ver o que eu fazia ali.

— Nada demais. – escondi o aparelho em meu bolso. – Está sequer ouvindo meu pedido? Eu não quero me atrasar... O jantar... Aquele cara lá. Ainda não sei direito os nomes, mas ele disse que estava só esperando por nós.

— Estou com fome. – comentou.

— Exatamente! – afirmei. – Então que tal irmos, sim? – sugeri.

Me virei e comecei a andar, indo em direção a porta, mas algo me impediu. Senti meu corpo ser puxado para trás.

Senti um extremo gelado em minhas costas, o corpo dele era frio, parecia que estava morto.

Colocou uma das mãos em minha boca, me calando, enquanto empurrava meu pescoço para o lado e afastava meu cabelo.

Arregalei os olhos com força, sentindo uma dor extremamente aguda e forte em meu pescoço. Era como se pregos afiados rasgassem minha pele.

Pude sentir um líquido quentinho escorrer de leve por minha pele, e uma sensação de algo estar sendo sugado de meu corpo.

Ele... Estava tomando meu sangue?!

— Ahn... – cambaleei após Taehyung me soltar.

Eu estava tonta. Fazia tempo que não comia nada e eu estava fraca demais, e ainda tendo meu sangue arrancado de mim assim...

— Seja obediente e eu serei bonzinho. – sorriu ele, me empurrando para a cama e sentando-se perto de mim.

Apenas pude ver seu sorriso macabro em seus lábios manchados com meu sangue.

Levantou minha coxa, passando a mão por sua extensão.

— O que acha de nos livrarmos disso? – perguntou se referindo à calça que eu usava.

— N- Não me toca! – gritei com o pouco de forças que me restava.

— O que foi? Está envergonhada...? Não me diga que nunca fez isso com outro homem. – seu sorriso apenas alargou mais ainda.

Tecnicamente não, já que nunca encontrei nenhum canibal alheio pela vida.

Subiu suas mãos lentamente pela minha perna, parando no botão de minha calça.

Me debatia tentando o empurrar a todo custo, mas minhas forças estavam se acabando.

Com apenas uma das mãos, agarrou meus pulsos, parando meus movimentos.

Subiu por cima de mim, prendendo minhas pernas, para que minhas tentativas de o parar acabassem, e trocou a mão que antes segurava meus pulsos.

— PARA! – gritei com o máximo de forças que ainda tinha. – ME SOLTA!

Me calei assim que senti suas presas em mim novamente, dessa vez, em minha clavícula.

A cada gota de sangue que ele bebia, eu ficava mais zonza. Sentia meus sentidos se perdendo, e meus olhos querendo se fechar, então simplesmente, desmaiei.

[…]

— Não me diga que já matou nosso brinquedo. – o de cabelos rosas disse. Jimin...?

Que?

— Não. Interrompemos à tempo, não é, hyung? – Jungkook indagou se referindo a Hoseok.

Senti minha testa completamente febril, e um pouco de suor escorrer pela mesma, fazendo alguns fios negros de meus cabelos grudarem ali.

— Ahn... – resmunguei.

— Vai se recuperar em algumas horas. – o moreno de óculos, Jin se não me engano, disse me fitando.

— O que...? – indaguei abrindo os olhos, um pouco perdida, sentindo minha cabeça latejar. – Ai... – Fechei os olhos novamente.

Senti um peso ao meu lado. Passei minha mão por ali, tentando identificar o que era, ou quem era. Era... Gelado.

Abracei aquela "coisa", apoiando minha testa nela, por conta da febre.

Uma risada fraca soou perto de mim.

— I- Isso fala! – arregalei os olhos, e num salto por conta do susto, batendo meu corpo contra quem estava sentando ao meu lado.

Acabei por cair no colo do garoto deitando ao meu lado, o de cabelos verdes.

Ele parecia bem preguiçoso. Mantinha os olhos fechados, e apoiava o braço rente a mim.

— D- D- Desculpa! – disse voltando para o meio da cama, que apenas agora havia notado que estava em uma.

Senti minhas bochechas corarem violentamente.

Isso mesmo Ayume, causando uma ótima primeira impressão...

— Pirralha? – senti uma mão em meu ombro.

Dei um pequeno grito, ouvindo uma risada preguiçosa de Yoongi.

— Garota escandalosa. – Jungkook reclamou, abraçando o braço do de cabelos rosados.

— Culpa toda do Taehyung que assustou a garota. – o de cabelos roxos disse, apoiado no batente da porta do quarto.

Namjoon...?

— Está se sentindo melhor? – Taehyung se aproximou de mim.

Meu coração disparou ao ver ele de novo, e rapidamente abracei o braço do esverdeado ao meu lado, passando por debaixo do mesmo, querendo ser protegida.

— ELE VAI ME MATAR! – gritei escondendo meu rosto em meio ao moletom cinza que Yoongi usava.

Jimin revirou os olhos, entediado.

Mais uma risada vinda de Yoongi.

— Ainda não entendeu, nonna? – Jungkook perguntou pendendo a cabeça para o lado.

— Eu não acredito... – Jin reclamou.

Do que eles estão...?

Me soltei rápido de Yoongi, olhando em sua direção.

— V- Vampiros?! – perguntei desacreditada de meu próprio pensamento.

Yoongi deu um pequeno sorriso, mostrando suas presas também.

Tomei no cú...

Passei rápido por todos os garotos, querendo fugir dali o mais rápido possível, mas assim que meu pé encontrou o chão, desabei, por ainda estar fraca.

— A- Ai... – murmurei pela dor.

— Parece que alguém não é uma completa idiota. – Hoseok riu de leve.

Olhei em volta, vendo minha mala no canto do quarto. Acabei de perceber que estava em meu quarto, finalmente.

— Vampiros? Fala sério, isso só pode ser uma brincadeira de muito mal gosto. – me sentei no chão, cruzando os braços.

— As marcas em seu pescoço parecem brincadeira? – Namjoon indagou, rindo nasalmente.

Arregalei os olhos. Passei a mão pela região do meu pescoço, sentindo uma ardência ali. Gemi de dor, percebendo que existiam sim ferimentos ali.

— Mas como...? – não sabia o que dizer.

— A igreja de Seul costumava nos enviar noivas de sacrifício, e quando elas não resistiam, nos mandavam outras para substituir, e assim por diante. – Jin iniciou uma explicação. – Entretanto, o número de garotas que aceitavam vir morar aqui, obviamente não sabendo da real situação, caiu muito, chegando a zero, por isso que você veio de Busan para nos servir. – concluiu.

— I- Isso não faz sentido... – murmurei.

— Como é lerda. – Jungkook riu, ainda agarrado a Jimin.

— Noivas de sacrifício são mero alimento. Apenas isso. – continuou. – Você está aqui para nos servir e ponto.

— E se eu não quiser servir vocês? – indaguei desafiadora.

— Simplesmente não viverá muito. – se levantou da onde antes sentava, indo até a porta. – Caso queira fugir, vá em frente. Mas saiba que iremos atrás de você e a mataremos. – sorriu perverso. – Recado dado. Melhor viver de acordo com as regras.

Fiquei boquiaberta com tudo aquilo.

Eu estou presa aqui?

Puta merda mano... Na moral, na moralzinha... Alguém me mata?

Notas finais
Então foi isso! Acho que para um primeiro cap tá meio grande, né? Foi mal ;3; É que eu me empolgo e tals. Sou acostumada a escrever mto... Hehehe~
Desculpe se existir algum erro clandestino ;-; Prometo que revisarei com mais cuidado nos próximos capítulos :3

E ai? Apago? Esqueço? Continuo?
:3

Link da música que foi citada (Gasoline).: https://www.youtube.com/watch?v=zRHNi3QfFlE
AMO ESSA MÚSICA ♥3
~Bjinn!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.