Unschuldig
9 Capítulo 9 - Provocação x Autocontrole
Notas iniciais
Capítulo 09 – Provocação x Autocontrole
Luffy puxou-a, colando os corpos. A garota arfou com aquele súbito contato mais íntimo. Senti-lo tão próximo de si era maravilhoso. O calor natural do corpo dele parecia incendiá-la, tanto por dentro quanto por fora. Beijavam-se intensamente, como se nada mais importasse. Aparentemente ambos esperavam por esse momento há muito tempo. E embora desejassem que esse momento não terminasse, tiveram que se separar para repor o ar nos pulmões. Maldita necessidade de respirar!
As testas encostaram-se uma na outra. Luffy respirava ofegante com seus olhos fechados e quando os abriu deparou-se com uma Nami de expressão dividida entre surpresa e excitação. Seu rosto ficou completamente enrubescido ao perceber o que tinha acabado de fazer. Afastou-se de Nami, murmurou um “desculpe” e saiu rapidamente do quarto.
– Mas o que foi isso...? – A ruiva tocou os próprios lábios. A sensação daquele beijo intenso ainda repousava ali – Eu... Não sabia que ele beijava tão bem...
Ainda se sentindo meio torpe, andou até a cama e se jogou nela. Nenhuma linha de pensamento conseguia ficar concreta em sua mente. A felicidade que aquele pequeno ato, acontecido entre eles dois, causou nela era imensa. Mas em alguns segundos o sentimento de felicidade foi subitamente substituído por um sentimento, não tão forte, de raiva.
– O que aquele idiota planejava fazer ao me deixar sozinha aqui?! – Nami encarou malevolamente o teto – Logo agora que estava começando a ficar bom... Pelo menos descobri uma forma de fazê-lo agir...
Sim. Ela tinha descoberto, mesmo que meio ao acaso. Se o simples fato de Luffy ter visto o beijo acontecido entre ela e Law, havia surtido tal efeito... Talvez se ela o provocasse falando o nome de Trafalgar Law ocasionalmente, ele desse conta que ela não estaria disponível durante muito tempo.
– Hm... É uma aposta arriscada... Afinal, pode ter o efeito contrário. – Ela pensou um pouco e depois sorriu para o nada – Mas é como dizem... Quem não arrisca, não petisca. E eu quero muito petiscá-lo... – Completou maliciosa.
Logo após ter concluído alguns planos para provocá-lo em sua mente, a porta do quarto se abriu em um rompante, revelando um Law muito preocupado.
– Nami! – Ele se aproximou dela – Aconteceu alguma coisa? Luffy fez algo?
– Ahn? Do que está falando? – Ela olhou-o confusa.
– É que ele parecia estranho... E ele puxou você sem mais nem menos.
– Ah... Não aconteceu nada, não. Ele só estava passando um pouco mal... – Tentou parecer convincente. Afinal, não tinha a intenção de contar o que realmente havia acontecido ali. Levantou-se animada e puxou-o de volta para a pista de dança – Vamos aproveitar a festa!
– O-ok... – Law assentiu um pouco confuso.
Lá embaixo a festa rolava solta. Parecia até que o número de pessoas havia se duplicado. Fumaça de gelo seco se espalhava pelo local e no teto um enorme globo de luz piscava altivamente no ambiente escuro. Nami achou ter visto Zoro e Robin dançando juntos entre aquela enorme aglomeração de pessoas. – Deve ser fruto da minha imaginação... – Concluiu em pensamento. Ou pelo menos foi a justificativa mais razoável que conseguiu imaginar.
Andou até o mini-bar, ainda sendo seguida pelo garoto, e se sentou em um dos bancos. Chamou o barman pedindo a mesma bebida de antes.
– O mesmo para mim. – Nami pôde ouvir Law falando ao seu lado.
Olhou distraidamente ao redor, a procura de rostos conhecidos e surpreendeu-se ao ver Sanji e Vivi nos maiores amassos. Eles estavam em um lugar mais afastado e com menos iluminação, mas nada escapava da visão de águia que a ruiva possuía. Avistou também alguns professores, mas estes pareciam estar sobre forte efeito de álcool. Ao olhar em direção a grande porta por onde entrara mais cedo, achou ter visto Usopp e Kaya saindo de mãos dadas. Provavelmente já estavam indo embora.
Procurou mais um pouco, mas não conseguiu localizar Luffy em lugar algum. – Onde ele poderia ter se metido? – Já estava começando a ficar irritada com isso.
– Nunca mais a gente tinha saído para uma festa assim, não era? – Law decidiu iniciar uma conversa, já que a garota parecia estar bem concentrada a procura de algo na multidão.
Nami, que havia esquecido a presença do rapaz ao seu lado, sorriu em resposta.
– É verdade... – Bebericou o líquido do copo em mãos – Mas eu soube que você andava meio ocupado com a calourada desde o início do ano...
– Não tenho culpa! Afinal, eram elas que me procuravam... – Lançou-lhe um olhar de esguelha – Aparentemente eu e Kid somos bem famosos entre as garotas.
A garota não pôde evitar um sorriso.
– Você não muda nunca, não é mesmo? – Olhou-o sugestivamente – Sempre arrasando corações por aí...
– Bem que eu trocaria todos esses corações por uma chance de conquistar a garota que estou interessado... – Ele murmurou mais para si mesmo do que para ela.
– Hm? Falou algo?
– Ah! Não, não. Só estava pensando alto... Está música é bem animada, não é? – O garoto estava claramente tentando mudar de assunto.
Nami havia escutado de maneira bem nítida o que ele tinha murmurado, mas achou melhor dar uma de desentendida. Não queria complicar a relação entre eles. Gostava dele sim. Mas só como amigo.
– Isto é um convite para dançar? – Ela sorriu travessa.
– Bem... Pode ser. Você aceitaria?
– Mas é claro! Vamos lá! – Nami levantou-se ao largar o copo sobre a bancada e chamou-o para a pista de dança.
Não havia encontrado Luffy e não se preocuparia com ele agora. Depois pensaria em um castigo adequado, por ele tê-la abandonado no quarto. No momento, ela apenas se preocuparia em aproveitar a festa.
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Depois do beijo involuntário que ele dera em Nami, sua timidez falou mais alto e acabou fugindo de lá. Assim que chegou em casa tomou banho e se preparou para dormir. E embora realmente tenha tentado dormir, uma leve insônia se abateu sobre ele.
– ...Talvez eu esteja acostumado a sempre dormir com ela... – Luffy pensou em voz alta – Droga... Como eu devo agir na frente dela agora...?
Naquela noite Nami não apareceu e ele adormeceu cansado de tanto esperar. No domingo também não a viu o dia inteiro e durante a noite ela também não veio. – Ela deve estar com raiva de mim... – Luffy pensou um pouco apreensivo. Se esta teoria realmente estivesse certa, ele pediria desculpa pelo que fizera sem pensar.
A segunda-feira veio mais rápido do que o esperado. Raios de sol iluminavam forte todo o quarto. Luffy virou para o lado e encarou o seu pequeno despertador.
– ...Já está na hora...
Embora estivesse se sentindo um pouco deprimido, levantou-se e rumou para o banheiro. Em pouco tempo já estava arrumado e desceu para tomar o café da manhã, mas surpreendeu-se ao chegar na cozinha.
– Ace?! – Luffy sorriu – O que faz aqui?
– Hey! Isso é jeito de falar com o seu irmão? – Ace fingiu estar indignado.
Abraçaram-se e sorriram um para o outro. Garp que estava tomando café na mesa, pronunciou-se pela primeira vez.
– Ele vai ficar aqui por um tempo... – O homem de cabelos grisalhos suspirou cansado – Por que será que pressinto que alguma confusão deve estar por vir?!
– Deixe de ser neurótico, velhote. – Ace sentou-se e começou a comer, logo sendo seguido pelo mais novo – Até parece que já fiz você se meter em algum problema...
– Ah. Vai me dizer que aquela fez em que vocês explodiram o balanço do parquinho não foi uma confusão?! – Garp tentava inutilmente se concentrar no jornal.
– Ah... Bons tempos... – Ace gargalhou, sendo acompanhado por Luffy.
Garp socou-lhe as cabeças de ambos.
– Não fiquem felizes com isso! – Lançou-lhes um olhar fulminante – E Luffy! Vá para a escola!
– Mas eu ainda nem terminei de comer... – Ele tentou argumentar enquanto massageava a cabeça.
Aparentemente as pessoas adoravam surrá-lo.
– Sem mais! Vá imediatamente! – O homem rangeu os dentes. Só de imaginar os problemas que poderiam vir a surgir com a reunião de Luffy, Sabo e Ace, já lhe causava uma forte dor de cabeça.
Com a expressão ameaçadora que estava no rosto de Garp, a única coisa que Luffy pensou foi em fugir dali. Pegou sua mochila e ia se preparando para sair quando sentiu que estava sendo seguido.
– Eu vou lhe acompanhar até a metade do caminho! – Ace sorriu travesso – Quero rever Nami...
O garoto mais novo tinha sérias dúvidas se ela ainda estaria esperando-o hoje, mas nada comentou com o irmão.
Gritaram um “Estamos saindo” para Garp, que estava lendo o jornal com uma expressão indignada, e partiram para a casa vizinha. Ao vê-la em pé encostada ao portão da casa dela, Luffy sentiu uma centelha de esperança brotar dentro de si e torceu para que ela houvesse se esquecido sobre tudo.
– Por quanto tempo você pretendia me deixar esperando?! – Nami olhou-o irritada, mas logo sorriu ao perceber a presença do outro garoto – Ace!!
A garota correu e pulou no pescoço do mais velho, que a abraçou e rodopiou um pouco. Luffy olhou-os com cara de poucos amigos, mas logo se repreendeu mentalmente por sentir ciúmes daquilo. Eles se conheciam há bastante tempo, então aquele abraço não era normal...
– Maníaca das laranjas! Senti saudades! – Ace falou ao colocá-la no chão.
– Maníaca das laranjas é a avó! – Ela bufou irritada.
O garoto alargou o sorriso.
– Ah... Então sua avó é uma maníaca? – Ele fingiu inocência – A sua família é bem legal, hein?
Nami deu um soco no braço dele, não tão forte, só entrando na brincadeira.
– Hm... Parece que andou malhando... – Um sorriso malicioso brincou em seus lábios – Você parece mais... Maduro...
– Ta me achando com cara de fruta? – Ace arqueou uma sobrancelha, fazendo Nami rir – Você também... Floresceu... – Pronunciou esta última palavra olhando diretamente para os seios dela.
A garota corou um pouco ao perceber a direção do olhar dele e depois apalpou os próprios seios.
– Err... Acho que eles cresceram um pouquinho...
– Um pouquinho?! Você era uma tábua!
– O QUÊ?!
Aquela discussão poderia ter se prolongado por muito mais tempo, caso Luffy não tivesse chamado a atenção deles.
– Caham! – Os dois olharam para ele – Não deveríamos estar indo para a escola? – Ele parecia levemente irritado.
Nami riu internamente daquele ataque de ciúmes mal disfarçado. Até Ace, que havia percebido a careta do irmão durante o abraço que ele dera em Nami, já havia percebido que tinha algo a mais entre aqueles dois.
– É mesmo! Vamos andando... – A ruiva começou a andar e rapidamente foi seguida pelos outros dois – E então, Ace... Você vai passar um tempo na casa do Garp-san? – O garoto assentiu – E por quê?
– Ah, falando nisso... Você não me respondeu quando eu perguntei! – Luffy olhou curioso esperando a resposta.
– Hehe. É que eu me esqueci de responder... Fui suspenso por duas semanas... – Ele riu – Minha mãe não quer me ver nem pintado de ouro!
O mais novo acompanhou a risada.
– Já foi suspenso de novo? A tia Rouge deve estar uma fera!
Ambos sorriram, concordando.
– E você Luffy? Já foi suspenso?
– Ah! Esse ano ainda não...
Nami olhava para aquilo boquiaberta. Como Ace parecia estar tão despreocupado com a suspensão? E por acaso eles estavam fazendo algum tipo de competição de quem ficava em mais suspensões?! E sem falar que Sabo também tinha um histórico bem parecido...
– I-d-i-o-t-a-s! – Deu um soco na cabeça de cada um deles – Não fiquem felizes com coisas como essas! – Repreendeu os dois.
– Ela continua mandona como sempre, não? – Ace murmurou para que ela não ouvisse.
– Com certeza... – O outro respondeu igualmente baixo.
– Vocês não vêm, não? – A garota já se encontrava em uma distância considerável e esperava impaciente batendo o pé no chão.
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O terceiro horário de aula acabou ficando como horário livre. Afinal, ninguém sabia onde o professor Aokiji havia se metido. Talvez estivesse dormindo em algum lugar bem sossegado... Isso era o mais provável.
Luffy olhou para a sua turma, que estava espalhada pelo gramado, e olhou entediado para o céu. A sombra que a cerejeira, esta era a segunda grande árvore na escola, proporcionava era realmente agradável e acabou cochilando ao som das risadas dos amigos. Acordou de súbito ao sentir um chute na perna. Olhou ao redor confuso e viu um Sanji rindo de se acabar rolando no chão.
– Foi mal Luffy! – O loiro conseguiu dizer quando parou de rir e repôs o ar nos pulmões – Acabei lhe chutando sem querer...
– Tudo bem. – O garoto coçava um dos olhos e bocejou durante o ato – Dormi muito?
– Ah... Que nada. Só passou cerca de trinta minutos... – Usopp falou enquanto comia um sanduíche – Ah! Lembrei de outra piada, Sanji! Preste atenção você também, Chopper! – O moreno sorriu.
Um vento agradável passou por eles. – Ah... Então é por isso que Sanji estava rindo... – Luffy pensou um pouco sonolento. Olhou para o outro lado e viu Zoro dormindo com a cabeça apoiada no colo de Robin, enquanto a mesma estava concentrada em um livro. Estranhou aquela cena, mas deixou pra lá. Ao lado de Sanji estava Chopper ouvindo atentamente a piada contada pelo amigo narigudo. – O que Chopper está fazendo aqui? – Deu mais uma olhada em volta e só então percebeu a falta de alguém.
– Onde Nami está? – Ele bocejou de novo.
– Ela foi para a biblioteca. – Robin falou, parando de olhar para o livro. Em seus lábios, um sorriso discreto e enigmático.
Ao ouvir a palavra “biblioteca”, imagens daquele incidente acontecido há algum tempo vieram imediatamente a cabeça do garoto. Levantou-se, com a preocupação preenchendo seu olhar e partiu em direção a biblioteca. Em um dos corredores por onde passou ouviu duas garotas murmurarem algo sobre “Onde o Chopper-sensei se meteu?”, mas ignorou e continuou seu caminho.
Chegando ao local indicado, abriu a porta em rompante e se deparou com várias prateleiras amontoadas de livros. Como o local era relativamente grande e um pouco confuso, demorou um pouco para encontrá-la. Fora ela, só havia mais duas pessoas na biblioteca. Isso sem contar com a responsável do local, que estava tão concentrada lendo que nem percebeu quando Luffy passou por ela. Assim que viu aquelas madeixas longas e ruivas, reconheceu-a de imediato. Ela estava de costas para ele, tentando pegar um livro que estava fora do alcance dela.
Andou até ela e pegou facilmente o livro que ela não estava conseguindo alcançar.
– Obrigada. – Nami agradeceu com um sorriso travesso nos lábios – O que está fazendo por aqui?
– Ah! Eu estou... Procurando um livro...
– Sério? – A ruiva arqueou uma sobrancelha – Se me dizer o nome do livro, posso te ajudar a procurar...
Era bem evidente que ele não estava procurando livro algum ali, mas a garota fingiu não perceber.
– Ah, é que... Hm... Não estou lembrando do nome agora... – Ele passava uma das mãos no cabelo demonstrando nervosismo.
Uma ideia brotou na mente da garota e segurou a mão dele.
– O que foi? – Luffy olhou confuso para ela.
– Eu sei o lugar perfeito para procurar o seu livro.
Antes que ele pudesse inventar mais alguma desculpa, puxou-o por mais alguns corredores e adentrou uma sala que era desconhecida até pela responsável da biblioteca. Quando o garoto entrou na sala, a porta fechou-se. Olhou para trás assustado, mas estava um pouco difícil de ver devido à relativa escuridão que estava ali. Depois que seus olhos se acostumaram, conseguiu enxergar uma certa garota ruiva sorridente.
– Hm... E então... – Olhou ao redor e viu algumas prateleiras com livros de diversos tamanhos e larguras. No centro da sala havia uma mesa com algumas cadeiras um pouco empoeiradas – Aqui é o lugar que pode ter o livro que estou... Procurando?
Olhou de novo na direção onde Nami estava e surpreendeu-se ao ver que ela agora estava bem próxima a ele. Quando ela dava um passo para se aproximar mais, ele dava um passo para trás. Não sabia exatamente o porquê de estar se afastando dela. Talvez fosse por causa do suspeito sorriso que ela esboçava.
– E-então... Que sala é essa? – Luffy sentiu uma parede impedir que continuasse a se afastar.
– Ah... – Ela apontou para as várias prateleiras – Está vendo aqueles livros?
Ele assentiu.
– São todos para maiores de dezoito anos. – O garoto prendeu a respiração quando ela se aproximou mais – Não sei por que uma sala como essa está em uma escola... Mas parece que ninguém tem conhecimento sobre ela...
Nami puxou a gola da camisa dele e olhou diretamente em seus olhos. E quando ele abriu a boca para falar algo, ela o beijou. Luffy não esperava por aquilo, mas acabou retribuindo de imediato. Logo a ruiva sentiu mãos a puxarem para junto ao corpo dele. Enlaçou o pescoço dele com seus braços e passou de leve as unhas na nuca dele, ouvindo-o soltar um gemido baixo. Ambos pareciam desejar muito que o contato acontecido naquela festa se repetisse.
Quando Luffy estava começando a se empolgar, Nami finalizou o beijo e mordeu levemente o lábio inferior dele. Em seguida se afastou dele e sorriu vitoriosa.
– E isso é por ter me deixado sozinha. – Ela falou enquanto se retirava da sala, deixando o garoto perdido em seus pensamentos.
“Isso... Foi vingança por eu ter deixado ela no quarto, sozinha?” O garoto estava confuso, mas de duas coisas ele tinha certeza. Ela não havia esquecido absolutamente nada e a relação entre eles dois nunca mais seria a mesma. “O que devo fazer...?” Ainda podia sentir a macia e agradável sensação dos lábios dela sobre os seus e isso o estava enlouquecendo. Seu corpo entrava em modo automático, talvez por instinto, quando ela o beijava.
– Não sei se vou conseguir me controlar se ela fizer isso de novo... – Luffy sussurrou para o nada.
Notas finais
Hehe. Embora o beijo não tenha levado a um passo mais adiante, não se preocupem! A cena que vocês estão esperando está perto de chegar! õ/ Hehe. Té a próxima! n.n
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