Unschuldig

9 Capítulo 9 - Provocação x Autocontrole


Notas iniciais
Voltei, minna! *O* Haha. E o casal ganhador é... *Somdorufardostambores* ZOROxROBIN!! Pessoal que fã do de ZoroxSanji, não fiquem com raiva! Em algum plano futuro, posso pensar em fazer uma fic deles especialmente para vocês... xD Nhaa! Espero que não queiram jogar pedras em mim depois de terminarem de ler o capítulo... Enfim, boa leitura! õ/

Capítulo 09 – Provocação x Autocontrole

Luffy puxou-a, colando os corpos. A garota arfou com aquele súbito contato mais íntimo. Senti-lo tão próximo de si era maravilhoso. O calor natural do corpo dele parecia incendiá-la, tanto por dentro quanto por fora. Beijavam-se intensamente, como se nada mais importasse. Aparentemente ambos esperavam por esse momento há muito tempo. E embora desejassem que esse momento não terminasse, tiveram que se separar para repor o ar nos pulmões. Maldita necessidade de respirar!

As testas encostaram-se uma na outra. Luffy respirava ofegante com seus olhos fechados e quando os abriu deparou-se com uma Nami de expressão dividida entre surpresa e excitação. Seu rosto ficou completamente enrubescido ao perceber o que tinha acabado de fazer. Afastou-se de Nami, murmurou um “desculpe” e saiu rapidamente do quarto.

– Mas o que foi isso...? – A ruiva tocou os próprios lábios. A sensação daquele beijo intenso ainda repousava ali – Eu... Não sabia que ele beijava tão bem...

Ainda se sentindo meio torpe, andou até a cama e se jogou nela. Nenhuma linha de pensamento conseguia ficar concreta em sua mente. A felicidade que aquele pequeno ato, acontecido entre eles dois, causou nela era imensa. Mas em alguns segundos o sentimento de felicidade foi subitamente substituído por um sentimento, não tão forte, de raiva.

– O que aquele idiota planejava fazer ao me deixar sozinha aqui?! – Nami encarou malevolamente o teto – Logo agora que estava começando a ficar bom... Pelo menos descobri uma forma de fazê-lo agir...

Sim. Ela tinha descoberto, mesmo que meio ao acaso. Se o simples fato de Luffy ter visto o beijo acontecido entre ela e Law, havia surtido tal efeito... Talvez se ela o provocasse falando o nome de Trafalgar Law ocasionalmente, ele desse conta que ela não estaria disponível durante muito tempo.

– Hm... É uma aposta arriscada... Afinal, pode ter o efeito contrário. – Ela pensou um pouco e depois sorriu para o nada – Mas é como dizem... Quem não arrisca, não petisca. E eu quero muito petiscá-lo... – Completou maliciosa.

Logo após ter concluído alguns planos para provocá-lo em sua mente, a porta do quarto se abriu em um rompante, revelando um Law muito preocupado.

– Nami! – Ele se aproximou dela – Aconteceu alguma coisa? Luffy fez algo?

– Ahn? Do que está falando? – Ela olhou-o confusa.

– É que ele parecia estranho... E ele puxou você sem mais nem menos.

– Ah... Não aconteceu nada, não. Ele só estava passando um pouco mal... – Tentou parecer convincente. Afinal, não tinha a intenção de contar o que realmente havia acontecido ali. Levantou-se animada e puxou-o de volta para a pista de dança – Vamos aproveitar a festa!

– O-ok... – Law assentiu um pouco confuso.

Lá embaixo a festa rolava solta. Parecia até que o número de pessoas havia se duplicado. Fumaça de gelo seco se espalhava pelo local e no teto um enorme globo de luz piscava altivamente no ambiente escuro. Nami achou ter visto Zoro e Robin dançando juntos entre aquela enorme aglomeração de pessoas. – Deve ser fruto da minha imaginação... – Concluiu em pensamento. Ou pelo menos foi a justificativa mais razoável que conseguiu imaginar.

Andou até o mini-bar, ainda sendo seguida pelo garoto, e se sentou em um dos bancos. Chamou o barman pedindo a mesma bebida de antes.

– O mesmo para mim. – Nami pôde ouvir Law falando ao seu lado.

Olhou distraidamente ao redor, a procura de rostos conhecidos e surpreendeu-se ao ver Sanji e Vivi nos maiores amassos. Eles estavam em um lugar mais afastado e com menos iluminação, mas nada escapava da visão de águia que a ruiva possuía. Avistou também alguns professores, mas estes pareciam estar sobre forte efeito de álcool. Ao olhar em direção a grande porta por onde entrara mais cedo, achou ter visto Usopp e Kaya saindo de mãos dadas. Provavelmente já estavam indo embora.

Procurou mais um pouco, mas não conseguiu localizar Luffy em lugar algum. – Onde ele poderia ter se metido? – Já estava começando a ficar irritada com isso.

– Nunca mais a gente tinha saído para uma festa assim, não era? – Law decidiu iniciar uma conversa, já que a garota parecia estar bem concentrada a procura de algo na multidão.

Nami, que havia esquecido a presença do rapaz ao seu lado, sorriu em resposta.

– É verdade... – Bebericou o líquido do copo em mãos – Mas eu soube que você andava meio ocupado com a calourada desde o início do ano...

– Não tenho culpa! Afinal, eram elas que me procuravam... – Lançou-lhe um olhar de esguelha – Aparentemente eu e Kid somos bem famosos entre as garotas.

A garota não pôde evitar um sorriso.

– Você não muda nunca, não é mesmo? – Olhou-o sugestivamente – Sempre arrasando corações por aí...

– Bem que eu trocaria todos esses corações por uma chance de conquistar a garota que estou interessado... – Ele murmurou mais para si mesmo do que para ela.

– Hm? Falou algo?

– Ah! Não, não. Só estava pensando alto... Está música é bem animada, não é? – O garoto estava claramente tentando mudar de assunto.

Nami havia escutado de maneira bem nítida o que ele tinha murmurado, mas achou melhor dar uma de desentendida. Não queria complicar a relação entre eles. Gostava dele sim. Mas só como amigo.

– Isto é um convite para dançar? – Ela sorriu travessa.

– Bem... Pode ser. Você aceitaria?

– Mas é claro! Vamos lá! – Nami levantou-se ao largar o copo sobre a bancada e chamou-o para a pista de dança.

Não havia encontrado Luffy e não se preocuparia com ele agora. Depois pensaria em um castigo adequado, por ele tê-la abandonado no quarto. No momento, ela apenas se preocuparia em aproveitar a festa.

#-#-#-#

Depois do beijo involuntário que ele dera em Nami, sua timidez falou mais alto e acabou fugindo de lá. Assim que chegou em casa tomou banho e se preparou para dormir. E embora realmente tenha tentado dormir, uma leve insônia se abateu sobre ele.

– ...Talvez eu esteja acostumado a sempre dormir com ela... – Luffy pensou em voz alta – Droga... Como eu devo agir na frente dela agora...?

Naquela noite Nami não apareceu e ele adormeceu cansado de tanto esperar. No domingo também não a viu o dia inteiro e durante a noite ela também não veio. – Ela deve estar com raiva de mim... – Luffy pensou um pouco apreensivo. Se esta teoria realmente estivesse certa, ele pediria desculpa pelo que fizera sem pensar.

A segunda-feira veio mais rápido do que o esperado. Raios de sol iluminavam forte todo o quarto. Luffy virou para o lado e encarou o seu pequeno despertador.

– ...Já está na hora...

Embora estivesse se sentindo um pouco deprimido, levantou-se e rumou para o banheiro. Em pouco tempo já estava arrumado e desceu para tomar o café da manhã, mas surpreendeu-se ao chegar na cozinha.

– Ace?! – Luffy sorriu – O que faz aqui?

– Hey! Isso é jeito de falar com o seu irmão? – Ace fingiu estar indignado.

Abraçaram-se e sorriram um para o outro. Garp que estava tomando café na mesa, pronunciou-se pela primeira vez.

– Ele vai ficar aqui por um tempo... – O homem de cabelos grisalhos suspirou cansado – Por que será que pressinto que alguma confusão deve estar por vir?!

– Deixe de ser neurótico, velhote. – Ace sentou-se e começou a comer, logo sendo seguido pelo mais novo – Até parece que já fiz você se meter em algum problema...

– Ah. Vai me dizer que aquela fez em que vocês explodiram o balanço do parquinho não foi uma confusão?! – Garp tentava inutilmente se concentrar no jornal.

– Ah... Bons tempos... – Ace gargalhou, sendo acompanhado por Luffy.

Garp socou-lhe as cabeças de ambos.

– Não fiquem felizes com isso! – Lançou-lhes um olhar fulminante – E Luffy! Vá para a escola!

– Mas eu ainda nem terminei de comer... – Ele tentou argumentar enquanto massageava a cabeça.

Aparentemente as pessoas adoravam surrá-lo.

– Sem mais! Vá imediatamente! – O homem rangeu os dentes. Só de imaginar os problemas que poderiam vir a surgir com a reunião de Luffy, Sabo e Ace, já lhe causava uma forte dor de cabeça.

Com a expressão ameaçadora que estava no rosto de Garp, a única coisa que Luffy pensou foi em fugir dali. Pegou sua mochila e ia se preparando para sair quando sentiu que estava sendo seguido.

– Eu vou lhe acompanhar até a metade do caminho! – Ace sorriu travesso – Quero rever Nami...

O garoto mais novo tinha sérias dúvidas se ela ainda estaria esperando-o hoje, mas nada comentou com o irmão.

Gritaram um “Estamos saindo” para Garp, que estava lendo o jornal com uma expressão indignada, e partiram para a casa vizinha. Ao vê-la em pé encostada ao portão da casa dela, Luffy sentiu uma centelha de esperança brotar dentro de si e torceu para que ela houvesse se esquecido sobre tudo.

– Por quanto tempo você pretendia me deixar esperando?! – Nami olhou-o irritada, mas logo sorriu ao perceber a presença do outro garoto – Ace!!

A garota correu e pulou no pescoço do mais velho, que a abraçou e rodopiou um pouco. Luffy olhou-os com cara de poucos amigos, mas logo se repreendeu mentalmente por sentir ciúmes daquilo. Eles se conheciam há bastante tempo, então aquele abraço não era normal...

– Maníaca das laranjas! Senti saudades! – Ace falou ao colocá-la no chão.

– Maníaca das laranjas é a avó! – Ela bufou irritada.

O garoto alargou o sorriso.

– Ah... Então sua avó é uma maníaca? – Ele fingiu inocência – A sua família é bem legal, hein?

Nami deu um soco no braço dele, não tão forte, só entrando na brincadeira.

– Hm... Parece que andou malhando... – Um sorriso malicioso brincou em seus lábios – Você parece mais... Maduro...

– Ta me achando com cara de fruta? – Ace arqueou uma sobrancelha, fazendo Nami rir – Você também... Floresceu... – Pronunciou esta última palavra olhando diretamente para os seios dela.

A garota corou um pouco ao perceber a direção do olhar dele e depois apalpou os próprios seios.

– Err... Acho que eles cresceram um pouquinho...

– Um pouquinho?! Você era uma tábua!

– O QUÊ?!

Aquela discussão poderia ter se prolongado por muito mais tempo, caso Luffy não tivesse chamado a atenção deles.

– Caham! – Os dois olharam para ele – Não deveríamos estar indo para a escola? – Ele parecia levemente irritado.

Nami riu internamente daquele ataque de ciúmes mal disfarçado. Até Ace, que havia percebido a careta do irmão durante o abraço que ele dera em Nami, já havia percebido que tinha algo a mais entre aqueles dois.

– É mesmo! Vamos andando... – A ruiva começou a andar e rapidamente foi seguida pelos outros dois – E então, Ace... Você vai passar um tempo na casa do Garp-san? – O garoto assentiu – E por quê?

– Ah, falando nisso... Você não me respondeu quando eu perguntei! – Luffy olhou curioso esperando a resposta.

– Hehe. É que eu me esqueci de responder... Fui suspenso por duas semanas... – Ele riu – Minha mãe não quer me ver nem pintado de ouro!

O mais novo acompanhou a risada.

– Já foi suspenso de novo? A tia Rouge deve estar uma fera!

Ambos sorriram, concordando.

– E você Luffy? Já foi suspenso?

– Ah! Esse ano ainda não...

Nami olhava para aquilo boquiaberta. Como Ace parecia estar tão despreocupado com a suspensão? E por acaso eles estavam fazendo algum tipo de competição de quem ficava em mais suspensões?! E sem falar que Sabo também tinha um histórico bem parecido...

– I-d-i-o-t-a-s! – Deu um soco na cabeça de cada um deles – Não fiquem felizes com coisas como essas! – Repreendeu os dois.

– Ela continua mandona como sempre, não? – Ace murmurou para que ela não ouvisse.

– Com certeza... – O outro respondeu igualmente baixo.

– Vocês não vêm, não? – A garota já se encontrava em uma distância considerável e esperava impaciente batendo o pé no chão.

#-#-#-#

O terceiro horário de aula acabou ficando como horário livre. Afinal, ninguém sabia onde o professor Aokiji havia se metido. Talvez estivesse dormindo em algum lugar bem sossegado... Isso era o mais provável.

Luffy olhou para a sua turma, que estava espalhada pelo gramado, e olhou entediado para o céu. A sombra que a cerejeira, esta era a segunda grande árvore na escola, proporcionava era realmente agradável e acabou cochilando ao som das risadas dos amigos. Acordou de súbito ao sentir um chute na perna. Olhou ao redor confuso e viu um Sanji rindo de se acabar rolando no chão.

– Foi mal Luffy! – O loiro conseguiu dizer quando parou de rir e repôs o ar nos pulmões – Acabei lhe chutando sem querer...

– Tudo bem. – O garoto coçava um dos olhos e bocejou durante o ato – Dormi muito?

– Ah... Que nada. Só passou cerca de trinta minutos... – Usopp falou enquanto comia um sanduíche – Ah! Lembrei de outra piada, Sanji! Preste atenção você também, Chopper! – O moreno sorriu.

Um vento agradável passou por eles. – Ah... Então é por isso que Sanji estava rindo... – Luffy pensou um pouco sonolento. Olhou para o outro lado e viu Zoro dormindo com a cabeça apoiada no colo de Robin, enquanto a mesma estava concentrada em um livro. Estranhou aquela cena, mas deixou pra lá. Ao lado de Sanji estava Chopper ouvindo atentamente a piada contada pelo amigo narigudo. – O que Chopper está fazendo aqui? – Deu mais uma olhada em volta e só então percebeu a falta de alguém.

– Onde Nami está? – Ele bocejou de novo.

– Ela foi para a biblioteca. – Robin falou, parando de olhar para o livro. Em seus lábios, um sorriso discreto e enigmático.

Ao ouvir a palavra “biblioteca”, imagens daquele incidente acontecido há algum tempo vieram imediatamente a cabeça do garoto. Levantou-se, com a preocupação preenchendo seu olhar e partiu em direção a biblioteca. Em um dos corredores por onde passou ouviu duas garotas murmurarem algo sobre “Onde o Chopper-sensei se meteu?”, mas ignorou e continuou seu caminho.

Chegando ao local indicado, abriu a porta em rompante e se deparou com várias prateleiras amontoadas de livros. Como o local era relativamente grande e um pouco confuso, demorou um pouco para encontrá-la. Fora ela, só havia mais duas pessoas na biblioteca. Isso sem contar com a responsável do local, que estava tão concentrada lendo que nem percebeu quando Luffy passou por ela. Assim que viu aquelas madeixas longas e ruivas, reconheceu-a de imediato. Ela estava de costas para ele, tentando pegar um livro que estava fora do alcance dela.

Andou até ela e pegou facilmente o livro que ela não estava conseguindo alcançar.

– Obrigada. – Nami agradeceu com um sorriso travesso nos lábios – O que está fazendo por aqui?

– Ah! Eu estou... Procurando um livro...

– Sério? – A ruiva arqueou uma sobrancelha – Se me dizer o nome do livro, posso te ajudar a procurar...

Era bem evidente que ele não estava procurando livro algum ali, mas a garota fingiu não perceber.

– Ah, é que... Hm... Não estou lembrando do nome agora... – Ele passava uma das mãos no cabelo demonstrando nervosismo.

Uma ideia brotou na mente da garota e segurou a mão dele.

– O que foi? – Luffy olhou confuso para ela.

– Eu sei o lugar perfeito para procurar o seu livro.

Antes que ele pudesse inventar mais alguma desculpa, puxou-o por mais alguns corredores e adentrou uma sala que era desconhecida até pela responsável da biblioteca. Quando o garoto entrou na sala, a porta fechou-se. Olhou para trás assustado, mas estava um pouco difícil de ver devido à relativa escuridão que estava ali. Depois que seus olhos se acostumaram, conseguiu enxergar uma certa garota ruiva sorridente.

– Hm... E então... – Olhou ao redor e viu algumas prateleiras com livros de diversos tamanhos e larguras. No centro da sala havia uma mesa com algumas cadeiras um pouco empoeiradas – Aqui é o lugar que pode ter o livro que estou... Procurando?

Olhou de novo na direção onde Nami estava e surpreendeu-se ao ver que ela agora estava bem próxima a ele. Quando ela dava um passo para se aproximar mais, ele dava um passo para trás. Não sabia exatamente o porquê de estar se afastando dela. Talvez fosse por causa do suspeito sorriso que ela esboçava.

– E-então... Que sala é essa? – Luffy sentiu uma parede impedir que continuasse a se afastar.

– Ah... – Ela apontou para as várias prateleiras – Está vendo aqueles livros?

Ele assentiu.

– São todos para maiores de dezoito anos. – O garoto prendeu a respiração quando ela se aproximou mais – Não sei por que uma sala como essa está em uma escola... Mas parece que ninguém tem conhecimento sobre ela...

Nami puxou a gola da camisa dele e olhou diretamente em seus olhos. E quando ele abriu a boca para falar algo, ela o beijou. Luffy não esperava por aquilo, mas acabou retribuindo de imediato. Logo a ruiva sentiu mãos a puxarem para junto ao corpo dele. Enlaçou o pescoço dele com seus braços e passou de leve as unhas na nuca dele, ouvindo-o soltar um gemido baixo. Ambos pareciam desejar muito que o contato acontecido naquela festa se repetisse.

Quando Luffy estava começando a se empolgar, Nami finalizou o beijo e mordeu levemente o lábio inferior dele. Em seguida se afastou dele e sorriu vitoriosa.

– E isso é por ter me deixado sozinha. – Ela falou enquanto se retirava da sala, deixando o garoto perdido em seus pensamentos.

“Isso... Foi vingança por eu ter deixado ela no quarto, sozinha?” O garoto estava confuso, mas de duas coisas ele tinha certeza. Ela não havia esquecido absolutamente nada e a relação entre eles dois nunca mais seria a mesma. “O que devo fazer...?” Ainda podia sentir a macia e agradável sensação dos lábios dela sobre os seus e isso o estava enlouquecendo. Seu corpo entrava em modo automático, talvez por instinto, quando ela o beijava.

– Não sei se vou conseguir me controlar se ela fizer isso de novo... – Luffy sussurrou para o nada.

Notas finais
Reviews? =]
Hehe. Embora o beijo não tenha levado a um passo mais adiante, não se preocupem! A cena que vocês estão esperando está perto de chegar! õ/ Hehe. Té a próxima! n.n