Unlike Cinderella...

10 Capítulo 9 - Discussions...


Notas iniciais
Cupcakeeeeeeeees ♥! OMG, como eu amo vocês!! Tantas pessoas comentando e conversando comigo pelo MP *-*!! Juro que estou no paraíso!! Muito obrigada Jade, Mara Leite, Letícia Merlo, Isabelle Santos, Biiah Lynch, Quiet Little Reader, Sophia Stephane, Milazinha 90, Gabs, Kay (Lynch), Gatinha MÁ, Dream Sweet Dream, Mah (Mari), Paloma Coutinho, Cynthia, Miley Demi1920 e Jeh (CereJeh) pelos comentários maravilhosos *0*! Ah, eu criei um grupo para nós o/! Falarei mais nas notas finais, ok? Boa Leitura...

POV Ally

Segunda-feira. Primeiro dia de aula. Primeira vez que verei como é uma escola de verdade. Primeira vez que terei colegas de classe. Primeiro passo para viver como uma adolescente comum. Certo, acho que já posso entrar em pânico.

A verdade é que eu não dormir a noite toda, morrendo de medo e ansiedade para o que me espera hoje. A agonia aumenta ainda mais por estar entrando dois meses depois de ter iniciado as aulas. Segundo Dez e os livros que lia na biblioteca real, na escola, os alunos se dividem em grupos com interesses semelhantes ou, apenas, dividem-se assim por conhecer as pessoas a mais tempo.

A minha mente já criou inúmeras teorias para o que pode acontecer de pior na escola e isso só me faz mais insegura ainda. E se eu cair na frente de todos ou falar algo que ofenda? E se me acharem feia e estranha e não quiserem falar comigo? Será que farei algum amigo? Conseguirei ir bem nas matérias?

Agora, estou sentada de frente para diversas guloseimas que Tia Mimi preparou, mas estou tão nervosa que nem mesmo fome eu consigo sentir. Austin ainda não desceu para tomar café, mas sei que já está acordado. Ouvi seus gritos do meu quarto, quando Tia Mimi foi acordá-lo. Parece que ela puxou o cobertor dele e o mesmo caiu da cama. Ao menos, foi isso que Tio Mike me contou.

– Bom dia. – cumprimenta Austin ao chegar na sala de jantar.

– Bom dia, querido. – responde Tia Mimi, dando-lhe um beijo na testa.

– Bom dia, filhão. – fala Tio Mike, após tomar um gole de seu café.

– Bom dia, Austin. – respondo um pouco preocupada. Soube por Dez e Trish, que, ontem à noite, ele saiu de casa bem irritado e eu não vi que horas ele voltou.

O garoto me olha sério e balança a cabeça negativamente. Olho para ele confusa. O que há com ele? Resolvo perguntar depois. Observo o loiro o café da manhã inteiro. Ele está estranho. Pensativo e muito calado.

– Vamos? – pergunta Austin, após terminar de comer. Ele iria comigo de carro para escola. Ele já tem carteira de motorista e recentemente ganhou um carro, o que facilita a nossa ida para a escola.

– Sim. Deixe-me apenas ir buscar minhas coisas. – peço.

– ‘Tá. Vou esperar no carro. – responde sério e sai da cozinha se despedindo com um aceno dos pais.

Vou até meu quarto e pego as minhas coisas. Antes de sair, uma cena me chamou a atenção. Da varanda do meu quarto, eu conseguia ver o carro de Austin. Ele estava cabisbaixo e pensativo, assim como mais cedo, no entanto, ele andava de um lado para o outro, parecendo que estava tentando se convencer de algo. Estranho a atitude.

Desço as escadas, andando apressadamente. Eu não quero atrasar Austin e muito menos me atrasar no primeiro dia de aula. Passo por Tia Mimi e Tio Mike e ambos me dão um beijo na testa e desejam boa sorte. Confesso que a atitude dos dois me surpreendeu e emocionou um pouco, pois ninguém no reino, tirando Kira, abraçavam-me ou demonstravam o afeto que Tio Mike e Tia Mimi demonstram comigo.

– Estou pronta. Acredito que já possamos ir. – digo, assim que chego perto de Austin.

– Hãn... Tudo bem. Entre. – aponta para o lado da carona e vai para o lado do motorista.

Austin permaneceu calado durante a maior parte do caminho. Ele prestava atenção no trânsito, mas parecia distante. A minha curiosidade estava me matando. Não sou do tipo que se intromete na vida de outras pessoas, mas eu já estava bem preocupada com o loiro.

– Austin. – chamo docemente. – Você está bem?

Ele olha brevemente para mim e, em seguida, volta a olhar para frente, incrivelmente, tenso. Ouço o garoto soltar um suspiro, inquieto e apreensivo.

– Ally, nós temos que conversar. – ele diz, ainda olhando para a estrada.

– Claro. Qual o problema? – nunca fiquei tão tensa como agora. Não entendo o motivo, mas vê-lo tão nervoso me deixa três vezes mais nervosa que o normal.

– Nós vamos ter que fingir que não nos conhecemos. Precisa ficar longe de mim na escola e jamais contar a ninguém sobre o casamento. – fala, apertando o volante.

Ouvir aquelas palavras me partiram o coração. Não sei, ao certo, o porquê, mas me magoou muito, saber que teria que fingir não conhecer Austin. Por mais que eu tente não julgar a sua decisão e pedir explicações antes de me sentir mal por qualquer coisa, não consigo evitar me sentir um ser inferior ou algo sem valor para ele.

– Por... Por que? – pergunto com dificuldade. Eu consigo controlar minhas feições, mas o nó que se formou em minha garganta não permitiu que eu falasse muito mais que isso.

– É para sua segurança, Ally. Ninguém pode saber que você é a princesa de Krósvia e se andar comigo isso pode causar muita especulação. No Marino High School o que não falta são pessoas loucas para fazer fofoca e gerar confusões. Acredite, isso é para o seu próprio bem. – explica, Austin, finalmente, olhando para mim. Ele havia parado o carro no acostamento da pista.

– Eu entendo. Não se preocupe. – digo, sorrindo com compreensão.

Lógico que eu não estou feliz por isso, mas eu realmente não posso arriscar o meu segredo por coisas tão furteis como querer que Austin esteja comigo a todo momento na escola. Eu sei que é loucura, mas eu realmente acreditei que não estaria sozinha hoje. Pelo visto, eu me enganei redondamente.

– Ally...

– Não, Austin. Você está certo. Eu não posso colocar o meu segredo em risco. Obrigada por me lembrar. – corto Austin, tentando encerrar o assunto.

Eu não demonstrava qualquer aborrecimento ou sentimento que estava sentindo naquele momento. Assim como eu precisava fazer no reino, eu fingir que não tinha problema algum e que concordava com tudo o que Austin disse, mas no fundo, eu estava triste e irritada.

Quando estávamos próximos da escola, Austin parou o carro e eu desci. Era melhor evitar chegarmos juntos, se nós queríamos esconder que nos conhecíamos.

Apenas disse um tchau ao loiro e comecei a caminhar em direção ao caminho que Austin disse que ficava a escola. Não era muito longe, então, menos de 10 minutos eu já avistava o mar de estudantes e funcionários da escola.

Meu coração bate mais forte e minhas mãos começam a suar como nunca. E se eu não consegui? Decido não pensar muito nisso e começo a andar. Chego na escola e peço informação para saber onde ficava a diretoria.

Assim que chego na sala da diretora, a mesma me recebe muito bem. Converso um pouco com a mesma e explico minha situação, claro que sem mencionar que sou uma princesa. A Sra. Gibson, a diretora, passa para mim os papéis necessários para consegui me virar na escola. Salas, horários, número do armários e um resumo do conteúdo que eu havia perdido. Caso precisasse, eu poderia pedir ajuda ao grupo de reforço da escola. Ela me passou, também, o mapa da escola, então, assim, eu não correria o perigo de me perder.

Após acertar os últimos detalhes, caminho sem pressa para a sala de aula onde estudaria Biologia pelo resto do ano. Enquanto seguia rumo a sala 115, observo os alunos e alguns me encaravam de volta. No geral, posso dizer que passei despercebida por todos.

Em alguns minutos, graças ao mapa, encontro a sala do 12º ano*. Suspiro ansiosa e depois respiro fundo, tentando me acalmar. Entro na sala e me sento em uma cadeira próximo ao professor e do lado da janela. Não olhei muito em volta, mas pelo que vi, Austin, Dez e Trish ainda não haviam chegado ou não teriam aula comigo.

O sinal toca e o resto dos alunos que faltavam, entraram e ocuparam seus lugares. O professor não demorou muito a chegar. Fui apresentada aos alunos e a aula seguiu tranquilamente. Permaneci calada e apenas anotando coisas que achava importante. Eu já estudei essa matéria em Krósvia, então, não teria dificuldade alguma em fazer a prova que seria dada em duas semanas.

As outras aulas seguiram dessa maneira. Não vi Trish, Dez e Austin em nenhum momento antes do intervalo. Assim como era esperado, nenhum dos estudantes vieram falar comigo. Passei a maior parte do tempo, “isolada” do resto da turma. Isso não me incomodou. Estudei a vida inteira sozinha no castelo com professores particulares. Estava acostumada a não ter nenhum colega de classe ao meu lado.

O intervalo foi anunciado e as alunos saíram apressados da sala. Arrumo meus materiais sem pressa. E, quando estou saindo da sala, esbarro com uma garota muito bonita. Ela tem cabelos castanhos, a pele bronzeada e os olhos da mesma cor que seus cabelos. Vestia roupas muito bonitas de líder de torcida.

– Hey, garota, não olha por onde anda? – fala irritada.

– Sinto muito. – digo, recolhendo os papeis que eu havia deixado cair.

– Você é nova aqui, não é? – pergunta com ironia.

– Sim. Hoje é a pri...

– ‘Tá, ‘tá, não importa. Já deu para perceber que não é daqui por ter esbarrado comigo. – responde grosseiramente.

– É! Ninguém esbarra na Brooke Clark nesta escola. Todos a respeitam. Ela é a princesa do Marino e logo será a rainha. – responde uma garota loira ao seu lado.

– Deu para entender ou ‘tá difícil? – fala Brooke com ironia.

– Sinto muito por ter esbarrado em você, Brooke. – digo, controlando ao máximo minha raiva. Lembre-se, Ally, você é uma princesa. Princesas não devem se envolver em confusão ou serem mal educadas.

– Tanto faz. — ignora o meu pedido de desculpas. De repente, ela dá um sorriso maldoso e continua a falar: — Se sabe o que é bom para você, novata, faça tudo o que eu disser ou farei da sua vida um inferno. Ah, e fique bem longe de mim, entendeu? – ela me olha com nojo. – Vamos, Emily. Agora eu preciso ver o lindo do meu Austin.

Após dizer isso, a morena e a loira saem conversando animadamente sobre Austin. Então, essa é a louca que Austin havia falado? Ele tem razão em querer distancia da maluca.

Guardo minhas coisas em meu armário e sigo para o refeitório. Pego minha bandeja com o meu almoço e saio a procura de alguma mesa. Vejo Brooke e Austin sentados em uma mesa cheia de jogadores e líderes de torcida. A morena ficava se esfregando em Austin, como se fosse um cachorrinho tentando chamar a atenção do dono. O loiro ignorava a garota por completo, mas ainda sim, não a afastava. Aquela cena me fez embrulhar o estômago. Devio o olhar para outra parte da mesa. Dez e Trish também estavam sentados na mesa. Ambos discutiam por alguma coisa e isso me faz pensar o quanto que eles se gostam e não admitem. Até mesmo eu, posso dizer que todo esse ódio é puro amor.

Brooke percebe meu olhar e me encara com ironia. Decido não me aproximar da mesa, pois, caso fizesse, provavelmente, eu poderia me envolver em confusão. Além disso, Austin disse que eu não poderia andar com ele. Suspiro triste. Começo a procurar por uma mesa longe da que ele e Brooke estavam.

Encontro uma mesa vazia, afastada dos outros alunos. Almoço sozinha e começo a pensar se haverá alguma diferença entre estudar com tantos alunos em Miami ou estudar sozinha em Krósvia. Bem, ao menos eu não fui incomodada ou destrata por ninguém, com exceção de Brooke.

Ao terminar de comer, pego minha bandeja e entrego para a mulher da cantina. Olho mais uma vez para o refeitório. Tudo é tão novo. Existem tantas pessoas em um mesmo ambiente, brincando, conversando, rindo e comendo, sem se importar com o que acontece no mundo lá fora. Nenhuma responsabilidade de grande valor ou qualquer preocupação com o futuro próximo. Eu, definitivamente, não pertenço a este mundo.

Apesar de possuir a mesma idade que a maioria ali, eu sou, totalmente, diferente de todos. Eu nunca consegui fazer uma refeição sem ter alguma preocupação em mente. Como está meu povo em Krósvia? Meus pais? Kira?

Vou ao banheiro e me olho no espelho. Analiso meu reflexo e vejo o quanto estou cansada. As profundas marcas abaixo dos olhos deixam claro a noite mal dormida.

Molho meu rosto e respiro fundo. Ainda teria que enfrentar mais algumas horas de aula, antes de ir para a loja de Tio Mike onde ajudaria.

Segundo Tia Mimi, a loja é bem movimentada, por isso eles precisam de ajuda. Eu me ofereci e Tio Mike ficou muito feliz por isso, ao menos foi o que pareceu.

O sinal do fim do intervalo toca. Saio apressada do banheiro e vou até meu armário. Eu teria mais três aulas agora. Matemática, História e Literatura.

O resto das aulas funcionou da mesma forma que as primeiras. A diferença foi que eu tive duas das minhas matérias preferidas. Matemática e Literatura. Eu sei, eu sei, sou uma pessoa estranha. Sou apaixonada por duas matérias completamente diferentes. Mas, eu adoro fazer cálculos e amo ler. Então, considero as duas minhas matérias preferidas.

Finalmente, as aulas chegaram ao fim. Eu estou cansada, mas nada demais. Talvez seja por nunca ter estudado em uma escola de verdade. Guardo meus materiais e vou para meu armário. De longe, vejo Austin e o mesmo me encarava. Ele parecia se sentir culpado por não ter ficado perto de mim hoje. Apenas dou um leve sorriso e termino de arrumar o que faltava.

Caminho até o lugar onde Austin havia me deixado mais cedo. O carro do loiro logo aparece e nele estavam Trish e Dez, como era de se esperar. Entro no carro e coloco o cinto, Austin dá partida e logo começo a conversar com os três.

– Ally! Onde você esteve o dia todo? Eu te procurei um tempão. – pergunta Trish, fingindo está chateada.

– Sinto muito, Trish. – respondo sorrindo sem-graça.

– Austin pedi para que ela fingisse não conhecê-lo, Trish. – explica Dez, olhando feio para o amigo.

– Dez! – repreende, Austin.

– O que? Eu não acredito que você fez isso com a Ally! Você enlouqueceu? – pergunta Trish, bem alterada.

– Trish, está tudo bem e....

– Não, Ally, nada está bem aqui. Eu não acredito, Austin! – Trish interrompe minha fala, ficando cada vez mais furiosa.

– É para o bem dela, ‘tá legal! – grita Austin em resposta.

– Para o bem dela uma ova! Você não tinha o direito de ignorar a Ally, Austin. – grita Trish de volta.

– Parem vocês dois! Eu não estou afim de morrer hoje! – grita Dez, tentando acalmar os ânimos.

– Sim, Trish, é para o bem dela! Não ‘tô afim de colocar a vida da Ally em risco. Se você não se lembra, ela é uma princesa e está a quilômetros de distância do reino dela, ou seja, ela está extremamente vulnerável. – explica Austin, ainda alterado, ignorando por completo o Dez.

– Eu não me esqueci, Austin! Mas, custava ir falar com a garota? Você é inacreditável! Não seja idiota. Falar com ela, não faria o segredo dela ser revelado. – fala Trish, muito irritada.

– Olha, Trish, se você não entende, não venha dá palpite e achar que...

– Já chega! – grita Dez irritado, interrompendo Austin. – Essa discursão não vai levar a lugar nenhum.

Olho para todos assustada. Não tive nem coragem de me meter na briga dos três. Eu nunca tinha presenciado uma cena como essa. O clima no carro estava extremamente tenso. Os três estavam calados e nenhum deles se olhavam. Suspiro frustrada.

– Gente, por favor, não fiquem assim. – peço e os três me encaram. – Austin não me ignorou, fui eu que permaneci longe de vocês, quando os vi no refeitório. Austin pediu apenas para fingirmos que não nos conhecíamos, então eu podia ir na mesa e me apresentar como se fosse a primeira vez que nos víamos, mas eu havia meio que discutido com Brooke mais cedo e queria evitar confusão. – explico apressadamente. Eu precisava fazer Dez, Trish e Austin se entenderem, pois não era justo eles brigarem por minha causa. Escondo que fiquei longe, também, por perdido de Austin.

– Você conheceu Brooke? – pergunta Austin, incrédulo.

– Infelizmente, sim. – respondo com sinceridade.

– Como foi que isso aconteceu? – questiona Trish com interesse.

– Quando eu estava saindo da sala para ir para o refeitório, sem querer, acabei esbarrando com ela. Conheci, também, uma tal de Emily. – conto com desanimo.

– O que foi que elas disseram? – pergunta Dez.

– Elas te fizeram alguma coisa? – pergunta Trish, quase em desespero.

– Apenas disseram que eu não deveria esbarra em Brooke Clark, que todos os respeitam e pela maneira como eu agir, era bem óbvio que eu era novata. – falo, olhando para baixo e mexendo, nervosamente, minhas mãos.

– Mais alguma coisa? – pergunta Austin, olhando para mim desconfiado.

– Não. – digo, dando o assunto por encerrado. Decido esconder a ameaça de Brooke.

O resto da volta foi em silêncio. Não demora muito e chegamos no Shopping de Miami. Assim que entramos na Sonic Boom, Tio Mike vem nos cumprimentar e depois me explica como tudo funciona na loja.

O dia na loja foi bem corrido devido ao movimento. Não troquei nenhuma palavra com Austin desde a conversa no carro. Uma vez ou outra eu o pegava me encarando, mas, sem seguida, desviava o olhar. Qual o problema de Austin? Uma hora ele propõe um tratado de paz e agora está me evitando. E por que isso me incomoda tanto? Tantas incertezas que juro que ainda enlouquecerei.

Continua...

Notas finais
*12º ano no Estados Unidos = último ano do Ensino Médio aqui no Brasil E então? O que acharam? Críticas, elogios, erros ortográficos? Bom, eu falei sobre o grupo nas notas iniciais. Deixa eu explicar melhor. Eu havia sugerido fazer um grupo no face para que possamos interagir mais ainda. Eu recebi apoio de muitas pessoas, então eu crirei! O link do grupo é: https://www.facebook.com/groups/677328449023646/ e quem quiser participar fique a vontade! Pode chamar amigas e etc! Quero muito poder conversar com todas juntas, ok? Só participem se quiserem, tá bom? Beijocas, linda ♥