Unlike Cinderella...

23 Capítulo 22 - Half Truths...


Notas iniciais
Heeeey, Cupcakes ♥!!! Então, deixa eu começa o capítulo avisando que ele não foi revisado e que, provavelmente, está cheio de erros, mas é que minhas aulas começaram e eu não tive tempo de revisar, além disso, eu não tive muitas ideias essa semana, então o capítulo está meio fraco! Sorry ://!! Quero agradecer a Lêh(Letícia Merlo), Miley Demi1920, Lala(Gabs), Juuh (Auslly Forever), Jads(Jade), May (Dreams And Wishes), Bea (Reader Secret), Thaís Lima, Jenny (Gatinha MÁ), Leleh10, Mara Leite, Emy0216, Fran, Anninha(Blogueira Anonima), Biiah Lynch, Isabelle Santos, Kas(CqC), Sôh (Sophia Stephane), Paloma Coutinho, Nick Black, Luah (Someday), Milazinha 90, Juliana Lorena, Dream Sweet Dream, CereJeh Lynch e Manu (VacuumCleaner) pelos lindos comentários que não tenho tempo para responder, mas que visualizo todos ♥ Obrigada, Cupcakes, pelo carinho *0*!! Boa Leitura...

POV Austin

Já havia minutos que Ally chorava em meu peito. Seu desespero era evidente. A garota tremia muito e não conseguia dizer uma só palavra. Meus amigos e eu não sabíamos o que fazer. Vê-la naquele estado estava me matando.

Todos ao nosso redor nos encaravam, tentando entender o que estava acontecendo. O choro de Ally demonstrava tanta dor, que era impossível não se penalizar por ela.

– Vai ficar tudo bem. – sussurro, enquanto afago seus cabelos.

Ally me aperta mais contra si. Sem saber o que fazer, a abraço com mais força ainda. Se eu pudesse, tomaria todas as suas dores e angustias, apenas para não vê-la assim.

– O que aconteceu? – Trish estava a ponto de chorar com a morena em meus braços.

– Nada de bom. – sussurro a resposta e a baixinha fica mais assustada ainda.

Algum tempo depois, Ally começa a se acalmar. Olho para meus amigos e eles a encaravam com preocupação. Ela levanta seu rosto e meu coração se partiu ao ver todo o seu sofrimento pelos belos olhos cor de chocolate.

– Ally? – chamo, acariciando seu rosto molhado. Seus olhos e seu nariz estavam bem vermelhos, assim como seu rosto marcado por minha camisa.

– Ele... O meu pai... Eu não posso perder meu pai, Austin. – fala Ally, com a voz embargada pelo choro. Ela soluçava um pouco e respirava com dificuldade.

– Você não vai perdê-lo. – digo, tentando passar uma confiança que eu não tinha.

– Eu vou pegar um copo de água com açúcar. – oferece Dallas, levantando-se e indo o mais depressa possível até a uma das moças que serviam os lanches no refeitório. Provavelmente, ele foi buscar o açúcar.

– Ally, o que aconteceu, princesa? – pergunta Dez, extremamente, preocupado.

Ally estende o meu celular para o ruivo, que, prontamente, começa a ler o que estava escrito. Trish se aproxima de Dez para saber o motivo dele está tão assustado.

– Isso... Oh, Deus! – fala Trish, colocando a mão na boca, com espanto. Ela olhava para Ally com tristeza e parecia não saber o que dizer.

– Ele vai ficar bem, Ally. – fala Dez, fazendo carinho na cabeça da morena.

Dallas chega com o copo de água e entrega a Ally. A morena se afasta um pouco de mim e toma um pouco da água. Ela respira fundo, tentando controlar as emoções.

– Eu preciso ver Prince. – pede, olhando em meus olhos.

– Tudo bem. Eu vou ligar para ele. – digo e a menina apenas balança a cabeça minimamente.

Ligo para Prince e o estado do mesmo não parecia ser o dos melhores. Converso um pouco com ele, explicando o pedido de Ally e o mesmo concordou em ir ao colégio, informando, também, que não demoraria a chegar.

Não demorou muito para o intervalo terminar, mas ninguém em nossa mesa se moveu. Ally ainda estava muito abalada para fazer qualquer coisa e a melancolia se instalava entre nós.

– Meninos, vocês precisam voltar para a aula. – avisa Abbigail, uma das mulheres que cuidam do refeitório.

– Abby, nós não podemos voltar para a sala. Olha só para nós, não conseguiríamos nos concentrar nas aulas. – explica Dez, meio melancólico.

– O que aconteceu, querido? – pergunta, preocupada.

– O pai dela não está muito bem. – sussurra Dallas, apontando, discretamente, para Ally.

– Tudo bem. – fala, após nos analisar. – Só não fiquem muito tempo por aqui.

A mulher se retira, deixando-nos sozinhos. Alguns minutos depois, Prince aparece na cantina e corre ao nosso encontro. Sua expressão era de desespero e angústia.

– Princesa. – diz, aproximando-se de Ally, preocupado.

– Prince. – fala Ally, com a voz fraca.

Ela olha para ele com tristeza e angustia. O homem observa Ally, assustado. Ele abraça a garota com força, parecendo sentir a mesma dor que ela sente.

– O que está acontecendo em Krósvia, Prince? – pergunta Ally, angustiada, afastando-se um pouco de Prince.

– As coisas estão complicadas, querida. – fala Prince. – Precisamos sair daqui. Não estamos seguros conversando sobre esse assunto aqui no Marino.

– Qual o problema em conversar aqui na escola? – pergunta Dallas, confuso. – E, desculpa a pergunta, mas quem é você?

– Pode me chamar de Prince. – responde, dando um sorriso triste. – E você?

– Dallas Miller. – fala Dallas.

– Ally corre perigo estando aqui? – pergunta Trish, preocupada.

– Não exatamente. – diz Prince, olhando para os lados, procurando por algo que não sei identificar. – Vocês não deveriam estar em sala de aula?

– Eles são de confiança, Prince. – digo. – Todos sabem da história de Ally.

Prince ainda nos encara em dúvida. Ele analisa a situação por um tempo e olha para Ally que estava um pouco cabisbaixa. A garota suspira cansada.

– Está tudo bem, Prince. – fala Ally. – Dallas, Trish e Dez estão sempre me ajudando. Podemos confiar nos três.

– Muito bem. – Prince acaba concordando. – Então vamos. Tentarei convencer a diretora a liberar vocês.

Prince, por incrível que pareça, consegue fazer com que a diretora nos desse autorização para ir embora. Durante o tempo em que esperávamos a confirmação de nossa saída, Dallas ligou para Cassidy, informando o que aconteceu. De alguma forma, ela disse que iria nos encontrar.

Saímos da Marino e seguimos para o apartamento de Prince, no qual eu havia estado no Domingo de manhã. Esperamos Cassidy chegar para que Prince começasse a explicar.

Alguns minutos depois, Cassidy chega. A loira estava extremamente preocupada com Ally. A morena, assim que a viu, correu para os braços da amiga, que a recebeu de bom grado.

– Você está bem, Ally? – pergunta Cassidy, analisando o estado de Ally.

– Eu não sei, Cassy. – responde Ally, parecendo querer chorar de novo. – Eu estou com tanto medo. Eu não sei o que fazer.

– Não se preocupe. – fala Cassidy, emocionada. – Nós estamos do seu lado.

Ally concorda e volta a se sentar ao lado de Trish, que abraça a garota com ternura, tentando acalmá-la. Cassidy se senta ao lado do namorado e apenas acena para mim.

– Todos estão aqui? – pergunta Prince.

– Acho que sim. – respondo, olhando para meus amigos.

– Eu vou ser direto ao ponto. – fala o homem, pegando um copo e o enchendo com alguma bebida que eu não soube identificar. Depois de tomar um gole do líquido, ele respira fundo e volta a falar: — As coisas estão acontecendo mais rápido que eu imaginava. Gavin está reunindo suas tropas e aliados para atacar Krósvia.

– O que? – pergunta Ally, ofegando um pouco.

– Pelas minhas estimativas, dentro de dois meses, os ataques serão iniciados. Eu já havia conversado com Austin sobre a possibilidade de Gavin já saber sua localização, querida, e eu acredito que isso já aconteceu. – Prince se senta no sofá ao meu lado e coloca os cotovelos sobre os joelhos, unindo as mãos em volta do copo que se encontrava próximo a boca, de maneira pensativa. – Se eu estiver certo, e eu oro para que isso seja só loucura da minha parte, não vai demorar para os inimigos começarem a atacar tanto você, Ally, quanto Austin.

– Por que eles querem atacar Austin? – pergunta Cassidy. – Eu imaginei que Ally fosse o “alvo”.

– Hãn... Sim, Ally é o objetivo deles, mas existem inúmeros motivos de Austin também estar na lista. – fala o moreno, um pouco nervoso.

– Quais motivos? – pergunta Ally.

– Eu não posso dizer ainda. – Prince parecia incomodado.

– Será que pode parar de esconder as informações de nós? – pergunto irritado. – Já parou para pensar que seria muito mais fácil sabermos o que nós estamos enfrentando? Eu já estou cansado disso!

– Ainda não é o momento certo, Austin. – explica Prince, como se eu fosse uma criança teimosa. – O assunto é muito mais complicado do que vocês podem imaginar.

– Complicado? – Trish usa um forte tom de sarcasmo. – Até eu estou cansada de ver tantos segredos e mistérios. Estão esperando que uma tragédia aconteça para dizer a eles algo que seja, realmente, importante?

– Vocês acham que eu não queria contar? – pergunta Prince, cansado.

– Então pare de esconder as coisas, Prince. – fala Ally, frustrada. – Eu já não aguento mais as pessoas tentando esconder informações importantes sobre a minha vida. Eu não sou um bebê indefeso que não entende as coisas. Em menos de um ano, eu devo me casar e assumi o trono. Venho me preparando desde que nasci para ser uma boa rainha e consegui comandar meu povo, mas, se não me disserem o que está acontecendo, como poderei cumprir meu destino? Meu pai está fraco e não sei até quando ele vai suportar a pressão. Eu não tenho notícias de Krósvia e minha mãe deve estar a beira de entrar em colapso, com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Eu preciso saber de alguma coisa. Qualquer coisa, por favor.

O silêncio se instala sobre a sala. Ninguém sabia o que falar. Prince permanecia pensativo, como se analisasse o que Ally havia dito. Dez suspira alto e bate palma, chamando a atenção de todos para si.

– Prince, olhe para nós. Sabemos que somos só um grupo de adolescentes inexperiente nessa história de realeza, mas somos amigos da Ally. Jamais a abandonaríamos. Queremos protegê-la, mas como podemos fazer isso se vocês não nos dizem o que está acontecendo? – pergunta o ruivo, para a surpresa de todos.

Dez não é o tipo de pessoa que você espera sair algo de muito maduro. Não que ele seja idiota ou algo assim, mas o ruivo vive com a cabeça no seu próprio mundo. No entanto, existem momentos que ele demonstra o seu lado responsável. Eu já havia visto esse lado dele algumas vezes, mas ainda é surpreendente a maneira como ele se sai em assuntos mais sérios.

– Dez tem razão, Prince. Eu conheço Ally a pouco tempo, mas uma coisa eu posso afirmar, ela não está sozinha. Estamos do lado dela e queremos protegê-la de todo mal, mas não conseguiremos fazer isso sem saber o que se passa. Se Ally está em perigo, nos deixe ajudar. – pede Dallas, com sinceridade.

– Não se enganem. – fala Prince, balançando a cabeça negativamente. – Os perigos que cercam Austin e Ally são muito maiores do que se podem imaginar. Uma guerra está prestes a acontecer. Isso não é uma brincadeira de criança e muito menos um conto de fadas. Vidas estão em perigo. Qualquer um de vocês podem morrer a qualquer momento. Os inimigos não possuem piedade. Ally, melhor do que ninguém, sabe do que eu estou falando. Se vocês se envolverem nesse assunto, devem se preparar para matar e morrer para proteger a princesa.

Novamente, todos ficaram calados. A maneira como Prince falava deixava claro que ele não estava brincando. Olho para Ally e ela não esboça nenhuma emoção.

– Prince está certo. – fala Ally, após um tempo. – Não posso envolver vocês em algo tão grave. Precisam se afastar enquanto não estão envolvidos. Se Gavin descobrir onde estou, não só eu estarei em perigo, como vocês também.

– O que? Ficou maluca? – pergunta Trish, surpresa. – Não vou me afastar de você!

– Ally, você não está sozinha! – Cassidy exclama, ainda sem acreditar no que Ally havia dito. – Nós já dissemos que vamos proteger você e não vai ser agora que irei voltar com a minha palavra.

– Vocês não entendem! – Ally parecia está a ponto de entrar em desespero. – Vocês podem morrer! As pessoas a volta de vocês podem sofrer consequências também!

Observo a determinação no olhar de meus amigos. Mesmo após ouvir todos os argumentos de Prince e Ally, nenhum deles recuou. Eu conheço Trish e Dez melhor do que ninguém e posso dizer que eles não vão desistir de lutar.

– Desiste, Ally. Nada do que você disser, vai nos fazer voltar atrás. – fala Dallas, com seriedade. – Agora que estamos aqui, não vamos te abandonar.

– Não sei o que o futuro nos reserva, mas aguentarei as consequências, Ally. Não duvide tanto de nós. Não somos tão fracos quanto imagina. – diz Dez, com determinação.

– Por favor, não façam isso! – pede Ally, preocupada. – Eu não posso envolvê-los nisso.

– Tarde demais, Ally. – digo, encarando a morena. – Ainda que não acredite, já demos nossa palavra de que iremos estar ao seu lado para o que vier pela frente.

Prince observava tudo em silêncio. Em seus olhos eu podia ver o brilho de satisfação. Ele parecia feliz por ver que não desistiríamos de Ally e isso me deu forças para continuar firme com minha decisão.

Ally olha para o moreno e ele apenas afirma, confirmando que apoiava as nossas decisões. Ela passa seu olhar por cada um que se encontrava na sala e fecha os olhos com força.

– Obrigada, amigos. – diz a garota, ao abrir os olhos. O sorriso que ela nos deu fez com que todos sorrissem também.

Estamos com medo, é claro. Não temos noção nenhuma sobre o que fazer, mas estamos juntos e determinados a proteger Ally de qualquer perigo que ela possa correr.

– Bom, já que todos estão de acordo em participar de tudo, mesmo sabendo dos perigos que estão correndo, acredito que esteja na hora de saberem uma boa parte da história. – fala Prince, tomando mais um gole de sua bebida.

– Vai nos contar a verdade? – pergunto com esperança.

– Boa parte dela. – respondo, sorrindo presunçoso. – Não se engane, ainda não estão preparados para saber de toda a verdade.

– Bem, meias verdades é melhor do que nada. – fala Ally, suspirando um pouco frustrada. Concordo como um aceno de cabeça e todos se preparam para ouvir a história.

– Gavin é primo de 5º grau da princesa. Inconformado por não ter direitos sobre a coroa de Krósvia, o Conde Thomas Darius, pai de Gavin, decidiu que deveria assumir o trono e a única forma de fazer isso era matando o Rei Lester. Felizmente, o plano do conde não deu certo e o mesmo foi morto por uma pessoa de confiança do rei. Gavin tinha 14 anos na época e jurou vingança a família real e a família daquele que matou seu pai. A princesa Allycia nasceu pouco tempo depois dos acontecimentos marcantes e todos acabaram por esquecer das promessas feitas pelo garoto. No entanto, o que ninguém esperava era que Gavin possuía grande potencial. Ele foi adotado pelo rei de Targarión, Edgar VII, que não podia ter filhos. Alguns anos depois, o Rei Edgar VII faleceu e Gavin assumiu o trono. Depois que assumiu a coroa de Targarión, Gavin não havia demonstrado que desejava prosseguir com a vingança, até o momento. – explica Prince. – Quando o rei e a rainha de Krósvia começaram a presenciar indícios de que Gavin estava pronto para colocar em prática a promessa que havia feito a dezessete anos atrás, eles resolveram que precisavam manter a princesa distante do perigo e para isso a enviaram para longe de Krósvia. Havia chegado o momento de conhecer o noivo prometido e alertar aos seus pais, Austin, para colocarem o plano em ação.

– Que plano? – pergunto, curioso.

– Essa é umas das partes que vocês ainda não estão preparados para saberem. – responde Prince, levantando do sofá e colocando seu copo sobre o balcão da cozinha americana.

– Como você sabe dessas coisas, Prince? – pergunta Ally, desconfiada.

– Eu tenho alguns informantes em Krósvia, princesa. – Prince não entra em muitos detalhes. – De qualquer forma, agora, vocês entendem uma parte da história.

– O que devemos fazer? – pergunta Cassidy.

– Precisam aprender o básico para proteger a princesa. Pelo menos, por enquanto, não podemos contar com reforço dos guardas de Krósvia. Com o país em crise, qualquer ajuda é muito bem-vinda. – explica o moreno.

– E aprender o básico significa...? – fala Dallas, curioso.

– Vocês precisam aprender a manejar espadas e armas de combate, atirar, lutar e se defender. Não sabemos como os subordinados de Gavin atacarão, então, vocês devem estar preparados para qualquer situação que possa aparecer. – diz Prince.

– Acha que eles conseguirão isso a tempo? – pergunta Ally, preocupada.

– Acredito que sim. – fala Prince, confiante. – Para a sorte de todos, eu pedi a ajuda de dois amigos de longa data e eles aceitaram treinar Austin e acho que eles não se importarão em treinar os outros quatro.

– E quem são seus amigos? – pergunta Ally, sorrindo aliviada.

– Eles já estão chegando. Mas, acho que você gostará da surpresa. – diz o moreno, sorrindo animado.

Alguns minutos se passaram e a campainha do apartamento de Prince toca. Ele sorri presunçoso. Ally e eu nos encaramos por um momento e demos de ombros, ansiosos por alguma resposta.

– Parece que eles já chegaram. – Prince caminha em direção a porta e a abre, revelando um homem alto de pele bronzeada e olhos e cabelos negros e uma mulher baixa, de longos cabelos castanhos e olhos da mesma cor.

– Tyler? – fala Ally, parecendo não acreditar no que via.

– Oi princesa. – o homem responde sorrindo feliz. – É muito bom reencontrá-la.

– Entrem, por favor. – pede Prince, dando espaço para eles passarem. – Bom, quero que conheçam Tyler Klin e Emanuelle Santos*. Eles irão treinar vocês.

– Olá. – cumprimenta Tyler, sorrindo simpático. – Prazer em conhecê-los!

– Não venha com essa de Emanuelle, Prince. – fala a mulher com ironia. – Podem me chamar de Manu. Prince pediu que eu ensinasse tudo que sei e assim farei, mas não pensem que vai ser fácil. Eu não vou facilitar as coisas para vocês e, se não aguentam a pressão, por favor, desistam agora.

– Manu, não seja tão durona. – repreende Tyler.

– Eu não vim para brincar, Tyler. Será do meu jeito e ponto final. – Manu deixou bem claro que não havia discussão em relação ao que havia dito.

Meus amigos e eu nos levantamos e cumprimentamos os dois com ansiedade. A adrenalina corria por todo o meu corpo. Dez, Trish, Dallas e Cassidy me encaram e concordo com a cabeça, vendo pelos seus olhos as mesmas emoções que eu sentia.

– Não desistiremos. – afirmo, tendo o apoio de todos.

– Ótimo! – exclama a mulher, sorrindo, discretamente, satisfeita. – Que o treinamento comece...

Continua...

Notas finais
Emanuelle Santos* = Ela é uma das leitoras da fic, a VacuumCleaner! kkk' Depois de receber muitos protestos e ameaças por parte das meninas do grupo do Whats, eu decidi colocar a Manu aqui na fic! Manu, minha doce Cupcake, eu espero que goste do que eu irei escrever de você!! ** E então? O que acharam? Críticas, elogios, erros ortográficos? Oi Cupcakes, eu sinto muito por não estar respondendo os reviews, mas eu estou sem tempo algum, então ou eu escrevo ou eu respondo os comentários!! Sinto muito mesmo!! Outra coisa, algumas leitoras aqui da fic me falaram que a fic foi plagiada. Gente, eu fico mega triste com isso! Eu não tenho muito tempo livre e escrevo a fic com muito amor e esforço. Eu trabalho, estudo e cuido de um bebê, então eu fico muito chateada com isso! As meninas já denunciaram a fic e eu confesso que não sei muito os detalhes, mas de qualquer forma, muito obrigada, Cupcakes, por não permitirem que a fraude aconteça! Eu acredito que todos são capazes de criar histórias originais, então não há necessidade de plágio, não é meus amores? Enfim, vamos esperar por providencias do Nyah! e torcer para que isso não volte a acontecer!! Beijocas ♥